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conto 1

Dedico este conto ao meu amor, senhor e dono. Ao homem de meus sonhos que ainda não apareceu, mas que está em algum lugar, um homem que tem, acima de tudo, um amor infinito para dar a alguém como eu. Vamos ao conto... "Estou só e nua...sinto o vento entrar pela janela e me arrepiar a pele, o vento tem o mesmo efeito que as mãos dele, quando me tomam o corpo e a alma. Hoje ele me ligou, de surpresa, mandou que eu me preparasse, que tomasse um banho demorado, relaxasse e me cuidasse pois me queria linda à noite. Recebi o pacote às 4 da tarde. Um vestido vermelho e um par de sandálias altíssimas, também vermelhas. Recebo tudo que vem dele com alegria e um sinal de que ele me ama, mas confesso que tal vestido me instigou a curiosidade, não pela cor, mas pelo comprimento - ou a falta dele - e pelo decote.

Curtíssimo, já o provei, pareço uma prostituta vestida nele, mas é assim que ele me quer, assim estarei. Mandou também que eu deixasse algo pronto para o jantar, e que fosse especial. 7 da noite, vou ao quarto e me troco, me sinto nua e excitada por baixo daquela roupa. Faço uma maquiagem de acordo com a roupa...sim, pareço uma prostituta (não é isso que sou afinal de contas? A puta dele?), mas estou linda, lânguida, selvagem...me sinto molhar. Afasto qualquer pensamento e vou à cozinha, ponho a mesa com flores e capricho, gosto quando ele me elogia. Ele disse que chegaria às 8...tenho meia hora. Deixo a mesa pronta...arrumo de novo um pequeno detalhe nos guardanapos. Vou ao quarto e me perfumo, quero que ele veja que fiz tudo para agradá-lo. Por último coloco a coleira ao redor de meu pescoço, não o faço sempre, mas hoje ele me deixou essa ordem. Ouço passos. Ele chegou! Me assusto, ele não está só, escuto risos.

Corro até a porta para esperá-lo. Num segundo me passa pela cabeça que quem quer que esteja com ele me verá assim...e ele fez de propósito...me sinto humilhada e meu rosto está em chamas quando a porta se abre e ele entra com mais dois homens que eu não conheço. Ele entra e sorri quando me vê "eu sabia que ia te encontrar do jeito que ordenei", eu retribuo o sorriso "é meu dever meu senhor, como foi seu dia?", "cansativo" ele me responde e convida seus amigos para entrar. Eu fico sem jeito mas cumprimento-os com um "boa noite" um tanto tímido. Ele me apresenta "essa é a minha..." e não completa sorrindo com meu desconforto. Enquanto me apresenta ele me apalpa a bunda. Me sinto a mais barata das putas.


Como eu o amo por isso. Seus amigos me olham, "dê uma voltinha" meu dono diz, e eu obedeço, sentindo todos os olhos me analisando. "Nós vamos à sala, nos traga um licor antes do jantar", "sim senhor", eu respondo e me retiro. Volto com quatro taças de licor e volto para colocar o jantar na mesa. Dentro de alguns minutos anuncio que o jantar está servido, meu dono convida seus amigos a acompanha-lo até a mesa de jantar e me dá um olhar de aprovação quando vi o que eu fiz. Espero que eles se sentem e os sirvo, começando pelo meu dono, depois os outros dois, os dois não tiram os olhos de meus seios que estão praticamente saltando para fora do vestido. Procuro meu dono que é meu abrigo e me sento ao lado dele, como sempre.

Começo a me servir quando todos já estão comendo e conversando sobre coisas corriqueiras, eles riem e se divertem.
De repente meu dono me pergunta se estou com muita fome, eu digo que sim, e é verdade, estou só com o almoço no estômago. "Hoje você vai jantar outra coisa" ele diz erguendo a toalha da mesa, o que significa que eu devo entrar embaixo dela, sinto meu rosto pegar fogo ante a expressao divertida de seus amigos. "Sim mestre" eu digo e me coloco de joelhos entre suas pernas...ele desabotoa sua calça e tira o pau pra fora e eu já sei o que fazer....escuto a conversa, as risadas, meu dono para de jantar apenas por um minuto, para encher minha boca de porra e depois me puxa de volta, limpando meus lábios com um guardanapo de papel, pois sai com a cara melada. Me sinto usada na frente daqueles homems que nem conheço, e no entanto sinto minha boceta pingar de tesao. Meu dono me permite tomar o resto de seu refrigerante.

Diz que o jantar estava ótimo e se levanta com seus amigos, se dirigindo pra sala de estar novamente. "Faça um café e nos sirva".
Eu fico ali, morrendo de vergonha e de tesão, tudo ao mesmo tempo. Preparo o café e confesso que tremo um pouco quando volto à sala. De novo os olhares pesam em mim como chumbo. Meu dono me chama para me sentar no chão, aos seus pés e deita meu rosto em suas pernas me afagando os cabelos enquanto conversa com os caras. Agradeço no meu coração pela demonstração de carinho...ele sabe o quanto me sinto indefesa e exposta numa noite como essa. "Eu sei que o jantar estava ótimo mas vocês ainda não provaram a sobremesa", eu quase falo "mas senhor, não foi me ordenada nenhuma sobremesa, e quando percebo o que ele quer dizer um arrepio me percorre a espinha. Acho que eu serei a sobremesa.

Ele me acaricia o rosto e me manda tirar a bandeja da mesa de centro e me deitar sobre ela com as pernas abertas. Eu beijo suas mãos antes de me levantar e faço como ele mandou. Me deito e por ultimo abro as pernas na direçao dele.
Ele chama um de seus amigos "venha ver...te disse que ela tinha uma boceta bem carnuda", os dois se levantam e ficam em pé, me observando entre as pernas. Fecho os olhos para suportar a humilhação. "E ela faz tudo o que você manda mesmo?" o outro pergunta. "Pergunte a ela", meu dono responde. "Então?" - ele se dirige a mim "sim, faço tudo o que meu dono me ordenar com muito prazer"..meu amo sorri e seu sorriso e me enche de orgulho de pertencer a ele. "Cheguem mais perto", ouço meu dono dizer e sinto seus dedos entre minhas pernas enquanto ele separa meus lábios vaginais e expoe meu clitoris aos olhares de seus amigos "muito gostosa" diz um deles, me tocando de leve tambem. Eu sinto meu suco me escorrer pela bunda nessa momento. Meu dono mela seu dedo em meu suco e prova, incentivando os outros a provar como eu sou gostosa. Um deles se aproxima...cheira minha boceta e dá uma leve lambida no meu grelinho, o que me tira um suspiro de puro deleite. Meu amo me chama de putinha "olha que putinha mais vadia eu tenho aqui, ela gosta de ser usada, fiquem à vontade" ele diz.

O que já estava a postos abre minha boceta com as maos e cai de boca...lambendo e chupando meu grelinho, metendo a lingua na minha xana. Meu dono tira a roupa e vem para mim com o pau duro, melado "chupa vadia" ele diz e mete o pau na minha boca enquanto seus dois amigos se divertem me escancarando as pernas, me lambendo, me beliscando o bico dos seios. Depois de um tempo ele sai da minha boca, tira minhas sandalias e chupa meu dedos, sinto sua lingua em meus pes e não demora muito pra que meu corpo estremeça num orgasmo poderoso e cheio de gemidos. Quando termino meu dono mete dois dedos na minha xana....tira eles melados e mete na minha boca pra que eu saiba o quanto sou vadia e o quanto eu gosto do que ele está fazendo comigo. Ele se senta e se masturba enquanto me ordena que eu chupe os outros dois.


Ele assiste minha degradação e isso lhe dá prazer. Um de seus amigos me poe de quatro na mesa...olho pra ele para saber se está tudo bem, ele não se manifesta, e ainda se levanta para se juntar a eles...sei que vou ser fodida e esfolada....empino minha bunda e me preparo para receber o primeiro.....ele entra rapido, estocando com violência, me sinto rasgar, uma verdadeira potranca pronta pra ser currada por três garanhoes...o proximo vem.....eu gemo alto....rebolo....meu dono me segura pelo queixo e olha bem nos meus olhos me tomando a boca, cuspindo na minha boca. Quando ele se põe atrás de mim, ele é meu deus, meu sonho que se tornou realidade, sinto suas mãos me tocando, ele me bate na bunda, me gruda pelos cabelos me falando da puta, vagabunda que eu sou e me ordena que eu goze.

E eu gozo, gritando, gemendo de paixao e loucura, tremendo dos pes a cabeça, ele sai de mim, me puxa pelos cabelos, joga uma toalha no chao..me poe de joelhos... "voce vai beber a porra de cada um aqui hoje, minha putinha submissa, vai implorar pra que esses machos te encham a garganta de porra. Eu faço que sim com minha cabeça e começo por ele, chupo meu dono com vontade, lambo, engulo, tiro de volta, punheto, aperto a cabeça do pau dele, ele geme, me gruda pelos cabelos pra olhar o que eu estou fazendo, eu sinto ele chegar e abro minha boca pra sentir o jato quente na minha boca, no meu rosto, quando dou por mim os outros dois estao se masturbando olhando a cena....meu dono esfrega a porra na minha cara, bate o pau no meu rosto e quando termina, me força a chupar os outros dois juntos, não demora muito e logo vem mais jato de porra de ambos os lados, tento engolir o que posso, fico aqui, melada de esperma.

Meu dono me manda manter a posição "quer ver como essa puta faz tudo o que eu mando" ele diz...e me manda abrir a boca e beber.......e ele mija na minha boca....é claro que eu não posso com tudo mas bebo tudo o que me é possivel. Fico ali, esporrada, mijada, com meu vestido desgrenhado, entregue, humilhada. Os dois moços se vestem e eu os vejo dando dinheiro a meu dono e então caio em mim, eu fui prostituída. Sei que ele fez isso porque sabia que eu ia gostar de me sentir assim. Sei que ele me quer muito bem. Quando os dois vão embora ele me manda levantar e limpar o chão e depois encontra-lo no banheiro. Eu vou e ele está me esperando em baixo do chuveiro, ele me lava, me ensaboa, devagar, cuida de mim, me abraça e depois ele põe a puta para dormir e libera a menininha, que irá se aninhar em seus braços, feliz e realizada."

conto 2

Eu já tinha estado com a Carla antes. Ela foi a primeira mulher com quem fiz sexo. Mas daquela vez meu marido estava junto, e eu queria agora prova-la sem interferências de terceiros. Ela era uma menina de programa e morava num apartamento pequeno porém bem ajeitado em Copacabana. Morena bonita de cabelos longos e cacheados, uma bela bunda e seios fartos. Sua pele contrastava com a minha que sou loura e, embora tenha uma bunda bem grandinha e apreciada, meus seios são médios, miudinhos perto dos dela. Desde o momento que telefonei e marcamos, eu não me segurava de tanto tesão.

Tinha medo, afinal iria até o apartamento dela, e era a primeira vez que estaria sozinha com uma prostituta, mas também estava com muita tesão e isso impedia que eu pensasse em algum risco. Já no telefone, quando falei meu nome, Teresa, ela me reconheceu e se lembrou do dia em que totalmente entregue a alegria de chupar a sua buceta, fui enrabada sem piedade por meu marido. - Teresa aquela que sabe dar e receber prazer de uma mulher. - - F oi o que ela disse assim que cheguei no seu apartamento. Conversamos um pouco, ela me ofereceu um refrigerante, pois eu estava ofegante e com a boca seca, tudo fruto do meu evidente nervosismo. Sua voz meiga foi aos poucos me acalmando e quando dei por mim estávamos nos beijando na boca. Suas mãos apertavam meus seios e eu alisava o seu pescoço.

Aos poucos ela engoliu de uma só vez cada um dos meus seios, e com as mãos docemente instaladas na minha vagina, foi conseguindo me manter completamente entregue. Carla chupava a minha buceta com a destreza de uma profissional, e percebendo-me em estado de torpor, colocou a sua xoxota sobre a minha boca, no que prontamente a atendi chupando a sua buceta, me esforçando para ser tão hábil quanto ela na tarefa de fazer uma mulher gozar. Carla estava com 2 dedos enfiados na minha buceta e um pequeno vibrador no meu cu quando a campainha tocou. De início eu fiqui assustada, mas ela me acalmou dizendo para não me preocupar, pois devia ser uma amiga sua que mora no andar superior.

Eu não querendo perder um segundo do meu prazer obedeci aos conselhos de Carla e permaneci com o vibro no cu e substituí a língua de Carla pelos meus ágeis dedos masageando meu clitóris. Carla não se demorou, e quando voltou ao quarto viu-me em estado de êxtase e prazer solitário. - Trouxe companhia. Olhei assustada para aqueles 2 negros de cerca de 1.80 de altura, jovens, musculosos e, que já nus, exibiam dois caralhos de fazer inveja a um jumento bem dotado. - Essa é a Teresa que adora tomar no cu. Vejam bem a bunda dela é branquinha e gostosa como a minha. Sirvam-se Inutilmente eu tentava cobrir meus seios e a buceta com as mãos, e Carla foi logo dizendo: _ Calma sua puta riquinha. Esses caralhos vão te dar muito mais prazer do que esse simples vibrador de 12 cm . Não tive tempo de esboçar qualquer reação.

Carla sentou-se sobre minha boca, com a buceta roçando em meus lábios., puxou minhas pernas fazendo com que meus joelhos tocassem em meus ombros e, sem saber qual dos 2 estava me enrabando, senti aquela imensidão de pica me rasgando o cu com uma violência tamanha que quase perdi os sentidos de tanto gozar. Carla levantou-se e deixou que aquele caralho que me arrasava o cu inundasse minha boca com infinitos jarros de porra que, de tanta intensudade, escorria por todo o meu rosto. Nem tive tempo de me recompor. O outro caralho me virou de quatro e sem pedir licença enfiou tudo de uma só vez dentro do meu cu, que desta vez já estava totalmente arrombado e acostumados com as violentas estocadas que recebia. Carla, não satisfeita em me ver totalmente arrasada, ainda abria a minha bunda com as mão para que aquele caralho não encontrasse qualquer resistência em suas investidas. Mas o pior ainda estava por vir.

Quando o segundo caralho despejou toda a porra, desta vez dentro do meu cu, e retirou-se heróico, serto do dever cumprido, seu bravo propritário reparou que sua espada de múcsulo estava suja daquela coisa, que afinal, como diz a anatomia, evacua-la é a razão de ser do cu. O Negrão não quis saber de justificativas fisiológicas, e gritou. - Essa puta cagou no meu pau. Sujou ele todo de merda. Carla parecia não se abalar com nada. _ Faz ela chupar agora. Bota essa vagabunda grã-fina pra comer merda. O Negrão não pensou duas vezes, enfiou aquele cacete cheio de merda na minha boca e eu, que sentia prazer em ter me tornado escrava do prazer daqueles três, chupei aquele cacete até não deixar qualquer vestígio da impropriedade que eu mesma cometera. Carla cheia de tesão me fez deitar novamente e se agachando sobre meu rosto, lançou-me um mijada quente que me fez gozar ainda mais, enquanto o primeiro negrão comia a minha buceta...

Antes de tomar banho, me vestir e remunerar os meus algozes, levei mais um jato de porra no rosto e outra mijada, desta vez por todo o corpo. Paguei o triplo do que havia prometido a Carla quando combinamos o encontro, mas afinal, o serviço foi três vezes melhor do que o prometido.

conto 3

Estamos indo para Florianópolis, carro pronto, me preocupo com você, poderá passar frio, afinal não está acostumado com a temperatura. Separamos os cd's, e partimos. Será um bom passeio, meu coração bate forte, queria muito aquele homem que havia conhecido de volta, mas não sei se ele virá.
Você está monossilábico, fala pouco mas me olha mais. Sorrio com ar sacana, pegamos a BR, música alta, estrada cheia, noite alta. Viagens à noite são sempre deliciosas. O ar quente do carro ligado coloco minha mão em tua coxa como prova de carinho, você a pega e a coloca sobre o volume de sua calça, sorrio, emudeço e mantenho minha mão no local que você determinou. Meu coração na boca, minhas pernas se abrem lentamente. Minha respiração aumenta lentamente os movimentos. Você manda que eu abra a jaqueta, tire a blusa e fique de sutiã apenas. Olho descrente.

A estrada esta movimentada, passam carros e caminhões mas você não havia pedido, era uma ordem - que obedeço com os olhos brilhando. Tiro a jaqueta, a blusa de lã, coloco a jaqueta novamente, aberta, com sutiã meia taça a mostra. Você manda que eu pegue os clamps dourados da tua mochila (eu nem sabia que eles existiam), minha mão voltou a se acomodar sob teu membro já pulsante, e não consigo sequer manter a boca fechada.

Pego os clamps, são lindos... Em formato de sol, com uma abertura no meio onde se encaixa o bico do seio. Você, em tom solene, manda que os coloque. Respiro fundo sinto teu membro crescer mais na minha mão sob a calça, minha respiração acelera, tiro um seio de dentro do bojo do sutiã, minhas mãos tremem. E você grita: "Coloca, vagabunda!". Encaixo o clamp no bico seio, que minha mão gelada deixou duro. Coloco primeiro no esquerdo, sei que é teu preferido, é maior que o direito já, de tanto ser deliciosamente maltratado. Os raios de sol do clamps forçam a massa do seio para dentro, com força. Para apertá-lo e encaixá-lo começo a gemer baixinho. Dói. Sinto uma ardência e você sorri com o canto da boca, percebendo que alguns caminhões que passam ao nosso lado vêem o que acontece.

Pronto, um clamp colocado, o bico do meu seio esquerdo roxo já, minha respiração ofegante, minha boca seca, passo a língua e começo a forçar minha mão sob seu membro. Você apenas olha para baixo e volta dirigir. Entendo e abro o botão e o zíper da tua calça, coloco a mão por dentro da cueca e toco seu membro, você se excita mais enquanto reage ao frio toque. Tua mão sai do volante e me dá um tapa com força no rosto, que lateja. Você grita: "Que mão gelada sua puta! Você sabe que não gosto". Mas continuo te acariciando e você pára o carro no acostamento próximo a um destes telefones públicos de beira de estrada, e em tom incisivo manda que eu lhe chupe.

Enquanto me abaixo em direção ao seu membro, você pega o outro clamp e o coloca em meu outro seio. Tua mão é muito mais pesada que a minha e busca o efeito imediato. Muito, muito mais apertado que o da esquerda... Meu corpo se contorce de dor, respiro quase em espasmos. Minha boca alcança teu membro, duro, pulsante, passo minha língua molhada em todo ele, bem devagar. Sinto você empurrar teu banco para trás, assim ficará mais confortável. Coloco agora teu membro inteiro na boca e começo a sugá-lo lentamente, sentindo teu gosto na minha boca, é como se teu coração pulsasse nela. Meu corpo estremecido pelo tesão e pela dor se apavora ao ver suas mãos indo diretamente brincar com os clamps.

Você me machuca muito e a cada movimento teu, mais coloco teu membro dentro da minha boca, me afogo, meus olhos lacrimejam, meu corpo sente você ali, próximo. E você sorri, geme baixo também e tece um elogio que me faz ainda mais feliz: "Vadia, você tem uma habilidade de profissional com a boca, chupa como uma puta mesmo". Meu corpo se excita com tuas palavras e sinto minha buceta encharcada.
Continuo te sugando com força, a saliva escorre de minha boca aberta, minha língua para fora dói, para que teu pau entre mais fundo e me afogue mesmo.

Minha respiração quase não acontece, meu corpo reage às tuas mãos mexendo nos clamps, deixando meus seios mais e mais roxos e doloridos. Você puxa, torce os bicos, as garras do clamp cortam a pele e deixam vergões. Você está muito excitado e goza deliciosamente em minha boca, sinto tua porra escorrer dentro da minha garganta, golfadas quentes e deliciosas. Você força mais minha cabeça e me debato e você delira. Então, com teu pau limpo, levanto a cabeça e me encosto no banco, cansada, tentando fazer minha respiração voltar ao normal, mas não consigo, estou muito excitada e você também está. Teu membro continua duro, grande como se não tivesse gozado minutos antes.

Você me agride com palavras deliciosas, me chama de puta e de vadia como quem me chama de querida. Manda que eu saia do carro e me apoie no capô do meu lado, feche os olhos e espere. Olho apavorada, você ri alto e diz que bichinhos são tratados assim. Assusto-me, você nunca gostou disso, não assim, na rua, mas te obedeço.

Coração na mão, corpo latejando, respiração ofegante, saio do carro e fico na posição que você mandou. O frio deve estar perto de 4 graus, há neblina, e só consigo te ver porque há luz perto do telefone. O tempo passa, meu corpo começa a tremer de frio, de falta, os bicos dos meus seios doem mais por causa do frio, os filetes feitos com os aros do clamps ardem, fechos os olhos e tento não pensar. Você, de dentro do carro, fica observando, posso sentir, teus olhos me fitando com ar de dono de brinquedo, descartável, desfrutável. Não sei quanto tempo passa, meu corpo se anestesia e de repente sinto tua mão nos meus cabelos, puxando minha cabeça para cima. Pronto, meu corpo não sente mais frio, sou sua e estou aqui nesta posição para servi-lo e adorá-lo sempre, em todos os seus atos.

Você manda que abaixe a calça e a calcinha e mantenha as pernas abertas. Obedeço sem sequer emitir um som, o frio aumenta, mas tento não senti-lo. Sua presença me basta e não há frio ou calor ou medo, mesmo estando em pânico com o corpo doído e sem sequer imaginar o que você fará. Começa brincando com meu cuzinho, coloca a ponta de uma garrafa, de leve e tira, observa ele contrair em sua mão, meu corpo inteiro se contrai contra o carro, você sente e grita "Pára de frescura, sua escrota, você bem que gosta. Piranhas gostam de servir assim". Tento relaxar mas não consigo, não sei se é medo, ou frio ou tesão. Descubro que é tesão, por que apenas ouvir tua respiração me dá a mesma sensação, e me delicio com ela.

Percebo então que você saiu em viagem já pensando em fazer isso, talvez não aqui mas pensou, tinha objetos na tua mochila incomuns para uma viagem. Continua brincando com a garrafa, pede que empine mais o rabo e derrama o conteúdo da garrafa dentro de mim. Reajo, está muito gelado. Você sorri e adora. Sinto reações que nunca havia sentido, sinto meu gozo escorrer por minhas pernas e você sequer tocou minha buceta, meus seios latejam numa constante, deliciosa e cruel, minha boca esta vermelha e doída do frio. Sinto sua respiração ofegante, teu corpo quente próximo ao meu e teus atos cada vez mais insanos.

Coloca então a garrafa mais para dentro um pouco e me diz que ela vai ficar ali, enquanto você faz xixi, fico quietinha e não entendo. Você então me puxa pelos cabelos, me faz ajoelhar no chão, olhos abertos, calças arriadas, seios descobertos, e coloca teu pau na minha boca. Tento fechar os olhos porque não acredito no que você está fazendo, você me manda abri-los. Obedeço. De olhos abertos, fitando você, como mandou, sinto um jato forte de urina em minha boca, você delira alto e se excita mais com a situação. Ela entra quente e em grande quantidade, não consigo pensar. Meu corpo repulsa a atitude, mas nunca repudiaria você, por isso engulo, numa mescla de tesão e nojo. Você solta palavras desconexas, em tom baixo de voz, como um sussurro. Faz-me gozar assim nessa posição, sem sequer me tocar ou realizar qualquer movimento para que isso aconteça.

Minha boca fica quente, não sobra nada, tudo foi engolido, a porra, a urina e sinto minha boca como qualquer coisa, onde você joga o que quiser, me conforta a situação, me realiza o tesão te ver satisfeito assim. A garrafa ainda dentro de mim...Você manda que me vire, me apoio no carro e fique quietinha. Coloco-me na posição, a garrafa sai um pouco, com o movimento dos músculos do rabo. Você sorri, vendo ele agir sozinho, e em um único movimento, a tira de dentro de mim. Solto um grito agudo, por causa do vácuo que se fez. Imediatamente depois de tirar a garrafa, você enfia seu membro inteiro, maior ainda que ela dentro de mim.

Grito mais alto, como um soluço, meu corpo implora e dói, meus seios estão roxos, meu rabo esta ardendo muito e você não liga, mete sem parar, sinto tuas bolas baterem em mim, e não consigo imaginar como esta meu cu, afinal ele nunca havia sentido você inteiro dentro dele, é grande, meu cu está dilacerado, sinto escorrer filetes de dentro e não sei se é sangue, liquido ou porra. Você puxa meus cabelos e geme alto, vadia é um nome singelo perto dos adjetivos que você usa. Gozamos juntos, como há muito tempo não acontecia, sorrimos em tom de cumplicidade, meu rabo ainda lateja, você tira teu membro de dentro dele devagar, só para me fazer sentir dor, mais dor. Sinto você fora de mim, me viro, você comenta em tom de ordem que quer se vestir limpo me ajoelho novamente, chupo teu membro, lambo ele todo, deixando limpo como estava. Você se veste, e manda que eu também me vista e volte ao carro.

Você entra no carro e me espera, coloca o cd novamente, me levanto, subo minha calcinha e minha calça, meu corpo está melado de porra e suor. Meu coração ainda bate descompassado, sorrio de canto de boca, fecho a jaqueta, me mantendo de sutiã e clamps nos seios. Abro a porta do carro, você brinca, "Entra, minha cadelinha, boa menina". Sorrio como quem aceita e idolatra essa situação, não consigo sentar, me posiciono de lado, você só pede que deixe a jaqueta um pouco aberta para que veja meus seios sendo "estragados" pelos clamps. Obedeço como sempre, sempre... Partimos, você está deliciosamente feliz, uma música boa no som, eu sentada mesmo sentindo dor, pois sei que você está adorando saber que dói e que estou assim para te satisfazer, invadimos a estrada e a noite, a caminho da viagem programada para um descanso de feriado.

conto 4

Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do começo. Sou uma garota de corpo fino, 1,60m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação, e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos, e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para sacanagem, e um belo dia o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo aliás não é muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande.

Renato então disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso, e entre gargalhadas e exclamações de espanto todas pularam fora. O papo acabou mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados. Quase um mês depois, estava só eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver.

Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado. Fiquei logo exitada com a idéia, e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente. No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um “livro”. Coloquei uma roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver. Eram 9:00 da manhã quando cheguei, e encontrei os dois de calção voltando da praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar a vontade pois depois me daria o livro. Danilo era muito bonito e amável e enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios.

Vi que ele foi ficando excitado mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga. Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados. Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem graça percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo mas o seu pênis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo.

Fiquei maravilhada com aquilo e com a permissão do dono resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor nas minhas mãos. Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau prá muita coisa. Puxei a pele para trás liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e começei a masturbá-lo quando apareceu Danilo. Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha.

Quase tive um troço, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria possível ter aquilo tudo dentro da bucetinha. Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de fêmea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca. Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez.

Se me deixassem ficaria mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha até que com um dedo foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou, sabia eu, para me preparar para o que eu já não negaria, dado ao meu grau de tesão e curiosidade.

Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois a veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente, abrindo espaço e me invadindo, numa foda para mim incalculável. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para não me machucar muito. Quando Danilo gozou quase tive um troço sentindo as esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Renato reclamou do primo que ele tinha me alargado e que aquilo estava um pântano, e tomou outro caminho dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a buceta e a bunda toda lambrecada e enfiou ou dedo no meu ânus.

Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo. Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cú. Foi uma loucura. Os dois metiam com força e eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu aguentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta, tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: “troquem de lugar”.

Danilo não acreditou e disse que eu não aguentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria, e que queria e lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Renato tirou de mim lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho que já estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do cú, e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete, preparatória para o bruto que viria. Aí veio Danilo.

Ele esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato, e derrepente senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais rápido e disse: “agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cú”. Dizendo isso me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu “metros” de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bucetinha, era possível enterrar tudo, já que cú não tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha buceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos.

Deram então início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados até que entre jorros de porra me largaram prostrada na cama. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que aguentei, e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois. Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade. Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro, e nos despedimos. Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega “muito curiosa” para quem sigilosamente contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos. Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho vontade

conto 5

Assim te senti hoje, meu dono, fiz o que vc me mandou, me vesti como uma
puta, e fui a um barzinho que estava cheio de homens, entao fiquei com
medo, mas o prazer de estar fazendo isso por vc era tao grande que
permaneci la, esta frio aqui, entao em coloquei um vestido preto muito
curto e decotado, mas com um sobretudo por cima, eu estava tao excitada
comigo mesma, entao veio ate mim um homem de meia idade, e perguntou se eu
queria que ele pagasse a bebida, deixei ele pagar, e ele perguntou o que eu
estava fazendo naquele lugar, com aquele rostinho de menina, eu disse a ele
que eu estava procurando dois homens pq minha vontade de chupar era muito
grande, ele ficou assustado, mas adorou a ideia, deu pra ver na hora que
ele ficou excitado, ele me disse que ia realizar minha vontade, se levantou
comigo e fomos em busca de um garoto de programa, pq ele disse que ele
queria ver minha boquinha em ação, entao, paramos um garoto na rua, ele
subiu no carro, ele queria me levar pro motel eu disse que não, que eu
apenas queria chupa-los, fiz isso no carro, enquanto eu chupava um , o
outro me chupava, eu fiquei tao excitada com o medo, mas nao gozei pq quero
fazer isso com vc, nao tentaram nada mais eles gozaram na minha boca e eu
nao deixei que o homem me deixa-se em casa, ele queria me pagar, eu me
senti baixa, mas estava cumprindo minha obrigação de puta, acabei de chegar
e vim correndo pro micro te escrever, ainda estou molhada, e com o gosto do
esperma deles na boca, eu vou te ligar mais tarde, pra terminar minha
tarefa, eu adoro voce.
Pat.

conto 6

Meu macho safado...
Depois que vi sua foto fiquei muito interessada em
vc...iamginei vc me "cobrindo" de varias formas.. e ate
sonhei contigo...
Estou providenciando minha foto para vc ( espere!- so
que ira ao lado de meu atual marido, espero que vc nao se
importe!).

Meu amigo, Comecei muito bem minha noite de ontem, com
muita imaginacao... Espero que vc nao fique constrangido
nem se decepcione com que eu vou lhe contar... Ontem a
noite eu e Paulo(meu atual marido) dormimos cedo (por
volta
das 11 h) com a tv ligada, apos ele cumprir minhas
obrigacoes de marido, descansou como um guerreiro
esgotado da batalha. Sonhei,comecei a sonhar com vc
deitado em meus bracos com a cabeca em meu peito, fechei
os olhos e viajei... ... senti sua boca se aproximando
de meu mamilo direito e comecando a beija-lo com seus
labios umidos e quentes, neste momento uma descarga
eletrica percorreu meu corpo, olhei seus olhos brilhando
como duas pedras negras avidos para me satisfazer.
Entao vc me chamou de sua puta e me mandou te mamar.."
Vem galinha mama este negao.."
Desci meu rosto sobre seu peito, escorregando ate a
sua"selva " crespa ,abaixo de seu umbigo, onde senti o
cheiro
doce de seu sexo que ja estava intumescido roxo quente e
latejando. Comecei a
beija-lo bem devagar, passei a lingua em sua glande ,
deixando- a umida, esfreguei meu rosto em seus
pentelhos, enfiei-os entre meus dentes em busca de
arrancar alguns com minha boca. Meti todo seu saco em
minha boca, engolindo-o com todo o carinho para sentir
seu calor desta vara negra e cabecuda( e cabecuda??)e
pulsante.
Minha lingua
percorreu todo seu sexo que ja
exalava um perfume de macho no cio. Isto me enloqueceu.
Nesta altura minha "pombinha" ja estava umida e ardente
e espumando
entre meu colo e meu rosto. Eu virei de costas para vc e
senti seu halito quente em meu pescoco, sua voz firme me
pedindo para eu relaxar.."relaxa puta !! vou te
rasgar...", sua lingua me penetrou o ouvido
como uma onda quente e umida. Virei e enfiei minha
lingua em sua boca, ansioso, buscando sugar toda sua
energia por ela. Uma briga de linguas ansiosas por dar
prazer um ao outro , buscando caminhos para explorar,
cheias de tesao... Comecei a apertar seu corpo junto ao
meu, esfregar os meus pelos pubianos junto ao seu
rosto, esfregar minha "gulosinha" entre suas pernas e
seu peito..sua lingua e sua barbicha arranhavam meu
grelo.... O seu penis ja estava babando de
felicidade ,
buscando um local para se alojar. Relaxei... segui seu
conselho, conselho de um homem ja experiente que sabe o
que quer... Virei novamente de costas e senti sua lingua
me explorando do pescoco, axilas, ancas, rego... ate que
suas maos comecaram a afastar minhas nadegas..., senti
entao uma vontade louca de gemer, gemer de prazer , alto
para todos ouvirem que era vc que estava ali .Senti sua
lingua explorando meu anus, que se contraia de prazer
,me lubrificando, me preparando para o melhor...depois
vc mel levantou as ancas e comecou ,com sua lingua a
"fuder" minha bucetinha ja irritada e quente. De repente
senti de novo seu halito quente e perfumado em minha
orelha, suas maos buscando meus mamilos, como estivesse
buscando algo para se apoiar enquanto sua vara tesa
forcava sua entrada em mim....
Logo suas maos encontraram a posicao
correta e se ancoraram em meus mamilos, neste momento
senti que seria a hora, como que um golpe de uma luta
marcial senti suas pernas afastarem as minhas e de um so
estocada senti vc todinho dentro de mim... com uma dor
lancinante tentei conter mes gritos mordendo a fronha,
mas senti duas lagrimas escorrerem de meus olhos, como
uma crianca manhosa, suportando como uma mulher deve
suportar sua dor. No inicio foi muito doloroso, porem
algo me acalmou quando senti vc entrando e saindo
cautelosamente de dentro de mim..., entrando e...
saindo,entrando e, ...saindo, como um calmante que me
tomou corpo inteiro , uma corrente eletrica percorreu
meu corpo, intumesceu meus mamilos, me deixou a xota
entumescida babando..querendo tambem ser preenchida...
Nesta "cavalgada", vc comecou a me mastrubar, com todo
carinho, acompanhando as estocadas de vc dava em mim,
cada vez mais sentia sua vara latejando dentro de mim,
nossos corpos suados exalando um cheiro de cio, de macho
copulando. Vc deitou de barriga para cima, sem tirar sua
vara de dentro de mim, e pediu para que eu continuasse o
movimento de entrar e sair . Fiquei virada para vc, me
masturbando, olhando para seu rosto . Deixei um pouco
meu peso em cima de vc para beija-lo, beija-lo com
furor. Voltei a cavalgar com mais intensidade, cada vez
mais rapido e vi que vc estava alucinado... prestes a
gozar... eu estava muito feliz , feliz em saber que eu
ia receber todo este seu nectar dentro de mim... De
repente.. vc gritou, gritou feito um louco..." minha
piranha toma este leite ..leite de negao...vou te melar
tofdinho puta !! e me puxou
para si , me enfiando a lingua dentro de minha
garganta...foi neste momento que senti , um jato quente
me inundando as entranhas, tao intenso como se fosse uma
onda me afogando pelo anus, onda morna, grossa que
penetrou bem fundo em mim... senti molhar as paredes de
meu reto... Quase ao mesmo tempo eu urrei com meu gozo,
meu anus piscou prendendo seu penis como recompensa pelo
que vc fez comigo, espumei espumei,muito quando meu gozo
saiu escorrendo pela minha vagina para o lencol Vi seu
rosto, com um ar de felicidade.... Ambos, caimos um para
cada lado e adormecemos.........
Apos mais ou menos 30 min de relaxamento , de gozo total
,eu ainda, nao
estava
totalmente satisfeita, achava que vc teria que ter o
mesmo prazer que eu tive. Nao poderia priva-lo deste
presente... Entao comecei a lamber seu sexo novamente,
desta vez me concentrei em seu saco, deixei-o deitado de
barriga para cima, e comecei a lamber seu saco ,
colocar cada uma de suas bolas na minha boca, uma por
vez...medindo com a lingua o tamanho de cada uma
delas... Logo abri suas pernas e fui com a lingua direto
a seu Anus .
Ai vc ficou louco, sua piroca latejava e vibrava,babando
de vontade de se esconder na minha "pombinha" . Comecei
entao lubrifica-lo, dobra por dobra, vc gemia de prazer
, "latejando" esta vara na minha garganta pois ele ja
estava pensando em esfolar minha pequenina ,rosada e
brilhante , virgem e inocente "babaquinha". Minha xota
ja estava entumescida, latejando e "babando"feito uma
cabrita, e vendo vc na posicao de frente com as pernas
abertas, como se estivesse me chamando para eu encaixar
em vc ficou mais excitado. Nisso levantei as pernas,
abracei suas ancas e olhei firme em seus olhos que me
"pediam" para te dar o mesmo prazer que vc havia me
dado. Mais uma vez como um piscar de olhos, numa so
estocada vc ja estava dentro de mim, enfiando
centimetro por centimetro, bem devagarinho, com cuidado,
para nao perder cada minuto de prazer , acho que sao 20
cm de prazer(no meu sonho era imenso!!), e imenso, nao
sei como me arregacou
o cuzinho e nao me estourou !!. Eu sabendo da dor que ia
aguentar , mordia uma toalha torcida para evitar os
gritos. Chegou enfiando ate as bolas, fui "bombada"
seu ate nao aguentar mais ,segurando o gozo,vc
cavalgando em mim, sendo explorada pela 1a vez por vc.
Vc gemia, uma mistura de dor e prazer,nossos suores se
misturavam na cama, como uma orgia de prazer. Eu olhava
seu rosto transtornado de prazer, com sua vara dentro de
mim,prestes a explodir de gozo, eu abrindo cada vez
mais minhas pernas..para vc ficar mais dentro de mim e
sentir seu calor... Cara como eu gozei, gozei feito uma
egua no cio,e de vc era tanto esperma, que parecia que
vc
"mijava"em mim te deixei todo melado...Nisso vc mordia
cada mamilo meu, pegava ansioso cada um deles e chupava,
lambia como uma crianca gulosa, puxando meu leitinho...
Quando vc tirou sua vara de dentro de minha xota cansada
e esfolada, irritada de tanta foda , devagar,pingando
porra, vi claramente seu leite escorrer pelas minhas
pernas e misturar com o nosso suor... senti sua cara de
felicidade. Te beijei, te abracei, te coloquei para
dormir em meu colo... Alcimar, desculpe meu
atrevimento, mas
"viajei" assim com vc , fiquei cheia de tesao a noite
inteira, hoje pela manha com o Paulo,nao tive cara para
olhar para ele..como
se estivesse traindo na realidade
mas o tesao recolhido desta minha imaginacao vai ficar
ate nos pudermos fazer isto pessoalmente. Um beijao de
seu amiga Anna. Por favor nao fique bravo comigo
ok ??? Me escreva logo....
Fico aguardando mais um sonho destes ate virar
realidade...
beijos quentes...
Anna

conto 7

Meu negro picudo safado...
Quero ouvir vc falando estas sacanagens para mim...ai
vou te responder por escrito tocando uma siririca.
Deposi que comeceia ler oq eu vc escreveu meus mamilos
tremeram...fico imaginando eu sentada..abrindo minhas
pernas..meus pelinhos loiros..vc afastando meus labios
vaginais...metendo sua lingua quente e umida..me fudendo
com a lingua..mordendo meu clitoris...depois enfiando um
dedo..e explorando minha xota ja espumada como um
medico...enfia agora o segundo dedo...gira...tira e
poe...eu me contorcendo..gemendo e vc rindo..me chamando
de sua puta...vagabunda...agora vc enfia os dois
polegares e "abre" a xota...arreganha a cara da
gata..vendo a quela abertura vermelha e espumando.vc
mete a boca...fode com seu nariz.. esfrega esta sua
barbicha e eu tendo fugir de tanto prazer que sinto.. ao
mesmo tempo seus dois dedos indicadores compridos acham
a entrada de meu cuzinho e comecam a alarga-lo ..eu
grito ..choro imploro para vc parar e vc ri de meu
sofrimento...tento me desvencilhar de vc mas nao
consigo..vc e muito forte e me vira ao contrario e enfia
esta piroca negra na minha boca me sufocando...fudendo
minha garganta...vc me xinga dis que vai me rasgar a
xota..abre minhas pernas.e enfia a boca com vontade abre
minhas nadegas e enfia dois dedos de uma so vez ate o
fundo..eu ja?estou com a xota esfolada arranhada e o
cuzinho arregacado..e vc em vira de volta..e enfia a
piroca ete o utero... me "bomba" com vontade...entra ..e
sai..entra..e sai..entra ..e sai.....ai vc tira este
mastro negro de dentro de mim e eu imploro para vc
continuar a me fuder..meu macho..continua...continua..
Vc me vira de quatro sobe na cama se agarra nos meus
cabelos e enfia a vara...na minha xota..me "cavalga"
feiro um corcel negro cobrindo uma egua vadia.....sinto
as suas bolas batendo na entrada de meus labios vaginais.
Sinto vc la fundo...a cabeca de sua vara batendo nas
paredes de meu utero..e vc gritando agarrado nos meus
cabelos..""..toma puta....toma vagabunda..vc nao queria
pica... toma... vou te arregacar..te melar todinha por
dentro ..." ai vc urra ..urra e grita e me esporra
todinha.....me enche com seu leite grosso e quente.
Sem demora vc tira sua piroca melada e ainda dura e
procura meu cuzinho que esta esfolado..quase
sangrando..eu te imploro para vc esperar evc nao esta
nem ai..vc me levanta o rabo com uma mao..me poe o cu
para cima e me penetra.. ai eu grito de dor....minhas
lagrimas caem pelo rosto molhando a fronha... e vc me
fala baixinho no ouvido.." agora sua vagabunda..este cu
e so meu...depois de hoje vc vai ficar viciada na piroca
deste negao que te alargou enunca mais vais querer
outra pica neste rabo...".. ai eu choro..choro e vc me
bombeia como um animal no cio..nao fala mais nada...se
agarra nos meus peitos...e fode..fode..fode..eu
grito..choro e vc nem liga..vc so quer e gozar.. e ai
vem seu gozo..muito..muito..como se nao tivesse gozado
sinto os jatos de leite ..espirrando no meu anus..uma
duas..tres vezes...como uma bomba spray.. ..
Ai para minha surpresa..vc levanta...eu continuo
deitada..ve pelado com esta piroca pingando porra e meio
dura ..vc me ve deitada e diz.." minha piranha..ainda
tenho uma surpresa para vc.." eu estranho.. ai vc se
aproxima de meu rosto..e comeca a esfregar a piroca
melada no meu rosto..desce para os bicos de meus
peito..ai vc aperta ao pau que escorre ainda um pouco de
seu nectar...derepente vc segura meus bracos, prendendo-
os na cama e deita sua vara entre meus seis... ai sinto
um liquido quente escorrendo entre meus seios...descendo
pelo meu pescoco ..minha barriga..e vc fala ""no final
piranha e isso que vc merece..mijo..." ai vc mija em
cima de mim..sinto este liquido quente. me molhar todo o
corpo...e a cama do hotel...
Quando acaba vc me apanha no colo..me beija longamente
eme leva para tomar banho com vc...

conto 8

Meu macho safado..ontem a noite pensei muito em vc...
Meu marido resolveu me tratar como uma femea de verdade
pelo menos uma vez...deixou de lado o papai & mamae e me
fez um sexo oral de alucinar...
...me colocou sentada de pernas abertas na
cama..levantou minhas coxas e comecou a me explorar com
a lingua ..comecou com a lingua..lubrificando cada dobra
de minha pombinha..mordendo meu grelinho...puxando com
os dentes..eu urrava de prazer...ele amarrou minhas maos
para tras e depois me prendeu na cabeceira da cama... eu
estava arrepiada...tetas como pistolas..para cima...a
xota espumandoele segurouminhas pernas para eu nao
fugir..eu "miava" feito uma gata no cio...ai ele comecou
a me enfiar um dedo e lamber o dedo depois..eu sentia o
dedo ir ate o utero e depois ele tirava e
lambia...depois e passou meter 2 dedos que saiam da xota
molhadinhos com meu nectar...foi entao que le pegou um
consolo que nos temos..negro com vibrador e ai comecou a
me explorar..e imenso e vibrante..ainda mais quando
esfrega ele no grelo que loucura..da vontade de morrer..
ele me arregacou algumas vezes depois foi fundo com o
"original"..no estilo papai e mamae e gozou
dentro..virou para o lado ..me desamarrou e dormiu...
Fiqeui algum tempo imaginado se fosse vc ..qo eu vc
faria depois...enfiava o consolo em meu rabinho enquanto
me enfiava seu "original" pela frente ???
Deixava eu te mamar ate vc gozar na minha cara e
continuava me alargando com o consolo???
Enfiava o consolo em minha xana enquanto vc rasgava meu
rabinho com sua vara negra enorme???
Enfim varias coisas poderiam ser feitas por um macho
safado como vc ....
AFiquei com aimagem na cabeca de vc "mijando" em cima de
mim..com esta pistola negra dura esguichando urina na
minha cara..entre meus peitos...Ahhh...que falta faz um
homem safado que violente uma mulher...e a deixe se
desmanchando de prazer...
Recebi sua mansagem...mas muito fria..sem as putarias
que vc sempre escreve..teria que ser mais "quente" e
safado para eu imaginar sua vozme chamando de
vadia..puta ..safada...na hora que o Paulo estiver me
"cobrindo" ou nas minhas siriricas...
beijos molhados
Anna

conto 9

Bom primeiro vou me apresentar, sou morena tenho hoje 24 anos, corpo bem definido, seios bem fartos, 59 kg, e 1, 68m, cabelos encaracolados, até o meio das costas, a história que vôo narrar, ocorreu comigo a uns cinco anos atrás quando eu e minha família viemos de São Paulo para morar em Brasília eu e minha irmã um ano mais velha viemos estudar, pois tínhamos conseguido bolsas de estudo e meu pai foi transferido de função e teve que passar a trabalhar na sede embaixada. No começo tudo bem, mais tanto eu como minha irmã não podíamos deixar de notar que um diplomata que era um coroa alto loiro e muito forte não parava de nos secar com os olhos, meu pai como um verdadeiro cão de guarda não deixava de nos proteger, chegando uma vez até a discutir com ele, dizendo sermos crianças e que não éramos para nenhum almofadinha se aproveitar, meu pai ameaçou até denuncia-lo ao embaixador e sua esposa (ele era casado), o coroa riu na cara dele, dizendo que ele não tinha cacife para ameaçá-lo daquela maneira, e que se ele imaginava coisas não era culpa dele ele ter filhas tão gostosas, meu pai ficou indignado e quase partiu para cima dele, o coroa apenas deu as costas e se retirou.

Naquela noite meu pai nem consegui dormir, mais ele sabia que se falasse alguma coisa quem se prejudicaria seria ele mesmo, afinal de contas ele era apenas um zelador e se perdesse aquele emprego não teríamos mais as regalias proporcionadas por seu emprego, dois meses se passaram meu pai estava feliz com a compra de um carro novo as coisas pareciam até estar melhorando e muito quando a campanhia da casa que morávamos no fundo tocou, fui ver que era, para minha surpresa era o tal coroa que a partir de agora vou chamar de Rudolf, ele foi logo me mandando chamar o meu pai, quando meu pai chegou na sala Rudolf falou para ele que tinha um assunto muito importante para lhe falar, e que era melhor agente sair um pouco para que ele pudesse falar, meu pai ficou com uma cara apreensiva e mandou que agente saísse.

Depois de mais de uma hora meu pai nos chamou pela janela, ficamos assustadas pois meu pai chorava muito, nunca tínhamos visto meu pai chorar, nem quando nossa mãe morreu, fomos direto ao encontro dele perguntando o que aquele desgraçado tinha feito, meu pai não conseguia explicar, Rudolf com um tom bem arrogante mandou que ele explicasse tudo e logo pois ele não tinha tempo para perder com ele, que se ele não falasse logo ele sairia dali direto para onde ele já sabia.

Meu pai se ajoelhou na nossa frente e pediu perdão, várias vezes repetida, e com uma voz embargada disse que o que ele merecia era cadeia mesmo e que ele preferia era ser preso, Rudolf gritou novamente com ele e disse que não seria ser só ele a Passat uma temporada na prisão, e que também as duas filhinhas iam parar atrás das grades.

Não estávamos entendendo nada, quando meu pai soltou a bomba que iria mudar nossas vidas para sempre, nosso pai nós contou que seu salário era pouco e que ele tinha feito besteira, pois estava vendendo drogas, a um certo tempo e que como ele não podia sair da embaixada as vezes ele mandava eu ou minha irmã pegar as drogas com um amigo, minha irmã capitou mais rápido o que estava acontecendo e perguntou a ele se aqueles pacotes lacrados que íamos buscar quase toda a semana era droga, meu pai apenas abaixou a cabeça pronunciando um sim quase que imperceptível, foi quando Rudolf determinou a sentença: __Acho que agora vocês estão entendendo mais ou menos o que está acontecendo aqui, eu venho acompanhando o caso de vocês a alguns meses, tenho comigo várias fitas de vídeo e gravações telefônicas que incriminam a todos vocês. Minha irmã então perguntou a ele o que ele queria, porque não tinha denunciado nosso pai para a policia.Foi quando Rudolf mandou ela calar a boca pois ele não tinha acabado de falar.

E continuou: __Bom em primeiro lugar o pai de vocês não seria o único implicado nisto, pois nem eu que tinha investigado sabia que vocês eram inocentes e para dizer a verdade acho isso pouco provável, tenho mais de três horas de fitas que podem levar vocês para a cadeia por um bom tempo, mais posso não contar nada para niguem se vocês forem boazinhas comigo. Eu já sabia, ou pelo menos achava que sabia o que ele queria , mais minha irmã perguntou o que era ser boazinha com ele: __Sua tola vocês só tem uma coisa que quero, que é o seu corpo, vou ficar no Brasil mais dois anos e durante esse tempo quero que vocês se tornem minhas escravas, terão que fazer tudo que eu mandar, não quero que tenham namorado, não quero trabalhem, quero que apenas me sirvam de todas as maneiras que eu quiser, sei que isso é não pode ser decidido assim por isso amanhã quero que me procurem as 14 horas em minha sala, se não concordarem entregarei o dossiê para o embaixador que já está ciente das minhas investigações e vai tomar providencias imediatas sobre esse assunto, e a segurança já foi informada que não é para deixar nenhum de vocês saírem daqui até amanha a tarde, não informei a eles o motivo, mais não sairão até me darem a resposta .

Dizendo isso saiu apenas dizendo que queria ver os três em sua sala as 14 horas pontualmente, começamos a chorar logo que ele saiu, minha irmã xingou meu pai de tudo que era nome confesso que eu também não fiquei por menos, meu pai se retirou e foi para o seu quarto eu e minha irmã combinamos de pensar isoladamente a noite e que resolveríamos pela manhã, quando acordamos sabíamos que não teríamos outra alternativa a não ser aceitar, meu pai não tinha dormido e nos esperava com a mesa posta para o café da manhã, me dirigi a ele dizendo que ele não deveria ter feito o que ele fez mais que mesmo assim era meu pai e que eu entendia de uma certa forma que o que ele tinha feito era em prol de nossa família, só que naquele momento não teríamos outra alternativa a não ser aceitar a proposta de Rudolf, minha irmã disse que não perdoaria ele nunca e que para ela ele tinha morrido, pois ela tinha que entregar a aquele homem o que ela tinha guardado para alguém especial, disse que para mim seria mais fácil pois eu não era mais virgem e já tinha feito com muitos garotos que ela sabia, meu pai fez uma cara de espanto com a revelação de minha irmã, mais ela foi logo completando que ele não tinha nada a dizer pois ela preferia ser puta do que ser uma traficante, ou melhor, filha de um traficante filho da puta que tinha enrolado agente também em suas maracutaias, meu pai não respondeu nada.

Como tínhamos combinado fomos eu e minha irmã para a sala de Rudolf, meu pai não quis ir, quando lá chegamos a secretária já estava nos esperando e anunciando que estávamos sem a presença de meu pai, Rudolf mandou que chamássemos nosso pai imediatamente pois ele já havia informado que queria falar com os três, a secretária ligou então para nossa casa e falou para o meu pai que o Sr. Rudolf estava ordenando que ele viesse imediatamente a sua sala, meu pai chegou uns dez minutos depois e só aí entramos os três, Rudolf falou que não gostava de atrasos e foi logo nos perguntando a nossa resposta, respondemos que aceitávamos, ele perguntou se era sem restrições, respondemos que sim, pude notar em seus olhos a sua excitação, com toda aquela submissão que estávamos demonstrando, e começou a falar:

__Durante dois anos vocês duas farão tudo que eu mandar, responderão a todas as minhas perguntas, se vestirão da maneira que eu quiser, comerão o que eu quiser e quanto a você não quero mais saber de drogas, terá um aumento de salário para que possa compensar sua perda, não sou gay por isso não gosto de homens mais se achar alguém que queira usa-lo você terá que se aceitar tudo que está pessoa quiser fazer com você e de agora em diante vocês me chamarão apenas de Senhor e em algumas horas específicas de Mestre. O que me respondem? Respondemos que sim, ele logo replicou __Sim Senhor.

Os três então respondemos que sim Senhor.Virando-se para minha irmã e para mim mandou que retirássemos nossas roupas e que tínhamos menos de um minuto, ficamos nuas em pelo, ele sem nenhum constrangimento pegou as nossas calcinhas e cheirou, elogiou meu pai pois ele tinha nos educado direitinho, meu pai nada respondeu, e dirigindo-se a meu pai mandou que ele também retirasse a roupa, meu pai relutou mais Rudolf foi enfático dizendo que se agente já tinha entrado na brincadeira ele que era o causador de tudo iria dar para traz, meu pai não tendo outra saída pela primeira vez teve que ficar nu na nossa frente, pegando o telefone Rudolf mandou que a secretária trouxesse a câmara fotográfica pois queria eternizar aquele momento, estávamos todos muito envergonhados e nem nós olhávamos a secretária entrou e começou a elogiar aquela cena mas o que mais ela elogiava era o corpo de meu pai, que realmente era um moreno muito forte e bem dotado.

Rudolf mandou que eu e minha irmã fossemos para um canto da sala, a secretária começou a mandar meu pai a ficar em várias posições e tirava fotos, depois de muito humilhar meu pai Rudolf mandou que ele se vestisse e fosse embora pois aquelas fotos eram apenas para que se alguém quisesse um escravo ele teria o que oferecer, meu pai se retirou, então Rudolf mandou que eu e minha irmã fossemos para o meio da sala que levantasse os braços e abrisse bem as pernas para que ele nós examinasse, enquanto isso a secretária que vou chamar de Ângela, retirou suas roupas ficando apenas de calcinha fio dental preta que realçava sua pele branca e seus cabelos loiros, ela é linda de corpo e rosto. Rudolf sentou em cima de sua mesa e começou a fazer várias perguntas que me lembro até hoje: ___Vocês são virgens? ___Não Senhor. ___Eu sou.Respondeu minha irmã.

Rudolf mandou que Ângela fosse para traz de nós e nós punisse por cada resposta errada, ela pegou uma palmatória e se dirigiu para o lugar que Rudolf mandou. ___Responda direito, sua vadia, Ângela aplique nessa vagabunda três palmadas para ela aprender a se referir a mim com respeito. Ângela aplicou três palmadas em minha irmã, e mandou que ela respondesse a pergunta direito. ___Senhor eu sou virgem, nunca transei com ninguém. ___Há, assim está melhor, o que foi que fizeram em relação a sexo? ___ Bom Senhor eu só pratiquei uns amaços, já deixei o meu namorado chupar meu peito, ele uma vês pediu que eu o chupasse mais não quis acho nojento.

Como demorei a responder tomei uma palmada de Ângela que estranhamente me extremeceu de uma maneira, que nunca tinha ocorrido, posso até dizer que não doeu mais sim me excitou. ___Responda, cadela. ___Senhor eu já transei com três namorados que tive e um carinha que eu conheci mês passado numa festa. ___Aonde eles meteram em você? Levei mais uma palmada pela demora. ___Senhor na boceta, dei o cú algumas vezes e adoro chupar um cacete. Rudolf ficou até espantado com minha escancaração, mais não deixando a peteca cair continuou a perguntar. ___Sabem o que é sadomasoquismo? ___Não Senhor. Respondeu minha irmã . ___Sei sim Senhor, uma parte domina e a outra obedece.Respondi. ___Vocês têm namorados? ___Não Senhor.Respondi. ___Sim Senhor, eu tenho, namoro com ele a uns três meses. ___Quero que termine, vocês me pertencerão por completo, não quero ninguém se metendo no nosso acordo, e ainda mais quero vocês disponíveis para mim e que eu quiser 24 horas por dia. ___Sim Senhor.Respondi. ___Mas Senhor, eu gosto muito dele e não quero terminar. ___Você é minha escrava e se não quiser ser presa terá que me obedecer. ___Mais eu serei sua Senhor, só não quero terminar, aqui eu vou ser sua obedecerei tudo o que o Senhor mandar, só não me mande terminar com ele, servi-lo não vai ser por prazer e sim por obrigação, não quero ser presa, mais terminar com ele seria para mim uma tortura, que não sei se conseguiria suportar. __Suportar? Não me mande? Que você pensa que é? Vá para a mesa arregace sua bunda que vou lhe provar que você vai acabar gostando de ser minha escrava.

Conduzida por Ângela minha irmã se debruçou até a mesa, teve suas pernas bem afastadas, Ângela se ajoelhou e começou a chupa-la, passando a língua sem parar em seu cú e depois em sua boceta, Rita(minha irmã) no começo não deu sinal que estava gostando mais depois começou a rebolar gemendo descaradamente para minha surpresa, Rudolf pegou um chicote daqueles que se batem em cavalos e começou a chicoteá-la, primeiro bem devagar depois foi aumentando a força e o ritmo deixando sua bunda bem marcada, mandou que eu me aproximasse e começasse a chupa-lo, logo pude ouvir minha irmã gozando, Rudolf a chamava de vagabunda, cadela, vadia enfim todos os nomes feios que seu escasso português permitia, Rita gozou mais umas três vezes e Ângela começou a esfregar minha boceta com a mão, me deixando louca, Rudolf mandou que eu ficasse de quatro e me enfiou o maior cacete que tinha recebido até aquele momento, me rasgando toda, comecei a rebolar em seu pau de tanta excitação, gozei diversas vezes.

Rudolf quando estava para gozar retirou o pau de minha boceta e me fez engolir tudo, fiquei estasiada e surpresa que aquela situação todo tivesse me dado tanto prazer, mas qual não foi minha surpresa quando vi que Rita estava meio que desfalecida de tanto prazer. Ângela a única que não tinha gozado ainda sentou no sofá e mandou que eu e Rita a lambesse, Rita já mais desinibida comeu a boceta da loira com uma sofreguidão e eu também pude me deliciar com seu suco Ângela gozou parecendo que estava recebendo uma descarga elétrica, Rudolf que ao ver a cena resolveu me comer novamente mandou que eu ficasse de quatro com a cabeça entre as pernas de minha Ângela e que fizesse ela gozar mais uma vez, mandou que Rita pegasse uma pomada de nome KY na sua mesa e lubrificasse meu cú, Rita passava apenas superficialmente recebeu uma chicotada em sua bunda.

Rudolf mandou que ela enfiasse os dedos um por um até que tivesse em meu cú quatro dedos atolados, Rita fez e pude até notar que ela sentia prazer em me penetrar com seus dedos, quando ela estava com os quatro dedos atolados, Rudolf mandou que ela mexesse mais rápido e que chupasse seu pau, Ângela por sua vez gozava freneticamente em minha boca, eu acabei gozando na mão de Rita, Rudolf mandou que Rita ficasse no lugar de Ângela pois queria ver ela gozando na minha boca enquanto ele ia comer o meu cú, Ângela não satisfeita sentou na cara de Rita que obrigando que ela a chupasse, ficamos naquela chupação enquanto Rudolf arrombava meu cú por um bom tempo até que gozamos quase que simultaneamente deixamos nossos corpos caírem um sobre os outros.

Naquele momento comecei a sentir que a situação não seria tão ruim assim, nunca tinha ficado tão satisfeita, Rudolf mandou que nos vestisse pegasse uma sacola que estava atrás de sua mesa e fóssemos descansar o finalzinho de tarde e que as 22:30h estivéssemos as duas vestidas com as roupas que estavam na sacola na entrada de serviço de sua casa para continuarmos, virando para Rita disse que naquela noite ela não seria mais virgem, Rita se levantou com um sorriso nós lábios respondendo que ela estava ansiosa para que isso acontecesse, fiquei até surpresa mais já que aquilo tudo era inevitável, fiquei feliz que tanto para mim quanto para ela a situação não estava tão ruim assim e sim nos causando prazer. Vou relatar no próximo conto como foi a noite.

conto 10

Então você acorda numa manhã, no meio da semana e percebe que não foi um sonho. Finalmente sente um torpor gostoso pelo corpo, causado pelos gozos sucessivos e intensos da noite anterior. Fora uma noite diferente e safada, e você não esperava que aquele casal fosse ser tão delicioso a ponto de te fazer proferir as mais alucinadas perversões. quando a primeira corda surgiu, após a prolongada sessão de massagens mútuas, seus olhos brilharam e revelaram sua admiração pela prática. ela não largava seus pés. encantada, se deliciava com seus artelhos enquanto suas mãos percorriam sua pele arrepiada. ele, ao contrário das outras vezes em que deitou-se com você, estava quieto, masturbando-se próximo ao seu rosto, enquanto eu a amarrava devagar, certificando-me de que os nós e laços a manteriam presa entre nossos toques.

Pois era assim que você se lembrava da noite anterior, mas acordar amarrada, com a jovem vertendo seu sumo vaginal em seu rosto não estava em seus planos. E não era penas sumo vaginal. Daquele sexo unido e viscoso, que tanto deliciara você na noite anterior, vertia também copiosas golfadas de esperma de dois homens. Pelo sabor você sabia que era o esperma de dois homens escuros, de cheiro e sabor forte, daqueles que marcam a fêmea como uma cadela no cio.

E as imagens da noite anterior retornaram a sua cabeça. Completamente arramada, com a barriga numa cadeira e sem a menor possibilidade de movimentar braços e pernas, tinha apenas os seus orifícios para satisfazer os presentes. Ela, magra, morena e de cabelos pretos, curtos, com lábios grossos e um olhar escondendo as mias perversas e doces promessas de gozo.
Não especialmente bela, mas de personalidade dominadora, Dona, o que a fez estremecer quando a recebeu à porta e escutou o seu "oi, Dani".

Ele velho conhecido de noites deliciosas, uma pica que já provocara doces gozos nessa boceta safada, fazendo-a sentir-se adolescente as vezes. A rigidez de seu corpo jovem agradava as suas mãos, assim como a disposição em admirá-la e tornar seu corpo objeto de desejo.

Os dois juntos formavam um casal que parecia a promessa de prazeres incediários. Mas não da forma como as coisas aconteceram.

Amarrada e indefesa, sentia os dedos roçando os grandes lábios, enquanto seus mamilos túrgidos e sensibilizados pela gravidez, estavam quase a estourar em seus seios também atados à cordas. Outras mãos passeavam por suas costas, e em alguns momentos, sem viso, penetravam seu Cu. Seu gostoso Cu, sendo fodido por mãos femininas, dois dedos indo fundo e fazendo você lutar contra o gozo por trás.

Eu queria mais e as vendas me vieram às mãos. Cega para o mundo e aberta para os sentidos, recebeu o primeiro pênis em suas entranhas. Era ele, com aquela curvatura tocando seu íntimo e trazendo o primeiro orgasmo forte da noite. Seus sucos banhando aquele falo, enquanto ele, sem pressa, penetrava você, a qual era chamada de puta e piranha submissa, pela primeira vez ouvindo essas palavras daquela voz. Eu aprovava o tratamento, retirando a cabeça da minha pica de sua boca apenas para ouvi-la dizer "vai, fode, como essa puta que quer gozar em outra pica, como tudo, fode essa boceta". Bem próximo do seu rosto vendado, os pelos do púbis da jovem companheira do rapaz eram esfregados em sua pele.

O cheiro do sexo de duas mulheres enlouquecidas dominava o ambiente e me fazia perder o controle. Assim, não resisti ao sacar a pica da sua boceta e chupá-la, provando o teu gosto ali. O Beijo em sua boca, com gosto de cabeça de pica, precipitou outra onda orgástica e um breve desmaio. Ao acordar, já era penetrada por, e os tapas que a despertaram estalavam em suas nádegas.
Ela beliscava seus seios e clitóris, brincava com ele como se fosse um pequeno pênis e você gemia, implorando por mais. Os beijos dela a acalmavam, mas sua maldade não tardou a retornar. Seu Cu foi penetrado por dois dedos femininos, os quais logo foram parar em seus lábios, para que você provasse o seu próprio gosto. No lugar dos dedos, uma hábil língua degustando a sua intimidade em conjunto com tapas e arranhões em suas nádegas expostas. Até aquela pancadinha entre a bunda e as costas ela aprendera a dar, para a minha surpresa, causando os previsíveis resultados em seu corpo.

Mas de manhã, agachada sobre o seu rosto e ainda com gostos diferentes naquela boceta, a qual ela dizia estar "temperada com gosto de macho", ela se deliciava em xingá-la de "minha escravinha cadela, gravidinha puta" e te mandava socar as mais safadas siriricas que você já pensara me bater na frente de alguém. Eu recolhia o mel do teu rosto com beijos profundos e ao mesmo tempo me masturbava junto à Ele.

Nunca antes recebera ordem de outros, muito menos de uma mulher e ela não se furtava em mandar você realizar as suas vontades.
Ele, na noite anterior, usara seu corpo de forma que só eu havia feito e sua reação fora a melhor possível, atingindo uma concentração inigualável do desejo de ser devassa, de estar na mão de outro, solta, puta, pura e vadia. e tudo isso ao lado do homem que te ama.

Gozará ao ouvi-lo te mandar "piscar o Cu na cabeça da pica" ou ainda quando ele profeiriu " isso, mete o dedo na xota junto com a minha pica". Sentir tudo entrando ao mesmo tempo causava uma deliciosa sensação de perda de controle que quase a fez se mijar de tanto gozar. A calcinha, encharcada e uma delicia de ser vista na sua bunda. A marca de nossas mãos presentes e sua pele.

Resolvi te comer de quatro mais um pouco, dando-lhe tapas com as duas mãos nos quadris, e mordendo sua nuca e ombros, ao mesmo tempo em que ela de quatro na sua frente obrigava você a chupa-la. "Chupa o meu Cu, branquinha" era o que saia daquela boca delicada. "Isso mama no Cu e no grelo dessa puta aqui, mama" e..."Ai, to piscando Cu na tu a lingua, deixa ela pra fora, anda, deixa que eu vou ficar tocando siririca com a tua língua, sente o meu caldo...". E gozava, beliscando os próprios seios e metendo dois dedos no Cu, enquanto curtia sua língua e mamava no saco e no Cu Dele. Por duas vezes guardou esperma na boca para cuspi-lo na sua boceta( e depois mandar-nos lamber) e na sua boca, bem devagar. Providencial o prazer Dela em ter porra na boca...

Vocês estavam lindas e devassas e quando você pediu para "apanhar na xota" gritando "bate na minha boceta, bate, bate nela, bate no grelo". Jatos de esperma fluíram sobre o seu corpo. Ele derramou semem em teus lábios, e ela e eu dividimos as gotas restantes num beijo.

Em seguida, aproveitando-me da sua submissão, currei você ainda mais, meu pênis inchado e grosso, com a cabeça roçando seus lábios e grelo, sendo conduzido pelas mãos dele. E ao contrário da noite anterior, você podia ver tudo, sentindo-me penetrar você enquanto trocava beijos com o casal.

Seu gozo molhava toda a cama e nossas peles. Fora uma doce manhã. E depois de objeto de todas as atenções, sua última obrigação naquela manhã era preparar a jovem para ser usada por mim. Da maneira mais depravada possível....

Mas quem conta é você...

conto 11

Uma das minhas fantasias sempre foi ser uma putinha descarada. Tentei varias vezes satisfazê-la com meus namorados, mas nunca me senti realmente realizada, pois sabia, no fundo, que aquilo não era verdadeiro. Como eu queria satisfazer essa fantasia (e curiosidade monstruosa), resolvi agir com uma verdadeira prostituta. Conversei com uma colega de faculdade que eu sabia que fazia programas e coloquei o assunto pra ela. Pra minha surpresa, ela me falou que seria muito mais fácil do que eu imaginava. Eu tinha duas opções: ou marcava um encontro através dela ou então iria a uma determinada casa, surpreendentemente próxima da faculdade, onde funcionava um bar privé, de bom nível, cujo proprietário permitia que garotas "de fora" utilizassem o local em troca de uma comissão sobre o faturamento da noite. Achei que seria mais interessante assim. Combinei com minha amiga para que ela falasse com o proprietário da casa e me acompanhasse no dia em que eu fosse lá. Tudo combinado, minha amiga passou uma tarde me "explicando" os detalhes do serviço (quanto cobrar, a roupa a usar, o uso obrigatório da camisinha etc). Ela ainda me mostrou um vídeo que tinha feito com alguns clientes (a pedido dos próprios, segundo ela), mostrando o que se passava entre quatro paredes (diga-se de passagem, esse vídeo me deixou maluqinha de tesão). No dia marcado, fomos para a tal casa, onde a Magali (vamos chama-la assim) me apresentou ao proprietário. Acertamos a cobrança de R$ 50,00 por cada 30 minutos de "utilização" pelo cliente com 20% de comissão para a casa. A cobrança seria feito por ele, para evitar problemas pro meu lado. Tudo combinado, passamos para o salão, onde as garotas da casa já esperavam os cliente. Para facilitar, tinha colocado uma blusa de seda vermelha com um sutiã preto, desses que se abrem na frente, uma calcinha mínuscula, também preta e uma mini-saia preta, bem justa. Sentei com a Magali num sofá e ficamos conversando com as outras garotas, todas com idade variando de 21 a 25 anos (na época eu tinha 19, mas falei que tinha 21 pro proprietário).Eram cerca de 20:30hs quando os clientes começaram a chegar. Confesso que fiquei nervosa, a princípio, mas logo me acalmei. Não demorou muito, um cliente (um senhor de seus 50 anos) sentou ao meu lado e começamos a conversar. Fechado o negócio, peguei a chave de um quarto com o proprietário e lá me fui. O cara me falou que tinha que ser rápido, pois tinha um compromisso ainda naquela noite. Muito "naturalmente" (estava tremendo por dentro), tirei a minha roupa enquanto ele se despia. Perguntei como ele queria e ele disse que queria me foder por tras. Peguei seu membro, masturbei-o de leve, só pra excitar, coloquei uma camisinha e me virei pra ele, que não se fez de rogado e já foi enfiando seu mastro na minha bucetinha. Como ainda não estava bem lubrificada, senti um pouco de dor, que logo passou. O cara começou então a bombar, de leve a princípio, aumentando progressivamente o rítmo, até ficar alucinante. Ao mesmo tempo, ele passava as mãos em meus seios e na minha bundinha. Não demorou muito ele gozou, grunhindo e gemendo como um louco. Quando se acalmou, me deu um tapinha na bunda, tirou o membro, foi ao banheiro, tirou a camisinha, se despiu e saiu, sem dizer mais uma palavra. Quando voltei pro salão e entreguei a chave pro proprietário, vi que ele anotou meu nome e fez um risquinho do lado, pra indicar um cliente pra mim. Voltei pro salão e não encontrei mais a Magali. Voltei a sentar, pensando no que estava fazendo. Uma sensação de euforia, era como eu poderia descrever. Não demorou nem cinco minutos, parou um rapaz muito bem apessoado e me perguntou o preço. Falei, ele topou e lá se fomos pro quarto. Esse já quis um serviço mais completo, pois começou pedindo um boquete, no qual foi prontamente atendido. Coloquei uma camsinha naquele mastro e comecei. Quando ele estava quase gozando, parei, deitei na cama e abri bem as pernas. Ele se chegou e enfiou a vara sem dó nem piedade. Começou a bombar com força até que gozou, soltando um gemido prolongado de prazer... Só que o filho da puta gozou um poquinho antes de mim, o que me cortou o barato e me deixou frustrada. Mesmo assim estava satisfazendo meus desejos. Mas eu fui à loucura mesmo quando voltei pro salão e o proprietário, com cara de divertimento, me disse que tinha dois garotos querendo uma transa a três e perguntou se eu topava. Perguntei se o ganho seria dobrado, ele respondeu que sim e topei. Fui pro quarto com os dois, visivelmente não tinham mais que 17 anos e estavam muito excitados. Enquanto ia tirando a roupa, eles perguntaram o que eu sabia fazer. Quando respondi que fazia tudo eles enlouqueceram. Aí eu me realizei... chupava um enquanto o outro me fodia por tras, chupava os dois ao mesmo tempo, dupla penetração (anal e vaginal) dupla penetração vaginal etc. Só com eles gastei mais de dez camisinhas e tive três orgamos (de verdade). Aí eu fui às nuvens. Quando voltei pro salão, vi que já havia ganho mais de trezentos reais. E não era nem meia-noite ainda. E assim continuei o resto da noite, onde transei com onze pessoas diferentes. Ao final do "expediente" (passava das cinco da manhã) eu estava plenamente realizada. Passei no caixa, recebi meu dinheiro, deixei a comissão e voltei pra casa plenamente satisfeita, apesar estar com minha bucetinha e o cuzinho um pouco doloridos, por causa da quantidade de "clientes". Mas valeu a pena. Me senti uma putinha muito feliz.

conto 12

Meu nome e Kelly, tenho 25 anos, sou loira, cabelos longos, olhos claros, e como diz meu marido tenho “uma bundinha de parar o trânsito”. Eu e Paulo somos casados a 5 anos. Meu marido sempre teve a fantasia de me ver transando com outro homem. No inicio tudo parecia ser apenas fantasia dele, mas com o tempo o que era uma fantasia de casal foi se tornando um desejo. Paulo vivia criando situações imaginárias, as vezes chegava em casa do trabalho e me perguntava para quem eu tinha dado enquanto ele estava fora, eu sempre inventava uma história, provocava ele dizendo que tinha passado a tarde com meu amante. Amante que só existia na nossa imaginação, depois transávamos a noite inteira, e Paulo ia a loucura quando eu começava a gritar o nome do meu amante imaginário.
Paulo estava louco para realizar está nossa fantasia, o único obstáculo para que a realizássemos, era eu mesma, eu tinha muito medo. Mas foi num final de semana que Paulo viajou, que nossa vida começou a mudar. Como eu tinha medo de dormir sozinha, convidei Sara, uma amiga cujo marido também estava viajando, para me fazer companhia. Sara chegou quando estava escurecendo, sem Ter nada para fazer, nós duas ficamos conversando e assistindo TV. Conversamos sobre vários assuntos, mas quando começamos a falar de nossos relacionamentos, acabei contando para ela a nossa fantasia, mas para minha surpresa Sara contou que ela e seu marido, viviam uma espécie de casamento liberal. Fiquei curiosa e quis saber tudo, Sara então contou tudinho, seus amantes, suas aventuras e de como seu marido a incentivava.
Naquela noite ficamos até tarde falando sobre o mesmo assunto, e quando fui me deitar, passei o resto da noite acordada só pensando em tudo que Sara tinha me contado. No outro dia Sara me telefonou me convidando para sair, no início recusei, mas com insistência dela aceitei aceitando, telefonei para Paulo e lhe perguntei se ele não se importava. Meu marido além de deixar, me fez disser um monte de bobagens.
Eu tive que dizer a ele que iria encontrar meu amante, e tive que dizer até como iria dar para ele. A noite nos duas saímos, Sara tinha marcado com Caio, um de seus “amigos”. Ele que levaria um amigo junto. Nós nos encontraríamos numa Boate. No caminho eu perguntei a Sara, quem era os caras que ela havia marcado, mas Sara só conhecia o Caio, ela não sabia nem o nome do amigo dele. Já na tal Boate nós encontramos o amigo de Sara, depois que fui apresentada, ele me disse que seu amigo já chegava. Nós três fomos para o bar da Boate, onde ficamos bebendo enquanto esperávamos o Beto, este era o nome do amigo do Caio. Depois de algum tempo o tal amigo chegou, ele era lindo e estava muito bem vestido.
Depois de sermos apresentados ele se sentou na mesa com nós, Sara sorrateiramente me cutucou com o pé por baixo da mesa e sussurrou sem que eles percebessem: _ Que gato! Nós duas já um pouco altas pela bebida, riamos sem parar. Os rapazes nos convidaram para ir para pista de dança , e embalados pela bebida nós quatro dançávamos animadamente. A batida da música e as luzes da pista, me deixavam em transe, eu sem pensar agarrei Beto, e lhe beijei, era a primeira vez, depois que me casei com Paulo, que eu beijava outro homem, e isso me deixava mais excitada ainda. O Beto me virou de costas para ele, e me beijou bem perto da orelha, eu fiquei louca. Enquanto todos na pista dançavam nós dois nos agarrávamos como se estivéssemos sós.
Eu ainda de costas para ele, coloquei a cabeça para trás, e então senti os lábios dele tocando os meus e minha boca sendo invadida pela língua dele, e a partir dali nós dois continuamos a dançar num ritmo sensual, trocando fogosos beijos. Momentos depois Sara disse que iria sair com Caio, eu e Beto também resolvemos sair dali. Fomos para o carro do Beto, lá a coisa esquentou, nós dois parecíamos querer devorar um ao outro. Eu com dificuldade tirei o pau dele para fora, e passei a masturba-lo, com dedo enfiado na minha bucetinha, ele me disse entre beijos: _Vamos para o meu apê!? Eu já totalmente fora do meu juizo retruquei: _ Não,... vamos para minha casa. Na minha casa, como era de madrugada nós dois entramos sem fazer barulho, depois que fechei a garagem, nós dois subimos nos agarrando pela escada, tirando a roupa um do outro.
Na copa, Beto afastando as cadeiras, me encostou na mesa. _ Quer acordar a vizinhança seu louco. Eu disse a ele beijando aquela boca gostosa. Beto tentou me puxar para o sofá da sala, mas resisti, e disse a ele: _Não,...vamos para minha cama, eu quero que transar com você na cama que eu durmo com meu marido! Beto deu um sorriso sacana. Eu sai andando de costas , puxando-o pelo cinto, abrindo a calça dele. Na beira da cama, Beto tirou a calça, me deitou na cama, afastou minha calcinha para o lado e disse: _ Eu vou chupar sua bucetinha a noite toda! Ele me deu um beijo delicado na xota, me fazendo contorcer de tanto tesão, a partir daí foi alternando entre lambidas e beijos, cada vez mais intensos, Beto se revelava um grande chupador, com habilidade ele foi me levando a loucura.
Eu nunca na minha vida tinha experimentado uma lingua tão gostosa, isso me fazia delirar. Ao ver o pau dele duro como uma rocha, eu não aguentei e disse, toda manhosa: _ Eu quero chupar seu pau. O Beto deitou na cama, e eu sem perder tempo deitei por cima, colocando a xota na cara dele. Então iniciaramos um delicioso 69. Naquela posição eu me sentia totalmente entregue a Beto. Eu querendo retribuir, o banho de lingua que levava do rapaz, também o engolia com volupia, eu queria desfrutar o pau daquele macho o máximo possível. Mas quando ele passou a lamber o meu cuzinho, enlouqueci, ele tinha acabado de descobrir um dos meus pontos fracos. Louca de tesão começei a dizer sem parar: _ Lambe meu cuzinho...lambe. o Beto percebeu o momento, enfiou o dedo na minha xota e continuou a lamber seu cuzinho. Eu gozei como nunca tinha gozado antes. Nos dois gozamos juntos. O Pau dele jorrava como uma torre de petroleo em minha mão. Sem ao menos se recuperar do gozo, Beto me colocou de quatro, e passamos a foder novamente.
Era dificil dizer quem fodia quem, pois enquanto Beto me comia, eu jogava a bunda contra o pau dele. Eu já quase sem folêgo, olhei para um grande espelho que tenho no meu quarto e me deliciei ao ver a cena,...Beto com rosto molhado de suor, me segurando pela bunda, e o pau dele entrando e saindo da minha xoxotinha. Com o meu corpo sendo agredido pelo de Beto, eu dizia de tanto tesão: _ Como você fica lindo me fodendo!..Beto não aguentou quando passei a rebolar em seu pau como uma louca, e gozou novamente. Ele exausto deitou do lado, eu não satisfeita, subi em cima dele e passei a cavalga-lo lentamente. Eu parecia flutuar em cima dele, indo e voltando. Imaginei meu marido chegando ali naquele momento, eu podia ver com detalhes o rosto dele, ao me ver em cima de outro homen gozando sem parar.
Fui aumentando cada vez mais a velocidade. Começei a subir e descer em cima do pau dele, que passivamente, a me deixa conduzir a foda, meus cabelos longos caiam em meu rosto, cravei as unhas no peito dele, meu prazer era total. Gozei sem parar. Já sem forças deitei em cima dele, e com a ponta da lingua passei a acariciar os labios dele, e fequei curtindo aquele momento mágico. Foi quando o telefone tocou, tentei sair de cima do Beto mas ele me impediu, atendi o telefone já sabendo que era meu marido. Ficamos conversando, era incrivel eu ali em cima de Beto falando com meu marido, sem que ele desconfiasse de nada. Beto mexia os quadris bem devagar, enquanto eu me segurava para não gemer.
Paulo me perguntou se eu tinha me divertido, eu então não aguentei e disse com uma voz bem sacana: _ Você não ligou, para perguntar só isso...! Paulo se fez de desentendido. Nós dois tinhamos nos transformado em dois verdadeiros cumplices. Continuei a provoca-lo: _ Vamos pergunte o que você quer perguntar, ou não é homem nem para isso. Paulo ficou em silêncio por uns instantes e perguntou: _ Você tem algo a me dizer? Eu então transformada disse de uma forma bem sacana: _ Não,...Não tenho,...álias Tenho sim..., só para sua informação eu estou em cima de homen nesse momento,...o pau dele está atolado na minha buceta,...ele já me fodeu em todas as posições e eu já perdi as contas de quantas vezes gozei,...mas não é importante,...não é verdade? Paulo enlouqueceu.
Beto me colocou de lado e passou a me foder novamente. Eu delirando de tesão, dizia com detalhes o que estava acontecendo para meu marido pelo telefone. Eu só escutava a respiraçãao ofegante dele. Começei a gemer e gritar, Beto com rosto perto do telefone, dizia o tempo todo: _ Cara que esposa gostosa você tem, eu vou fode-la até não aguentar mais!! Nos dois continuamos a gritar, e a gemer bem alto só para Paulo ouvir. Eu sentia o pau dele deslizando numa velocidade incrivel dentro da minha bucetinha. Não demorou e senti a porra que jorrava do pau dele molhando minha bundinha,...gozamos juntos novamente de forma espetacular. Exaustos caimos de lado de tão cansados, e caimos no sono. O dia já amanhecia, quando acordei, ele tomava um banho para ir embora, o telefone jogado do lado da cama dava sinal de ocupado. Beto saiu do banheiro e foi embora, me fazendo prometer que iria ligar para ele novamente.
Mais tarde Paulo ligou novamente, nos dois rimos do que havia acontecido, e transaramos pelo telefone. Depois disso nossa vida mudou completamente, mas Paulo ainda estava louca para me ver fodendo ao vivo com outro homem, ...mas está é uma outra história.

conto 13

Meu nome e Kelly, tenho 25 anos, sou loira, cabelos longos, olhos claros, 1,68 de altura e peso 53 Kg. Meu marido se chama Paulo, somos casados a seis anos. Até a uns dois anos atrás nosso relacionamento estava a beira do fracasso, mas alguns acontecimentos mudaram nossa vida completamente, por isso resolvemos contar como tudo aconteceu e algumas de nossas aventuras. Sugiro que leiam a primeira parte de nossa história. Depois do que aconteceu, meu marido ficou obcecado, ele não parava de me perguntar quando eu sairia com outro cara novamente. Ele dizia que, ele é quem iria, me levar ao encontro, e falava também o tempo todo que não via a hora de chegar na portaria de motel, pagar a conta e depois, quando chegarmos em casa, eu ainda com o cabelo todo molhado, contaria tudo a ele com todos os detalhes. Mas Paulo também dizia que não tinha coragem de encarar o homem com quem eu sairia frente a frente. Segundo ele, ainda não estava preparado para aquilo. Na verdade eu também estava um pouco assustada, as coisas estavam acontecendo rápido demais, todo aquele jogo era muito excitante, mas me assustava. Certo dia eu passei a tarde toda pensando em como realizar o desejo do meu maridinho.
Cheia de tesão, liguei para Paulo no trabalho, e disse que tinha umas surpresas. Paulo insistiu para que eu contasse mas não revelei nada a ele. A noite quando Paulo chegou do trabalho ele já foi perguntado pela tal surpresa, mas eu não disse nada, aumentando mais a curiosidade de meu marido. Apenas disse para ele que eu havia comprado uma roupa. Paulo que adora me ver com roupas sensuais, ficou todo assanhado e queria me ver com a tal roupa. Eu disse que tudo bem, mas para isso ele teria que me levar em algum lugar especial. Paulo topou na hora.
Enquanto ele tomava banho, eu me tranquei no quarto. Paulo ficou pronto e foi esperar na sala. Depois de muito tempo eu fui para a sala onde ele me esperava. Paulo se levantou e desligou a TV ao se virar, ele ficou de boca aberta ao me ver. Eu vestia uma mini saia preta, que de tão pequena, quase deixava minha bundinha a mostra. Era apenas um pequeno pedaço de pano, que além de pequenino, tinha uma abertura lateral. Vestia também um top da mesma cor da mini saia, que deixava minha barriguinha toda de fora, era possível ver as marquinhas de biquíni que eu cultivava com tanto cuidado. A única coisa que cobria as minhas pernas, era as finas tiras da sandália, que ia até o joelho. Eu tinha prendido meus cabelos, e deixado duas mexas soltas, do jeito que meu marido gostava, eu estava realmente um escândalo.
Eu me aproximei e sem ao mesmo olhar na cara dele comecei a descer as escadas que iam para a garagem. O meu marido que vinha logo atras, seguia meu perfume como se flutuasse, e se deliciava ao me ver rebolando para descer as escadas. A marca que a calcinha deixava na mini saia enlouquecia Paulo. No carro ele queria saber o que eu tinha em mente, mas continuei dizendo que em breve ele saberia. Nós dois fomos a um barzinho bem reservado e aconchegante, que tocava músicas ao vivo. Ao entrarmos no bar, eu chamei a atenção, todos os homens olhavam para mim. Sentamos num lugar bem reservado, mais ao fundo. Paulo comentava como todos olhavam para mim, ele não conseguia esconder a sua excitação com a situação. Ficamos bebendo e conversando, meu marido não se cansava em dizer o quanto eu estava linda, eu me sentia como uma verdadeira rainha.
Enquanto Paulo, que se sentia o máximo, e fazia de tudo para mostrar que eu era sua mulher, conversava sem parar, eu discretamente iniciei a minha caça. Olhava para todos os homens, das mesas ao lado da nossa, até que um cara bonitão e bem vestido, chamou minha atenção. Sem perder tempo comecei a paquera-lo, sem que Paulo percebesse. Depois de um logo tempo, eu já estava louca de tesão com aquela situação, não agüentei e disse a Paulo: _ Puta merda como você é otário, hein!? Paulo ficou surpreso. _O que você esta dizendo amor?? _ Será que você não percebe que o cara da mesa ao lado, tá me paquerando? Paulo deu uma olhada para o lado, mas o cara desviou o olhar. Meu marido sem saber o que dizer ficou me olhando com cara de bobo. Ele ficou mais sem jeito ainda, quando eu disse a ele para chamar o cara para a nossa mesa. Paulo ficou completamente estático, sem saber o que fazer. Mas quando eu disse que, se ele não o chamasse eu iria sentar na mesa dele, Paulo obedeceu e chamou-o para nossa mesa. O cara é lógico, aceitou na hora. Ele se apresentou dizendo que seu nome era Ricardo, ele se sentou e logo se mostrou muito simpático e cavalheiro. Nos três ficamos conversando.
A conversa no inicio era mais informal, Ricardo contou que era empresário, que morava sozinho, e era solteiro. Mas depois que ficamos um pouco altos pela bebida, o papo foi esquentando. Embalada pelo álcool e louca de tesão por aquele homem maravilhoso, eu dava a maior bola para ele, descaradamente. Paulo tentava disfarçar, e fingia que não estava percebendo. Como já estava tarde, Paulo resolveu que era hora de ir embora. Mas na hora que saiamos não perdi tempo, e chamei Ricardo para nos acompanhar. Paulo assustado olhou para mim. Ricardo disse que não queria atrapalhar, mas com minha insistência, e depois de Paulo, ainda me olhando com cara de bobo aprovar, ele topou. Enquanto Ricardo, deixava o carro com um amigo, nos dois fomos espera-lo no nosso carro. Paulo desconfiado perguntou: _ Onde vamos? Eu já fui dizendo logo em seguida: _ Ué você não disse que queria me levar a um motel, junto com um homem?? Paulo todo sem jeito: _ Amor, eu não sei ainda, se estou preparado para isso. E você!? vai ter coragem de convi...!? Eu o interrompi _ Eu...!?? ...Eu não,...você e que vai convida-lo. Paulo tentou se esquivar, gaguejou, e como ele não estava seguro, concordamos em convidar Ricardo para assistir uma transa nossa. Quando Ricardo entrou no carro perguntou: _ E ai onde vamos? Eu olhei para Paulo: _ Vamos amor diga qual sua idéia. Paulo então disse: _ Nós...vamos a um...motel se você quiser.. ir para...assistir!?
Sem demonstrar surpresa Ricardo aceitou o convite, ele demostrava naturalidade, parecia já ter feito aquilo várias vezes. Ao entrarmos, Ricardo parecia acostumado com aquele ambiente e foi logo colocando uma música lenta. Os dois se sentaram, e eu comecei a dançar sensualmente na frente deles, fiquei de costas para eles e bem devagar fui levantando a mini saia, olhei para eles e os dois ficaram de boca aberta ao verem minha bundinha. Eu vestia uma minúscula calcinha, na qual estava totalmente enterrada no meu rabinho. Meu marido não tirava o olho de mim e de Ricardo, se excitando com qualquer reação de prazer do nosso convidado. Os dois nada diziam só assistiam atentamente o meu show. Me aproximei deles, rebolando sensualmente, sentei no colo do meu marido, e nos beijamos apaixonadamente. Era possível ver o volume do pau de Ricardo sob a calça. Paulo me deitou na cama, e com carinho colocou minha calcinha para o lado e passou a me chupar.
Enquanto isso, eu e Ricardo não tirávamos os olhos um do outro. Paulo se deliciava em ver nosso amigo, se posicionando tentando observar melhor. Logo foi minha vez de comandar o show. Engoli o pau do meu marido, que com os olhos fechados não me via passando a língua em volta de seu pau, e olhando para Ricardo, com um olhar provocante. Sem ao mesmo tirarmos a roupa, subi em cima de Paulo fodi meu marido como nunca tinha fodido antes. Eu cavalgava como louca em cima do pau do dele. Aquilo era coisa mais excitante do mundo, nós dois transando sob o olhar de Ricardo, que assistia a tudo do lado da cama. Transamos por um longo tempo. Eu estava muito excitada, não queria sair de cima dele, Paulo bem que tentou mudar de posição, mas eu não deixava, queria ficar por cima. Para mim era demais cavalgar meu marido e ficar olhando aquele homem lindo ali do lado louco de tasão por mim. Logo nós dois gozamos. Paulo foi ao banheiro e eu fiquei deitada na cama. Eu ainda bamba de tesão, via Ricardo me olhando cheio de desejo. Ele então se aproximou de mim bem devagar, sempre olhando em meus olhos. Fiquei imóvel, olhando aquele homem maravilhoso se aproximando cada vez mais de mim.
Quando Paulo voltou, ele teve uma visão que o deixou paralisado. Ricardo estava de joelhos em cima da cama, me segurando pela cintura, com a língua enfiada na minha bucetinha. Eu estava deitada com os quadris levantados quase de cabeça para baixo. Delirado de prazer ignorei completamente a presença do meu marido. Paulo permanecia nos olhando sem dizer nada. Então Ricardo, lambendo minha bucetinha, disse: _ Cara não fique ai só olhando... diga alguma coisa, se não eu vou foder sua mulher! Eu com o tesão estampado no rosto, completei: _ Você ouviu o que ele disse!?... Não vai fazer nada!?? Paulo continuou estático, o que quase me matou de tesão. Eu continuei a provoca-lo: _Olha só o atrevimento desse cara amor,...ele agora está lambendo meu cuzinho. Ricardo ficou de pé e me sentou na beira da cama, colocou o pau perto do meu rosto, eu não agüentei ao ver aquele pau gostoso, latejando bem perto de mim.
Eu o abocanhei e o engoli todo. Paulo assistia tudo sem dizer nada. Eu lambia o pau dele todo, engolia em seguida, e o chupava com uma volúpia incrível. Ricardo ainda de pé na beira da cama, me deitou e disse: _ Agora vou comer essa bucetinha linda!! Eu louca de tesão, disse desesperada para provocar Paulo: _ O cara já lambeu meu cuzinho,...me obrigou a chupar o pau dele,...agora diz que vai me comer e você fica ai olhando sem dizer nada!! Ricardo mal encaixou o pau na minha bucetinha e eu comecei a gemer. Ele me colocou com as pernas apoiadas no ombro dele, e passou a movimentar os quadris. Eu gemia no mesmo ritmo dele. Ricardo repetia o tempo todo. _ Que mulher você tem cara,...tem razão de dividi-la, seria um pecado guarda-la só para você. O safado do Paulo ainda sorria. Ele me colocou de lado deixando só uma das minhas pernas no ombro dele, o meu corpo tremia com a força das estocadas dele. Ele abraçado com minha perna me levantou, me deixando só com metade do corpo na cama, e continuou a me foder num ritmo alucinante.
Paulo ficou louco quando me viu, tentando se agarrar no lençol desesperadamente. Eu estava completamente louca, não dizia mais coisa por coisa, pedia o tempo todo para meu marido fazer alguma coisa para me ajudar. Eu gemia e gritava: _ ELE VAI ME MATAR...FAÇA ALGUMA COISA...AMOOR! A esta altura meu cabelo estava todo despenteado, a mini saia estava toda enrolada na minha cintura. Eu me esforçava para me segurar na cama, já que estava praticamente, dependurada no pau de Ricardo, o desconforto e o ritmo frenético da transa me levava a loucura. Eu então tive um gozo alucinante, gritei bem alto com meu marido, que se masturbava e também gozava: _ OLHA SÓ PRA MIM, É TUDO CULPA SUA... É TUDO CULPA SUA! Ricardo continuou a me foder desenfreadamente,...ele me colocou de pé, me deixando de costas para ele e voltou a me comer no mesmo ritmo. Eu coloquei uma das pernas em cima da cama, e olhando por baixo via minha bucetinha sendo castigada pelo pau dele.
Olhei para Paulo e disse: _ Esta vendo isso... esta vendo o pau dele entrando amorzinho?? Está gostando de ver sua esposinha, sendo fodida por um macho gostoso!?? Levantei-me coloquei a cabeça para trás e beijei aquele homem lindo que me fazia gozar sem parar. Paulo pedia para irmos mais devagar, mas não estávamos nem ai para ele, naquela posição só parávamos de beijar, quando eu começava a gritar como uma louca. Ricardo foi aumentando cada vez mais o ritmo, a uma certa altura eu não agüentei mais, e tentando escapar da fúria de Ricardo, foi ficando de quatro em cima da cama, mas ele também foi se adaptando a nova posição, sem parar de me foder. desesperada continuei tentando fugir das estocadas dele, e fui me deitando.
Logo eu estava totalmente deitada. Ricardo não me deixava escapar, continuava no mesmo ritmo vigoroso. Eu gemia sem parar, estava indo a loucura, sentia o pau dele entrando e saindo de minha bucetinha, numa velocidade incrível. Com as mãos arreganhava a buceta ao máximo. Paulo mesmo diante daquela cena ousada e vendo minha total entrega, permanecia observando. Eu pedia para Ricardo foder com mais força, mandando ele mostrar para o meu marido como eu gostava de ser fodida. Ele então aumentou ainda mais o ritmo. Enlouqueci, passei a xingar Paulo, comecei gritar o tempo todo: _ APRENDE CORNO,...FILHO DA PUTA! APRENDE COM MEU MACHO!! Aos gritos gozei sem parar. Na seqüência, Ricardo tirou o pau para fora e dele jorrou uma grande quantidade de porra, dando um banho na minha bundinha. Sem fôlego, eu e Paulo ficamos olhando admirados a porra escorrendo pela minha bundinha, com se fosse um troféu.
Nós queríamos mais, mas o dia já amanhecia, e mesmo com nós pedindo para Ricardo ficar mais um pouco, ele se lamentou, e se desculpou por ter que ir, pois tinha um compromisso. E depois de vestir a roupa, ele se despediu de nós. Eu e meu maridinho, exausto, deitamos e adormecemos. De manhã quando saiamos, Paulo foi pagar a conta, mas Ricardo tinha pago. Nós dois estávamos felizes. E meu maridinho, mesmo não tendo pago a conta do motel como ele queria, estava feliz pois finalmente ele tinha assumido sua condição de corninho. Quanto a Ricardo, nós voltamos a encontra-lo, mas está é uma outra história.

conto 14

Meu nome e Kelly, tenho 25 anos, e meu marido 30 anos. Somos casados a seis anos. Sou loira, meus cabelos são longos, tenho olhos claros, 1,68 de altura e peso 53 Kg. De uns dois anos para cá, nós redescobrimos o sexo no nosso relacionamento. Desde então vivemos tantas experiências que resolvemos contar algumas delas. Como é impossível contar todas, contaremos só as que consideramos as melhores ou as que mais nos marcaram. Não podíamos deixar de contar um fato que aconteceu algumas semanas depois da ultima história que contamos. O chefe do meu marido iria realizar uma festa em sua casa (aliás uma bela casa). Um dia anterior a tal festa, Paulo passou a noite a inteira dizendo a ela a importância do evento, segundo ele, ali estaria o futuro de sua carreira. Já eu passei a noite inteira pensando no chefe dele.
O nome dele era Jorge, um homem grosso e mal caráter. Ele já tinha uns 40 anos, cabelo um pouco grisalho, não era nenhum garotão, apesar de estar em plena forma. Um verdadeiro cafajeste, nas poucas vezes que me encontrei com ele, todas perto do meu marido, ele deu em cima de mim. Mesmo assim algo me atraia naquele homem, eu não conseguia tirar da cabeça a imagem dele me olhando, com aquela cara de tarado. No dia da festa, mesmo com meu marido me pedido para ir com algo mais discreto, resolvi ir com um pequenino shortinho branco, agarradinho no meu corpo. Coloquei minha calcinha totalmente enfiada na minha bundinha, o que realçou ainda mais o contorno do meu bumbum. Vesti também um top que tampava somente os bicos dos meus seios. Paulo ao me ver, me surpreendeu, tentando me fazer trocar de roupa, logo ele que vivia me incentivando. Ignorei a crise ciúmes dele e fui com aquela roupa mesmo.
Todos os gerentes e suas respectivas esposas estavam na festa. Eu era a esposa mais jovem do grupo de gerentes. Todos, me cortejavam descaradamente, tantos os solteiros como os casados, só as esposa pareciam não estar gostando da minha presença. Principalmente a esposa do chefe do meu marido, uma mulher horrorosa, que me olhava de cara amarrada, parecia estar brigada com a vida. Meu marido ficou o tempo todo tentando se aproximar de Jorge, e eu aproveitei para me divertir. A cena era esta, de um lado Jorge rodeado por algumas mulheres, com Paulo do lado dele, e do outro eu com os amigos de Paulo. Enquanto nos divertíamos, olhei para a direção de Jorge, e notei que ele me olhava também, desviei o olhar rapidamente. Em breve todos ficaram alegres pela bebida, foi quando percebi que Jorge não parava de me olhar.
O safado despistava e sempre dava um jeito e ficar encarando. Fiquei até sem jeito de tão descarado ele estava. Mais tarde um a um todos os casais foram indo embora. A esposa de Jorge foi para o quarto, ficamos só eu, Paulo, Jorge, e dois rapazes. Paulo até que enfim teve sua oportunidade, e enquanto ele e Carlos conversavam, continuei dançando com dois carinhas que a esta altura me cantavam na cara dura. E eu os encorajava cada vez mais, enquanto revezava em dançar com eles, eu deixava que eles a cada hora ficassem mais abusados. A cena que se viu a seguir era grotesca, eles começaram uma pequena discussão. Um deles dizia que era a vez dele dançar comigo. Os dois então cada um segurando num dos meus braço, me puxavam de um lado para o outro. Contornei a situação com a promessa que em breve dançaria com o menos exaltado.
Olhei para o canto onde Jorge e Paulo conversavam, e vi Jorge agitado, nem prestando atenção no que Paulo dizia, e olhando com uma cara como se ele estivesse perdendo o melhor da festa. Logo os dois rapazes me disputavam novamente, sem chance de um acordo, um deles me agarrou por trás, me deixando no meio dos dois. Quase gozei ao ser ensanduichada pelos dois. Procurei levar na brincadeira, mas era claro que os dois estavam me sarrando descaradamente. Jorge se levantou, deixando Paulo falando sozinho e veio em nossa direção, Paulo veio atrás falando o tempo todo e nem notou o que estava rolando bem na sua frente. Jorge sem prestar atenção alguma na conversa dele, se aproximou dizendo: _ Vejo que a festa esta mais animada deste lado da sala!! Os rapazes sem graça, me soltaram. Paulo ria como se Jorge tivesse contado alguma piada. Depois dessa os dois se despediram e foram embora, ficando só nos três na sala.
Sentamos os três no sofá, e mal nos sentamos e Jorge começou a dar em cima de mim. Paulo já alto de tanto whisky, não percebia Jorge me assediando. Aos poucos ele foi se aproximando até se sentar ao meu lado, colocando-me entre os dois. Enquanto ele fingia que ria das histórias de Paulo, me encarava com uma cara que chegava a me dar medo. Ele então colocou a mão em minha perna enquanto falava com Paulo. Tentei tirar a perna discretamente, mas insistente Jorge voltava a mão. Meu marido não notava nada, o que me deixava louca de tanto tesão. Jorge a uma certa altura, já me tratava com uma mulher de ninguém, com seu jeito rude ele me abraçava, ficava me dando ordens, para trocar música e servir bebida a eles. Eu estava irritada com tudo aquilo, mas também estava excitadissima em ver aquele homem arrogante e grosso dando ordens em mim e em meu marido. Mas apesar disso vi que estávamos indo longe demais e chamei Paulo para ir embora.
Como estava tarde, Jorge nos convidou para dormir em sua casa pois havia quartos de sobra. Ficamos num quarto próximo à cozinha da casa. Não consegui dormir, fiquei acordada pensando em Jorge. Dei asas a minha imaginação, e fiquei pensando nele, entrando no nosso quarto e transando comigo, bem do lado do meu maridinho. Num determinado momento resolvi me levantar para ir beber água. Só de calcinha e de top, entrei na cozinha. Foi quando percebi que alguém entrou logo atrás de mim, era Jorge. Gelei da cabeça aos pés, mas nem olhei para ele, achei que ele não teria coragem de mexer comigo. Antes que eu pudesse sair pela porta, ele me agarrou por trás. Jorge me pegou pelos pulsos, e violentamente me encostou na parede e disse: _Calma que eu não vou te machucar!! Pensei em fazer um escândalo, mas estava morta de medo e tesão. Tentei me soltar, mas Jorge era muito forte. Como insisti, Jorge me deu um tapa no rosto, e disse furiosamente: _Fica quieta, sua vagabunda se não eu te arrebento!! Fiquei sem ação, pois eu que era tratada como uma princesa , agora estava ali sendo agredida por aquele homem rude.
Ele me pegou pelos cabelos e me beijou. Minha boca foi violentada pela língua dele, enquanto minha bunda era apertada por sua mão forte. Com a língua na minha orelha, ele enfiou a mão entre as minhas pernas e sussurrou: _Que bucetinha linda você deve ter! Uma mistura de medo, raiva e tesão tomou conta de mim. Me segurei para não gemer. Jorge que estava de roupão, pegou na minha mão e levou-a até o seu pau e disse: _Olha o que eu tenho para você! Senti o volume enorme do pau dele. Jorge me agarrou pelo braço e saiu me arrastando em direção a sala. Ele se sentou no sofá abriu as pernas e mandou que eu me ajoelhasse no chão entre as pernas dele. Como a sala estava com as luzes apagadas eu não conseguia ver nada, somente quando aproximei-me para chupa-lo é que pude ver o quanto o pau dele era enorme. Na verdade não era muito grande, mas muito grosso. Eu nunca tinha visto algo semelhante na minha vida. Fiquei por um instante admirando, mas Jorge com a mão, empurrou meu rosto contra seu pau. Eu então chupei aquele pau gostoso, que mal cabia na minha boquinha.
Enquanto isso Jorge suspirava e dizia: _ E-u sabia que você iria terminar a noite, mamando na minha rola!!! Lambi cada centímetro do pau dele, da ponta até as bolas. Tentei engoli-lo todo, mas era impossível de tão grosso que era. Ele me segurou pela nuca e começou a movimentar minha cabeça, fodendo o pau dele com minha boca, quase me engasguei. Fiquei um bom tempo chupando o pau dele. Foi a mais longa chupada que até então eu havia dado num homem, e poderia ter ficado ali a noite inteira se não fosse ele me mandar colocar seu pau entre meus seios. Fiz o ele disse, apertei bem forte o pau dele entre meus seios, e comecei a me movimentar. Jorge começou a gemer de tanto prazer. Eu sentia o pau dele duro como uma rocha entre meus seios, latejando sem parar. Fui aumentando cada vez mais a velocidade, até que senti o liquido quente sendo despejado nos meus peitos. Eu não conseguia ver, mas sentia que estava com os meus seios ensopados de tanta porra. Jorge me colocou de quatro em cima do sofá, e disse que iria comer meu rabinho.
Tomada pelo tesão, nem me dei conta que não agüentaria aquele pau enorme no meu rabinho. Afinal de contas eu só tinha feito sexo anal só uma vez na vida com Paulo, que tinha o pau bem menor que o dele. E mesmo assim, deixei Paulo colocar só um pouquinho. Eu tinha meu cuzinho praticamente virgem. Quando senti aquela cabeçona enorme forçando passagem no meu cuzinho é que me dei conta. Desesperada dei um grito. Jorge com medo que alguém tivesse escutado. Foi dar uma olhada no corredor. Eu corri para meu quarto, com a calcinha na mão. O dia já quase amanhecia, e não consegui dormir mais. Quando eu e Paulo estávamos a caminho de casa no outro dia, não agüentei e contei tudo a ele. Paulo não gostou muito afinal de contas Jorge era o seu chefe, mas ele também não conseguiu disfarçar o quanto ficou excitado com o que contei a ele. Quanto a Jorge,...Bom estão decepcionados por eu não ter dado meu rabinho para ele...!? Vocês não perdem por esperar...aguardem!!!

conto 15

Quando eu e Kelly resolvemos contar nossas histórias, combinamos que ela é quem contaria, mas o que aconteceu poucos dias depois de kelly transar com meu chefe na casa dele, ela faz questão que eu conte. Segundo ela, eu conto está história melhor que qualquer pessoa. No outro dia, depois do que aconteceu na casa de Jorge, eu o encontrei na empresa. Fiquei com medo do que poderia acontecer daquele dia para frente, mas Jorge se quer tocou no assunto, parecia que nada tinha acontecido. Eu e Kelly chegamos a encontra-lo em outras festas juntos, mas Jorge nos tratava como se nada tivesse acontecido. Aquilo me deixava aliviado. Ter meu chefe como amante da minha esposa era algo que eu não queria. Certo dia, fiquei até mais tarde na empresa para resolver uns problemas que surgiram na última hora. Não me preocupei muito em ficar depois do expediente já que Kelly tinha ficado de me apanhar na empresa e não tinha aparecido ainda. Já com todos os problemas resolvidos fui até a sala de Jorge, apresentar as soluções encontradas. Já estava tarde não havia quase ninguém na empresa.
Enquanto eu falava, Jorge me olhava com um sorriso cínico. Fiquei sem entender, mas notei que tinha algo errado. Jorge pegou os documentos que eu havia levado, e disse que tinha um outro problema para eu resolver. Ele mandou que eu me aproximasse. Fiz o que ele disse e me aproximei do lado da mesa dele. Então me espantei com o que vi. Kelly minha esposa estava ali, chupando o pau de Jorge por baixo da mesa. Fiquei sem saber o que fazer. Ela ignorou completamente a minha presença e continuou, lambendo e engolindo o pau de meu chefe na minha frente. O silencio tomou conta do escritório. Eu estava impressionado com o que via, minha esposa devorando a cabeça enorme e reluzente do pau de Jorge. A linguinha delicada dela deslizava por aquele pau enorme. Enquanto Jorge lia os papeis pacientemente, Kelly o encarava e chupava o cacete dele, quando ela desviava o olhar, meu chefe dizia: _ Eu já disse para você olhar para mim, quando estiver chupando meu pau.
No silêncio do escritório só se ouvia o som da língua da minha esposa estalando no pau do meu chefe. Ao terminar de ler ele me entregou tudo, e disse num tom bem sacana: _ Eu te chamei também para você dar um jeito na sua esposa. Veja só que cadela, passou a tarde inteira aqui em baixo da mesa. Faz horas que está ai,...não quer larga mais! Porque você não segura essa cadela em casa, hein Paulo??. Ele segurou a base do pau com uma mão e com a outra segurou os cabelos dela. _ Veja isso Paulo! Vou te mostrar uma coisa que ela adora. E fazendo um movimento de sobe e desce com a cabeça dela, ele a fazia chupar seu pau. Kelly abria a boca ao máximo para engolir a rola do meu chefe. _ Tem mais, veja.... Coloque a língua para fora, vamos! Kelly obedeceu prontamente, Jorge então batia com o pau na língua dela. Aquela visão me enlouqueceu, dava para ver o peso do pau enorme de Jorge batendo na língua da minha esposinha. _Faz tempo que estamos aqui nessa sacanagem, e ela não para cara,...e ai, não vai dizer nada?
Eu estava estático, não dizia nada, aquela visão me enlouquecia, mas o que mais me excitava era a indiferença da minha esposa, que me ignorava completamente. Jorge ainda a segurando pelos cabelos ficou de pé. Kelly resmungou um tímido “ai “, Jorge com violência a colocou de bruço em cima da mesa com uma das pernas em cima e a outra no chão. Ele segurou a calcinha dela com força, e puxou com tanta violência que arrebentaram as alças. Ele jogou a calcinha de minha esposa toda rasgada para trás, quase me atingindo. Sentou na cadeira dele, levantou a mini saia que ela usava e disse: _ Não é um visual incrível Paulo? Como você se sente sabendo que eu estou prestes a arreganhar a bucetinha de sua esposinha com meu caralho? Fiquei calado, mas o volume em minha calça falava por si próprio. Jorge ficou apalpando a bunda dela, dando tapinhas. _ Ela adora apanhar!! Dizendo isso ele foi aumentando a força dos tapas que ecoavam na sala, Kelly dava um gritinho a cada tapa recebido. Jorge enfiou a cara na bunda dela e começou a lamber seu cuzinho.
Ela deu um gritinho manhoso e reclamou timidamente, olhando discretamente para mim. _Ai, meu cuzinho! Jorge se levantou e foi encaixando o pau dizendo: _ Tá na hora de foder a bucetinha dessa manhosa. Eu vou te ensinar a como foder essa sua putinha Paulo, vamos ver se assim ela me deixa em paz. Me posicionei melhor, para ver a bucetinha delicada da minha esposa ser penetrada por aquele pau enorme e grosso. Kelly começou a gemer e implorar baixinho para Jorge ir devagar, mas isso só fez Jorge penetra-la com mais força. O rosto dela era uma mistura de dor e tesão. Jorge me mostrava o pau dele entrando e saindo. Ele então comçou a aumentar a força das estocadas cada vez mais. _ Olha só como eu fodo sua esposa. Já tinha visto um pau tão grande assim na xota dela? Daqui a pouco eu vou encher de porra, esta bunda gostosa.
Aquela era uma visão que eu jamais esqueceria, era algo perfeito, a bundinha redonda da minha esposa, com aquela tatuagem e com aquelas marquinhas do biquini, sendo chacoalhada pelas estocadas violentas de Jorge. Kelly com o tesão estampado no rosto e gemendo disse para mim. _ Ele disse...que adora foder um bunda tatuada!! Jorge parou e logo em seguida deu uma estocada vigorosa, Kelly deu um grito que ecoou na sala, ele então deu um tapa violento na bunda dela. Ela desesperada começou dizer: _ Tá vendo amor,... eu não te disse, que ele era um filho da puta...eu não disse!? _ Cala a boca sua vadia, quer que alguém escute!? Kelly se segurava para não gritar, mas não agüentou e entre lamurias, e lamentações, passou a repetir cada vez mais alto olhando para mim: _ PEÇA ELE PRA IR MAIS DEVAGAR...SE NÃO ELE VAI ME MATAR...Me Ajuda Amor!... Jorge segurou-a pelos cabelos e passou a fode-la, num ritmo alucinante. Kelly seguia o ritmo dele, gemendo como uma louca.
Com olhos arregalados e cheios de lagrimas ela olhou para mim novamente e disse com uma voz melosa: _ Eu não disse que o pau dele era enorme...eu não falei?!!. Ela então passou a dar gritinhos histéricos, como se marcasse a cadência da foda. Jorge com o rosto molhado de suor, xingava minha esposa de puta, vagabunda...o pau dele saia quase totalmente da xoxotinha de Kelly e entrava facilmente. Ela aos gritos e gemidos teve um gozo pleno. Ao mesmo tempo, Jorge tirou o pau e disse que iria gozar, Kelly ainda tendo espasmos do gozo disse engasgada. _ olhe amor quanta porra vai sair...olhe...olhe!! O pau de Jorge começou a pulsar na mão dele, e logo um jato forte foi lançado, atingindo o ombro da minha esposa, quase acertou o rostinho dela, que olhava para trás para ver Jorge gozar. O próximo jato foi na bundinha dela, inundado seu cuzinho. Outros na seqüência deixaram sua bunda coberta de porra e escorrendo por todos os lados.
Era um verdadeiro banho de porra. Jorge se sentou na cadeira e Kelly permaneceu deitada de bruços na mesa, com a bundinha toda molhada de porra. Me aproximei e perguntou se estava tudo bem, Kelly ainda tendo espasmos do gozo, balançou a cabeça positivamente. Jorge disse ofegante: _ Saia daqui os dois eu preciso trabalhar. Kelly apoiada em mim saiu vestindo a roupa e se limpado. Abri a porta e olhei,... como não tinha ninguém no corredor nos dois fomos embora. Só em casa que Kelly me contou, que passava perto da sala de Jorge quando ele a puxou para dentro. Perguntei a ela se era verdade, que ela tinha passado a tarde chupando o pau dele. Ela disse que não, que tudo era uma fantasia de Jorge para me provocar. Perguntei quanto tempo ela ficou chupando o pau dele, e ela fez uma cara de safada e disse timidamente: _ Foi só uma meia hora, mais ou menos. Nos dias seguintes como sempre eu e Jorge, como se tivéssemos um pacto não tocamos, no assunto.

conto 16

Ola, sou loira, alta, cabelos encaracolados a altura do ombro e, como toda loira tenho uma historia com um mulato inesquecivel. Nos conhecemos no trabalho, Carlos e o seu nome, alto, magro, porem forte, uma labia de mulato inigualavel, um charme ao falar do tipo de excitar-me so com umas palavrinhas safadas no ouvido....... Mas, no entanto muito cachorro, do estilo "traco todas", inumeras foram suas investidas comigo, e eu como sempre o desprezava pois era do tipo muito mais romantismo do que prazer e alem disso na epoca ele namorava uma garota da mesma empresa. Confesso que nao foi facil dizer nao a aquele negro gostoso, ate que um dia apos muito tempo sem ve-lo pois, havia saido da empresa e perdemos o contato tive uma surpresa.
Estava num barzinho com algumas amigas de faculdade quando de repente avisto em uma mesa aquele homem novamente, como sempre muito bem vestido, estava acompanhado de alguns amigos, nossos olhares em todo o tempo se cruzaram entao como um filme em minha mente, comecei a recordar de loucos beijos em minha sala, aquela mao percorrendo sobre meu corpo, sua lingua me sulgando completamente, e o solucar daquele mulato sarado em meu ouvido: voce ja e minha, nao adianta voce fugir, um dia eu vou te ter inteirinha so pra mim, ainda em extase, senti uma mao em minha nuca, que descia pelas minhas costas decobertas, e mais uma vez aquela voz sussurrando em meu ouvido: minha loira continua uma delicia. Como se acordasse assustada, virei-me e timidamente disfarcei : Carlos ! A quanto tempo nao nos vemos!!!
Convidei-o para sentar-se a mesa, apresentei-o para minhas amigas que logo se entrozaram com seus colegas, o que proporcionou-me a oportunidade de ficarmos a sos na mesa...... Em todo o tempo olhava-me no fundo de meus olhos, e por baixo da mesa percorria suas maos entre minhas pernas, de mansinho encostou bem proximo de meu ouvido e como sempre num tom de safadeza e desejo disse-me: nao disse que um dia voce seria minha, nao nos encontramos por acaso, seus olhos pedem-me o tempo todo para que eu te beije, te chupe todinha, sua pele suplica o toque de minhas maos, sua boca quer dizer que voce morre de vontade de me ter..... Diz que quer ser minha esta noite.......
Eu tremula, sem resposta alguma, apenas susurrei: Carlos, muitas coisas mudaram, hoje eu namoro, como voce sabe sou fiel, voce sabe que sempre achei voce atraente mas tambem muito cachorro e safado, creio que voce ainda namora tambem, e como sempre a verdade e que voce nao suporta ouvir um nao de uma mulher, e e melhor encerrarmos esta noite por aqui. Levanteime apressadamente, paguei minha conta, despedi-me rapidamente de minhas amigas e sai a procura desesperadamente de um taxi. Mais uma vez fui surpreendida por aqueles bracos fortes que me seguravam com tanta forca, quando dei por mim Alexandre me beijava loucamente, ah como foi bom sentir novamente o gosto daquele beijo, aquela mao descendo sobre meu corpo, sua lingua em meu ouvido, seu corpo tao junto ao meu...... E aquela voz: tem coragem agora de ir embora? Diz que o que voce quer de verdade minha loira gostosa.....
Sem pensar em mais nada, esquecendo-me de meu namorado que tanto amava, confessei bem baixinho em seu ouvido: Carlos, eu quero ser sua, tem que ser esta noite, eu quero sentir finalmente este seu instrumento gostoso e sarado na minha xaninha, quero que voce me faca gozar como nunca meu namorado me fez, quero ter o orgasmo que sempre sonho quando faco amor como ele..... Imediatamente entramos em seu carro, fomos para seu apartamento, ao entrarmos, Carlos como sempre muito folgoso,ja foi logo me pegando no colo, ele sabia que eu gostava destas coisas, me levou ao seu quarto, tirou minhas sandalias e deixou-me deitada na cama, enquanto buscava uma garrafa de vinho, quando entrou no quarto novamente encontrou-me toda folgosa e brincou: Voce esta mudada minha loira, nem parece aquela timida e indefeza.
Entao eu jogando-o na cama, disse olhando em seus olhos, hoje voce ira conhecer a mulher que ha em mim, sai de cima dele, liguei o aparelho de som, ao som de uma agradavel melodia comecei a despir-me, usava um vestidinho preto com as costas a mostra, coladinho no corpo, preso por um laco no pescoco, virei de costa para ele, percorria minhas maos sobre meus cabelos e descia ate o bumbum, num ritmo gostoso descia rebolando, de frente para meu negro gostoso encarava-o enquanto desatava o laco jogando meus cabelos, ja com seios prontos para serem vistos e desejados, descia lentamente o vestido, enquanto massageava meus seios, eles sao de tamanho medio, claros, marcados pelo sol, firmes, pontudos, gostosos.
Vendo meu homem cheio de tesao decidi deixa-lo mais louco ainda, sentei-me numa cadeira, deixando as coxas a mostra e descendo cada vez mais meu pretinho, ate que decostas para ele tirei-o completamente o que restara era apenas meu bumbum, (que por sinal meu namorado adora), envolvido por uma calcinha preta minuscula enfiada no reguinho, envolvida pela musica, peguei o vestido do chao e lentamente apos tirar a roupa de Carlos passava o vestido sobre seu corpo, tirei toda sua roupa e ele como um cachorrinho obediente olhava-me o tempo todo e seu pau duro feito pedra pedia uma deliciosa chupada, enquanto deslisava o vestido sobre seu corpo pedia a ele que sentisse meu cheiro, e como um bicho selvagem viesse me devorar, e,e claro que aquele homem tezudo e safado logo segurou-me pelos cabelos, deslizando sua lingua sobre as minhas costas.
Ele sabia de todos os meus pontos erogenos, pedia para que eu relaxasse e me entregasse, ate que deitou-me na cama, deixou-me numa posicao bastante agradaavel e lentamente passei a sentir aquela lingua quente sob meus pescoco, descendo ate meus seios, ele os chupava tao gostoso, ate que nao aguentou e disse, quero realizar meu maior desejo, chupar sua chaninha loira, pede pra eu te chupar, e eu sem exito algum gemia, susurrava e pedia, chupa minha chaninha meu negro, chupa, chupa....Em poucos segundos pude sentir aquela mao tirando minha calcinha, que a essas alturas ja estava ensopada por meu desejo e tesao, fechei meus olhos e pude sentir o que tanto desejara por muito tempo, ser chupada por aquele mulato!
Era uma mistura de gelo com fogo sobre meu corpo, ele diza o tempo todo mas que chana gostosa, que lindo estes pelinhos loiros, goza na minha boca, geme pra mim, e em poucos minutos sendo sulgada por aquele homem, explodi um gozo como nunca havia tido antes, anestesiada, e querendo mais e mais joguei-me sobre aquele corpo moreno, ssentei-me naquele cacete grosso e comprido (dizem que todo negao e assim, bom, confesso que e bem maior de que o meu namorado), virei o bumbum para ele e cavalgava naquele pau gostoso, o movimento o deixava louco, ate que ele pediu que queria gozar comigo de quatro, entao veio por traz me penetrando e segurando em meus cabelos, mordendo minhas costas, penetrando com muita forca, ate que gozei mais uma vez, ele escutando o grito de meu gozo, e sentido minha chana toda molhada pelo meu prazer, foi entrando cada vez mais forte e dizia que delicia entrar em voce, voce tava louca pra setir este cacete entrando em voce, por que falou nao por tanto tempo minha loira, nao adianta voce ja e minha,e eu concordava, sim meu cachorro safado eu sempre quis ter voce, e rebolava sobre aquele pau maravilhoso.
Como seu penis era muito grande e eu nao estava acostumada pedi que parasse um pouco, ele nao exitou e entao eu louca para deixar aquele homem mais louco, peguei aquele vinho tinto joguei sobre seu corpo, fui chupando-o vagarosamente ate chegar em seu membro avantajado e cai de boca naquele cacate gostoso , sugando e mordiscando com muito gosto e ate faze-lo gozar loucamente gemer de prazer.......
Apos gozarmos, nos recompomos e ja comecamos tudo de novo..... Foi uma noite maravilhosa, embora nao passasse de uma noite e nada mais, no entanto curtimos o momento e obedecemos cegamente aos nossos desejos mais secretos, so preciso encontrar agora uma boa cara de pau ao ver meu namorado, afinal, o amo.

conto 17

Eu não tinha completado 17 anos ainda quando conheci d. Marta, dona de uma agência. Fui levada até ela por uma tia, que a conhecia não sei bem como. Após me olhar cuidadosamente, D. Marta me explicou que, se eu quisesse subir rápido e ganhar uma boa grana sem muito esforço, ela poderia me ajudar. Eu era uma gracinha: menina em flor, morena de cabelos lisos e curtos, alta e magra, peitinhos pequenos e bumbum levantado, muito bonita e com carinha de bebê. Falou-me que conhecia alguns senhores muito finos que gostavam de mocinhas como eu e, se estivesse tudo bem, poderia me apresentar a eles. Fiquei interessada e voltei, na semana seguinte, para saber mais sobre a situação. Ela então me explicou que eu seria rifada e, como pagamento, teria de satisfazer a todos eles.
Deu-me muitas explicações e como deveria me comportar durante todo o tempo. Alguns dias depois ela me ligou e disse para eu ir novamente à sua casa. Lá ela me deu um número de telefone e voltou a me ensinar uma série de coisas. Eu não era mais virgem, mas confesso que aprendi muito com ela sobre sexo. Acertamos o pagamento e era uma quantia muito maior do que eu estava imaginando, o que me deixou muito entusiasmada. Após ligar, fui orientada pelo senhor que me atendeu onde deveria esperá-lo. Era uma sexta no fim de tarde e eu passaria a noite toda lá, de modo que dei uma bela desculpa em casa para passar o fim de semana ausente.
O tal senhor me apanhou e fomos para um apartamento. Fiquei impressionada com o local, uma decoração de luxo e quatro quartos amplos, todos com camas muito bem decoradas. Na sala de estar poucos móveis: um amplo conjunto de sofá, uma mesa de centro bem reforçada, um bonito bar e, ao lado, todo um recinto coberto de um tapete branco muito espesso e macio. Muitas almofadas me sugeriram que, ali, era o grande abatedouro - uma espécie de grande cama para muitas pessoas. Quando chegamos encontramos Osvaldo, Meirelles e Alexandre no local. O que me acompanhou se chamava Eduardo, um moreno simpático de uns 35 ou 38 anos. Os demais tinham mais ou menos a mesma idade e todos eles eram ricos, conforme Eduardo havia me informado, eram amigos de longa data e costumavam promover aquelas reuniões de vez em quando, para quebrar a monotonia de casamentos meio sem graça que viviam. Os três estavam de cuecas e visivelmente tinham acabado de tomar banho. Cada um me cumprimentou e pude sentir, desde o primeiro contato, os olhares cheios de volúpia sobre mim.
Era muito constrangedor para mim ficar, ainda vestida e completamente sem assunto, com aqueles três gostosões em volta, que sem a menor cerimônia, alisavam os paus semi eretos nas cuecas e comentavam como tinham me achado gostosa e uma gracinha. Eduardo foi tomar um banho, enquanto os três ficaram comigo. Me avisaram que ainda faltava chegar um deles, o Radamés. "Cinco", pensei comigo, "onde fui me meter", um pouco apreensiva com a situação. Meirelles me contou que estava louco de tesão, mas tinham feito um pacto, de só começar quando todos tivessem chegado. Me ofereceram um drinque e salgadinhos, para passar o tempo, e ligaram a TV com um vídeo erótico. Semi deitada no sofá, fui abraçada por trás por Osvaldo; enquanto Alexandre brincava com meu pé, para me acalmar.
Quando Eduardo entrou na sala, ainda estava se enxugando e viu a cena. "Que coisinha tesuda você é, Mariângela, olha como to com o cacete durão, louquinho pra te devorar todinha." Osvaldo brincava comigo: "você gosta de pau pequeno ou grandão? Aqui só tem cacetão....e a gente adora ninfetinhas como você!" Nesse clima erótico estava difícil para eles segurarem o tesão. Mas Radamés não chegava. Osvaldo já tinha tirado a cueca e subido minha saia, com o pau durinho entre minhas coxas, dizendo a todo momento que não estava agüentando mais. Eu já tinha me acalmado com todas aquelas brincadeiras e minha xaninha começou a melar com as carícias que recebia, mas procurei me controlar e segurar a barra. Alexandre já havia tirado a cueca e colocado meu pé na sua pica. De modo que eu, alisando levemente, tocava todo seu pau e o saco. Meirelles, ao ver a cena, sentou-se ao meu lado, para que minha mão brincasse no seu pau; enquanto Eduardo, ajoelhado no sofá, me deu sua rola tesudíssima para dar uma lambida. Agora, de fato, tava muito difícil continuar impassível ou me controlar.
Toda acariciada por aquelas mãos tesudas, o cheiro de sexo no ar, e o gosto delicioso de pré-gozo que saia da cabeça da pica de Eduardo diretamente na minha língua, eu comecei a tremer de tesão. Meirelles então sugeriu que, como tava demorando muito, eu pelo menos desse uma chupadinha em cada um. Eles sentaram-se no sofá e eu, de quatro, fui sugando cada um dos cacetes. Passava a lingua bem de leve, em toda a extensão; de outro sugava as boals. Nossa, era um melhor do que o outro! Eu adoro sugar picas tesudas, e estava achando o máximo ter quatro cacetões pra brincar. Cada um foi recebido profundamente na minha garganta, de modo que grunhidos e sussuros deles enchiam o ambiente.
Eu estava com a pica de Eduardo na boca quando Radamés entrou. Parado, no meio da sala, terno e gravata e uma maleta de executivo na mão, ele aplaudiu. E disse; "puta que pariu...que tesuda vocês arrumaram.......continua, bonequinha" e tirou o pau pra fora. Eu olhei pra ele e fui, de gatinhas, até onde estava. Ainda vestido, o membro semi ereto, o coloquei na boca e, olhando seus olhos, senti a pica inchar, tomando todo o espaço. Apesar de branco, Radamés tinha uma coisa curiosa: seu pau era escuro, parecia de um mulato e era enorme e grosso. Ele pegou minha cabeça e, numa estocada forte, enfiou a pica todinha na minha garganta, grunhindo: "caceta........ela mama todinho....tesuda...hummmmmmm....gostosa...putinha do cacete!" Fui puxada para trás e Meirelles me pediu pra tirar a roupa. Fiz um strip meio sem jeito e rápido, jogando as peças de roupa uma para cada lado. Eles se levantaram, me carregaram para o grande tapete de almofadas e, a partir daí, foi uma sucessão de passadas de língua. Eles me sugavam nos peitos, nas coxas, no reguinho; enquanto eu tinha as diversas picas e sacos passados na boca, nas tetinhas. Logo eu estava de quatro e senti dois dedos na xeca.
Eu chupava um e senti, com um solavanco, minha xota ser preenchida por um cacete. Era Oswaldo me estocando. Meu grelo era sugado por alguém e meu cuzinho já tinha um dedo enfiado dentro. Eram tantos que não sei quem fazia o que. Eu estava delirando, inteiramente transtornada de tesão. Logo outra pica ocupou meu sexo, mais grossa e dura; um novo pau veio pra minha boca. Alexandre, metendo na minha xota, me virou para cima, de modo que, me penetrando, eu ficava inteiramente deitada sobre ele. Logo Oswaldo ficou a cavalo, pondo seu pau na minha boca, enquanto do outro lado Eduardo passava sua pica no meu rosto. Logo depois eu estava de lado, uma perna levantada e, além de um pau na xota, tinha meu cuzinho sugado por alguém, os peitinhos devorados por bocas tesudissimas. Gozei e estremeci, dando grunhidos de tesão. Foi então que eles, no par ou ímpar, rifaram meu cuzinho. O vencedor foi Alexandre, que teria o privilégio de ser o primeiro.
Radamés, já pelado e também me acariciando, pediu minha boca; de modo que, de quatro, eu sugava o pau enorme do Radamés e senti, com um deslizamento suave, a pica de Alexandre visitar meu reto. Nem pude nem gritar de dor, apesar de ter sentido meu cuzinho virgem se arrebentar todinho. Enquanto Alexandre me comia com muito tesão, eu sugava Radamés que, segurando minha cabeça, fazia seu pau alcançar minha garganta. Logo após deu uma esguichada, enchendo minha boca de porra quentinha. Alexandre também gozou, com uma estocada profunda. Mal ele saiu alguém entrou no meu cu. Como também em minha boca. Eu estava transtornada e já tinha gozado algumas vezes, apesar de d. Marta ter me recomendado pra não gozar demais, pra segurar. Mas era impossível, pois eles eram tesudos e me comiam de um modo maravilhoso. Oswaldo gozou em todo o meu rosto e algum outro nas minhas costas.
Cai no tapete durante um tempo e, ao meu lado, três deles estavam deitados e com a maior cara de felicidade. Nisso entrou o Alexandre, saído do banho. Me pegou pela mão e me levou para o chuveiro. Lá, com a água escorrendo no meu corpo, me refiz um pouco. Ainda molhada Alexandre me levou de volta à sala. Radamés estava deitado e eu, a seu pedido, me acocorei sobre sua pica. Minha xota, apesar de alargada pelas muitas penetrações e muito lubrificada pelos sucos ali depositados, teve dificuldade de alojar a enorme pica escura. Ele me puxou pela cintura e com um sorriso disse: "tá gostoso putinha?...viu como a gente come com tesão uma vadia como você?" Já acostumada no pirocão, ele me puxou e começou a sugar meus peitinhos. Com o bumbum levantado, senti que alguém procurava me penetrar no cuzinho.
Nem sei quem foi, mas gritei de dor ao ser invadida. Depois vi que era Alexandre, quando ele falou: "rebola tesuda....rebola na pica...sente meu durão todinho nesse cu gostoso". Logo após me acostumei e comecei a fazer leves movimentos com o quadril, gozando muito. Estremeci, na realidade, com as duas picas enfiadas em mim. Ainda não tinha me refeito quando ouvi Eduardo dizendo: "essa putinha é das boas...adora pica...e goza como cadela tesuda...hummm....que coisa deliciosa...me chupa, agora, pra ficar toda ocupadinha". E veio, posicionado de pé, me dar seu membro na boca. Após algum tempo sendo estocada pelos três, senti Alexandre gozar na minha bunda.
Quando saiu inverteram: Eduardo me pegou na xota, Meirelles na boca e Radamés quis meu cuzinho. Foi duro, apesar de toda esporrada, agüentar aquele cacetão na minha bundinha. Mas ele enfiou de uma vez só, louco de tesão em detonar meu cuzinho apertado para seu calibre. Novamente fui longamente fodida e esporrada. Um após outro eles gozavam, e eu, gozava tanto que tinha solavancos no corpo. Desfaleci no tapete, ainda com a pica de Radamés dentro de mim. Após um tempo, ouvi ele cochichar no meu ouvido: "gostou da picona? Gostou como eu fodo tesudo um rabo delicioso como o seu?" Apesar de meio zonza, sorri e balancei a cabeça afirmativamente. Ele então colocou umas almofadas e me fez deitar, começando a novamente me socar o cuzinho. Deitado sobre mim, sentia seu peso e todo o poder daquele cacetão entrando e saindo violentamente da minha bundinha. Hummmmmmmmmm...eu já não me controlava mais........não sabia se sentia dor ou apenas uma onda de prazer sem fim. Sua metida fazia barulho e era, junto com nossas respirações apressadas, os únicos ruídos no ambiente. Um odor de porra e sexo enchia nossas narinas.
Sentindo as estocadas firmes de Radamés, gozei de novo e ele também. Ao me dar conta, após um breve descanso, olhei o ambiente: Radamés e Oswaldo estavam deitados no tapete, adormecidos. Eduardo e Meirelles, já de banho tomado, bebiam, comiam e conversavam sentados no sofá. E Alexandre, novamente se enxugando, voltava do banheiro. Me disse para ir para um novo banho. Enchi a banheira e me afundei na água tépida, lá ficando de olhos fechados por um longo tempo. Ao abri-los encontrei Eduardo, sentado na beirada, me olhando. Começamos a conversar, falando sobre a situação toda, ele me elogiando e dizendo que eu era demais, que eles todos estavam muito entesados comigo. Me passou a toalha e pensei que tinha acabado. Nisso Meirelles entrou no banheiro e disse: "vem cá vadia tesão, vem me chupar mais um pouco...adorei esporrar na sua boca...você faz uma chupeta de tirar o fôlego..." E lá estava eu, peladinha, no meio das pernas dele escarrapachado no sofá, pagando um novo boquete. Logo também Eduardo estava ao lado e eu sugava, alternadamente, as duas picas.
Em seguida ele foi para trás e, com uma introdução profunda, meteu na minha xota. Agora Alexandre estava sentado, me oferecendo o pinto durinho para ser sugado. Eu estertorava de prazer, sendo bem fodida por Eduardo e sugando Alexandre e Meirelles. Quando ele gozou foi substituído por Alexandre, que preferiu meter na minha bundinha. "Adoro cuzinho arrombado e quente como o seu". Nisso vi Radamés se aproximar e começar a se posicionar, por baixo, pra comer minha xotinha. Com alguns arranjos, logo eu estava novamente com três picas ocupando meus buraquinhos todos. E eles metiam com gosto, devorando, me sugando os peitinhos, alisando minhas nádegas, Meirelles me dando ora a pica ora as bolas para serem inteiramente sugadas pelos meus lábios. Era uma orgia sem fim. Meirelles gozou, me enchendo a boca de porra; logo Alexandre, saindo da minha bundinha, veio esporrar na minha cara; seguido por Radamés, que também queria gozar na minha boca.
Credo...nunca levei tanta esporrada como naquele dia! Eram sabores diferentes, rios de esperma que saiam de meus lábios e melavam meu pescoço, as bochechas, os peitinhos... Ao me ver naquele estado, deitada no tapete e toda lambuzada, Oswaldo veio para perto e, mostrando sua pica durinha, me ofereceu, batendo com ela na minha cara. Logo foi sugado e outra deliciosa esguichada nos meus lábios seguiu-se. Já era bem tarde da noite quando voltei ao banheiro, para uma ducha. Meu corpo estava moído, eu toda dolorida, meus buracos todos arrombados, vermelhos e ardidos, ao contato com a água e o sabonete. Ao voltar para a sala, já vestida e arrumada, encontrei Eduardo também vestido e pronto pra me levar de volta. Eu iria dormir na casa de d. Marta, onde recebi, no dia seguinte, a minha grana.

conto 18

Ola, meu nome é Adriana e a história que lhes paco a relatar é veridica. Tenho 26 anos, sou de estatura média, pele muita clara e cabelos negros até o bumbum. Dizem que sou gostosa pois tenho generosas curvas. Casei-me a cinco anos com Junior, moreno claro alto a qual sou prima e muito apaixonada. Depois do 1a.ano de casamento o meu relacionamento foi esfriando, meu marido ja não me procurava mais com tanta frequência e confesso, minha xoxota ficava molhada quando via senas picantes. Nunca pensei em trair meu marido, mas minha xoxota não aguentava mais.
Em meu servico havia um contador muito bonito, cabelos grisalhos e charmoso, que ficava dando em cima de mim, com gentilezaz e flores e meu marido não sabia. Um belo dia, sem nada planejado, nos beijamos no escritório,chovia muito e ele me pediu para ficar até mais tarde, obedeci, morrendo de medo. Ele me acariciou, tanto carinho que me fez gemer...tirou minha calcinha de baixo da saia, me apalpou com delicadeza, baixou a cabeca e enfiou no meio de minhas pernas para fazer o que meu marido nunca havia feito, lambeu minha xoxota em toda sua extencão, não pude resistir,cheguei a orgasmo multiplos em meio a gemidos e lagrimas. Minhas pernas tremian, cai ao chão,anparada por seus bracos, beijamos muito.
Quando ele tirou seu penis para me penetrar bate a porta do escritório, era meu marido que, preocupado com a chuva, foi me buscar e ja passavam quase uma hora do meu horario. A noite não dormi, morrendo de medo e desejos, a vontade de amanhecer logo e me entregar a ele me levou a febre. Amanhã é sabado,não tenho expediente.O desejo falou mais alto, menti ao meu marido,liguei para o Sérgio(nome do meu amante),nos encontramos em plena manhã de sabado para que o segundo homen de minha vida me penetrace. E o fez com maesria, sentido aquele penis enorme dentro de mim, gozei varias vezes. Ficamos até as onze da manhã nos amando, ele me deu banho, almocamos e fui pra casa,com a xoxota ardendo em brasa. Repetimos varias vezes a mesma dose. Hoje não fico sem namorado, adora transar, principalmente com caras mais novos.

conto 19

Sou a filha do meio de uma família de cinco, onde eu era a única mulher. Talvez por isso tenha desenvolvido um comportamento independente e forte, pois, em família, tive que lutar muito para fazer valer as minhas opiniões e para fugir ao controle rígido que os homens da família tentavam me impor. Nunca fui santa mas também não se pode dizer que fui galinha. Tive uma vida sexual normal, iniciada no tempo certo, durante a faculdade, onde conheci meu marido, a quem amo sinceramente e nunca havia traído, apesar de acha-lo um pouco fraco e vacilante nas decisões. Tanto é que fizemos carreiras em empresas diferentes e minha vida profissional deslanchou mais rapidamente, até o ponto que eu ganho quase o dobro de seu salário, que, naturalmente, sente-se mal com isso. Deste modo temos dificuldades no casamento e procuro sempre ajuda-lo, porém sem dar a entender que estou lhe cobrando algo, pois magoa-lo me faz mal.
A alguns meses meu marido recebeu um novo chefe que, diga-se de passagem, é um nojento. Destes que vive constantemente repetindo: eu sou foda, sempre consigo o que quero. De qualquer jeito ou maneira. Nossa! Como passei a odiar cada vez que, nos encontros profissionais que o trabalho de meu marido impõe, eu o ouvia repetir isto quase incessantemente. Mal sabia eu que o canalha realmente era capaz de tudo para conseguir o que queria. Em pouco tempo meu marido começou a sofrer a influência machista do panaca do chefe e, para meu espanto, passou a ter mais dinheiro do que permitiria o seu salário. Carro esporte novo... roupas caras... muitas festas... etc.
Fiquei apreensiva e perguntei a origem do dinheiro extra. Foi terrível. Ele primeiro perguntou se só eu podia ganhar bem e tivemos uma briga horrível. Cerca de quarenta e cinco dias depois, sem que o clima desanuviasse, o panaca me liga, diz que precisa conversar comigo, e pede que eu vá ao seu escritório, em um horário, disse-me ele, em que meu marido estaria fora da empresa. Ao chegar fez questão de me receber, informando que meu marido não estava, me levou a seu gabinete como se cumprisse o dever social de me fazer sala. Após os cumprimentos de praxe, sem mais delongas, me apresentou uma pastas de documentos e disse de chofre: seu marido está roubando a empresa. Gelei e fiquei sem ação. Com calma ele me explicou como meu marido vinha agindo, que ele pessoalmente havia descoberto tudo e que ninguém, além de nós dois, tinha conhecimento do fato. Depois de uma pausa que só me deixou mais apreensiva, ele levantou-se falando que precisávamos resolver aquilo sem que ninguém tomasse conhecimento, e que para isso precisava que eu concordasse com ele.
Enquanto me dizia que ele mesmo convocaria meu marido e o mandaria parar, que daria um jeito de mascarar o que já havia sido feito, ele aproximou-se por traz de minha cadeira, colocou as mãos em meus ombros e foi descendo até apalpar meus seios. Fiquei sem ação apenas o tempo suficiente para sentir o calor que começou a tomar conta de mim. Imediatamente levantei e disse-lhe encarando-o: preciso falar com meu marido sobre esta situação. Afinal, se ele errou, que arque com as conseqüências. Sem sequer perder o rebolado ele argumentou que aquilo arruinaria a vida de meu marido e perguntou se eu teria coragem de destruí-lo. Dei meia volta e saí sem sequer me despedir.
Em casa peguei uma hidromassagem para me acalmar e fiz com que meu marido fizesse o mesmo logo após chegar. Jantamos como se tudo estivesse bem. Após informei que teríamos uma conversa muito seria e, sem mais delongas, coloquei-o a par do que seu chefe tinha me dito, omitindo apenas a parte do assédio sexual. De início ele esbravejou e falou que controlaria tudo. Que o chefe era seu chapa e faria vista grossa. Retruquei que ele estava se iludindo. Que seu querido chefinho nada faria para ajuda-lo, que tinha inclusive proposto que eu cedesse sexualmente aos seus caprichos para que ele nos ajudasse a sair da enrascada. A afirmação caiu como uma ducha em cima de meu marido que desmanchou-se e começou a chorar deitado em nossa cama.
Para consola-lo me abracei a ele e tentei conforta-lo. Numa mudança repentina meu marido começa a beijar meu pescoço, seios e a me bolinar. Entendendo que ele precisava de um reforço a sua machesa fui cedendo aos seus caprichos, em minutos, me despiu e começou a me dar uma bela chupada. No que pese toda situação meu corpo correspondeu a sua carícia ousada e me entreguei. Um pouco depois ele subiu, me penetrou na posição papai e mamãe, e começou a meter como se fosse a última vez que faríamos sexo em nossas vidas. Quando eu estava prestes a gozar ele sai de cima e começa a forçar para que eu vire de bruços. Pensando que ele queria me penetrar por trás, posição que ele sabe que eu adoro, principalmente quando recebo carinho nas costas, tomei a posição que ele desejava. Para minha surpresa ele começa a tentar comer meu cuzinho, coisa que nunca havia feito antes. Ante minha reação de fuga ele chorumingou um "deixa" que me comoveu, ao entender que sua auto estima de macho estava abalada e aquilo era uma forma dele se mostrar poderoso e dominador.
Com a compreensão disso resolvi ceder e apenas balbuciei um: "...com calma...". Após muitas tentativas de penetração sem sucesso, acho que por culpa dele pois relaxei e colaborei totalmente, ele penetrou minha boceta e, após três rápidas metidas, gozou, caiu para o lado e rapidamente adormeceu, deixando me frustrada, com o corpo em chamas e a boceta fervilhando. Sem conseguir dormir fui tomar um banho frio para me acalmar e, num impulso incontrolável, comecei a me masturbar. Coisa que a muito tempo não fazia. Quando me entreguei as minhas próprias carícias vieram as fantasias e, para meu espanto, meu devaneio fixou-se no momento em que o chefe de meu marido pegava em meus seios. Quando minha mente fantasiou que ele me levantava pelas axilas, me forçava a debruçar em sua mesa, levantava minha saia, rasgava minha calcinha e me penetrava com violência, gozei como fazia tempo não gozava. Foi um daqueles orgasmos que deixam a mulher desfalecida.
Tive que me segurar no registro do chuveiro para manter-me de pé. Apesar de sexualmente saciada tive um sono intranqüilo. Sonhei a noite inteira que era perseguida por homens e que, apesar de fugir deles, desejava que me pegassem. No dia seguinte e nos que se sucederam meu marido ensimesmou-se até que comecei a desconfiar que ele estava entrando em uma depressão profunda. Sem poder conversar com ele e sem saber o que fazer recebi uma ligação de seu chefe, dizendo que precisava de uma resposta minha até o final da semana, dois dias depois, pois, nesta data receberia a visita de diretores e, dependendo do que eu dissesse, passaria, ou não, os documentos para seus superiores. Retornei para casa e, ao ver o estado que meu marido se encontrava, não tive coragem de tocar no assunto com ele e decidi que cuidaria de tudo sem que ele soubesse. Para isto teria que ceder pelo menos uma vez. Poderia não ser tão mal quanto eu imaginava, pensei me animando.
Por telefone coloquei minhas condições, teria de volta os documentos e uma declaração, assinada por ele, narrando tudo que havia feito, e marcamos para nos encontrar. Por sua recomendação avisei a meu marido que viajaria por três dias. Na empresa pedi licença, que seria descontadas de minhas férias, para tratar de assuntos particulares. Viajamos para um famoso balneário e nos hospedamos em um cinco estrelas onde ele havia providenciado reservas. Chegamos ao final da tarde e, para minha surpresa não fui atacada de imediato, saímos, jantamos, dançamos e tivemos uma noite ótima. Tanto que confesso que a certa altura já estava ansiosa para voltar ao hotel. Os drinques criaram um clima de intimidade e meu acompanhante demonstrou charme e poder de sedução. Conversamos sobre tudo, até sobre sexo, quando ele me confessou ser muito ativo e exigente nesta matéria. Esta afirmação mexeu ainda mais comigo e sugeri que voltássemos. Em nossa suite fui surpreendida por encontrar um buquê de rosas, um champanhe fino, uma carteira de cigarros, da marca que eu fumo, e um lindo isqueiro com meu nome gravado.
Sentados na varanda, servidos do champanhe, falando pouco ele me beijou, com paixão porém sabendo ser suave e subindo a intensidade conforme eu me excitava. Carinhos cada vez mais ousados, como namorados furtivos. Beijos pelo pescoço, no começo do decote e carinhos na bunda. Costumo dizer que um bom de cama se conhece pelo toque. Pelo subir suave e fremente de sua mão por entre as coxas até a calcinha, que foi suavemente afastada, e o jeito macio do adentrar do dedo e empolgar o clitóris, vi que estava nos braços de um homem delicioso. Tudo sem pressa, com tempo para que ambos se descobrissem. Sexo com namoro e espera pela entrega, como creio que toda mulher gosta.
Até algo delicioso, de que só me lembrava dos tempos de adolescência: sarro de pau nas coxas, forçando a entrada pela beira da calcinha. Um pau duríssimo, do tamanho certo, forçando passagem sem entrar, criou a expectativa do que viria e me levou a loucura, a ponto de eu mesma arrasta-lo para o quarto, até próximo da cama, apesar de, no caminho, ele ter me avisado que era um amante exigente e que quando estava com uma mulher a queria toda. Não liguei para o seu alerta, tentei tirar suas roupas e as minhas ao mesmo tempo mas fui impedida. Com todo carinho fui despida até ficar só de calcinha. Após, sentada na cama, com ele ajoelhado a meus pés, entre minhas pernas, fui beijada profundamente. Carinho que seguiu pelo pescoço, seios e continuou o rumo descendente até as coxas e o sexo, que foi suavemente lambido por sobre a calcinha.
Meu corpo respondeu imediatamente quando seus polegares se firmaram na cintura da peça, rapidamente meu tronco se ergueu para facilitar o trabalho. Já nua, pernas apoiadas nos ombros do parceiro, senti seu hálito quente e em seguida sua língua me penetrando profundamente para, logo em seguida, dar início a um movimento de vai e vem frenético. De repente sua boca sobe, fazendo com que seu queixo provoque uma comichão intensa em minha boceta, e abocanha meu clitóris. Após o medo de ser mordida em uma parte tão sensível, presa entre seus dentes, sobreveio o alívio de não ser ferida e o frisson de sua língua vibrante em meu ponto mais ardente. Não me enganara estava na cama com um amante maravilhoso. A vontade de ser penetrada violentamente fez com eu sentisse dores no ventre e, não sei como, lancei meu corpo para trás, deitando na cama completamente, e trouxe o seu junto, encaixando-o entre minhas pernas, que arreganhara totalmente.
Como um guerreiro vencedor que tripudia de seu adversário ele ficou passando o pau ao longo de minha racha. Rendida pela necessidade de ser fodida implorei: por favor bote logo... com força... tudo. Ao ser atendida tive um orgasmo que defino como curto circuito. Meu corpo entrou em espasmos tão violentos e prolongados que quase caímos da cama. Após, não sei se dormi ou desfaleci, o certo é que quando abri os olhos e o procurei ele estava sentado em uma poltrona na ante-sala. Ao me ver desperta fez sinal que eu fosse até aonde ele estava. Logo abraçou minha cintura, aspirou meus pentelhos, apalpou minha bunda e introduziu um dedo pela separação das nádegas, fazendo um carinho ousado e abusado.
Nunca aquele local havia sido tocado por outra pessoa e, talvez devido a surpresa por sua ousadia e pela falta de lubrificação, que tornou o carinho áspero, fugi ao seu toque lançando o ventre em direção ao seu rosto. Incontinente sua língua atingiu meu clitóris numa renovação de carícias que imediatamente me levaram a excitação. Enquanto sua boca me enlouquecia sua mão veio para frente, forçou para que eu abrisse as pernas e seu dedo médio mergulhou profundamente em mim, dando início a um entra e sai de enlouquecer. Gozei rápida e abundantemente. Com sua mão encharcada pelo meu gozo ele voltou a me assediar por trás. Meio constrangida fui cedendo ao perceber que, com lubrificação, o carinho se tornava prazeroso. A suave fricção circular em meu cuzinho me fez sentir uma sensação totalmente nova e arrebatante.
Algo que me levou a um estágio de envolvimento que, dali em diante, eu faria qualquer coisa por prazer. Parando de me chupar ele puxou minha cabeça para baixo, o que me fez arrebitar a bunda, e me beijou segurando-me pela nuca. Após parar o beijo fez pressão em meu pescoço para que eu me curvasse. Ao ver seu pau duro e lustroso saindo pela brecha do roupão entendi o que ele queria. De princípio um certo pudor me fez recuar. Porém ele, com firmeza, manteve a exigência pressionando meu pescoço para baixo ainda com mais força. Seus olhos me encararam firmes sem deixar dúvidas que eu teria que satisfaze-lo. Confesso até que tive um certo medo, ante o olhar exigente do macho, e me ajoelhei entre suas pernas. Como me tranqüilizando ele me deu suaves beijos pelo rosto e conduziu minha boca para seu pau. Ao sentir a sua lubrificação senti um certo asco e fiquei beijando os lados sem fazer nenhum carinho na cabeça. Segurando o pau com a mão direita e mantendo minha cabeça presa com a esquerda, ele esfregou a cabeça em meus lábios e grunhiu uma exigência: chupa. O tom gutural e firme me fez tremer e abrir a boca. Após habituada com o gosto agridoce, que acabei achando gostoso, comecei a lamber e chupar sem muito jeito.
Ele foi me orientando até que, por fim, mandou que eu firma-se os lábios em volta da pica e começou a fazer movimentos de vai e vem com minha cabeça. Engasguei na primeira enterrada e ele gentilmente parou e me fez carinhos como se desculpando. Após recomposta e, agradecida por sua atenção, retomei os movimentos controlando para que a entrada da pica em minha boca não causasse mau estar em mim. Pressionando a parte superior do pé na racha de minha boceta ele passou a empolgar meu sexo com um carinho totalmente inusitado para mim. Quando ele conseguiu coordenar seu ritmo com o ir e vir de minha cabeça perdi o senso de tudo, para mim só existia seu pau e minha boceta. Forçando mais o pé ele me obrigou a curvar mais o corpo, a me abrir mais e retomou o carinho louco no centro de minha bunda.
Quando ele forçou a penetração tentei fugir e levei uma palmada violenta na nádega. O temor me faz parar e, neste instante, senti que enquanto meu corpo sentia a ardência do tapa ele penetrara totalmente o dedo em meu cu. Ante minha passividade ele empurrou minha cabeça para que eu continuasse a chupada e, a medida que seu pau entrava em minha boca ele retirava o dedo. Quando o pau atingiu o limite que eu suportava e apenas a pontinha do dedo estava espetada em minha bunda ele inverteu os movimentos. Repetiu a ação algumas vezes e retomou o carinho com o pé. Num dado momento ele parou tudo e eu, aflita para não perder nada do que sentia, continuei os movimento de modos que: quando o pau entrava na boca saía do cu e vice-versa. Já o movimento de ir e vir friccionava a boceta contra seu pé.
Tudo aquilo foi me levando a um espasmo geral de prazer do qual só retornei quando senti as primeiras vibrações da pica em minha boca, prenunciando o gozo. Novamente o asco me fez tentar fugir mas foi em vão, rapidamente ele enterrou o dedo com violência forçando meu corpo para frente e a penetração do pau até minha garganta. Quando isto aconteceu sua mão segurou firme minha nuca. Os jatos fortes inundaram a minha boca, senti o sabor mais intenso ainda. Acalmando-se ele me fez carinhos, ergueu minha cabeça e me beijou profundamente. Fiquei até agradecida por sua brutalidade, pois descobrira o prazer maior de uma mulher: vencer o macho. Senti-lo se desmanchar de prazer com seus carinhos.
Enquanto ele estava quieto devido a lassidão do gozo, me retirei e fui ao banheiro tomar um banho e aproveitar para lavar a boca, já que não estava totalmente acostumada ao gosto. Enquanto me refazia com um gostoso banho morno ele entra no box e me abraça por trás. Inicia uma sessão de carinhos em minhas costas. Como percebendo ser uma de minhas fraquezas inicia uma série de beijos e mordiscadas que foram descendo por minhas costas e, quando dei por mim, ele estava ajoelhado dando suaves mordidas em minha bunda. Pela frente, seus dedos em cone, iniciaram a penetração em minha boceta forçando-me a arrebitar a bunda.
Sua língua penetrou em minha racha me fazendo estremecer. Sua ousadia e minha permissividade me faziam imaginar como eu era capaz de tal devassidão. Até que, para o que minha parecia o impensável, sua língua subiu arrastando pelo perínio e passou a forçar a penetração em meu anelzinho. De princípio aquilo me deixou dividida entre o pudor e a luxúria, após o prazer se instalar em meu corpo por aquele orifício, me vi esfregando a bunda em sua cara e forçando a penetração ao máximo. O movimento sincronizado dos dedos e da língua me fez ter outro orgasmo violento. Só não cai por que estava curvada e me amparando na parede, onde permaneci me recuperando por alguns minutos.
Quando saí do banheiro ele estava deitado de costas na cama, totalmente nu e de pau duro. Naquele instante vi com nitidez o tamanho de sua virilidade e, comparando-o com os poucos que eu havia conhecido achei-o enorme. Ao me aproximar ele me puxou pela mão e me fez sentar ao seu lado na cama. Beijou-me suavemente me excitando aos poucos. Continuamos com os beijos quando ele retomou as carícias de namorado e começou a empolgar meu clitóris suavemente. Enlevada com seus carinhos e gentileza deixei que ele guiasse minha mão até seu pau e comecei a retribuir o prazer que ele estava me dando. Quando estava totalmente lubrificada e senti seu pau totalmente liso e lustroso tive vontade de cavalga-lo, porém me contive pois nunca havia tomado a iniciativa ou feito aquilo com homem nenhum.
Percebendo meu dilema ele fez com que eu montasse, encaixou o pau em minha boceta e amparou meu corpo para que minha descida fosse a mais suave possível. Quando ele começou a fazer com que meu corpo meneasse em círculos subindo e descendo me tornei uma amazona desvairada montada em um cavalo selvagem. Gritei de prazer e, quando ele colocou o dedo em uma posição que, a cada descida, eu recebia a dupla penetração, tive outro orgasmo estupendo e cai de lado. Ainda inerte devido a gozada senti que ele forçava meu corpo para que eu ficasse de bunda para cima. Percebendo o que ele queria e vendo seu pau duríssimo de perto tive medo e resisti. Sua mão explodiu em meu rosto.
O medo e a sensação de impotência trouxe de volta a fêmea submissa, as lágrimas vieram e, chorando, me virei implorando: por favor com amor... com amor. Me preparei para uma penetração dolorosa e violenta porém de novo ele me surpreendeu com carícias doces em minhas costas. Descobri neste breve momento que estava com um parceiro que sabe usar de todas as formas para seduzir e submeter uma fêmea. Pasmem mais fiquei feliz por ele me fazer conhecer meu lado totalmente instinto, que em alguns instantes domina e em outros cede passiva aos desejos do macho. Sem pudores ou freios morais, apenas bichos trepando. A cabeça forçando a penetração em minha bunda me tirou do devaneio. O receio me fez contrair.
Sua mão espalma minha boceta e seu dedo indicador e anular abrem minha racha para a entrada suave e profunda de seu dedo médio. O vai e vem de seu dedo seguidos de suaves beijos na nuca e nas costas me fizeram acalmar e relaxar. De repente uma mordida forte na nuca e, quando a dor diminui, sinto seu pau inteiro dentro de mim. Não sei como ele havia me penetrado totalmente, a lubrificação que o roçar de seu pau na entrada com certeza ajudou, porém sua técnica de gato (morder e possuir) tinha sido irrepreensível. Com tudo isso permaneci receosa do estava por vir, quando ele forçou-me a virar a cabeça e começou a me beijar com intensidade, sugou minha língua para sua boca, fazendo com que eu a estirasse ao máximo, fez meu esfíncter se contrair e eu senti sua pujança totalmente minha. Me senti realizada como fêmea possuindo o macho de todas as formas. Se apropriando dele para lhe dar prazer. Neste instante ele começou o movimento de saída e a sensação de seu pau raspando pelas paredes do me cu começaram a me excitar de uma forma que eu jamais imaginei sentir.
Quando restava apenas a cabeça dentro ele aliviou a pressão em minha língua forçando-a de volta a minha boca, fazendo com que eu relaxasse, e reiniciou a entrada do pau. Rapidamente entendi o que ele me mostrava e penetrei em um universo de prazer totalmente novo e, para mim, inconcebível a minutos atrás. Para minha surpresa quando eu estava quase no auge ele parou os movimento e permaneceu apenas com a boca aberta colada a minha e apenas a cabeça enterrada em minha bunda. Imediatamente percebi que o macho sedutor se entregava novamente a fêmea e lancei a bundinha para trás e continuei de onde ele havia parado. Meu prazer veio redobrado e gozei violentamente forçando a bunda contra seu corpo e a língua em sua boca. Mesmo após gozar passei o braço por seu quadril e o mantive firmemente colado a mim.
Curtindo o prazer que havia me proporcionado ele se aquietou até que senti seu pau vibrando dentro de mim, anunciando sua necessidade de gozo. Dengosamente perguntei se meu macho queria gozar, ao que ele respondeu que seus ovos estavam ardendo. Rapidamente emborquei o corpo trazendo o seu para cima de mim. Abrindo as pernas ao máximo fiquei totalmente entregue. Quando ele começou seus movimentos viris eu, agora fêmea experiente, acompanhei-os com os movimentos de entra e sai de língua, levando meu macho a um orgasmo intenso. Gozei junto encharcando os lençóis da cama. Seguiram-se mais dois dias de loucuras onde me entreguei totalmente e levei ao extremo o ditado que diz: entre quatro paredes vale tudo. Voltei e encarei meu marido sem remorsos ou pena. Apenas uma grande indiferença tomou conta de mim.
Me senti enganada nos meus anos de casamento. Me descobri casada com um homem que não fora macho o suficiente para descobrir a fêmea que tinha e libera-la. Conclui que ele é que devia se envergonhar de seu corno, não eu de cornea-lo, coisa que com certeza passaria a fazer se não o deixasse imediatamente. Com este firme propósito fui trabalhar no outro dia quando, a tarde, recebi a ligação do macho de meus sonhos pedindo que eu fosse ao seu escritório. No instante senti a excitação subindo e, alegando que precisava resolver um assunto externo, me dirigi para lá de imediato. Assim que cheguei novamente fui recebida por ele informando, para que todos ouvissem, que meu marido havia saído. Fui conduzida a sua sala formalmente e, quando passei pela secretária, notei que ela baixou a vista como envergonhada.
Porém ansiosa como estava não dei muita atenção. Após me acomodar ele usou o interfone, deu algumas instruções a sua secretária e fez sinal que eu me aproximasse. Aleguei a proximidade de sua auxiliar e me recusei, porém ele me disse que onde ele a havia mandado era longe, que dava tempo para alguns carinhos, que não conseguiria resistir ao tesão que sentia. Brincando que não acreditava me aproximei. Para me provar ele me fez curvar, beijou-me na boca e levou minha mão ao seu pau: estava duríssimo. Dizendo que duvidava que eu também não estivesse excitada ele enfiou a mão sob a minha saia e foi diretamente a minha boceta encharcada. Com um sorriso de vitória falou: eu não disse.
A tensão da situação e seu carinho experiente me fizeram gozar rapidamente. Apoiada a mesa me recompondo vi quando ele sacou o pau de dentro das calças dizendo: é minha vez. Apesar da loucura pensei em satisfaze-lo com uma punheta rápida. Quando comecei ele disse: assim não me chupe. Argumentei que aquilo era loucura que poderia chegar alguém e ele, com o mesmo olhar obstinado, tornou a mão por entre as minhas pernas e invadiu a calcinha pela virilha. Quando pensei que ele queria me excitar para que me submetesse ao seu capricho senti a dor a aguda de um pentelho sendo arrancado e ouvi sua ordem: faça como eu quero. Fiquei tomada de pânico ante a possibilidade de um escândalo e resolvi obedecer. Me agachei e comecei a chupar seu pau. Pensando em apressar tudo, ao mesmo tempo, voltei a punheta-lo.
Com certa violência ele me fez agachar entre suas pernas, de modo que fiquei oculta pela sua escrivaninha. Nesta situação passei a esmerar-me ao máximo para faze-lo gozar logo. Quando me absorvi no que fazia ouvi o ruído da porta se abrindo e sua secretaria, que ele havia chamado por uma cigarra que havia na outra sala, perguntando o que ele queria. Ele mandou-a entrar ao mesmo tempo que forçava para que minha cabeça continuasse os movimentos de vai e vem. Nisso ouvi quando ele disse para sua secretária. Está vendo? É como eu lhe disse: eu sou foda.
Consigo tudo que quero de qualquer jeito. Com você não vai ser diferente. Neste instante segurou firme minha cabeça e, com o pau atolado em minha boca, gozou sem a menor cerimonia. Enquanto sua porra me descia de goela abaixo e escorria pelos cantos da boca, me vieram lágrimas de humilhação e vergonha. Sem ao menos esperar que a moça saísse levantei-me e saí de onde estava. Nem ele nem ela esperavam minha reação e ficaram estáticos. Apanhei minha bolsa tirei um lenço me limpei e, virando para a coitada estendi-lhe meu cartão e disse-lhe: livre-se deste canalha, peça demissão agora e me procure amanhã neste endereço, para você começar em seu novo emprego.
De fato, no outro dia, usei meu prestígio e coloquei a garota para trabalhar como minha assistente, só não digo que ficamos amigas pois em menos de um mês consegui a transferência que pedi, me mudei e comecei nova vida, sem meu ex-marido, pois havia saído em busca de alguém que fosse o homem que eu queria e o macho que eu desejava. Ainda continuou buscando o meu ideal porém, como diz a propaganda que vi não sei onde: enquanto não acho o homem certo me divirto com os errados.

conto 21

[mari] oi
[Diana] oi mari
[mari] tud b
[Diana] sim
[Diana] m?
[mari] sim
[mari] podemos tc?
[Diana] claro
[Diana] maria?
[Diana] marina?
[Diana] mariana?
[mari] mariana
[Diana] adoro esse nome
[mari] mesmo
[Diana] de verdade
[mari] de onde tc
[Diana] conheci uma moça com esse nome
[Diana] do rio
[Diana] e você?
[mari] legal
[Diana] tenho vinte e quatro anos
[mari] tua idade
[mari] eu dezenove
[Diana] onde você mora?
[mari] Fortaleza
[Diana] sei
[Diana] você gosta de mulheres?
[mari] vc e casada
[Diana] ou só conversar?
[Diana] sou
[Diana] tem problema?
[mari] nenhum
[Diana] responde
[mari] gosto de mulheres tbem
[mari] comecei a gostar a pouco tempo
[Diana] ma real?
[mari] sim
[Diana] tem namorada?
[mari] não
[Diana] mas teve uma experiência?
[mari] ti duas
[mari] tive duas exp
[Diana] duas mulheres diferentes?
[mari] sim duas diferente
[Diana] conta pra mim?
[mari] ok conta
[mari] mas antes me diz
[mari] vc gosta de mulher
[Diana] e tenho uma namorada
[Diana] ha quase um ano
[mari] serio
[Diana] sim
[mari] vc e lesb ou bi
[Diana] bi
[Diana] sou casada, lembra?
[mari] com ela
[Diana] naooooooooooo
[mari] ah
[Diana] com um homem
[mari] seu marido sabe
[Diana] não
[mari] nossaaa que legal
[Diana] nem meu namorado sabe tambem
[mari] nem desconfia
[Diana] não
[Diana] espero
[mari] tem namorado tbem?
[Diana] tenho
[Diana] doidinha...
[mari] poxa tem marido..namorado e namorada
[Diana] quer um pra você?
[Diana] :)))
[mari] rs
[mari] como consegue conciliar as coisas
[Diana] conta da tua experiencia
[Diana] ja ouviu falar emcorda bamba?
[mari] mais ou menos
[Diana] pois é
[Diana] eu vivo na corda bamba
[mari] ninguem, desconfia de ninguem
[Diana] sempre com medo de alguem descobrir
[Diana] de me trair
[mari] vc e demais
[mari] de quem vc gosta mais
[Diana] mas isso me excita muito
[Diana] você acredita que alguem possa amar tres pessoas ao mesmo tempo?
[Diana] eu não abriria mão de nenhum dos tres
[mari] não acredito
[mari] mesmo
[Diana] pode começar a acreditar
[Diana] eu amo
[mari] é demais
[Diana] não é não
[Diana] agora fala de você
[mari] e ela qtos anos tem
[Diana] trinta e nove
[Diana] ele tambem
[mari] e o marido
[mari] marido qtos anos?
[Diana] você vai cair dura
[Diana] cinquenta e sete
[mari] não acredito serio
[Diana] um gatão
[mari] aos cinquenta e sete
[Diana] você pensa que é mentira
[mari] vc o ama
[Diana] muito
[mari] vc gosta de pessoas mais velhas então
[Diana] ja vai pra sete anos o nosso casamento
[Diana] acho que sim
[Diana] mas gostei de você
[Diana] você vai sumir?
[mari] como assim
[Diana] você demorou
[mari] não
[Diana] achei que não tinha gostado de saber como eu sou
[mari] gostei
[Diana] não gosto de enganar
[mari] legal
[mari] como vc é
[Diana] você ja transou com umhomem e uma mulher?
[mari] não
[Diana] morena, um metro e setenta, cinquenta e cinco kg
[mari] vc ja
[Diana] não
[Diana] mas gostaria de juntar os dois numa cama
[Diana] o maridão não
[mari] teria coragem de transar com tua namorada e teu marido
[Diana] o maridao é muito caretinha
[mari] os dois namorados
[Diana] não ia topar
[Diana] ele, eu tenho certeza que toparia
[Diana] mas ela...
[mari] ela não
[Diana] não
[mari] ela e casada
[Diana] é muito possessiva
[Diana] não
[Diana] nunca casou
[Diana] ela é les
[Diana] mas é muito linda
[Diana] muito feminina
[mari] trinta e nove anos... é enxuta
[Diana] só não tolera homem
[Diana] é, os seios grandes, firmes
[Diana] não como de uma menininha
[Diana] mas empézinhos
[mari] ela tem mais namoradas ou só vc
[Diana] não tem celulite, varizes
[Diana] ela jura que não
[Diana] só eu
[Diana] espero que sim
[mari] e morena
[Diana] eu sou fiel a ela
[Diana] não tenho outra
[mari] serio
[Diana] simm
[Diana] só aqui na net é que as vezes eu traio ela
[mari] vc e ativa ou é ela na cama
[Diana] mas muito de vez em quando
[Diana] ela
[Diana] enquanto eu não gozo um monte de vezes
[Diana] ela não me deixa beija-la
[mari] usam consolo
[Diana] ela até ja me amarrou
[Diana] uma vez só
[Diana] mas não gostei
[Diana] nem ela
[Diana] você ja usou?
[mari] não
[mari] e o que mais vc gosta que ela faça
[Diana] eu prefiro a gente mesma
[Diana] ah
[Diana] primeiro eu gosto de ser escravinha dela
[Diana] de obedecer
[mari] ela bate em vc
[Diana] ela se excita toda de me ver obediente
[Diana] ja bateu duas vezes
[Diana] mas eu não zanguei não
[Diana] ela me chupa todinha
[mari] na bunda ou no rosto vc lambe os pés
[Diana] desde os pés
[Diana] que ela me bateu?
[Diana] uma vez ela me deu um tapa no rosto
[Diana] mas as outras foi na bunda
[mari] e dai?
[Diana] de tapa
[mari] vc gostou no rosto
[Diana] não
[Diana] mas eu me senti mais dela
[Diana] depois que ela me bateu
[Diana] alguem ja bateu em voce?
[mari] ela chupa seu cuzinho bem
[Diana] chupa
[Diana] me chupa toda
[Diana] ela começa nos pés
[mari] ainda não..mas tenho vontade
[Diana] de apanhar?
[mari] sim
[Diana] de uma mulher?
[mari] ela chama vc de vadia...putinha....
[mari] sim
[Diana] como você é?
[Diana] miúda?
[mari] sou loira, um metro e setenta, sessenta kg, olhos cor de mel, cabelos lisos ao ombro,,, bonita e gostosa..modestia.
[Diana] você é muito linda
[mari] me acho
[Diana] eu não teria coragem de bater em você
[mari] os outros tbem
[mari] ah
[Diana] é que eu tive uma vez uma empregada
[mari] sim
[Diana] ela era magrinha, não era feia mas não era bonita tambem
[Diana] uns peitinhos pequenos
[Diana] quando ela fazia besteira e eu chamava a atenção dela
[Diana] ela chorava
[Diana] um dia ela falou
[mari] e dai
[Diana] não bate em mim dona diana
[mari] vc ameaçava bater
[Diana] eu nem tinha pensado nisso
[mari] qtos anos ela tinha
[Diana] eu vi que ela tava me provocando
[Diana] devia ter uns trinta
[mari] provocando como?
[Diana] pra eu bater
[mari] será
[Diana] eu nem tinha pensado nisso
[mari] ah
[Diana] pra que ela falou, né?
[Diana] aí eu falei que ia bater sim
[mari] e dai
[Diana] pra ela levantar a saia e deitar na cama
[Diana] ela obedeceu
[Diana] chorando
[Diana] menina, me deu um tesão
[mari] ela estava querendo então?
[Diana] eu nunca tinha pensado em fazer isso com alguem
[Diana] só pode, né?
[mari] tirou a calcinha dela
[Diana] não
[Diana] bati por cima da calcinha
[mari] e dai
[Diana] ela chorou
[Diana] chorou
[Diana] pediu pra parar
[Diana] mas eu ainda bati um bocado
[mari] vc bateu de verdade
[Diana] um pouco
[Diana] me deu tesao, sabe?
[mari] cheia de tesao
[Diana] eu até me senti meio tarada
[mari] e ela?
[Diana] só chorando
[Diana] pedindo pra parar
[mari] ah
[Diana] aí eu disse que isso ficava entre nos senao ela apanhava mais
[Diana] e saí correndo
[Diana] fui pro meu quarto
[Diana] me masturbar
[mari] ah
[mari] legal
[Diana] nunca pensei que ia gozar pensando naquela feiosa
[mari] vc não seduziu ela?
[Diana] sim
[mari] como foi
[mari] foi
[Diana] dois dias depois ela quebrou um cinzeiro caro
[Diana] aposto que fez de proposito
[Diana] levei ela pro quarto e peguei um cinto
[mari] aos trinta anos anos hein??
[Diana] pois é
[Diana] mas ela gostava mesmo
[mari] devia ser safadinha
[Diana] queria sofrer
[mari] era casada
[Diana] ela entrou no quarto e ja foi deitando na minha cama de saia levantada
[mari] nossaaaaa
[mari] ate eu estou excitada
[Diana] dessa vez eu puxei a calcinha dela pra baixo
[Diana] ela só pedia
[Diana] com o cinto não
[Diana] doi muito
[mari] e dai
[Diana] dessa vez eu fiquei com pena
[Diana] e com medo de machucá-la
[Diana] então peguei um chinelo
[Diana] bati um bocado
[mari] e dai
[Diana] depois enquanto ela ficava chorando na cama
[Diana] eu tirei o meu vestido
[Diana] fiquei nuinha
[Diana] eu não uso nada embaixo do vestido quando estou em casa
[Diana] só de lembrar eu estou ficando excitada
[mari] e dai..continues
[mari] ficou nua.......
[Diana] mandei ela tirar o resto da roupa disse que queria castiga'a nos peitinhos
[Diana] ela nem resistiu
[Diana] tirou a roupa
[Diana] não usava sutiã
[Diana] nem precisava
[mari] ela estava com tesao..vc notou?
[Diana] uns peitinhos de nada
[Diana] me deu um tesao
[mari] imagino
[Diana] eu deitei com ela e lambi os peitinhos dela
[Diana] de vez em quando dava uma mordida
[Diana] forte
[mari] e ela dizia alguma coisa
[Diana] ela chorava
[Diana] e eu ficava com mais tesao ainda
[mari] nossaaaa
[Diana] a buceta dela tava molhadinha
[mari] ue legal
[Diana] então eu mandei ela chupar meus seios
[mari] e dai
[Diana] ela chupou que foi uma delicia
[mari] vc chupou a boceta dela?
[Diana] peguei a maozinha dela e botei na minha xota
[Diana] falei pra ela
[Diana] me fode com teu dedo
[mari] e ela?
[Diana] obedeceu
[Diana] ela fez tudinho que eu mandei
[Diana] aí eu queria mais ainda
[Diana] empurrei ela pra baixo
[Diana] não precisei dizer nada
[Diana] perai
[Diana] cheguei
[mari] vc gozou qtas vezes ok
[Diana] nela?
[Diana] nem sei
[mari] dai
[Diana] eu botei ela pra me chupar
[Diana] deve ter ficado uma hora me chupando
[mari] isso tudo?
[Diana] eu gozava uma atras da outra
[Diana] tudo
[Diana] só
[mari] nossaaaaaaa
[Diana] eu só parei porque ela não aguentava mais
[mari] e vc ainda aguentava?
[Diana] acho que sim
[mari] vc chupou a boceta dela?
[Diana] nesse dia não
[mari] ficaram amantes
[Diana] mas nos viciamos
[Diana] não
[Diana] eu não a considerava minha amante
[mari] ela era feia
[Diana] apenas minha escrava
[mari] o que vc considerava ela?
[mari] ah
[Diana] ela se viciou em apanhar e me dar gozo
[Diana] eu em bater e gozar
[mari] a boceta dela era gotosa?
[Diana] era
[Diana] otima
[Diana] ela parecia uma menininha
[mari] tomaram banho juntas
[Diana] era toda miuda
[Diana] ela me dava banho na banheira
[mari] ela era casada?
[Diana] não
[Diana] ela jurava que só tinha tido um homem
[Diana] durante alguns meses
[Diana] antes dos vinte anos
[mari] faz muito tempo que isso
[Diana] tem anos
[mari] cmo terminou
[Diana] foi em
[Diana] eu enjoei dela
[mari] serio
[Diana] sim
[Diana] cansei
[mari] vc gosta de mulheres negras
[Diana] virou rotina
[Diana] nunca tive uma
[Diana] você ja?
[Diana] mas eu tenho tesao nelas
[mari] não..mas gostaria/... tenho um tesao
[Diana] eu tenho muito tesao mas não conheço nenhuma
[mari] eu ainda vou transar com uma
[Diana] eu queria transar é com você
[mari] eu tbem
[Diana] juro que não te batia
[mari] vc deve ser muito gostosa
[Diana] ou você quer?
[Diana] que eu bata em você?
[mari] não sei
[Diana] eu te chupava todinha
[Diana] do mesmo jeito que a tina me chupa
[mari] eu deixava
[Diana] você ia gozar muito
[mari] creio
[Diana] na minha boca
[mari] vc não bate na tina
[Diana] não
[Diana] de jeito nenhum
[Diana] nem penso nisso
[mari] vc que gosta de bater?
[Diana] não
[mari] dela vc só apanha
[Diana] eu não gosto
[Diana] de bater
[Diana] só gostava nessa garota
[mari] bateu na empregada?
[mari] ah
[Diana] nela eu tinha tesao de bater
[Diana] eu gozava só de ver a cara de choro dela
[mari] vc se apaixonaram
[Diana] não
[mari] apaixonaram
[mari] nem ela
[Diana] era só desejo
[Diana] tesao
[Diana] acho que não
[Diana] quando eu mandei ela embora
[mari] ela dormia na sua casa
[Diana] ela chorou um pouquinho
[Diana] dormia no quarto de empregada
[Diana] mas a gente só transava de dia
[Diana] quando o maridao não estava
[Diana] foi um tempo muito bom
[mari] nunca acordou ela de madrugada
[Diana] ja
[Diana] quando ele viajava
[mari] e o marido dormindo?
[mari] ah
[Diana] não
[Diana] não tinha coragem
[mari] ela estava sempre disposta
[Diana] o mais que eu fazia era antes do jantar
[Diana] quando ele via o noticiario da tv
[Diana] eu arrastava ela pro quarto dela
[Diana] dava uns tapas na cara dela
[Diana] e mandava ela me chupar
[mari] no seu quarto não transaram
[Diana] era só levantar o vestido
[Diana] com ele em casa não
[mari] poxa..devia ser uma loucura
[mari] estou molhada
[Diana] quando ele viajava as vezes eu deixava ela dormir comigo
[Diana] mas normalmente ela ia pro quarto dela depois da transa
[Diana] se eu acordasse no meio da noite com tesao
[Diana] aí eu ia no quarto dela
[Diana] acordava ela beliscando os peitinhos dela
[Diana] ou puxando o pentelho
[mari] no meio da transa..vc chamava ela de meu amor
[Diana] eu era um bocado ma
[Diana] não
[mari] nem ela
[Diana] só de puta
[Diana] vadia
[Diana] cadela
[Diana] ela me chamava de senhora
[mari] ah
[mari] nossaa
[mari] vc chupou o cuzinho dela
[Diana] não
[Diana] só a buceta
[mari] pq
[Diana] não deu vontade
[Diana] mas eu metia o dedo
[mari] ela chupou o seu
[Diana] e um vibro que eu tenho
[Diana] chupou
[Diana] ela me chupava todinha
[mari] é demais
[Diana] uma vez
[Diana] eu estava jantando com o meu marido
[Diana] eu deixei cair um prato de arroz no chao
[Diana] de proposito
[Diana] ela veio limpar
[Diana] eu meti o pe na boquinha dela
[Diana] ela lambeu até eu gozar
[Diana] na cara do maridao
[Diana] ele nem desconfiou
[mari] legal
[mari] da um tesao né
[Diana] eu disse que estava com cara de tesao
[Diana] por causa dele
[Diana] ficou todo bobo..
[Diana] você está se masturbando?
[mari] tbem
[Diana] sabe o que eu fui fazer aquela hora que pedi pra você esperar?
[Diana] fui pegar um vibro
[Diana] senao não da pra digitar
[mari] vc gosta de dar o cuzinho
[Diana] to com um tesaooooooooooooooooooooo
[Diana] se aquela putinha ainda trabalhasse aqui
[Diana] eu botava ela de joelhos
[Diana] pra me chupar
[mari] nunca mais viu ela
[Diana] enquato eu converso com você
[Diana] não
[Diana] nunca mais
[Diana] ela era do interior do estado
[mari] ah
[Diana] deve ter voltado pra terra dela
[mari] seria uma fantasia vc procura-la agora
[mari] oi
[mari] kd vc
[Diana] até que eu gostaria de ter outra igual a ela
[Diana] estava limpando a tela
[mari] uma negra
[Diana] senao estoura pessoas
[Diana] é
[mari] bem folhosa
[Diana] uma negra dá mais impressao de escrava
[mari] dizem que elas sao demais
[Diana] sao sim
[mari] sao quentes
[mari] ainda vou ter uma
[Diana] você conhece alguma/
[Diana] mesmo sem transar?
[mari] conheço...mas não tenho coragem
[Diana] porque?
[mari] a empregada do meu irmao
[Diana] que idade ela tem?
[mari] eu dou mas olhadas pra ela
[mari] vinte e dois
[Diana] e ela?
[mari] mas ela não retribui
[Diana] corresponde?
[mari] não
[mari] não sei se faz de boba
[Diana] mas você tem que conversar com ela
[mari] pois é
[Diana] ela é casada?
[Diana] tem namorado?
[mari] mas possa dar bola fora
[mari] acho que tem namorado
[Diana] não precisa ir direto
[mari] ela é gostosa
[Diana] sabe como eu faria/
[Diana] ??
[mari] tem uma bunda gostosa
[mari] bunda gostosa
[mari] coxas
[mari] boca
[mari] o que vc faria
[Diana] eu pegava ela um dia que não tivesse ninguem por perto
[mari] ah
[Diana] e dizia que tenho um segredo
[Diana] que eu não tenho coragem de contar pra ninguem
[Diana] deixava ela bem curiosa
[mari] pois é
[Diana] aí dizia que
[Diana] tive uma namorada
[Diana] mulher
[mari] parecida com ela
[Diana] claro
[mari] ah
[Diana] crioula
[Diana] gostos
[Diana] aí ela ia sentir
[Diana] você não ia se comprometer
[mari] e se ela estranhar
[mari] e abrir o bico
[Diana] só estava fazendo uma confidencia
[Diana] mas se ela der margem
[Diana] é só agarrar
[mari] como assim
[Diana] ora, se ela reagir dizendo
[mari] ela pode abrir o bico
[Diana] você arruma outra
[mari] dai complica
[Diana] não
[mari] ela e empregada do meu irmao
[mari] não minha
[Diana] as pessoas sao mais discretas do que a gente pensa
[Diana] que é que tem?
[mari] tenho medo de arriscar com aquela negra gostosa
[mari] mas ela me da um tesao
[Diana] imagina só ela querendo te consolar
[Diana] você faz de conta que chora
[mari] quando usa um short
[Diana] ela te abraça pra te consolar
[Diana] você aperta ela
[mari] o nome dela é Luiza
[Diana] diz que ela é muito fofa
[Diana] se ela não se incomoda
[mari] nossaaa
[Diana] só um pouquinho
[mari] seria demais
[Diana] ja pensou
[Diana] ela dizer
[Diana] ta bem mas não fala pro teu irmao
[mari] eu adoraria
[Diana] você toda agradecida
[Diana] dava um beijo da boca da gostosa
[mari] e que boca
[Diana] de lingua
[mari] os peitos então
[Diana] ela ia ficar doida de tesao
[mari] ela é uma negra tesudona
[Diana] você bota a mao na xotinha dela
[mari] tem uma coxas
[Diana] mete a perna no meio das coxas dela
[Diana] e esfrega
[mari] nossa
[Diana] deixa ela doidinha de tesao
[Diana] aposto que ela é que vai pedir pra você comer ela
[mari] é mas se ela reagir
[mari] tenho medo
[mari] posso me dar mal
[Diana] você diz que estava desorientada
[Diana] pra ela perdoar
[Diana] não foi por mal
[mari] vou levar de manso... comendo ela no olho
[Diana] não boba
[Diana] isso não mata tesao
[mari] eu sei
[Diana] come ela de verdade
[Diana] chupa os peitos dela
[mari] é po que quero
[Diana] morde a barriguinha dela
[Diana] lambe o grelinho
[Diana] deve ser um grelao.
[mari] comer aquela potranca negra
[mari] eu lamberia ela toda
[Diana] ja pensou você deitar com a cabeça no meio dos coxoes dela?
[mari] nossaaaaaaaaaaaaaaa
[Diana] enfiar o rosto naquela buceta
[Diana] dois dedos no cu dela
[Diana] ela ia fazer todas as tuas vontades depois
[mari] chuparia ela ..ate depois da faxina...toda suada
[Diana] é gostoso
[Diana] botar ela de quatro
[Diana] enfiar a lingua nu cuzinho dela
[mari] eu sou louca por ela
[Diana] e um consolo na xota
[Diana] eu tenho umas fotos de crioula
[Diana] nuas e tambem fazendo sacanagem
[mari] tem????
[Diana] você quer?
[Diana] tenho
[mari] claro
[Diana] escreve pra mim eu te mando
[mari] como faz
[Diana] deusadiana hot.com
[Diana] anotou?
[mari] sim
[mari] vc tem foto sua?
[Diana] escolhe um nome que não seja muito comum
[Diana] agora eu vou
[Diana] ja estou atrasada
[mari] oi
[Diana] escreve pra mim
[Diana] ta bem?
[Diana] gostei muito de você
[Diana] beijo na tua boca
[Diana] xau
[mari] na sua tbem

conto 22

Minha rainha adorada, ja é mais de meia noite e eu estou morta de cansaço mas liguei o computador para escrever para a senhora para agradecer do fundo do meu coração pela oportunidade que me deu de gozar muito, acho que nunca gozei como hoje.
Ama, eu fiz tudo conforme a senhora me ordenou. Me tranquei no quarto e abri as portas do armário que tem dois espelhos de corpo inteiro. Tirei meu vestido bem lentamente e espalhei em cima da cama as roupas que iria usar. Fiz tudo bem devagar, para aproveitar ao máximo a permissão que a senhora me deu para gozar.
Vesti um fio dental vermelho bem justinho, que me entrava pela racha e me alucinava de tesão. Fiquei assim por algum tempo rebolando obscenamente em frente ao espelho, me exibindo para a minha deusa. Coloquei um par de meias pretas arrastao, dessas que as putas usam. A senhora não mandou comprar essas meias, mas como eu tenho as coxas grossas e gostosas, achei que a senhora aprovaria. Espero que não se zangue comigo, a intenção é só que a senhora sinta tesão por sua escrava.
Assim de calcinha, porta-liga e meias, eu me pintei com cores fortes, um baton bem vermelho, um penteado de vadia. A senhora devia me ver... uma perfeita rameira... a buceta já estava molhada antes mesmo de eu terminar de me arrumar. Vesti uma saia de cetim muito justa que pega no alto das minhas coxas e um top de malha vermelha tamanho P (eu uso tamanho grande) que me deixava a metade dos seios de fora. Na afobação, esqueci de usar sutiã, peço perdão por isso.
Voltei aos espelhos e andei de um lado para o outro, rebolando e lambendo os lábios, como uma vadia. Dona Teca, que delicia. Foi muito difícil prender o orgasmo, eu estava tão louca... mas consegui, imaginei a senhora me dando uma surra por gozar antes do tempo... belisquei meus biquinhos, até doer. Como eu queria que fossem os seus dedos me torturando...
Não sabia se a senhora queria que eu ficasse vestida para executar suas ordens, então fiz um meio termo: depois de fazer muitas poses sacanas em frente ao espelho, tirei a saia, a blusa, e o fio dental, ficando somente com as meias e a cinta-liga. Queria que a senhora me visse, tenho certeza que eu iria lhe agradar.
Recostei-me na cama, sempre olhando o espelho e passei o vibro por todo meu corpo, até chegar na buceta. Fiquei só roçando nos lábios, sem encostar no grelo, o que estava me matando de desejo. Então coloquei os dois prendedores nos mamilos, como doeu... eu nunca tinha feio isso. Quase tirei, mas não tive coragem, sabia que a senhora não ia gostar. Então comecei a me fuder com o vibro. Era de tamanho médio, pois eu guardei o maior para quando a minha dona quiser me fuder. Mal iniciei a penetração, comecei a gozar. Comecei um vai-vem muito violento, imaginando que era a senhora fudendo a sua escrava. Fiquei assim não sei por quanto tempo. Só parei porque as forças faltaram.
Tirei o vibro e lambi todinho, limpei-o com a língua. Minha buceta estava ainda encharcada e recolhi um bocado do meu mel com a mão e esfreguei no rosto, lambi a mão... e adormeci... sem me lavar, conforme a senhora ordenou.
Foi a noite mais maravilhosa da minha vida...
Dona Teca, eu já imaginava que uma mulher maravilhosa como a senhora deveria ter muitas escravas. Eu espero que possa estar à altura das outras e poder dar muito gozo à minha ama.
A senhora costuma entregar suas escravas para que outras dominadoras se sirvam dos seus corpos? obrigada por ter mostrado minha mensagem para sua amiga. É sinal que eu estou sendo uma boa puta para a senhora, não é?
Meu cuzinho aguarda pela senhora, louco para sofrer e gozar. A senhora vai gostar de arrancar minhas preguinhas e me ver chorar de dor e prazer.
De joelhos, como sempre, a sua
julinha

conto 23

Sou uma mulher de dezenove anos e tenho um caso com minha empregada (de seios fartos, morena, tipo mulata, cabelo comprido até a cintura e encaracolados, olhos verdes, cintura finíssima, bunda com uma marquinha de biquíni fio dental, e geralmente raspa a bocetinha para fazer o que ela adora: escrever o abecedário com a minha língua - ela adora quando eu faço o pingo do i).
Ela começou a trabalhar aqui em casa há meses, e logo quando a vi fiquei espantada com tal beleza pois estava com uma blusa decotadissima por onde sobressaía seus seios volumosos, aparecendo a barriga e com uma calça apertada enfiada naquela bunda que percebi meu pai olhando demais meio desajeitado. Logo pensei em passar umas indiretas pra ela soh para ver se eu tinha alguma chance, como meu pai, nos primeiros dias não conseguia conversar sem olhar para seus seios sempre metade descobertos, só que ela percebia e dava risadinhas, e, para disfarçar resolvi dizer:
- Eu queria colocar silicone nos meus, sabe? São muito pequen...
Mas logo ela disse:
-Como pequenos? Me parecem ser maravilhosos!
-Não! Eu os acho horríveis! pequenos, bom, nem tanto, mas não são do tamanho que eu queria: como os seus.
-Então mostre-me os seus, assim eu acho q vou poder te dizer se deve ou não colocar mais peito.
-Ahaaa... naaaao...
-Ah, vai, devem ser lindos.
-Tá, com uma condição: se você me mostrar os seus.
Logo ela levantou a blusa, sem soutien, seus mamilos estavam durinhos, como se estivesse arrepiada, excitada, seus seios olhando pra mim me pedindo pra que eu os chupasse... quase não consegui me conter, fiquei paralisada sem saber o que fazer, então ela disse:
-Karina! não vai mostrar os seus? hei, menina, o que houve?
-Ah! nada, pode olharl.. hm, pera ai.. pronto! agora me responda, o que achou?
-Eu acho que se ele percorresse o corpo de uma pessoa ela iria ficar louca de tesão.
-Quem por exemplo?
-É.. hm.. eu
Assim que escutei ela gemendo antes de dizer que era eu quem ela queria não estava me suportando e fui ao encontro dela, colocando minhas maos em sua cintura, assim senti seu peito ao encontro do meu, isso me deu uma vontade de tirar a blusa, tanto que tirei, e quando ela disse que iria ficar cheia de tesao de mim, coloquei minha boca e minha lingua que passeavam insaciavel por volta daqueles mamilos nunca vistos iguais! Que maravilha! Tinha um bico enorme!
Eu tirei sua blusa logo depois suas maos já estavam apertando minha bunda e passando a mao por debaixo de minha saia, isso me dava um tesao louco. Deitamos no chao da cozinha mesmo e comecei a explorar seu corpo com minha lingua até chegar em sua barriguinha maravilhosa, desabotoei sua calça e abaixei ela, mas nao é que a safada nao usa calcinha?
Sua calça estava muito molhada, suas pernas abertas para mim, enfiei meus dedos direto em sua bucetinha, e com que facilidade entrou! Mas ela gemia alto, ficava até com receio de alguém que escutasse... apertava seus seios e mamava neles com vontade, e aquela bocetinha me deixava louca, rebolava na minha mao como se estivesse sendo comida por um pau imenso, assim ela gozou, olhou pra mim e disse:
-Agora é a tua vez, sua gostosa, fica de quatro e deixa eu ver seu cuzinho e tua buceta, vá!
Fiquei assim o mais rapido possivel, imaginando o que ela faria comigo, empiniei o máximo possível a minha bunda para que visse minha gurtinha completamente molhada, quase pingando, mas me lembrei que estava com calcinha, enfiada na bunda e bem na buceta, mas estava! Assim, ela levantou minha saia e viu minha bunda inteira, passou a mao por toda ela, senti depois seus enormes seios na minha bunda, e aquele mamilo gostoso passando pela minha buceta, aí eu comecei a ir cada vez mais pra trás, louca para sentir um dedo, uma lingua, o que for lá, mas bem la dentro, assim, ela abaixou, ficando também de quatro, tirou minha calcinha com ajuda dos dentes e de sua lingua rígida e deu de encontro com minha buceta, começou a lamber como uma cadela enfiando seu dedo na minha buceta e em seguida no meu cu, dei um gritinho de dor, mas foi ficando gostoso na medida que ela foi colocando cada vez mais dedos, já tinha quatro, tava arrombando todo ele, fui sentindo seu seio se aproximando novamente, e quando ela pressionou ele contra mim, senti que estava gozando, nossa, nunca tinha na vida sentido gozar assim antes com uma mulher.
Fui beijá-la loucamente quando escutei um barulho, era o meu vizinho Bruno de vinte e dois anos, um homem muito bonito que me paquerava sempre, cabelo raspado, olhos verdes, costas largas, bem alto, magro.
Aquele monumento olhou pasmo quando percebemos sua presença, mas como aquela empregada devia estar mesmo com vontade de um pau, foi pra cima dele, tirando sua calça, deitando e abrindo as pernas o máximo possivel pra que ele pudesse ver que sua boceta estava querendo aquele pau perfeito que estava duro e grande, ela nao precisou dizer nada, simplesmente deu uma risadinha e dele caiu de joelhos e começou a tomar posse de tudo aquilo, enfiou seu pau o mais rapido possivel e continuou comendo ela até eu chegar engatinhando e fazer ele chupar e lamber meus seios.
Ele saiu dela e falou se eu queria dar minha bundinha, eu disse que se ele fosse com cuidado, ele podia fazer o que quisesse, fiquei de quatro de novo pra ele poder bombar no meu cuzinho segurando a minha bunda, com o pau encharcado vindo da buceta da outra foi enfiando devagar e eu, cada vez com mais tesao, rebolando minha bunda pra ver se entrava mais fácil, e sentindo centimetro por centimetro entrando, estava já quase estourando de tesao, gozei mais duas vezes até ele gozar dentro do meu cuzinho.
Chamei aquela vadia que só assistia a tudo, começamos a nos beijar novamente, passando a mao uma na outra, minha perna entre as pernas dela, estava totalmente doida pra gozar novamente, fui de encontro com sua buceta, ela gostou tanto de sentir minha lingua que a senti gozando enquanto recolia todo aquele liquido que saia daquela gruta, assim, olhei sem tirar minha boca de lá pro Bruno que já estava de pau duro, batendo uma punheta, as duas foram até ele e começamos a laber todo o seu pau, percebi como estava com tesao de ver duas linguas disputando seu pau, assim, comecei a chupá-lo com muita vontade, enquanto ela lambia as bolas como ele pedia, ficamos naquele gostoso vai e vem de bocas e lingua até ele explodir, começou na minha boca, mas logo afastou meu rosto para ver gozando nele todo...
Escutamos meu pai chegar, nos vestimos o mais rápido possível e tentamos afastá-lo da cozinha enquanto ela fingia que havia derramado um doce no chao testemunho do nosso prazer.

conto 24

Chamo-me Sylvia, sou artista plástica e esta história que vou contar a vocês ocorreu no interior do Estado do Paraná no início dos anos setenta. Trata-se de uma verdadeira e inesquecível aventura. Lembro-me que era uma quarta-feira ensolarada de um janeiro muito quente e eu me encontrava viajando sozinha em meu carro por uma estrada bastante deserta: estava indo para uma exposição no interior do estado. Como na época não havia ar condicionado eu estava com muito calor, a garganta seca, e o suor escorrendo pela face. Ao longe avistei um cruzamento com a via férrea e próximo algumas construções muito antigas. Parecia uma estação abandonada e parei o carro ali à procura de água. Desci e dei algumas voltas ao redor da construção, constatando infelizmente que não havia uma alma viva por ali.
Atravessando para os fundos, numa última tentativa, vi um paredão de pedras, mato e entre elas um cano que formava uma bica de uma água deliciosamente gelada. Olhei mais uma vez ao redor e não resisti. Tirei minha sandália e toda a roupa que estava vestindo - apenas um top branco e uma bermudinha jeans preta curtinha. A água estava maravilhosa e enquanto eu tomava um banho delicioso aquele ambiente todo ia mechendo muito comigo, despertando minhas fantasias. Sem secar nem o corpo nem os cabelos, vesti minha roupa e decidi que não colocaria a calcinha...
Somente notei que estava sendo observada o tempo todo quando me afastei da bica. No início o pavor tomou conta de mim, mas quando mirei melhor aquele homem desconhecido meu medo foi sendo substituído por aquela excitação que já tomava conta de meu corpo. Percebi que coisas excitantes poderiam ocorrer e que isso só dependeria de mim.
Ele me fitava parado, bem calmamente, com o pé encostado em uma das paredes e uma das mãos nos bolsos de sua calça jeans amarrotada. Era loiro, tinha lindos olhos azuis e estava sem camisa. Tentando resistir ao encanto que tomava conta de mim, pensei 'não resisto e vou me aproximando... até chegar bem perto... deslizar minhas mãos em seu peito, barriga, pernas... fitando os olhos azuis mais bonitos que eu já vi, uma boca sedenta de vontade de beijar todo meu corpo e um olhar insinuando que vai me deixar louca de prazer naquele lugar abandonado...'
Não me contive e ele me recebeu com um sorriso: se eu fora até ali era porque realmente eu sabia o que queria. Ficou parado da mesma maneira, admirando o meu corpo ainda molhado, sem me tocar. Minha mão foi deslizando com um caminho certo... desabotoei lentamente a calça dele e fui descendo o zíper suavemente... sentindo o tamanho do orgão que ali estava à minha espera. Com a calça dele levemente aberta comecei a beijar o seu pescoço, descendo para o peito, que chupei bem gostoso, para em seguida descer minha língua pela barriga dele sentindo que ele não estava mais agüentando de tesão. Então pela primeira vez ele disse:
- Não estou mais agüentando... Quem é você? Venha quero te acariciar...
Então eu disse a ele que ainda não era a hora dele, e com os dentes fui tirando a calça dele e beijando as suas coxas, subindo... beijando toda a sua perna... e dando mordidinhas de leve na parte interna das coxas... com as mãos sentindo a sua bunda durinha e gostosa. Então ele fez sinal para que eu parasse e apontou para a bica de água. Eu entendi, tirei a cueca dele com as minhas duas mãos, atirei para longe, e deitei-me sobre uma pedra bem próxima. Os movimentos dele, de costas para mim, naquele banho delicioso sob aquela fonte de água gelada me deixaram ainda mais excitada. Eu abaixei o zíper das minha bermudinha e como estava sem calcinha comecei a me acariciar de leve.
Quando ele terminou, ficou no sol me fitando com aqueles olhos azuis brilhantes e notei que seu membro começava a crescer: era impossível um homem não se excitar comigo ali, me tocando daquela maneira e gemendo baixinho. Ele chegou bem próximo de mim e comecei a beijá-lo de novo em suas coxas molhadas, enquanto com as mãos ia conhecendo aquele membro. Subi minha língua até chegar nas bolas, e passei a pontinha em cada uma delas... Ele me olhou e pediu se eu sabia o quanto prazer isso lhe causava. Como resposta, deslizei minha língua até chegar em seu pênis... mas sem chupá-lo, continuei com a ponta da língua, subindo de cima a baixo...
Como eu precisava admirar mais aquele corpo maravilhoso, deitei-o sobre a pedra onde eu estava inclinada e comecei a fazer-lhe uma deliciosa massagem nas costas e no seu peito, para livrá-lo de qualquer tensão que ainda pudesse estar presente. Dei-lhe deliciosas mordidinhas em sua nuca, ombros e fui descendo pelos braços dele, até o bumbum. Quando ele não estava mais agüentando de tanto tesão deixei que ele se virasse e me agarrasse. Deitou-me na pedra quente e molhada pelos nossos corpos e me beijou a boca chupando a minha língua enquanto com as mãos tirava toda o meu top. Segurou-me o corpo um pouco erguido o com a língua foi descendo pelo meu pescoço até chegar em meus seios que estavam duríssimos. Mordiscava os mamilos enquanto com um dedo entrava por dentro de minha bermudinha já aberta encontrando a minha xoxotinha ensopada e fresquinha. Encontrou o meu clitóris com os dedos e começou a beijar a minha barriguinha, bem dos ladinhos, abriu minha bermuda e a retirou rapidamente, para alojar sua língua entre os lábios da minha xoxotinha.
Comecei a tremer de prazer quando ele começou a mordiscar levemente meu clitóris com a sua língua bem durinha e áspera. Ele o fez com tanta perfeição que gozei logo em sua boca. Então fiz o que não tinha feito antes: deitei-o e peguei no membro dele, mais duro e quente que a pedra sobre a qual estávamos. Coloquei-o todo dentro de minha boca e comecei a mamá-lo devagar enquanto com as mãos apalpava a sua barriga, o seu bumbum e as bolinhas dele. Apressei meus movimentos em estava me deliciando com o gostoso movimento de vai e vem do membro dele dentro de minha boca, em contato com os meus lábios. Quanto notei que ele iria gozar, envolvi o membro dele com as minhas duas mãos, deitei-me e acariciei-o deliciosamente até que ele gozou todo o seu líquido quente sobre os meus seios. Adorei e levei o membro dele de encontro aos meus mamilos para que ele terminasse de sentir o seu prazer plenamente.
Grande foi a minha surpresa quando notei que o membro dele continuava duro e quente: uma excitação redobrada tomou conta de mim novamente!
Abri minhas pernas e ofereci minha grutinha ensopada para ele. Ele me beijou, me segurou e me penetrou devagarinho, iniciando um movimento circular que envolvia toda minha xoxota num ritmo maravilhoso. A base do pênis dele tocava exatamente em meu clitóris durante os movimentos e logo eu gozei de novo, cravando meus dentes no pescoço dele. Achei que tínhamos terminado quando ele me conduziu até uma parte plaina entre as pedras e me colocou de quatro, naquele cenário com gosto e cheiro de selva. Ofereci toda minha xoxotinha para ele, que me comia enquanto segurava meu corpo pela cintura.
Fui às núvens quase ele enterrou tudo e ficou fazendo movimentos dentro de mim, bem no fundo de minha grutinha. Quando notou que o gozo estava se aproximando de novo, ele se inclinou um pouco, segurou meus dois seios com suas mãos cheias e trouxe seu corpo ainda mais para dentro do meu. Até então eu nunca imaginara que um homem poderia gozar tanto e tão intensamente. Depois ele me colocou de pé de costas para ele e retirou seu mebro de dentro de mim para que eu terminasse de chupá-lo e o livrasse de qualquer resíduo dos seus líquidos.
Olhei bem para os olhos dele. Sou uma mulher bonita, tenho cabelos loiros naturais, ondulados até o meio das costas, olhos verdes e já fora desejada por muitos homens, mas aquela acabara de ser uma das experiências mais excitantes de minha vida. Não tive dúvidas: como meus compromissos seriam só dali a dois dias, acabei não resistindo ao desejo de ficar naquele local até o dia seguinte bem cedo, apreciando aquela maravilhosa paisagem silvestre e os encantos que aquele homem me proporcionava.
Ao término da exposição, três dias após, voltei pela mesma estrada e parei no mesmo local, mas para a minha desolação não havia ninguém e eu tinha compromissos na capital, e assim não poderia ficar ali à espera. Voltei para Curitiba um pouco chateada pois desejava-o muito e ele não saia de meus pensamentos. Cheguei a me tocar no hotel pensando em tudo aquilo que tinha se passado. Uns dez dias após, numa madrugada, eu estava dormindo quando o telefone tocou do lado da minha cama. Reconheci a voz imediatamente e ele me disse que estava na cidade e não tinha onde passar a noite. Um sorriso brotou de meu rosto: dei-lhe meu endereço e não dormi enquanto a campainha de meu apartamento não tocou. Me segurei para não recebê-lo apenas de lingerie. Mas a sequência, é claro, vai ficar para um outro conto.

conto 25

Me chamo Carine, tenho 25 anos, carinha de menina, morena, cabelos negros e longos, bunda e peitos fartos. Eu era evangélica,
frequentava o mesmo templo de meus pais, meu namorado e a sua familia.Foi ali que conheci Juilo, um rapaz com quem namorava há anos. Ele sempre me respeitou, tinhamos planos de casar e sonhava que ele fosse o meu unico homem. Sou de uma familia humilde e tenho que trabalhar para ajudar meus pais. Há três meses atrás, pasmem, eu ainda era virgem!
Estava passando por umas dificuldades por falta de grana e trabalhava numa sala no centro da cidade com o Sr. Geraldo, meu patrão, que só aparecia no escritorio no inicio da manhã. Eu era responsavel e controlava uma 'caixinha' com o dinheiro para pagar pequenas contas, como condominio, luz e telefone. Essa caixinha tinha algo em torno de R$, mensais e eu sempre prestava contas ao Sr.Geraldo no inicio de cada mês. Como sempre estava 'dura', as vezes eu pegava um pouco desse dinheiro para as minhas despesas, mas apos meu pagamento sempre devolvia ao caixinha. Estavamos no meio do mes, quando voltei do almoço e encontrei o Sr. Roberto, contador do meu patrao, com a caixinha na mão me esperando. O Sr. roberto era um velho asqueroso de anos, cheirava a suor e cigarro, careca e envergado de tão magro. Sempre quando aparecia no escritorio tentava se engraçar comigo, mas eu sempre era muito grosseira com ele. Apavorada, porque sabia que não poderia comprovar os R$, que estavam faltando, esperei ele se pronunciar: '- Carine, eu vim dar uma conferida na saida de dinheiro a pedido do Sr. Geraldo e notei que esta faltando, o que voce me diz?'. Comecei a gaguejar na explicação e ele logo me cortou: '- Voce é uma ladra e vou chamar a policia agora para resolvermos isso'. Comecei a chorar desesperadamente pedindo para ele não fazer isso comigo. Vendo meu desespero ele calmamente falou: '- Olha, a gente pode resolver isso sem que ninguém saiba de nada, e depois voce repõe o dinheiro. Foi então que eu lhe perguntei como poderiamos fazer isso e ele cinicamente me olhou e falou: '- Eu quero te ver peladinha aqui na minha frente. '. Completamente chocada com aquilo voltei a chorar. Eu, ainda chorando, supliquei: '- O senhor é um velho muito cruel, eu não posso fazer isso. Não me obrigue!!!. Ele retrucou que por ele tudo bem e pegou o telefone dizendo que estava ligando para a policia. Totalmente desesperada eu gritei: '-Tá bom, tá bom!!!!'. Ele sorriu, e desligou o telefone. Falou que tinha que voltar para o seu escritorio, mas que voltaria no final do expediente para que eu cumprisse a sua ordem. Saiu e eu fiquei chorando sem parar. Nem meu namorado tinha me visto nua, aquilo tudo não poderia estar acontecendo. Quando meu expediente terminou, resolvi me antecipar ao Sr. Roberto e ir embora. Estava no hall e o elevador chegou e trazendo junto o velho que já saiu dizendo: '- Aonde voce pensa que vai? '. Deixei o elevador ir embora e entrei na sala junto com o velho. Apavorada eu pedia para ele não fazer isso comigo e ele me explicava que apenas queria me ver nua e nada mais. Como não tinha jeito, e acreditando que aquilo seria rápido, começei a tirar a minha roupa. Logo meu corpo virginal começava a ficar exposto e o Sr. Roberto me olhava atentamente. Estava totalmente peladinha e o velho não resistiu e avançou em cima de mim, segurando meus pequenos seios, suspirando de prazer. Tentei fugir mas ele me abraçou pela cintura e disse que queria sentir a minha pele. Ele sentou no sofa me puxando para o seu colo. Quando sentei pude sentir que ele estava de pau duro. Ele começou a falar que eu sempre o esnobava e que agora nós iriamos nos conhecer melhor. Chorando, eu pedia para ele me deixar mas ele forçava a mão entre as minhas pernas. Foi quando eu implorei para que ele parasse porque eu ainda era virgem. O velho ficou com um tesão incrivel, e mamava meus peitos e me acariciava toda. Ele me disse que eu teria que fazer uma coisa para ele e assim ele não me comeria. Naquele ponto eu estava topando tudo, com muito medo de ser descabaçada. Ele ficou em pé na minha frente e tirou as calças e em seguida a cueca me mostrando um imenso caralho, duro, com a cabeça apontando para o meu rosto. Me rdenou que o chupasse e eu sem nenhuma intimidade no assunto, pois nunca tinha visto um penis ao vivo, comecei a passar a lingua na cabeça do pau. Ele me agarrou pelo pescoço e meteu quase a metade do pau, que tinha mais de cm., na minha boca. Fiquei chupando esperando que assim ele se acalmasse. Apos alguns minutos ele abaixou e me empurrou abrindo minhas pernas. Foi aí que ele pode ver a minha bucetinha e comprovar que eu ainda era virgem. Encostou a boca e começou a me lamber. Aquilo no inicio era nojento mas logo ele fez ficar alucinante. Eu não sabia, mas eu estava gosando sem parar na boca daquele velho nojentão. Soltei um grito e perdi os sentidos por alguns segundos. Quando percebi ele estava deitado sobre o meu corpo chupando meus peitinhos. Eu estava sem forças e ele se ergueu um pouco posicionando o pirocão na entrada da minha bucetinha. Tentei empurra-lo e gritei: 'Não!!!! Não me mete esse piru!!! Eu sou virgem!!!'. Ele me disse que queria só esfregar a cabecinha e começou a faze-lo. Ele fazia aquilo com maestria e contra a minha vontade começei a ficar molhadinha e ele notou isso e forçou um pouco mais a cabeça para dentro de mim. Gritei e ele falou: '- Calma menina, é só a cabecinha, eu não vou meter o pau.'. Senti uma forte e dolorosa fisgada quando ele conseguiu introduzir a cabeça do pau na minha buceta. Eu o agarrava firme pelos ombros e o olhava apavorada, falando:'- hega!! Só isso por favor, não mete mais não!!!' . E aconteceu: com a cabeça entrando ele empurrou o resto para dentro, me fazendo gritar de dor. Chorando eu dizia: '- Tira por favor!!! Tá me rasgando!! Para por favor!!' Mas que nada, estava falando com as paredes e o velho começou a fazer um movimento ritimado enfiando e tirando aquele picão da minha bucetinha. Estava ficando toda molhada, e a piroca do velho já estava mas gostosa naquele momento. Foi quando lembrei que ele não poderia gozar dentro de mim e supliquei: '- Por favor, me atenda dessa vez, não goze dentro, não estamos prevenidos! O Sr. está sem camisinha e eu posso engravidar! ' Foi eu falar isso e o velho soltou um grito, como um urro de um animal, bombeando porra sem parar com o caralho dentro de mim. O velho gosava violentamente. Aquela sensação me fez gosar novamente. Recebi toda a porra do velho dentro de mim e pensei no risco que estava correndo. O leite estava derramado, não adiantava mas chorar. Permaneci deitada chorando e ele foi se vestindo me dizendo: '- A sua pererequinha agora tem outro nome, ela se chama BUCETA!'. Eu continuava chorando e ele continuava a falar: '-Amanhã eu volto, esteja preparada para sentar no meu pau!!!'. Ele terminou de se arrumar e foi embora. Em seguida eu fiz o mesmo. Aquilo continua acontecendo até hoje, em todos os finais de tarde aqui no escritório. O Sr. Roberto já me comeu de todas as maneiras, inclusive meu cuzinho. A frequencia das fodas foram tão grandes que acabei engravidando

conto 26

Vou contar uma historia que me aconteceu numa sexta-feira a noite, altas horas da manha. Tinha decidido sair de casa naquela sexta apenas para azarar e procurei um lugar bem calmo, que tocava uma musica legal para se dançar, seja acompanhado ou não... Logo que cheguei vi aquele um carinha loiro, barba por fazer, rindo descontraidamente com mais dois amigos. Olhei, sorri, azarei, cantei e etc, porem não tive coragem de me tentar uma aproximação. Ele me comia com os olhos, mas também manteve-se distante. Seus amigos foram embora e ficamos nos encarando um bom tempo Tenho de confessar que morro de medo quando isso acontece, porque depois fico toda encabulada quando o cara marca em cima... Não sei se por sorte ou por azar, o tal carinha lindinho não me marcou em cima, então decidi ir embora... Quando estava abrindo a porta do carro, sinto uma mão batendo a porta... Era ele, lindo e tesudo, que viera atrás de mim , fazer sabe lá deus o que... Ele foi um dos homens mais gostosos que um já tive. Me pegou de um jeito, beijando meu pescoço e ao mesmo tempo me apalpando que só de lembrar fico toda arrepiada!!! Logo que ele me abraçou por trás, começou a passar a língua no meu pescoço e a roçar aquele pau em mim... Me virou de frente e me beijou carinhosamente, passando a mao entre meus cabelos, descendo pelas costas, levantando minha saia e rasgando minha calcinha... Nossa, como ele faz isso com maestria!!! enquanto ele me beijava ardentemente, percorrendo todos os lugares da minha boca, ele mexia na minha buceta, em um vai e vem com aqueles dedos, me bolinando, me deixando cheia de tesao... Mamando os meus peitos, ora colocando-os todo na boca, ora amassando, rapidamente e meio que bruscamente, ele me colocou deitada no capo do carro e me fudeu devagarzinho, mas enfiando todo aquele cassete q2ue mais tarde eu experimentaria... Ficamos no sereno na noite, comigo sendo fudida e ele me fazendo gemer igual a uma cadela no cio... depois ele me colocou de quatro, me enfiou no cu com o pau e com o dedo na buceta... ficamos ali e depois combinamos de nos encontrar outras vezes... se nos encontramos???? somos namorados!!!

conto 27

Meu nome é Lílian, tenho vinte e dois anos, hum e setenta e cinco de altura, cintura fina tipo violão, seios médios e durinhos, cabelos ate os ombros, coxas torneadas, .......... Bom a minha historia começou quando eu tinha dezesseis anos e estuda e trabalhava no interior de São Paulo. Trabalhava numa fabrica de peças durante o dia, para poder pagar minhas despesas. Tudo começou quando um dos empregados da fabrica queria apenas ficar me encoxando. Pensei na proposta dele e como precisava de dinheiro urgentemente disse que de graça não faria. Ele topou e na hora do lanche da tarde fomos até os fundos da fabrica aonde ele me colocou de costas, apoiada na parede e começou a me encoxar. Segurando a minha cintura ele ficou fazendo movimentos em dado momento ele começou a explorar os meus seios por cima do avental e ai senti algo gelado na minha bunda.
Ele havia gozado e manchado o meu avental. Ele se foi e eu voltei para o interior da fabrica. No dia seguinte mais operários já estavam sabendo e queriam uma casquinha comigo. Mas eles queriam mais. Propus apenas o sexo oral para eles. Eles logicamente aceitaram e na hora combinada eu estava com eles so para fazer o oral. Infelizmente o meu chefe acabou descobrindo tudo e resolveu fazer uma proposta ou aceitava ou era demitida. Como precisava do emprego concordei. Ele me pediu para estar numa casa depois do expediente.
Quando chequei la, ele já estava e me convidou para entrar. La dentro tinha mais quatro pessoas jogando carta. Ali era uma espécie de clube das bolinhas. Ele me levou para o quarto no andar superior e abriu o jogo. Eu deveria estar pelo menos três vezes por semana na casa para agradar os sócios. Eu disse que não e iria embora, mas ele me segurou forte e me mostrou uma fita da fabrica aonde eu fazia um boquete para dois rapazes. Chorei, implorei que ele me desse a fita mas ele disse que seria a garantia dele e que me daria depois de um tempo e ainda ganharia algum trocado para isso.
Sem escolha aceitei. Ele me deu algumas peças intimas para vestir. Um fio dental, soutien meia taça e uma canga transparente. Assim que me vesti eu sai do quarto e ele me levou para a sala aonde estavam jogando carta. Quando me viram todos se levantaram e vieram em minha direção. O meu chefe disse que eu era deles esta noite. Não deu tempo nem de dizer nada. Fui agarrada e levada para o sofá da sala. Eles tiram as roupas e tiraram o resto das minhas roupas. Eu gritava, xingava, mas parecia que isso os excitava mais ainda. Fui literalmente comida, currada por eles durante umas três horas.
Ate que eles finalmente se cansaram e começaram a ir embora. Meu chefe me pegou, levou para um dos banheiros para poder tomar uma ducha, para poder limpar o corpo e me levou para casa. E me disse para estar no final de semana de volta la como uma puta. Voltei la durante mais ou menos uns três meses até que eu terminei o colégio e fui morar em São Paulo para fazer faculdade e trabalhar. Muito difícil morar em São Paulo, mas consegui um emprego e estava fazendo a faculdade. Numa dessa, eu estava numa outra faculdade sentada numa lanchonete quando três carinhas da faculdade chegaram e perguntaram se não poderia sentar comigo. Até ai tudo bem, mas ai veio a proposta.
Eles queriam transar comigo. Depois de muito pensar disse - lhes que tudo bem mas tinha quer ter alguma grana nisso. Eles olharam direito e toparam. Então fomos para o interior desta faculdade e entramos num dos vestiários vazios. Tirei toda a minha roupa e eles também. Ficamos nas preliminares ate que eles me levaram para a mesa de massagens e ali foram se aproveitando de mim. Ficamos uns quarenta minutos ali. Depois disso eles se foram e eu fui também. No caminho resolvi fazer algumas contas e descobri que talvez uns bicos não fariam mal a ninguém. A partir disso eu já tenho algumas roupas muito sexy que eu uso para ganhar algumas notinhas na noite paulistana. Tais como salto alto, meia sete oitavo, cinta liga, fio dental, soutien meia taça, mini saia justa de algodão e uma blusa transparente.

conto 28

Me chamo Isabella Garcia, 34 anos, altura mediana, olhos verdes, cabelos negros e lisos, morena india, coxas grossas e torneadas, pés pequenos, seios médios e pontudos, bumbum grande malhado e arrebitado, cintura fina e braços fortes. Me considero uma mulher muito bonita e atraente. Aos 14 anos ja era dona de um corpo bem torneado, praticava muita natação e judo, inclusive ja ganhei um campeonato juvenil de judo no ginasio. Aos 16 anos meu pai me tirou do esporte porque minha mãe havia flagrado a mim e o professor nús no meu quarto, treinando alguns golpes especiais.
Sou formada em direito pela UFMG, entrei na faculdade com 18 anos e só consegui me formar aos 26. Tudo por decorrência de muito sexo, drogas e rock "n roll. Não conseguia ficar um dia naquele lugar sem fazer sexo, ainda mais quando o alojamento da faculdade se torna seu lar. Transava com muitos alunos e professores, tenho muita sorte de não ter engravidado todo esse tempo e não ter contraido doenças. Muitas garotas nem olhavam pra mim e me chamavam de puta, pura inveja. Digo a vocês que se um homem esta na cama comigo não é ele que manda, varias vezes ja rendi na cama homens extremamente fortes. A cama é o meu tatami, enquanto estiver la sera dominado por mim. É dificil encontrar um macho que me derrote, aliás nunca aconteceu!!! No momento estou trabalhando como auxiliar jurídica, não é muito minha praia mais o salário é bom. Afinal de contas manter as aparências faz bem pra qualquer ser-humano.
Há um problema muito grande com minha vida e ele se chama Sexo. Não me considero puta, prostituta, piranha ou outra coisa qualquer apesar de respeitar a profissão, pode ser doença ou coisa do tipo pois o sexo pra mim é mais fundamental do que beber água. Se fico uma semana sem trepar fico nervosa e as vezes passo até mal. Doença ou não viver sem é impossível, quando quero dou pra qualquer um e quando não quero me masturbo. Vivo a procura do sexo perfeito, posso transar ate 6 vezes ao dia se achar que devo. Sou uma mulher que segue mais os instintos do que o coração. Dos homens só aproveito a cabeça de baixo, se o sexo for bem feito, gosto deles pequenos, grandes, médios, grossos, avantajados ou magros.
Já transei com homens de pau pequeno que me fizeram gozar várias vezes. mais importante é a qualidade e não a quantidade certo!!! Ja conheci homens com pênis enormes mais na cama sua ação fica pequena. Já fui amarrada, levei tapas na cara, nas coxas, na bunda, ja fui mijada, estuprada e quase enforcada uma vez. Mas nada disso me levou ao extase total. O sexo com dominação pode levar uma mulher morrer de excitação se bem executado. Há noites em que minha excitação esta em ponto de bala e saio as ruas a procura de prazer, fico horas tomando banho e me maquiando e saio igual a uma puta, pronta para receber qualquer coisa pela frente, nunca por dinheiro sempre por prazer!!!

conto 29

Meu nome é Dafne, e tenho hoje 29 anos, depois de vários relatos lidos em revistas e agora na mídia eletrônica, em todos eles me masturbava pensando, ou melhor me colocando no lugar dos narrados, isto me deliciava, ou melhor me delicia até hoje, e sem dúvida é nestes relatos que coloco de algumas de minhas fantasias. O que passo a relatar agora foi vivenciado por mim, participando ativamente. Alguns anos atrás, eu ainda era noiva de meu marido Roberto, meus pais eram separados, no dia do aniversário de minha mãe, na época ela estava fazendo 42 anos, como morávamos longe da família, os convidados se restringiam a família de meu noivo, seu pai Manoel, 45 anos na época, sua mãe, Julieta, 40 anos, seu irmão Ronaldo, 23 anos, uma amiga de minha mãe, neste dia notei os olhares de meu futuro sogro para minha mãe, que por sinal, era uma morena lindíssima, seu corpo era proporcional, seios enormes, cabelos negros crespos, uma boca carnuda, pernas compridas, eu notava que em determinadas horas ele falava algo ao seu ouvido, que deixava ela encabulada, mas não passou disso.
Outro dia, depois que saí de casa para ir para o trabalho, pela manhã, me despedi dela, mas no meio do caminha, eu trabalhava em uma empresa distante 40 km de minha casa, no meio do caminho me dei conta que tinha esquecido uns documentos que precisaria naquele dia, liguei para a empresa e disse que iria me atrasar um pouco. Quando cheguei em casa, não vi movimento algum, quando estava indo para meu quarto, notei uns sussurros no escritório, olhei por uma fresta entreaberta da porta, fiquei petrificada coma cena, eram meu sogro e meu cunhado totalmente nus, minha mãe ajoalheda , chupando ora o pau de Manuel , ora o de Ronaldo, ela vestia apena uma camisola pequena e transparente, não posso negar que aquela cena me deixou excitada, procurei um melhor ângulo e continuei observando, agora meu sogro estava sentado na poltrona, mimha mãe, de quatro mamava em seu pau, enquanto Ronaldo, começava a cariciar ela por trás, Ronaldo começou a penetra-la, ela mexia sua bunda, fazendo pressão contra o seu corpo, cada vez mais excitada comecei a me masturbar, Ronaldo urrava chamado-a de puta, vagabunda, ela respondia com movimentos mais fortes contra ele, e ao mesmo tempo sugava o pau de meu sogro com mais força, não demorou muito para que Ronal e minha mãe e inclusive eu atingíamos um gozo maravilhoso, logo em seguida meu sogro a pegou, a colocou sentada em uma baqueta alta, abriu suss pernas, e a começou a chupar a buceta dela, com a porra de seu filho, minha mãe pelo que eu notava estava adorando tudo aquilo, puxou Ronaldo para o seu lado e o fez, ficar chupando os seus seios, agora meu sogro começava a enfiar seu pau nela, ela gemia alto, chamando-os de seus machos gostosos, a cada movimento de meu sogro, minha mãe apertava a cabeça de Ronaldo sobre seus seios, eu já estava totalmente excitada novamente, minha buceta já estava molhadinha novamente, meu sogro começava a enfiar nela com movimentos rápidos, ela gritava cada vez mais alto, nesta altura ela já punhetava o pau de Ronaldo, meu sogro, tirou seu pau de dentro dela e a esporrou em todo o seu rosto, neste momento não contive meu ímpeto e deixei escapar um gemido mais alto, os três se viraram ao mesmo tempo para mim, espantados, mas não se fizeram de rogados, depois de perguntarem se eu estava há tempo por ali, consenti com a cabeça, meu sogro veio ao meu encontro, me fez jurar que eu não contaria nada a sua esposa e muito menos ao Roberto, consenti, eles notaram que eu estava excitada, pois estava tremendo e não era de susto não, começaram a me acariciar, inclusive minha mãe, meu sogro me pegou por trás e começou a roçar sua boca em minha nuca, enquanto Ronaldo lambia meus seios e minha mãe, lambia minha buceta, agora sim eu estava bem servida, meu sogro tentava me penetrar de pé mesmo, facilitei me abaixando um pouco para ele, senti seu pau, entrar aos poucos, aquele calor me fazia subir nas estrelas, a esta altura minha mãe já de quatro, lambia minha buceta e o pau de meu sogro ao mesmo tempo, enquanto Ronaldo já estava enrabando ela novamente, agora era a minha vez de gritar, extravazar todo o tesão que estava sentido, meu sogro me fodia maravilhosamente, a língua de minha mãe junto me levava ao êxtase, eu não pensava em mais nada a não ser em atingir o máximo de prazer, proporcionado aquele momento, eu rebolava, jogando meu corpo de encontro do meu sogro, seus movimentos aceleravam, eu explodia num gozo maravilhoso, ele tirou o pau de minha buceta e colocou para que minha mãe o sugasse com a boca, a porra escorria pelo canto de sua boca, eu me abaixei e lambia aquele pau maravilhoso junto com ela, neste momento Ronaldo estava prestes a gozar, foi então que eu senti o sabor da porra pois ele tirou de dentro de minha mãe e veio para mim, dizendo, “engole tudo sua vadia”, aquilo me alucinava, eu o sugava com toda a força, até receber um jato daquela porra quente até o fundo de minha garganta. Caímos quase que desfalecidos, mas eu ainda tinha o trabalho, enquanto me arrumava, meu sogro me confidenciou, que quando comia minha mãe, o que ele queria mesmo era foder a filhinha, velho sacana! Depois de um tempo, já refeita eles me levaram até o trabalho, tivemos mais dois encontros destes, depois como tinha medo que Roberto descobrisse tudo, parei com tudo e deixei minha mãe para eles! Ronaldo depois de um tempo, casou e também parou, só minha mãe e meu sogro continuam amantes até hoje!

conto 30

Meu nome é Cibeli, tenho 26 anos, casada com um rico empresário do setor de informática, seu nome é Gustavo e tem 32 anos, é um homem maravilhoso em todos os sentidos, nunca desde que o conheci e começamos um relacionamento me passou pela cabeça traí-lo, estamos casados a 7 anos, não temos filhos. Eu tenho 1,76 m 62kg sou loira e tenho olhos azuis, quando solteira ganhei muitos concursos de beleza o que me leva a crer que não sou feia, tenho um corpo muito cuidado e recebo muitos elogios de amigos e tambem na rua quando passo. Era um Sábado pela manhã e resolvi ir a um shopping comprar um presente para a filha de uma amiga que estava fazendo aniversário, mas notei que meu carro estava com pouco combustivel e resolvi passar num posto proximo a minha casa que uso habitualmente. Encostei o carro na bomba e logo vi o frentista se aproximar, nunca reparara nos funcionarios do posto, porem neste dia eu notei o insistente olhar do rapaz para mim, sei que os homens me olham normalmente, só que esse não era um olhar normal de homem que acha uma mulher bonita. Era diferente, o homem parecia querer me comer com os olhos, desviei logo o olhar e fingi não Ter notado nada, ao terminar de abastecer o carro ele se aproximou para pegar o dinheiro, e descaradamente olhou para dentro do carro em direção as minhas pernas, eu usava uma saia não muito longa, o que deixava uma boa nesga das minhas coxas a mostra. Fiz cara de poucos amigos para que o abusado frentista notasse, mas ele pareceu se deliciar com o meu gesto, percebi até um pequeno sorriso em seu rosto. O cara não era feio e nem tinha aparecia de um tarado. Era alto claro, tinha umas sobrancelhas muito cerradas, afinal tinha um corpo atlético. Ao contar as notas para me dar o troco, o fez sem nenhuma pressa e sem tirar os olhos da minha saia, e eu não querendo fazer o ridiculo papel de ficar puxando a saia para encobrir as pernas na sua frente deixei-o olhar a vontade. Assim que peguei meu troco sai dali o mais rápido possivel, pensando em mudar de posto. Eu hem pensei, será que esse cara não pensa que se eu falar com seu chefe será despedido imediatamente, se falar com o Gustavo então ai ele está roubado, vou pensar no teu caso rapaz, pensei. E foi o meu mal, ficar pensando naquilo, não comentei nada com ninguem, mesmo porque nada demais havia acontecido, pensei em não voltar mais ao posto e caso encerrado, que nada o olhar daquele belo rapaz, e sua cara cínica olhando pra minhas pernas não me saiam da cabeça, a noite enquanto transava com meu marido me flagrei imaginando aquele homem me vendo totalmente nua. Uma semana depois justamente num Sábado tive que novamente abastecer o carro, com o coração em disparada vi que resolvera ir ao mesmo posto, como sempre uso saias curtas esse dia não foi diferente, antes dei uma parada proximo e verifiquei se era o mesmo cara que estava atendendo, era ele mesmo e fiquei contente e no mesmo instante me assustei. O que estava acontecendo comigo? Não havia ninguem na area das bombas naquele momento, encostei o carro e tentei parecer o mais normal possivel, ele veio se aproximou e com o mesmo sorriso perguntou calmamente: vai encher madame e estendeu a mão para pegar a chave, aproximando o maximo que pode para olhar para dentro do carro, isto é para minhas pernas, resolvi no momento dar uma lição naquele cara atrevido, sabia que seria perigoso, porem qualquer movimento mais brusco da parte dele, eu gritaria e ele estaria ferrado, pensei que não seria tão burro para tentar algo ali. Terminado a operação ele veio novamente com a chave e me entregou procurando me olhar nos olhos e desta vez não desviei o olhar, o encarei. Lhe entreguei o cartão e ele se dirigiu para o escritório, Quando voltou eu lhe preparei uma surpresa, alem de subir a saia bem acima dos joelhos, separei bem as pernas, de modo que ele teria uma agradável visão. Pelo jeito eu julgara muito mal o tal frentista, surpreza tive eu , quando ele se aproximou com o cartão e o recibo para eu assinar, notei que a parte de cima do seu macacão estava aberto, quando ele chegou bem proximo ao carro foi que eu realmente vi que sua surpreza era bem amior que a minha, ele estava com o pau bem duro e uma parte para fora presa nas calças, dava pra ver um bom pedaço e uma cabeça enorme e vermelha, talvez por estar apertada pela roupa, quando ele notou a minha posição, viu que eu estava querendo que ele visse minhas pernas, ai chegou mais perto ainda, como era bastante alto, se eu levasse o rosto em sua direção poderia encosta no seu pau, travei no momento pois não consegui nem fecharar as pernas e nem tirar os olhos daquela coisa enorme e chata, pela parte que aparecia acima do cinto do cara aquilo devia ser enorme, e tambem muito grosso, devia dar duas vezes o tamanho da do Gustavo. Não sei quanto tempo fiquei olhando aquilo, mas me pareceu uma eternidade, quando cai em mim e como se tivesse acordando de repente, liguei o carro e sai, ainda olhei pelo retrovisor e pude ver o sorriso no rosto do rapaz, o vi fechando o macacão. Não havia nenhuma dúvida que eu fora longe demais nessa brincadeira. Pensei, esta foi a ultima vez que venho aqui, isto não pode continuar. O pior é que continuou e não ficou só nisto.Em casa eu não conseguia tirar aquele cara da cabeça, sentia um calor subir da vagina e tomar todo meu corpo, minha consciencia pesava, meu marido não merecia aquilo que eu estava fazendo, então porque diabos estava acontecendo isto comigo? A tempos vinha notando uma certa frieza do Gustavo em relação ao sexo, mas sempre pensei que fosse preocupação com os negócios e não dei muita bola pra isto, agora começava a ver fantasmas, e se ele tivesse uma amante? Ele tem uma amante sim, mas só vim descobrir isto muito tempo depois. Tempo demais eu carreguei o peso da traição. Bem descobri que aos sábados o posto quase não tinha movimento. Esperei em uma esquina quase ao cair da noite, sai do carro e fiquei a espreita do melhor momento, quando vi que só o rapaz cujo nome eu nem sabia se encontrava sozinho entrei no carro e parti mais uma vez com o coração aos pulos, a mesma coisa de sempre, parecia até que já me esperava, abasteceu o carro pegou o cartão e saiu em direção ao escritório, na volta o macacão aberto e desta vez eu vi a ferramenta por inteiro, realmente era descomunal, grande grossa e cheia de veias, ao se aproximar ele terminou de abrir os botões do macacão e o deixou totalmente livre, que pau, nunca na minha vida vira um daqueles nem em revistas que as vezes lia. Abri a porta do carro e no movimento de descer deixei-o perceber que tambem não ficara para trás, não estava usando calcinhas. Ele tambem pode ver uma bucetinha muito bem depilada e linda, mordeu os lábios e pela primeira vez, não vi o sorriso cinico em seu rosto, estava lívido de tezão. Que situação, eu não queria pensar, sabia que era uma loucura, mas não poderia mais recuar. Perguntei onde poderia calibrar os pneus, tentando parecer normal, mas não estava é claro, eu sabia onde era, ficava num local mais escondido, e meus pneus não precisavam calibragem nenhuma. Ele me indicou o local e guiei até lá, ele veio andando agora mais apressado. Chegou e tambem tinha visto que os pneus estavam ok, Abri a porta do carro e ele se aproximou, sem nenhuma cerimonia novamente colocou para fora a ferramenta enorme, estava muito proximo levei a mão tremendo de medo e tezão e segurei aquilo que pulsava, parecia uma cobra querendo escapar da mão, Comecei a mexer estava fascinada, como que hipinotizada abaixei a cabeça e coloquei o pau na boca, me lembrava que quando fazia aquilo com meu marido conseguia engulir até a metade, agora o maximo que consegui foi alguns centimentros alem da caça enorme, ele colocou a mão nos meus seios, eu não usava nada por baixo, acariciou um depois o outro, depois deu um jeito e levou a mão a minha buceta, que já estava toda molhada. Continuei chupando, não queria pensar em nada a não ser naquela enorme vara em minha boca, de repente ele deu um grunido e me encheu a boca de leite, como me pegou de surpresa não pude evitar de engulir a primeira golfada pois esta foi direto a minha garganta, me engasguei e tirei aquilo da boca e ele com a mão terminou de gozar. Em seguida o vi com um pano limpando a lataria do carro, pois esguinchara longe sua porra. Liguei o carro e sai dali como uma louca, onde arranjara tanta coragem, onde terminaria aqui? De uma coisa estava certa, queria sentir aquele pau dentro de mim. Fiquei tres semanas sem aparecer no posto, tive poucas relações com meu marido, e quando isto acontecia eu via que seu pau realmente era um brinquedinho perto do meu frentista. Gustavo precisou viajar e o avisei que tambem iria dar uma saida, porem não demoraria, iria visitar umas primas em uma cidade proxima. Fui ao posto logo cedo conversei com o frentista, que fiquei sabendo se chamava Edgar e mandei que arranjasse uma licença e viajasse dei a ele um endereço e ele garantiu que estaria lá na hora marcada sem falta. E estava,o peguei no endereço e viajamos para uma cidade maior e onde haviam muitos motéis, antes porem com medo de ser reconhecida eu me disfarcei o maximo que pude, com peruca oculos escuros e mais alguns artificio. Chegamos e fomos direto para o motel. Ali o rapaz mostrou que realmente sabia satisfazer uma mulher, tirou minha roupa com todo cuidado e carinho, minha calcinha tirou com a boca, me lambeu todo corpo, depois mais uma vez me ofereceu seu mastro que chupei com muita sede, ele passou a lingua no meu clitóris, eu vibrava de prazer, ai chegou o momento tão esperado, Ele separou minhas pernas, deu ainda um beijinho na minha buceta e levou seu enorme pau em direção a minha rachinha, senti medo, nunca experimentara um daquele tamnho e grossura, num fio de voz consegui pedir para que fosse carinhoso, que não me machucasse, ele me beijou suavemente os lá bios dizendo: querida vou colocar bem devagarinho, quando quizer que pare avise, não quero machuca-la, usou ainda um lubrificante e quando senti que a cabeça encostou na entrada pensei que não tinha vindo até ali para sentir medo, afinal ele já devia Ter trepado com outras mulheres, eu não seria a primeira, senti a pressão da cabeçorra tentando entrar, fechei os olhos e respirei fundo, mais uma pressão e senti que a cabeça passara, senti um calor em todo corpo, mas na verdade estava suando frio, sempre com muito cuidado ele foi me penetrando, eu sentia como se estivesse sendo aberta ao meio, tamanho era a grossura do seu pau, Tudo bem querida perguntou ele, balancei a cabeça afirmativamente, ele continuou entrando, eu gemia alto, ai vai devagar ai por puro instinto levava a mão a sua barriga como se quizesse que ele saisse, mas na verdade eu queria era te-lo logo todo dentro de mim, num gesto de coragem e tezão eu pedi, mete tudo amor. Tudo quero tudo, mesmo assim ele foi enfiando devagarinho, e nada de entrar tudo, perguntei, falta muito amor? Não querida falta pouquinho, e deitando sobre o meu corpo, procurou meus lábios e enquanto me dava um gostoso beijo enfiou até o troco aquele poste em minha bucetinha, senti gosto de sangue na boca e só não dei um tremendo grito porque ele me beijava fortemente a boca, ai novamente ele levantou o tronco e ficou olhando pra minha buceta, totalmente cheia pela sua pica descomunal, ai começou a tirar, tirou um pouco e enfiou novamente, e seguiu assim com estocadas curtas, a dor deu lugar a uma sensação gostosa, eu comecei a tentar mexer, sabia fazer isto muito bem, mas agora não conseguia, parecia que aquilo me transpassara e me prendera na cama, logo ele já tira até quase sair e enterrava novamente eu achava que iria desmaiar, a dor sumira agora o que sentia era um prazer indiscritivel, minha buceta doia mas não era por causa do pau que a castigava como um bate estacas, doia de tezão, comecei a grita como uma verdadeira puta. Me fode com esse pauão, fode mete tudo, me rasga, não tenha pena eu quero, ele me atendia, o pau entrava e saia agora numa louca velocidade, me sentia totalmente cheia, nunca sentira aquela sensação antes, ele tambem gemia e fudia, uma hora levantou minha cabeça para que eu pudesse ver aquela cena, nossa não acreditava que aquele pau estava todo dentro de mim, diante daquela visão senti minha visão ficar turva, meu corpo todo se arrepiar e um verdadeiro vulcão se formar dentro de mim, a torrente de larva recebendo grande pressão se encaminhou rapidamente em direção a minha vagina onde explodiria, mas lá encontrou poderoso tampão que tambem começara a jorrar larva quente, então o rio de fogo fez o caminho inverso até chegar a minha garganta onde explodiu em forma de grito, um grito selvagem saido de uma boca onde naquele momento controle e limites inexistiam, foram muitas as explosões de um gozo fascinante que encheu o ambiente de barulhos sem sentidos e palavras desconexas. comecei a ranger forte os dentes e a gritar palavras sem nenhum sentido, estava gozando, estou gozando amor, me fode me fode me aperta, me morde. O rapaz me abraçou e realmente , quando começou a gozar, esqueceu do tamanho do seu pau e tentou enfia-lo mais e mais ., ai senti dor, ouvi seus urros, como um urso ferido, nunca vira um homem gozar como aquele. Depois se atirou sobre mim, nos beijamos, eu chorava mas não era de dor e sim de prazer, disse isto pra ele. Obrigada amor por me fazer gozar dessa maneira, sentia-o ainda dentro de mim,os corpos fundidos pela larva do vulcão, ele dentro de mim duro como um ferro, não queria que saisse, queria mante-lo dentro de mim e que se danasse o resto, passados alguns segundos perguntei se conseguiria me fuder novamente como estava ,e ele provou que sim, agora toda cheia de porra seu pau entrava e sai com muito mais facilidade e logo começos a urrar novamente e mais uma vez minha taça transbordou do seu nectar quente e gostoso. Depois ele tirou o pau ainda duro da minha buceta, e pude observar que ela estava bastante inchada e vermelha, meu corpo todo doia, mas eu estava plenamente satisfeita, cansada, mas saciada. Olhei novamente minha buceta e pensei comigo, o Gustavo vai notar, pois com certeza a partir de hoje ela não será a mesma. Não aguentei mais uma trepada com meu frentista naquele dia, mas o fiz gozar na minha boca e tambem gozei na sua, pela primeira vez uma homem enfiou a lingua no meu cuzinho e isto me levou a loucura. A pouco mais de um mês descobri que o Gustavo a muito me trai com uma das minhas melhores amigas, e ao invés de ficar uma féra fiquei foi muito feliz, pois agora dou para o meu frentista, que tambem não é mais frentista, o Gustavo atendendo um pedido meu, lhe deu um ótimo emprego. Minha bucetinha que agora tambem não é lá mais esta bucetinha, se acostumou com a manga do frentista não passa muito tempo sem enguli-la.

conto 31

Bem continuando, depois de escrever o relato para Lia (Os Cunhados), fiquei excitadíssima, principalmente por ter ela ao meu lado narrando seus fatos e me acariciando, ora meus seios, ora minha bucetinha, me voltei para ela e a comecei a despir lentamente, passando minha língua pelos lugares desnudos de seu corpo, isto fez com que Lia acendesse também, a esta altura minha língua percorria desde os seios até a pontinha dos dedinhos de seu pé , suas mãos deslizavam em meu corpo, seus dedos entravam e saiam de dentro de mim, o calor começava a deixar nossos corpos suados, fazendo com isto, que o cheiro de sexo começasse a impregnar meu escritório, nossas carícias nos fizeram esquecer de tudo e de todos, quando nos demos conta, estava Carlos em pé na soleira da porta nos admirando, Lia tentou se cobrir com a mãos, mas de nada adiantava, pelo volume embaixo da calças de Carlos, senti que minha amiga teria mais uma grande experiência, desta vez junto com meu maridão. Carlos não se fez de rogado, tirou sua roupa sentou-se em sua poltrona, e nos fez ajoelhar-nos a seus pés, e iniciar uma bela chupada em seu pau, Lia parecia uma gulosa, abocanhava a s bolas de Carlos enquanto eu lambia a cabecinha, qua a esta altura, soltava um liquido gostoso, melando meu rosto... Logo depois Carlos deitou Lia no tapete, me fez deitar também, com minha cabeça quase encostada na bucetinha de Lia, de modo que quando ele começou a penetra-la, eu ficasse chupando suas bolas, e o pedaço de seu pau, o calor que saia de seus corpos me incendiava, me siriricava rapidamente, enquanto ouvia os gemidos dos dois, não demorou para que quase em cadeia gozássemos alucinadamante, primeiro eu, logo em seguida, Lia e Carlos que tirando seu pau de dentro de minha amiga, colocasse ela em meus seios, e atingindo com sua porra meu rosto, Lia me lambia toda, deixamos Carlos descansar um pouco, pois como vocês sabem raros são os homens, na idade de meu marido que conseguem dar mais de uma seguida, enquanto isso, conversávamos ainda trocando carícias, beijos, Lia me perguntou de como era ficar com o rosto grudado nos sexos dos outros, lhe falei ser muito excitante, pois além do calor, o cheiro da mistura dos sexos era maravilhoso... Carlos novamente pronto, me colocou na minha posição favorita de quatro para ele, Lia que queria experimentar o que eu tinha sentindo antes, se deitou embaixo de nós apoiada em seus cotovelos, chupava ora minha bucetinha, ora o pau de Carlos, fazendo com isso que meu maridão, deixasse sua vara prontinha para mim, assim que ele me penetrou, senti todo o vigor de meu macho, seu pau latejava ora dentro de mim, ora na boca de Lia, ela se masturbava freneticamente, nos lambia, meu marido me dava estocadas rápidas, me levando a loucura, minha bunda rebolava junto ao seu corpo, nossos corpos se mexiam sincronizados como se estivéssemos ouvindo uma mesma música, Carlos enfiava seus pau cada vez mas rapidamente, Lia a esta altura já tinha atingindo o orgasmo umas duas vezes, urrava de prazer mordiscando meus grandes lábios, chupando o néctar que saia de dentro de mim, esta doce mistura de nossos líquidos , meu corpo vibrava de tesão, Carlos pressentindo, ora diminuía, ora aumentava seu ritmo, eu rebolava naquele pau maravilhoso, Lia gemia de prazer, quando estourei num orgasmo alucinante, Carlios tirou seu pau de dentro de mim, e colocou na boca de minha amiga, mais algumas estocadas, jogou sus porra toda dentro da boquinha de Lia, depois de lambermos seu pau até a última gota como sempre, descansamos ..... Combinamos de encontrar com Lia em um próximo fim de semana, mas desta vez juntamente com seu marido.

conto 32

Os que leram meus contos anteriores sabem que eu já havia tido experiência com outras mulheres, mas não foram em situações que me permitiram ter o prazer único que uma mulher pode sentir estando ela somente com uma outra mulher. Creiam, é um prazer como nenhum outro, e isso eu só fui descobrir quando conheci Norma, o meu verdadeiro amor. Não era aquilo que, em especial os homens, chamam de mulher bonita. Seus seios sim, estes eram firmes e bem arredondados com mamilos graúdos e quase negros, quando enrijecidos pelo tesão, se tornavam agudos e senti-los roçar em meu clitóris passou a ser para mim um prazer imenso, quase um vício. Norma era morena, cabelos negros e curtos, levemente cacheados. Sua boca era carnuda e sua língua ágil e sedosa. Seu corpo não fazia o gênero mulher de academia, mas suas coxas eram firmes e roliças, sua bunda pequena ocultava um cu nunca penetrado, e a buceta pequenina e cheirosa mesclava tons de marrom e rosa que se tornava rubro quando excitada. Norma era carinhosa, meiga, gentil e sabia como ninguém os caminhos do prazer no corpo de uma mulher. De origem humilde, Norma não se deixava envolver pelas luxúrias daqueles que só conhecem da vida o clamour e a abundância das festas, das jóias, das roupas caras, dos restaurantes elegantes, das viagens, hotéis de luxo etc. Na primeira vez que saímos juntas, logo percebi sua pouca intimidade com os hábitos burgueses, os cardápios eram como se escritos em linguagem alienígena, a carta de vinhos lhe assemelhava a uma enciclopédia de termos químicos, mal distinguia os talheres e as taças, mas, seus movimentos dóceis sua voz rouca, suas carícias amigas me davam a certeza que, enfim, encontrara aquela que seria a mulher que me faria sentir mulher. Seu apartamento era pequeno: um quarto que mal cabiam a cama e o guarda-roupa, a sala com um pequeno sofá, a televisão, um aparelho de CD bastante simples, cozinha e banheiro, mas havia nos bichinhos e pelúcia sobre a cama, nos livros na estante da sala, na seleção de discos de música clássica e MPB, no posters da Lúcia Veríssimo e da Marina enfeitando o quarto etc, indícios de que Norma era uma mulher sensível, e eu estava perto de ter esta certeza. Conversamos longamente sobre coisas que me enfastiavam: meu casamento, minha vida vazia, minha falta de estímulos para fazer alguma coisa na vida que não fosse somente ser mãe de meus dois filhos, que os amo infinitamente, mas que não posso torna-los na minha única razão de ser. Eu estava farta de ser casada com um homem que me fazia de prostituta, me enchia de jóias e presentes como se fosse a remuneração por meus préstimos na cama. Meus dias, fora fuder como uma verdadeira vagabunda, se limitavam a fazer compras, dar ordens as criadas, freqüentar as festas que meu marido organizava com o intuito de se aproximar de banqueiros influentes e políticos corruptos. Vivia uma vida falsa: nas tardes uma vadia que procurava meninas de programas e, às vezes, homens rudes e pobres e musculosos e negros e que me tratavam como se eu fosse uma cadela das ruas. Minha terapeuta, sim eu fui pedir socorro ao divã, dizia-me que eu estava tentando destruir-me: destruir minha beleza, minha sensibilidade, meus talentos que não existiam somente através do sexo. Eu me transformara numa ninfomaníaca devoradora de homens e mulheres, talvez para me vingar de Karl, talvez para provar a mim mesma que o mundo corrupto não me corrompera e que eu não me tornara apenas uma mulher casada com um homem rico e que todas as imundices que eu fazia na cama com o outros era a minha forma de me manter limpa da sujeirada que Karl promovia nos gabinetes dos ministros da república, no plenário do congresso do país, nos escritórios elegantes de banqueiros etc. Eu era uma puta sim, mas corrompia o meu corpo, e somente o meu corpo, e não a nação inteira, sujeitada aos interesses do capital internacional. Norma me ouvia, pouco falava, mas seus olhos me expressavam cumplicidade. Estávamos sendo amigas e nos tornamos amantes no momento em que e permeti que as lágrimas borrassem minha maquiagem. Ela abraçou-me, levantou meu rosto, enxugou minha face, tocou levemente meus olhos com os dedos de carícia e me beijou longamente a boca fazendo-me sentir pela primeira vez aquelas língua que ao contanto com a minha despertou em mim, não a puta que das mulheres queria apenas a buceta e dos homens somente um caralho, de preferência me perfurando o cu, pois a buceta para mim ainda é algo casto, afinal foi dela que gerei meus filhos (a única coisa que me sujeito até a morte para que possam se manter afastados da devassidão deste mundo), Norma despertou em mim a amante, a mulher que se entrega por amor, e quer da amante apenas o amor e o prazer que só o verdadeiro amor pode proporcionar. Não sei quanto tempo durou aquele beijo, só sei que, quando percebi, estávamos uma enroscada na outra, minha língua percorria a sua buceta e a dela sugava cada gota do mel que abundantemente exalava pela minha xoxota, meu cu, meu corpo todo. Norma não me dava tempo de me recompor, sabia que se parasse eu podia me ver atônita novamente com os pensamentos que antes me atormentavam. Seus dedos penetravam-me, eu me sentia repleta de amor, eu a sentia em meu cu, minha buceta, meu clitóris, meus seios, minha boca, meus pescoço, minhas coxas, minha bunda. Eu a sentia totalmente, seus dedos me tocavam fundo a alma, não sei se ela a atingiu com aqueles que se moviam dentro de minha vagina ou se com os outros, sei lá quantos, que pressionavam as paredes do meu ânus. Gozei duas, três, infinitas vezes. Sentia-me amada e não apenas usada. Quem me enchia de prazer não era uma menina de programa que de mim tudo que queria era o cachê pelo serviço, tão pouco era um pobre operário ou desempregado de salário insignificante que tinha como única glória na vida comentar nas biroscas de periferia que tinha enrabado uma riquinha puta (o que certamente ninguém iria crer) nem era Karl que me tinha apenas para exibir o seu poder. Eu estava ali, deitada de bruços, o corpo exausto, a cabeça liberta de pensamentos dolorosos, entregue, completamente entregue, e nem percebi que Norma usava agora um cinto com um esplêndido pênis e me pegava pela cintura, meu corpo quase que flutuando, e encostava aquela imensidão de grossura e comprimento em meu cu, e forçava, e forçava, e quanto mais ela forçava mais eu relaxava os músculos e a convenções, e aquele troço ia entrando em mim, me rasgando, me furando, me levando as nuvens. Eu estava totalmente sob o controle de Norma, ela enviava tudo, tirava tudo, olhava dentro de mim, através de mim, beijava, lambia, enfiava tudo novamente e de uma só vez, depois tirava, olhava, beijava, lambia, enfiava. Centenas de vezes, milhares de vezes, a velocidade às vezes era imensa, às vezes lentamente. Não sei quanto durou: uma hora, duas, infinitas. Ela ficou o tempo que desejou e ficaria me enfiando, me olhando o cu arregaçado, observando minhas entranhas, meu interior. Ficaria o quanto quisesse e eu gozaria durante toda a eternidade. Ela enviando, tirando, olhando, beijando, lambendo enfiando.... . Ficaria até este instante que agora escrevo e pareço sentir aquele cacete, aquela língua, aqueles beijos. Faz três meses que não nos vemos. Norma está fazendo um curso no exterior, nos falamos sempre. Hoje sou professora, dou aulas de literatura nas turmas que eram dela, eu a substituo enquanto ela tem que estar fora. Breve estaremos juntas novamente e eu espero poder sentir novamente em meu corpo tudo isso que ainda hoje sinto em meus pensamentos.

conto 33

Meu nome é Cláudia tenho 18 anos 1,73m 64 kg, sou loira e tenho olhos verdes, meus cabelos são longos e muito bem cuidados, tenho seios médios e durinhos, biquinhos cor de rosa e é um dos pontos mais sensiveis do meu corpo, qualquer toquezinho neles e como se costuma dizer minhas calcinhas começam a cair. O caso que vou contar aconteceu a poucos dias quando viajamos eu e meu namorado para São Paulo para assistirmos a um show musical, que se realizou no Ibirapuera, viajamos por mais de quatro horas de carro chegando pela manhazinha a cidade, como o espetáculo começava as 22 horas, alugamos um quarto em um hotel e fomos descansar, descansar não é bem o termo, mas relaxamos um pouco após darmos uma boa trepada. Faltando 5 horas para o inicio do show chegamos ao local e já havia uma verdadeira multidão, o que me decepcionou um pouco pois ficariamos muito longe do palco, mas tudo bem ficamos por ali como milhares de pessoas sentados na grama, havia muitas pessoas jogando cartas. Procuramos um lugar e meu namorado se deitou e eu deitei em cima da sua barriga e até cochilei apesar de tanto barulho. Quando chegou a hora do show começar eu acredito que tinha mais de 300000 pessoas no local, a grande maioria de jovens, acompanhados ou não, a gritaria era infernal, nós do interior não estando acostumados com aquele tipo de movimento ficamos um pouco assustado o que logo passou. E teve inicio a programação, uma dupla sertaneja muito conhecida abriu o espetáculo e a minha impressão era de estar sendo amassada no meio daquela multidão, os cantores faziam lá no palco um movimento o que era imitado aqui embaixo e mesmo que voce não quizesse ficava dançando o tempo todo, não havia espaço para se mexer, era todo mundo colado. Wagner meu namorado colado na minha bunda e eu colada na bunda do rapaz a minha frente, quando nos balaçavamos acompanhado o embalo da musica era uma verdadeira ralação, pensei talvez seja por isto que vem tanta gente, como eu estava usando uma mini-saia de couro, pois adoro exibir minhas pernas e as vezes mostrar as calcinhas usava tambem uma jaqueta tambem em couro e botas de cano alto. De repente tive uma idéia brilhante, quando comecei a sentir um certo volume crescendo na minha bunda, meu namorado me segurava pelo pescoço e de vez enquando me beijava. Falei alto para que ele pudesse me ouvir. Que tal darmos uma trepadinha aqui? Mesmo com aquela barulheira ensurdecedora ele ouviu e os dois casais que nos ladeavam tambem, não dei a minima, o Wagner me olhou e disse ficou pirada garota? E deu uma gostosa risada, com a garota que se encontrava a nossa esquerda fez uma carinha de espanto, ele balançou a cabeça pra ela e fez sinal rodando o dedo em volta da orelha dizendo que eu era louca. Mas eu insisti, vamos cara vai ser legal, e levando a mão para trás segurei seu pau por cima das calças, você já está pronto tarado, vamos levanta minha saia e enfia o pau, as garotas ao lado não tiravam os olhos da gente, a da direita catucou o companheiro que estava ligadão no palco e apontou para nós falando a seu ouvido. Tá louca, não dá, vão nos prender como loucos, isto é atentado violento ao pudor, fazer sexo em público, não seja cretino, quem vai entrar aqui, ninguem vai ligar pra nós, vamos cara estou louca de tezão, falava alto, mesmo com todo barulho pelo menos dois casais já haviam esquecido o palco. Dei um jeito e já abrira sua calça, mas como estavamos muito juntos não conseguia colocar seu pau para fora. Ai ele se animou e recuando um pouco a bunda conseguiu liberta-lo, realmente já esta duro. A garota a minha esquerda mantinha a testa franzida e uma expressão de incredulidade, não olhava mais show coisa nenhuma, começou a acompanhar nossa manobra. Levantei a saia e comecei a puxar a calcinha para baixo, que por sinal ficou por lá mesmo, pois não tinha como me abaixar pra pega-la. A mesma garota que me pareceu uma adolescente forçou a barra para um lado para que eu pudesse abrir um pouco as pernas e facilitar a entrada do Wagner em minha buceta. Cansegui separar um pouco as coxas e me apoiei nas costas do cara da frente me curvando um pouco jogando a bunda pra trás, Wagner ainda rindo pois as duas garotas principalmente não lhe tiravam os olhos levou a mão pegou seu pau e deu jeito de coloca-lo na entrada da minha buceta, ai joguei a bunda em direção a ele. Pronto estava dentro, voltei a posição anterior e ele agora me segurava pela cintura e me apertava, nesta posição o pau não entra totalmente, pois como sou bastante bunduda isto atrapalha um pouco, mas tambem tinha a vantagem do Wagner ter 20cm, entrando uns 15 já estava bom. Com ele todo dentro de mim comecei a fazer parte do show, dançando até quando não havia musica, olhei a garota da esquerda e vi seu rostinho ardendo, estava louca de tesão vendo nossa ousadia de trepar em plena multidão, sorri pra ela e perguntei: porque não fazem o mesmo é tão gostoso, ela tambem sorrindo disse não me animo, mas acho lindo, porem seu namorado começara a esfregar o pau a estas alturas tambem já devia estar um ferro em sua bundinha. Quantos anos voce tem perguntei, jogando a bunda de encontro ao pau do meu parceiro, 16 respondeu ela, me de aqui sua mão e ela estendeu a mão direita, e a peguei e levei direto a minha buceta, ali ela sentia o pau do Wagner entrando e saindo da minha vagina, sem convite senti no outro lado uma mão acariciar meu seio, me virei pensando encontrar o olhar tarado do rapaz e vi que era sua namorada quem estava me acaricando. No palco apareceu uma cantora com uma bela voz e uma musica bem balaçada e aproveitamos para acelarar nossa foda, eu comecei a gritar, como uma louca, a garota que acariciava meu seios convidou seu parceiro a participar da festa e sem nenhuma cerimonia ele tambem começou a passar mão nas minha coxas e quando levou a mão a minha buceta lá encontrou a da vizinha da esquerda que não tirara mais dali, seu namorado amassava seus pequenos seios, e de repente estavamos todos loucos de tezão num show só nosso, pedi para o Wagner para um pouco de mexer pois eu não ageuntaria por muito tempo, e não queria gozar ainda, ele ficou bem fundo em minha buceta dizendo pronto minha louquinha. Pedi ao rapaz da esquerda para que colocasse o pau para fora e comecei uma gostosa punheta em seu pauzinho, se ele visse o que eu estava engolindo morreria de vergonha. Fazia já um bom tempo que estavamos nessa sacanagem quando vi que não dava mais pra segurar, mandei o Wagner fuder forte. Vai amor me fode ai que gostoso, neste momento o son era muito alto e aproveitei pra gritar como nunca na vida gritara durante um orgasmo, a não ser nossos vizinhos ninguem ligou pros meus gritos, ele tambem gozou fez caretas urrou e me encheu a buceta de porra quente, depois perguntou se eu queria continuar com ele dentro, eu respondi que sim, e ficamos ali abraçadinhos, dei um sorriso sacana pros nossos companheiros de loucuras e continuamos ou começamos a ver o show, pois eu até agora vira muito pouco, vira estrelas sim mas não lá no palco, como o pau do Wagenr continuava duro dentro de mim em pouco tempo começamos tudo novamente e novamente gozei e gritei, desta vez gritava a plenos pulmões é muito bom ai que bom, mais, mais mais mais, e quem me ouvia pensava que eu pedia mais musica, quando na verdade eu pedia mais pica. Antes do termino do tal show, as garotas dos lados colocaram um papelzinho no bolso da minha jaqueta, que só fui olhar quando já estavamos no hotel, eram numeros de celulares, consultei o Wagener e ligamos imdiatamente as garotas atenderam e marcamos um encontro no shopping, e de lá partimos para o apartamento de um dos casais onde fizemos uma suruba monumental, Wagner se lavou principalmente com a garota mais nova, que ficou fascinada pelo pau do meu namorado, nunca vira um daquele tamanho, berrou ao sentir-se penetrada por ele, minha vizinha da direita era muito chegada a uma bucetinha e deitou e rolou comigo e tambem a outra garota, seu namorado tinha uma boa pica e me deu uma enrabada daquelas, passamos uma noite inesquecivel. Agora o Wagner não pode ouvir falar em show que já fica todo assanhado. Dedico este conto aquelas pessoas que tem coragem de liberar seus desejos, e que com isto muitas vezes causam enorme prazer a outras pessoas. Eu sou assim

conto 34

Meu nome é Claudia, tenho 37 anos, sou loura, tenho 1,64m de altura e peso 54kg., todos os meus amigos me acham muito sexy..., embora eu não ache. Tenho cabelos longos e estou morando nos Estados Unidos. Eu já sou casada há muitos anos e nunca passou pela minha cabeça trair meu marido de forma nenhuma, nós somos muito felizes juntos e temos 2 filhos lindos. Bem, o que aconteceu comigo foi durante uma viajem que eu fiz ao Brasil para visitar meus pais, meu marido, Maurício, ficou nos Estados Unidos trabalhando e eu fui ao Brasil durante as férias de verão dos meus filhos para que eles pudessem passar o verão na casa dos meus pais. Na minha viajem de retôrno aos Estados Unidos, eu embarquei no Aeroporto Tom Jobim no Rio de Janeiro no vôo 766 da Transbrasil com destino à Orlando, Estado da Florida onde nós residimos. O Maurício, meu marido estava me esperando no aeroporto de Orlando. Já a bordo do avião, sentei na janela em uma fileira com duas cadeiras e ao meu lado sentou-se um homem alto, de 43 anos, moreno, e com bigode, (eu nunca gostei de homens com bigode ou barba), e por alguma razão inexplicável ele me chamou atenção, durante o vôo ele se apresentou a mim, seu nome era Ricardo, e começamos a conversar sobre vários assuntos, quanto tempo eu ficaria nos Estados Unidos, quanto tempo eu estava casada, etc..., eu estava vestida com um vestido vermelho, não muito curto, um pouquinho acima dos joelhos e estava com uma calcinha branca tipo tanguinha, que segundo meu marido me deixa um tesão..., e como ele estaria me esperando no aeroporto, eu vesti especialmente para a ocasião. Serviram o jantar, e eu pedi vinho. Por algum motivo, eu deixei cair a garrafinha de vinho no chão, e entornou vinho no meu vestido, o Ricardo abaixou-se para pegar a garrafa no chão, e acredito eu, maliciosamente, encostou sua mão em minha perna..Eu não sei o que aconteceu comigo, eu senti um "arrepio" e fiquei extremamente excitada com esse toque, aí continuamos a conversar, e em determinado momento ele segurou a minha mão. Eu falei para ele que eu era casada e que tinha filhos, mas ele me disse que também era casado, e que eu era lindísima e que ele queria me conhecer melhor. Não sei até agora ao certo o que aconteceu, mas quando me dei por mim já estava beijando aquele estranho enquanto ele me abraçava com muita força. O jantar acabou e apagaram-se as luzes da aeronave, aí o Ricardo me convidou para irmos para o fundo do avião, pois haviam vários assentos desocupados e poderíamos ficar mais à vontade. Não sei porque, eu fui, e sentamos em uma fileira de quatro assentos perto dos lavatórios que estava completamente desocupada. O Ricardo pegou um cobertor, levantou os braços dos assentos, nos cobriu para que ninguém visse o que estávamos fazendo, e lentamente passou a mão em baixo do meu vestido e começou a alisar minha bucetinha, que a essa altura já estava super molhada, por cima da calcinha. Ao mesmo tempo eu passava a mão no pau dele, ele estava super duro, e também estava molhado. O Ricardo abriu as calças e me pediu que chupasse o pau dele, eu já estava louca de tesão, e naquela hora eu não estava pensando em nada, só naquele momento, eu abaixei a cabeça, pedi a ele que ficasse olhando se não vinha alguém, e caí de bôca...quando eu colquei o pau dele em minha bôca, a sensação foi indescritível, eu estava adorando chupar aquele estranho ali no avião...enquanto isso ele enfiava um dedo em minha bucetinha e me levava à loucura...aí ele me pediu para parar porque caso conrário ele iria gozar, e tudo que ele queria era me levar para o lavatório do avião e me comer. Ele foi na frente, entrou no lavatório e deixou a porta meio aberta, eu fiquei olhando, como não vinha ninguém, eu corri e entrei atrás dele, trancamos a porta, era bem apertado, mas ele logo levantou meu vestido, me sentou na pia, afastou minha calcinha e enfiou o pau em mim de uma vêz só, eu já estava tão molhada que não houve nenhuma dificuldade para a penetração, ele me chamava de putinha safada, gostosa, dizia que ia me dar uma surra de caralho..., e eu estava nas nuvens, na relidade eu estava mesmo...lol... Aí ele sussurou em meu ouvido que queria comer muu "cuzinho", eu tenho uma bunda bem grande e gostosa segundo meu marido, mas eu não gosto muito de sexo anal, porque eu sinto muita dôr, mas com o Ricardo era diferente, eu queria que ele me comesse, me fudesse, eu queria ser sua putinha naquele momento...aí eu virei, fiquei abaixada, e lentamentee ele foi enfiando o pau em meu cuzinho..., enquanto isso eu passava os dedos em meu "grelinho"...e eu tive o maior orgazmo da minha vida, foi o máximo, não sei nem descrever..o Ricardo ainda não tinha gozado, então ele tirou o pau da minha bundinha, lavou na pia, a eu comecei a chupar novamente até que ele gozou em minha bôca, eu me lambuzei toda, enguli uma parte, pois os jatos de porra..foram muito fortes, ele também estava super excitado com aquela situação toda. Voltamos para nossos assentos e ficamos namorando o restante de nosso vôo como dois pombinhos apaixonados. Ele não ia ficar em Orlando, então ele seguiu viajem para Miami, e eu desembarquei no aeropôrto onde meu marido me esperava do lado de fora. Mal sabia ele que a sua esposinha tinha sido fudida de todas as formas por um completo estranho à bordo e tinha adorado. Depois disso me encontrei com Ricardo outras vêzes, mas isso já é outra história.

conto 35

Sou uma mulher de 41 anos e estou muito bem, diga-se de passagem, professora de francês e italiano, e é dessa maneira que ganho a vida. Conheci um belo jovem médico em um jantar há um ano atrás. Fomos apresentados pelo anfitrião também médico. Eu estava vestida com belo vestido vermelho que deixa meus ombros e colo quase nus, cobertos apenas por uma transparência, e esse vestido tem uma abertura bastante sensual na coxa esquerda. Como sempre abuso bastante dos decotes, pois sei muito bem o quanto meus seios chamam a atenção, devido os mesmos serem grandes e firmes. Durante o jantar, aquele “bello uomo”, como dizia minha avó, não parava de olhar para mim, eu estava começando a ficar sem jeito, afinal estávamos em um jantar com a presença de familiares dele. Na saída ele me ofereceu carona e eu não aceitei, pois nunca gostei de me relacionar com homens jovens e eu sabia que ele iria se aproveitar dessa situação para poder me dar uma cantada. Na semana seguinte, ele me ligou me convidando para um café. Eu não aceitei e disse a ele que não poderia, pois, não estava com tempo. O safado pegou o telefone com o outro médico meu amigo alegando que precisava entrar em contato comigo, pois ele estava precisando de aulas de francês. Depois de várias tentativas e várias negativas, ele parou de me procurar. Após algum tempo, eu o encontrei em um hospital aqui de S.Paulo, onde eu estava para retirar uns exames que havia feito. Ele se aproximou e disse que eu estava devendo um café a ele e me convidou para tomar café na sala dos médicos, eu recusei mesmo estando com vontade de tomar “café”. Após alguns minutos, a recepcionista me chamou e disse que meus exames estavam nas mãos do médico na sala X, saí correndo. Afinal, o que será que eu tinha para o médico querer falar comigo? Quando entrei, ele estava sentado atrás da mesa sorrindo com meus exames na mão, levantou-se, pegou no meu braço, sentou-me na cadeira, trancou a porta e me disse: _ A Sra é uma mulher muito fértil, deveria doar óvulos. E tem belos seios também. Então respondi: _ Meu querido Dr., sei muito bem que essa não é sua especialidade, por isso, devolva meus exames, que eu preciso ir embora. Foi então que ele me agarrou e literalmente me roubou um beijo, comecei a resistir aos seus carinhos, mas já estava difícil, afinal sempre tive uma queda por médicos e esse era muito bonito. Ele desabotoou minha camisa, segurou meus seios apertando os bicos que já estavam rijos e me beijava a boca, o pescoço, e respirava forte. Quando eu pensei em me desvencilhar dele, ele passou a dizer coisas no ouvido. Bingo, ele conseguiu fazer com que eu amolecesse. Ele dizia coisas como: _ Que mulher maravilhosa você é! Desde aquele dia, não consigo transar com outra mulher sem fantasiar que é você; quero seus seios nas minhas mãos, na minha boca; quero poder dormir abraçado com você e sentir seu corpo macio todos os dias de manhã; quero poder encaixar meu pau em sua bunda gostosa e acorda-la com meu pau dentro de você; adorei o cheiro de sua nuca o gosto da sua boca; mulher, você só pode ser uma bruxa, estou enfeitiçado, você tem cheiro de cio. Não resiste, meu amor, vem para mim, eu a quero toda, quero você minha mulher, minha putinha particular. Deixe-me sentir você por dentro, deixe-me lamber sua xoxota quente e molhada, deixe, meu amor, deixe seu menino grande escutar você gozar para ele, deixe, vai, só um pouquinho, só dessa vez, minha bruxa, minha deusa. Depois dessa, quem não amolece? Comecei a beija-lo, e ele dizia: _ Isso meu amor, você beija como uma puta, é disso que eu gosto. Ele levantou minha saia, colocou minha calcinha de lado e me lambia como um cachorrinho; enfiou dois dedos em minha xoxota e apertava meu clitóris entre os lábios, às vezes chupava meu clitóris, dava uns tapinhas de leve no grelo e lambia. Madonna, eu estava explodindo! Foi quando ele arrancou minha calcinha, abriu as calças, segurou-me no colo com minhas duas pernas em volta de sua cintura, encostou-me na parede e, num movimento rápido, encaixou sua rola grossa e gostosa em minha buceta, enfiou o dedo médio em meu rabo e fazia movimentos sincronizados de entre e sai com a rola e o dedo. Eu estava estourando de tesão, queria mais, quanto mais melhor, estava gostoso demais sentir aquele “bello uomo” me possuindo e suando, ele tinha um cheiro ótimo. Foi quando ele me disse: _ Goza para mim, mulher, goza para o seu menino, goza feito puta, pois é assim que eu gosto de ver mulher gozar; me dê seu gozo, goza no seu menino, geme para mim, só para mim, minha bruxa gostosa. Comecei a gozar, um orgasmo longo e profundo, e dar gemidos, gritos e uivos de loba, nem me dei conta de onde estava. Ele entrou em pânico, não sabia o que fazia, como ele não podia tapar minha boca com as mãos, pois estava me segurando no colo, ele me deu um beijo longo e gostoso, e só parou de me beijar quando teve certeza de que meu orgasmo havia terminado. Hoje, quando me lembro, dou muitas risadas, aliás, nós demos muitas risadas juntos, saímos outras vezes e até namoramos durante algum tempo, quase que moramos juntos, pois um estava sempre no apto do outro, mas hoje não saímos mais, ele está noivo e eu arrumei um namorado mais adequado à minha idade, e vivo muito bem com ele, nós nos amamos. De qualquer forma, valeu a pena essa experiência com um homem 11 anos mais novo. Não tenho nada contra as diferenças de idade, aliás, meu atual companheiro é mais velho que eu 11 anos. Estranha coincidência, não? Às vezes, nos encontramos em algumas festas, e ele sempre faz uma piadinha do tipo que somente eu e ele achamos graça.

conto 36

Antes de tudo quero deixar bem claro que eu amo meu marido e não imagino minha vida sem ele.O Fato que vou relatar aconteceu comigo a mais ou menos um ano,apesar de ter uma otima vida de casada sempre tive vontade de transar com outros homens, principalmente um negão. Mesmo quando solteira nunca tive oportunidade. Neste dia eu estava no supermercado como uma boa dona de casa quando Marcelo (é o nome dele) me abordou perguntando se eu não queria comprar uns produtos que ele estava vendendo, na hora não dei muita atenção mas peguei o cartão dele e coloquei na bolsa. Quando fui pagar a conta ele veio e ficou atras de mim e voltou a puxar assunto, aí eu pude reparar com ele era bonito, alto (devia ter 1,90), forte, simpático e com um sorriso lindo, parecia um modelo. Na época eu trabalhava numa loja e disse para ele passar lá e me apresentar alguns produtos. Passaram 2 semanas e eu já tinha até esquecido dele, quando ele apareceu na loja. Logicamente chamou a atenção de todas as mulheres que trabalhavam lá e das clientes também. Já com segundas intenções ele chegou no final do expediente e era eu que fechava a loja. Convesamos por algum tempo e começei a me interresar por ele, na hora eu fiquei com medo ele era muito grande, eu sou baixinha 1,58, coxas grossas, peitinho pequeno, cinturinha fina linda e uma barriguinha de malhadora faço musculação a três anos. Depois de quase um mês de papo-furado, quando a gente se tocava parecia que dava um choque, todos na loja já tinham percebido. Acabei aceitando ir para casa dele. Quando fui me arrumar já estava cheia de tesão toda molhada, resolvi não colocar calsinha (o que é comum) e ir com uma sainha bem curta e um sapato bem alto (adoro). Quando eu cheguei fiquei impressionada como aquele homem beijava bem, suas mãos eram grandes e sua boca enorme parecia que ele ia me comer toda com aquela boca. Ele começou a tirar minha roupa e beijando cada pedaço, colocava meus peitinhos quase todo dentro daquela boca, eu ja molhada de tesão peguei a mão dele e coloquei na minha bucetinha ele levou um susto de como estava molhada e meu grelinho duro e começou chupando seus dedos sentindo meu sabor e caiu de boca na minha xaninha, nossa como ele chupava bem, que língua tinha aquele homem, lambia o grelinho, a bocetinha e meus rabinho. Parecia que ele queria botar tudo dentro da sua boca. Nessa hora olhei para o pau nele já estava quase fora do short quando eu vi aquele cabeção cai de boca, era enorme e lindo a cabeçona chegava a brilhar. Mamei tão gosto melei ele todinho com minha saliva inclusive o saco que estava com os pelos bem contadinho. O meu negão gemia como um cavalo no cio, vendo que ele ia gozar tirei o pau um pouco da minha boca para sentir os jatos quentes na minha língua (adoro fazer isso)engoli o que pude, o resto que estava na minha cara ele lambia e me beijava de novo, com aquele linguão voltou a me chupar gozei muito rápido na sua boca, meus peitinhos ficarão durinhos e minha xaninhas teve contações que le consegui sentir com a língua,aquilo excitou ele de uma maneira incrivel, quando olhei para seu pau não acreditei estava durão de novo. Nesta hora ele me colocou quatro encima do sofá e passou o pau bem na entradinha, e começou a meter devagar e rebolando, adoro homens que enfiam rebolando,ele tirava o pau e metia tudo era uma locura, me fudeu muito ele tinha muita disposição (eu sinto muito falta de penetração meu marido goza sempre muito rápido). Gozei gostoso naquele pau grande ele mudava de posição era maravilhoso, de frente de lado, tinha hora que ele parava e mandava eu chupar aquele pauzão,ele melava muita boca o tempo todo. Na verdade eu gosto de comandar mas daquele dia deixei ele fazer o que quizesse. Depois de me comer bastante minha xaninha e me pediu para colocar no meu rabinho não tive como recusar estava com muito tesão, então ele pegou um KY lambuzou o pau e o meu cuzinho e começou a entar não com força mas devagar, passou mais KY e alizando meu grelinho que esta hora estava durrísmo e todo melado, ele foi entrando devagar e me dando um prazer incrível, meteu gostoso, quando eu senti que ele gozar, dei uns tapas nele e pedi para alizar mais ainda me grelinho. Ele gemia gostoso não aguentei e gozei junto com ele. Nunca vi um homem gemer tão gostoso gozamos juntos, senti aquele homem amolecer atras de mim e cair sobre as minhas costas. Foi uma loucura. Quando me dei conta já esta na hora de eu ir embora pois meu marido já ia chegar. Só deu tempo de tomar um banho e deitar na cama. Saí com meu negão varias vezes, mas sou casada e não podia levar adiante este caso acabei terminando. Mas tenho ótimas transas com meu marido só que com ele quem manda sou eu

conto 37

Olá... Era de manhã quando acordei para ir a escola, tomei banho e me arrumei bem rapidinho, pois eu estava meio atrasada. No caminho para a escola eu resolvi não ir, já estava atrasada mesmo, então fui para a casa do meu namorado ficar com a minha cunhada (meu namorado estava trabalhando). Cheguei lá e ficamos conversando sobre tudo, principalmente sexo, ela estava me contando das aventuras dela com um ex namorado. O tempo passou tão rápido que nem percebi, quando dei conta da hora, já era 6:00 da noite (foi porque a conversa estava ótima). Quando deu 7:05 meu namorado chegou, e não estava muito bem, teve alguns problemas na empresa. Ele tomou banho e depois se juntou a nós duas. Conversamos e tivemos varias brincadeirinhas bobas. Quando eu menos esperava ele me deu um beijo, e sem nos importarmos com a presença da Joana (minha cunhada) nossas mãos percorria toda dimensão dos nossos corpos, e ao contrario do que eu pensava, Joana continuou ali e com a Joana ali nos olhando fiquei mais excitada ainda. Eduardo tirou a minha blusa e meu sutien, e começou a chupar os meus mamilos que já estavam durinhos de tanto tesão. Ele levantou do sofá (estávamos os três sentados no sofá) e parou na minha frente e se abaixou, tirou a minha meia, a calça e minha calcinha que nesse momento estava encharcada. Não demorou muito e ele começou e me chupar eu gemia alto e fazia movimentos com o meu quadril, ele me chupava com muita volúpia... olhei para a Joana e ela estava nos olhando e se masturbando, não agüentei e gozei na boca do meu namorado, quando ele ia beber tudinho, Joana tomou a frente e disse que quem ia fazer isso era ela, me chupou todinha sem deixar nem uma gota. Eu estava disposta a retribuir todo aquele prazer que eles me deram. Com muito vontade tirei toda roupa do Eduardo e dei um longo beijo nele descendo com a minha boca por todo o corpo dele chegando a parte da verilha (a essa hora eu e ele estávamos em pé e a Joana massageando a buceta, já nua deitada no sofá), beijando toda aquela área até chegar ao pau dele que estava duro que nem uma pedra. Chupava aquele pau com muita vontade, passava o pau dele entre os meus seios, fazendo ele delirar de prazer, ele dizia assim: "Continua minha linda, me mata de tesão", eu não tirava os olhos dele, passava a ponta da língua no seu pau, fazendo com que ele inclinasse a cabeça para trás de tanto tesão. Eduardo sentou no sofá e eu continuei chupando seu pau, só que com a minha bundinha empinada para trás, quando percebi Joana estava fodendo meu rabinho com a língua. Eduardo vendo isso tudo gozou na minha boca sem controle dos seus jatos. Não foi muito difícil fazer com que ele ficasse excitado de novo e eu disse que queria ver o meu namorado comendo a irmãzinha dele, sem recusar, eles rapidamente fizeram o que eu pedi. Foi lindo ver meu namorado comendo a buceta da minha cunhada (ele estava sentado no sofá e ela sentada em cima dele), não consegui ficar só olhando e parti para o ataque. Fui até a cozinha peguei um cubo de gelo e voltei e comecei a passar na buceta da Joana, que estava toda aberta, pois uma perna estava para um lado e a outra para o outro lado, ela pulava com muita vontade em cima dele depois que comecei a passar o gelo e chupar também, o gelo ainda pegava no pau do meu namorado que também estava doidinho, só parei de passar quando o gelo derreteu e não demorou muito para isso acontecer. Meu namorado largou a sua irmã e me pegou no colo me levando para a mesa da sala. Ele massageava a minha buceta com o pau, não demorou muito e ele começou a meter na minha vagina. Joana subiu na mesa ficando em um meia nove maravilhoso comigo, mas ela tinha que dividir a minha buceta com o pau do Eduardo. Desci da mesa e fiquei em pé de costas para o Eduardo e apoiada na mesa com as pernas abertas, pois estava na hora da minha bundinha ser comida, primeiro ele deixou ela bem lubrificada e logo após ele meteu o pau dele com força no meu rabinho, o que me proporcionou um grande prazer, minha cuidadosa cunhada sentada no chão, chupava a minha buceta embaixo. Meu namorado avisou que iria gozar, então eu logo tirei o pau dele da minha bunda e fiz com que ele se segurasse mais um pouquinho, fiquei um pé enquanto a Joana me chupava. Fomos para o sofá e fiquei de quatro, o meu namorado começou a meter de novo no meu cuzinho. Eu estava metendo a minha língua na buceta da Joana que estava embaixo metendo na minha buceta também. Dessa vez Eduardo não agüentou e gozou enchendo o meu cuzinho de esperma e dando também para a Joana que a essa hora já teve vários orgasmos junto comigo.

conto 38

O que passo a relatar aqui neste espaço, aconteceu comigo no início deste ano, bem casada nunca tive problemas conjugais com meu marido, experiências extra-conjugais eu só tive antes do meu casamento, quando era noiva ainda, só que depois de sete anos de casamento nossa relação ficou um pouco morna, mas até aí nada demais tinha acontecido, foi quando em uma manhã, um calor intenso tomava conta de minha cidade, eu estava aproveitando para me bronzear e ficava no pátio de minha casa, totalmente nua, sabem como é, não gostamos de ficar com marquinhas, eu estava protegida por muros altos, por isso tranqüila, meus pensamentos vagavam, deixando o tempo passar, foi quando fui chamada de volta a plano terreno por Maria, minha empregada, é que tinha uma pessoa da cia. de saneamento que estava fazendo perícia para conter o mosquito da dengue, coloquei meu biquíni e um roupão para recebe-lo, quando chegou no jardim pude ver que ele mais parecia um deus de ébano, do que um funcionário público, meus pensamentos se transformaram em desejo, coisa que não sentia há algum tempo, pedi para Maria mostrar a ele os locais que ele imaginava poder possuir focos do mosquito, tirei o meu roupão, me virei de bruços, desatei a parte de cima do biquíni, e continuei a observá-lo, notava que ele não tirava os olhos de minha bunda, eu o provocava com movimentos, algumas vezes levantava meu dorso, para que ele pudesse apreciar um pouco de meus seios, senti que ele se demorava mais do que o necessário, e na realidade este era o jogo que eu queria, passado algum tempo pedi para Maria me trazer um suco e oferecer algo para ele beber, coloquei meu roupão sem a parte de cima do biquíni, deixando um decote ousado para que ele visse meu colo; Maria retornou com uma bandeja, a deixou na mesa ao meu lado, disse-lhe para retornar aos seus afazeres, que eu terminaria a visita, ele chegou a meu lado, não sei porque mas o cheiro do seu corpo suado me deixou excitadíssima, bebeu um copo de suco, e o levei para perto da entrada da garagem onde tinha mais uma entrada de um esgoto pluvial, naquele momento fiz meu corpo roçar o dele, ele se levantou, me olhou e disse-me, se eu o quisesse tudo bem, mas se fosse só para me divertir que parasse com aquilo naquele instante, então lhe disse que eu o queria, mas que teria que ser outro horário, combinamos as 15 horas, pois Maria já teria indo embora, e poderíamos ficar a vontade, lógico que ele topou na hora, até porque não sou de se jogar fora. Almocei uma salada leve, no jardim mesmo, e continuei a tomar meu banho de sol, só que agora meus pensamentos eram todos voltados de como que seria a minha tarde, quando chegou o horário marcado, Jorge, esse era seu nome, tocou a campanhia, coloquei somente meu roupão e fui atendê-lo, ele abriu um belo sorriso, e me disse, “voltei minha vagabunda”, aquilo me chocou, mas me deixou mais excitada, me agarrou ali mesmo e me abafou com um beijo, seu corpo continuava com o odor que tanto me excitava, arrancou meu roupão, me deixando totalmente nua, com uma rapidez incrível tirou seu macacão, e me fez abocanhar seu pau de 23 cm, e o sugava com uma volúpia enorme, abocanhava aquela pau, queria faze-lo sumir dentro de minha boca, suas mãos se enrolavam por meu corpo, apertavam meus seios, me colocou apoiada na espalda do sofá, e com seus dedos e sua língua começou a brincar com minha buceta, eu a esta altura estava alucinada, transando com um homem totalmente estranho, ainda mais um negro, uma das minhas muitas fantasias, ele me lambia com voracidade, eu me balançava todinha, aproveitando todos os momentos, ele se levantou e começou a roçar seu pau em minha buceta, eu rebolava para ele, pedia para ser fodida, que ele me possuísse, ele novamente falou, “vou te fazer mulher, minha vagabunda”, aquelas palavras aumentavam o meu tesão, aos poucos seu mastro começou a entrar dentro de mim, senti o calor dele percorrendo cada pedaço do meu corpo, eu tremia de prazer, seus movimentos eram cadenciados, seu pau me preenchia inteirinha, seu cheiro era cada vez mais forte, ele agarrava minha ancas, e urrava de prazer, eu já devia estar no meu terceiro orgasmo, quando senti seu pau virar uma pedra dentro de mim, ele o tirou de dentro de mim, tirou a camisinha, e punhetou para cobrir meu corpo de porra, eu esfregava minhas mão naquela porra quente, me deixando toda meladinha. Continuávamos sem falar, a não ser palavras perdidas, tanto minhas como dele, como “me enfia, negro”, “minha vagabunda”, etc... Mesmo tendo gozado bastante, seu pau não amoleceu por completo, pegueio pela mão e fui até o chuveiro que tínhamos no pátio, comecei a lhe dar um banho, tanto de língua como de água, me enrolava naquele corpo negro perfeito, seu pau começou a crescer novamente, eu o ensaboava punhetando, era maravilhoso ver aquilo crescer em minhas mãos, seu mastro já estava pronto novamente, saímos do chuveiro e ele me colocou deitada em minha em minha cadeira de tomar sol, começou a me massagear, com suas mãos logo depois com sua boca, chupava meus seios, enfiava seus dedos em minha buceta, enquato isso eu o punhetava, nem precisava dizer que já estava pronta novamente, para receber aquele mastro maravilhoso, eu abria as minhas pernas implorando que ele me penetrasse novamente, mas ele seguia com seus dedos e seus lábios percorrendo o meu corpo, foi ai que notei quais eram as suas intenções para comigo, seus dedos saiam de minha buceta e iam de encontro ao meu cuzinho, tentava forçar a entrada, mas ele, ainda era virgem, aos poucos eu sentia que esta barreira seria vencida, ele lubrificava ele com o liquido que saia de minha buceta, eu gemia de prazer e um pouco de dor, mas com certeza o prazer era maior, a esta altura eu já sentia um pouco do seu dedo entrar, me virei de bruços tentando facilitar o seu trabalho, rebolava em cima de seu dedo, ele seguia lubrificando meu cuzinho, em pouco tempo já sentia seu dedo penetrando em movimentos compassados dentro de mim, eu já não discernia mais a dor e o prazer, gemia alto, quase urrando, tirou seu dedo e começou a colocar seu pau todo lambuzado na entrada de meu buraquinho, eu suava frio só de imaginar aquele mastro enorme dentro de mim, ele aos poucos enfiava um pouco e tirava, fazendo com isto que me acostumasse, eu mexia minha bunda tentando ajudá-lo, aos poucos, eu sentia ele cada vez mais dentro de mim, era delicioso, de repente meus olhos começaram a lacrimejar, pois numa estocada só meu negro enfiou o resto que faltava, como da vez dos dedos, o prazer foi maior que a dor, ele gritava de prazer, eu gemia, seus movimentos aceleravam, a sensação era indiscritível, eu rebola cada vez mais, procurando sugar aquele pau com meu cuzinho, o suor de nossos corpos, se misturavam num cheiro maravilhoso, em determinados momentos parecia que iria explodir dentro de mim, Jorge acalmava seus movimentos, prolongando nosso prazer ao máximo, eu não agüentava mais, tinha um mastro dentro de mim que parecia que iria virar um pedaço de ferro, pois a cada estocada ficava mais duro, seus movimentos agora eram rápidos, ele me chamava de puta, dizia que iria me encher de porra, e te juro desta vez eu não queria que ele tirasse seu pau, e o pressionava cada vez mais minha bunda contra ele, não tardou senti todo o vigor do meu macho, gozando alucinado dentro de mim. Depois disso, ainda sem falar nada orge tomou uma ducha, colocou seu macacão, escreveu seu telefone em um guardanapo que estava sobre a mesa, beijou meu rosto e se retirou; para mim restou além de uma sensação maravilhosa e ao mesmo tempo de estar arrombada, corri para o banheiro, coloquei sais a banheira e fiquei um bom tempo de molho, talvez até para tirar o cheiro de sexo que eu com certeza tinha ficado, e Roberto chegaria em breve. Amigos e amigas esta foi a primeira vez depois de casada que coloquei um par de cornos e meu maridinho, mas a minha consciência falaou mais alto, e contei tudo a ele.

conto 39

Meu nome é Barbara, 28 anos, 1,66 m, 62 Kg, morena-clara, seios grandes e firmes, nadégas volumosas e uma vagina hipersensível e sou uma lésbica assumida. Bom, o fato que passo a narrar ocorreu a mais ou menos uns 4 anos átras e foi algo muito gratificante e prazeiroso. Naquela época, sempre tive a curiosodade de conhecer uma boate de entendidas, mas não o fiz, devido a alguns temores, já que algumas amigas diziam coisas horríveis sobre esses lugares. Entretanto, como fazia uns 6 meses que não tinha uma relação completa (já que nesse espaço de tempo, as minhas relações foram com iniciantes e portanto, eu lhe proporcionava muito mais prazer do que delas a mim) e assim, com todo esse tesão e medo, decidi que no proxímo sabádo iria a uma boate. Bom, na quinta-feira liguei para a Gisele e entre um papo e outro, entrei no assunto da boate e então, ela gentilmente me deu o endereço e inclusive algumas dicas. Bom, no sabádo, a noite tomei um gostoso banho com sais aromáticos, vesti uma calcinha de renda branca, um sultiã vermelho, uma saia berge que ia até os joelhos, sapato de salto branco e me maquiei, mas usei pouco pintura, já que por indicação da Gisele, poderia ser vista como uma profissional a procura de uma cliente. Bom, ao chegar no estacionamento, pensei em desistir, pois estava bastante nervosa e para piorar, vi um certo aglomerado de mulheres na porta de entrada. Mesmo assim, respirei fundo e fui em direção a aquele grupo de mulheres, ao me aproximar, abaixei a cabeça e não procurei olhar para nenhuma delas ( já que a Gisele havia me dito que aquelas garotas eram prostitutas ). Ao adentrar ao estabelecimento, já procurei uma mesa num canto, ápos tomar uma dose de whisky, já estava mais tranquila e pude reparar no ambiente do local, pois não havia vulgaridade, pois haviam algumas mesas ocupadas por casalzinhas de mulheres ou por um grupo de 4 mulheres. Num outro comôdo havia uma sala de dança, mas a mesma nào atrapalhava o ambiente desse outro comôdo e inclusive nào se via garotas desfilando semi-nuas. Bom, por vários minutos fiquei observando as mulheres das outras mesas, mas até aquele momento, não havia me interessado por nenhuma garota e as poucas que me interessei, estavam acompanhadas e por isso, já estava pensando em ir embora, mas então a vi, em pé diante do balcão do bar, era baixa, magra, usando uma camiseta branca, uma microsaia azul claro e um tênis azul escuro. Entretanto, fiquei desanimada ao vê-la indo para a discoteca com 2 copos, mas mesmo assim, percebi ela me lançando um sorriso. Bom, os minutos foram passando e então, a vi voltando da discoteca e vindo em minha direção. Sem nenhuma cerimônia, ela se sentou do meu lado e disse se chamar Thaís. Naturalmente me apresentei e elogiei o seu corpo e até duvidei que fosse adulta, já que seu rosto era de uma ternura angelical. Ela agradeceu o elogio e garantiu que tinha 20 anos. Daí, começamos a conversar e descobrimos que tinhamos várias afinidades e em questão de mais ou menos uns 30 minutos, já estavamos deixando a boate. Cada uma pegou o seu carro e então, a segui, pois iriamos para a sua casa. Bom, travegamos por uns 30 minutos pela zona norte e então, ela estacionou numa garagem de uma casa simples, mas bonita. Após estacionar o carro, ela convidou-me a adentrar em sua residência. Depois de me acomodar num sofá, a Thaís se queixou do calor e em seguida, começou a dançar ali no meio da sala e derepente se livrou da camiseta e então, pude ver que seus seios eram realmente pequenos, pois mais pareciam 2 uvas. Não me fazendo de rogada, também me levantei e já me livrei do sultiã. Dava para se ver que a Thaís estava deslumbrada com os meus seios, pois dava até para se perceber um bilho em seus olhos. Em seguida, trocamos um caloroso beijo de língua e enquanto isso, nossas mãos acariciavam as costas da outra. Depois a Thaís se afastou um pouco e ápos acarciar os meus seios, ela começou a chupa-los, mas com uma fome de criança. Prá mim, aquilo era maravilhoso, pois naquele toque pude perceber que a Thaís não era nenhuma inexperiente. Ápos mais alguns minutos, voltamos a nós beijar, mas dessa feita, nossas mãos começaram a girar as saias e em seguida, simultaneamente, baixamos os zipers e nisso, nossas saias cairam ao chão. Em seguida, ambas nós afastamos e onde uma ficou admirando o corpo da outra ( notei que a calcinha branca da Thaís já estava manchada pelo seu suco ). Então, nós atracamos e ápos um novo beijo, fomos de mào dada para o quarto. Lá, voltamos a trocar carícias e então, deitei-me e a Thaís ficou por cima se fartando em chupar os meus seios. Em seguida, ela começou a lamber a minha barriga, umbigo e beijou várias vezes as minhas coxas. Daí, ela tirou a minha calcinha e pude perceber que só faltou ela babar, pois ficou quase hipnotizada pela minha xoxota raspadinha. Em questão de segundos, ela caiu de boca com uma fome voraz, pois chupou e lambeu a minha xoxota como se fosse o maior manjar do mundo. Prá mim, a sua carícia era estupenda, pois em questão de segundos, já pressenti a aproximação de um orgasmo. No momento em que a Thaís abriu os meus grandes lábios e meteu a língua bem pro fundo, não suportei e tive o primeiro gozo. mesmo com a boca toda lambuzada, ela continuou a sua voraz tarefa e eu ali indefesa perante uma expert na arte do cunilingus. Ápos mais alguns minutos, pressenti um novo orgasmo e por isso, pressionei a sua cabeça mais prá dentro da minha xoxota e entre gemidos e soluços, gozei de novo. Depois de sorver o meu mel, a Thaís direcionou a sua fome para o meu clitóris. Inicialmente, ela ficou lambendo bem rapído, mas em determinados momentos, ela dava leves mordidinhas. Naturalmente, o meu prazer redobrou, pois comecei a ter orgasmos multíplos, mas a Thaís nem esquentou com isso, pelo contrário, pois além de se concentrar no meu grelinho, ela agora enfiava 2 dedos bem fundo na minha xoxota. Entretanto, ela já começou a socar os dedos como se fosse uma britadeira e devo confessae que por alguns segundos, vi estrêlas, já que era um prazer inigualavel. Ápos alguns minutos nesse ritmo, a Thaís retirou os dedos e começou a lamber o meu umbigo, ventre, busto, seios e finalmente meus lábios. Bom, ficamos por vários minutos nessa troca de beijos e carícias e então, trocammos de lugar, pois fiquei sobre seu corpo e inciei o percurso do praze, pois me deliciei nós bicos dos seus seios, lambi a sua barriguinha e então, ápos abrir as suas pernas, comecei a lamber a sua xoxotinha por cima da calcinha (inclusive, havia uma enorme mancha no local). Entretanto, fiquei pouco tempo nessa tarefa, pois logo tirei sua calcinha e vi uma xoxotinha totalmente raspadinha. É claro que já fui lambendo com todo carinho e dedicação, mas ápos alguns minutos de delicadeza, a Thaís disse: - Quero mais rapído ... quero ficar louca ... com essa língua ... Naturalmente, fiz o que ela pediu, pois ápos abrir os seus lábios vaginais, comecei a serpentear com toda deerminação e só bastou alguns minutos, para a Thaís já estar gemendo e se debatendo de prazer. Bom, um fato novo que chamou-me a atenção, era o seu grelinho, pois a cada instante, ele crescia um pouco mais e eu fiquei deslumbrada com aquilo, pois em poucos segundos, chegou no seu limite e deveria medir no maxímo uns 5 cm. Por isso, deixei de lado a sua xoxotinha e comecei a chupar forte o seu clitóris e no mesmo instante, a Thaís começou a gemer e a se debater com mais intensidade e em questão de segundos, a sua xoxota já expelia o seu mel. Mesmo assim, não dei trégua ao seu grelinho, pois continuei a chupa-lo e ela aumentava a intensidade dos seus gemidos. Ápos a Thaís ter tido uns 3 orgasmos, comecei a introduzir um dedinho em sua xoxota, mas mesmo estando hiper molhadinha, só consegui enfiar pouco mais de 2 cm, pois via-se em seu rosto, a expressão de dor e por isso, nào quiz abusar da sua submissão. Depois de mais alguns minutos, chupando o seu grelinho e dedilhando a sua xoxota, a Thaís anunciou que iria gozar e por isso, parei a minha tarefa e virando-me, trançamos as nossas pernas e ficamos esfregando uma xoxota na outra. Começamos num ritmo lento, mas com o passar do tempo, começamos a acelerar os movimentos e em poucos minutos, a Thaís se debatia e aos berros, disse: - Ai meu Deus ... que gostoso ... Aiii ... Aiii ... tá vindo ... Aiii ... AAAAiiiiiiii ... Nisso, todo o seu corpo vibrou e ao mesmo tempo, a sua xoxota mais parecia uma casacata e em seguida, todo o seu corpo ficou mole e por isso, me esfreguei com mais intensidade e em pouco mais de 2 minutos, todo o meu corpo se arrepiou e senti todas as minhas forças se esvaindo do meu corpo. Bom, ambas adormecemos e nao sei quanto tempo se passou, mas derepente senti alguém lambendo a minha nuca e um corpo sobre o meu ( estava dormindo de barriga prá baixo ) e ao virar o rosto, vi a Thaís sorrindo e senti os seus seios roçando as minhas costas e a xoxota nas minhas nadegas. Por isso, trocamos um beijo de língua e então, ela voltou a lamber a minha nuca e já foi descendo pela minha espinha. Naturalmente, senti um gostoso arrepio e comecei a me excitar, quando a Thaís abriu as minhas pernas e ficou dedilhando o meu grelinho. Depois de mais algumas lambidinhas, ela chegou nas minhas nadegas e ápos lamber ambas, abriu-as e começou a lamber o meu cuzinho. Nunca tinha sentido uma língua no ânus, mas estava muito gostoso e ficou melhor ainda, quando fiquei de quatro e ela já foi socando 2 dedos na minha xoxota, mas dessa feita, num ritmo bem mais suave. Bom, como já estava num alto grau de excitação e então, eu mesma abri as minhas nadegas e permiti que sua língua brinca-se melhor com o meu cuzinho virgem. No início, a Thaís começou a lamber com toda tranquilidade, mas com o passar do tempo, ela foi aumentando o ritmo das linguadas e sobretudo, também acelerou o ritmo das estocadas na minha xoxota. Prá mim, aquilo era o maxímo e por isso, em questão de minutos, o meu suco já estava escorrendo pelas coxas, mas a Thaís nem se importou, pois continuou a sua árdua tarefa. Depois de vários minutos e muitos orgasmos multíplos, aos gritos disse: - Aiii ... Aiii ... mais ... Aiii ...eu vou ... Aiii ... gozar ... AAAiiiiiiii ......... Ao terminar a frase, ela tirou os dedos e inclusive, lhe implorei: - Não faz isso ... me fode ... fode ... fode ... Mas ela nem ligou e inclusive, enfiou a cara no meio das minhas pernas e começou a chupar o meu grelinho. Depois de alguns minutos, ela disse: - Quer gozar ? ... Então abre mais essa bundinha. Naturalmente, fiz o que ela ordenou e então, a Thaís voltou a posição anterior e socou os dedos novamente na minha xoxota. Em seguida, com a outra mão, ela começou a introduzir um dedinho no meu cuzinho virgem. Ao sentir a introdução, dei alguns gemidos de dor e em resposta, ela praticamente parou de me foder a xoxota. Nisso, ela deu um beijo na minha nadega e disse: - Se você quer gozar, vai ter que gemer gostoso no meu dedinho. Bom, como já estava hiper excitada e como a penetração não era tão dolorosa ( já que ela tinha um dedinho muito fino ), comecei a gemer a cada centrimetro que entrava e em resposta, a Thaís voltou a mover os dedos com mais força em minha xoxota. Prá mim, aquilo era uma sensação nova, pois nunca senti prazer misturado a dor e não vou negar, que com o passar do tempo, nem sentia mais dor, mas sim, um enorme prazer. Ápos mais alguns minutos, pressenti a aproximação do clímax e então, aos berros, lhe disse: - Aiii ... fode amor ... fode ... Aiii ... esfola esse ... Aiii ... cuzinho ... AAAiiiii ... Nisso, senti todo aquele fogo saindo de dentro de mim e senti todo o meu corpo leve. Naturalmente, cai na cama e mesmo com a respiração ofegante, senti novamente a Thaís abrindo as minhas nadegas, mas dessa feita, ficou roçando o seu grelinho na porta do meu cuzinho. Logicamente, não entrava nada, mas era muito excitante e sobretudo para a Thaís, pois ela se movimentava cada vez mais rapído e a gemer mais alto. Ápos alguns segundos, ela largou as minhas nadegas e apoiou as màos na cama e para excitá-la ainda mais, joguei os braços para trás e abri as minhas nadegas. Não preciso dizer, que os seus movimentos aumentaram e seus gemidos ficaram mais intensos e cheios de tesão. Depois de mais alguns minutos, ela praticamente desabou nas minhas costas ( senti que seus seios estavam durinhos ) e em seguida, segurou forte os meus ombros e voltou a e movimentar num ritmo frenético. Ápos alguns minutos, ela disse: - Aiii ... que cuzinho ... Aiii ... vou gozar ... Aiii ... bem fundo ... Aiii ... AAAiiiiii ... Nisso, ela novamente desabou e todo o seu corpo ficou por alguns segundos trêmulo. Logicamente, no mesmo instante, senti o seu mel lambuzando partes das minhas nadegas e escorrendo para a minha xoxota. Bom, voltamos a dormir saciadas e de manhã, ápos um gostoso banho, fomos almoçar num restaurante e na saída, nós despedimos, mas combinamos de nós encontrarmos mais vezes na boate. Apartir desse dia, me tornei uma assídua frequentadora de boates de entendidas e até hoje, não tenho o que reclamar, pois foram momentos prazeirosos

conto 40

Eu já tinha estado com a Carla antes. Ela foi a primeira mulher com quem fiz sexo. Mas daquela vez meu marido estava junto, e eu queria agora prova-la sem interferências de terceiros. Ela era uma menina de programa e morava num apartamento pequeno porém bem ajeitado em Copacabana. Morena bonita de cabelos longos e cacheados, uma bela bunda e seios fartos. Sua pele contrastava com a minha que sou loura e, embora tenha uma bunda bem grandinha e apreciada, meus seios são médios, miudinhos perto dos dela. Desde o momento que telefonei e marcamos, eu não me segurava de tanto tesão. Tinha medo, afinal iria até o apartamento dela, e era a primeira vez que estaria sozinha com uma prostituta, mas também estava com muita tesão e isso impedia que eu pensasse em algum risco. Já no telefone, quando falei meu nome, Teresa, ela me reconheceu e se lembrou do dia em que totalmente entregue a alegria de chupar a sua buceta, fui enrabada sem piedade por meu marido. - Teresa aquela que sabe dar e receber prazer de uma mulher. - - F oi o que ela disse assim que cheguei no seu apartamento. Conversamos um pouco, ela me ofereceu um refrigerante, pois eu estava ofegante e com a boca seca, tudo fruto do meu evidente nervosismo. Sua voz meiga foi aos poucos me acalmando e quando dei por mim estávamos nos beijando na boca. Suas mãos apertavam meus seios e eu alisava o seu pescoço. Aos poucos ela engoliu de uma só vez cada um dos meus seios, e com as mãos docemente instaladas na minha vagina, foi conseguindo me manter completamente entregue. Carla chupava a minha buceta com a destreza de uma profissional, e percebendo-me em estado de torpor, colocou a sua xoxota sobre a minha boca, no que prontamente a atendi chupando a sua buceta, me esforçando para ser tão hábil quanto ela na tarefa de fazer uma mulher gozar. Carla estava com 2 dedos enfiados na minha buceta e um pequeno vibrador no meu cu quando a campainha tocou. De início eu fiqui assustada, mas ela me acalmou dizendo para não me preocupar, pois devia ser uma amiga sua que mora no andar superior. Eu não querendo perder um segundo do meu prazer obedeci aos conselhos de Carla e permaneci com o vibro no cu e substituí a língua de Carla pelos meus ágeis dedos masageando meu clitóris. Carla não se demorou, e quando voltou ao quarto viu-me em estado de êxtase e prazer solitário. - Trouxe companhia. Olhei assustada para aqueles 2 negros de cerca de 1.80 de altura, jovens, musculosos e, que já nus, exibiam dois caralhos de fazer inveja a um jumento bem dotado. - Essa é a Teresa que adora tomar no cu. Vejam bem a bunda dela é branquinha e gostosa como a minha. Sirvam-se Inutilmente eu tentava cobrir meus seios e a buceta com as mãos, e Carla foi logo dizendo: _ Calma sua puta riquinha. Esses caralhos vão te dar muito mais prazer do que esse simples vibrador de 12 cm . Não tive tempo de esboçar qualquer reação. Carla sentou-se sobre minha boca, com a buceta roçando em meus lábios., puxou minhas pernas fazendo com que meus joelhos tocassem em meus ombros e, sem saber qual dos 2 estava me enrabando, senti aquela imensidão de pica me rasgando o cu com uma violência tamanha que quase perdi os sentidos de tanto gozar. Carla levantou-se e deixou que aquele caralho que me arrasava o cu inundasse minha boca com infinitos jarros de porra que, de tanta intensudade, escorria por todo o meu rosto. Nem tive tempo de me recompor. O outro caralho me virou de quatro e sem pedir licença enfiou tudo de uma só vez dentro do meu cu, que desta vez já estava totalmente arrombado e acostumados com as violentas estocadas que recebia. Carla, não satisfeita em me ver totalmente arrasada, ainda abria a minha bunda com as mão para que aquele caralho não encontrasse qualquer resistência em suas investidas. Mas o pior ainda estava por vir. Quando o segundo caralho despejou toda a porra, desta vez dentro do meu cu, e retirou-se heróico, serto do dever cumprido, seu bravo propritário reparou que sua espada de múcsulo estava suja daquela coisa, que afinal, como diz a anatomia, evacua-la é a razão de ser do cu. O Negrão não quis saber de justificativas fisiológicas, e gritou. - Essa puta cagou no meu pau. Sujou ele todo de merda. Carla parecia não se abalar com nada. _ Faz ela chupar agora. Bota essa vagabunda grã-fina pra comer merda. O Negrão não pensou duas vezes, enfiou aquele cacete cheio de merda na minha boca e eu, que sentia prazer em ter me tornado escrava do prazer daqueles três, chupei aquele cacete até não deixar qualquer vestígio da impropriedade que eu mesma cometera. Carla cheia de tesão me fez deitar novamente e se agachando sobre meu rosto, lançou-me um mijada quente que me fez gozar ainda mais, enquanto o primeiro negrão comia a minha buceta.. Antes de tomar banho, me vestir e remunerar os meus algozes, levei mais um jato de porra no rosto e outra mijada, desta vez por todo o corpo. Paguei o triplo do que havia prometido a Carla quando combinamos o encontro, mas afinal, o serviço foi três vezes melhor do que o prometido.

conto 41

Vou começar este conto me descrevendo... Meu nome é Daniela, tenho 24 anos, 1.72, loira, estou sempre moreninha por meio de bronzeamento artificial (para o completo agrado do meu marido, que adora as marquinhas da calcinha cavadinha em contraste com a pele moreninha), sou muito gostosa e confesso isso sem falsa modéstia, tenho uma bunda linda e seios grandes e bicudos, resultado de horas de malhação... enfim, quando me produzo, sou um escândalo de gostosa.
Já o meu marido é um gato, se chama Caio, tem 27 anos, atlético, físico bonito, alto, se veste bem ao estilo executivo (adoro homens de terno!) devido ao seu próprio ofício de advogado de uma das maiores empresas do país, bem sucedido profissional e financeiramente... ou seja, o sonho perfeito de toda mulher, mesmo de uma gostosona como eu.
Mas meu marido tinha dois pequenos defeitos... o primeiro, não chega propriamente a ser um defeito... é que o pau do Caio tem 15cm, ou seja, se situa no tamanho normal do brasileiro médio. Não haveria nada de errado com isso, até porque o pau dele não pode ser considerado pequeno... o problema é que eu tenho uma tara enorme por picas enormes! Adoro um pau bem grande e bem grosso! Mas o Caio contornava isso bem, até porque ele nunca soube que eu adoro paus colossais, e depois porque ao menos ele era muito carinhoso na cama e me enchia de tesão vê-lo me comer.
O segundo defeito do Caio, esse sim, horrível na minha opinião, era a sua incrível submissão aos outros, especialmente aos seus superiores! Isso pra mim era demais da conta, inadmissível! Em casa (éramos só eu e ele, não temos filhos), ele era completamente carinhoso comigo, me fazia sentir-se uma rainha; porém, lá fora, me destratava, todos eram mais importantes do que eu, não considerava minhas opiniões, e o mais absurdo é que ainda fazia piada com a minha cara!
O pior é que eu acabava aceitando, embora me mordesse de raiva, porque o meu marido era lindo, tão perfeito, onde eu arranjaria outro, e o seu sucesso lá fora me deixava meio boba... meu marido era um advogado muito conceituado, brilhante, enquanto eu era uma advogadazinha recém- formada, que nem trabalhava porque o Caio queria que eu ficasse em casa. Ele nunca me levava nas grandes festas e coquetéis da sua empresa (acho que era pra eu não estragar a imagem do bestinha, só podia ser!), embora adorasse me exibir em outras ocasiões como se eu fosse mais um de seus troféus. Mas uma noite, não sei porque (acho que a ocasião exigia que os homens estivessem acompanhados de suas esposas), ele me convidou pra ir a um dos grandes coquetéis de sua empresa.
Impôs (com jeitinho, mas impôs) a roupa que eu deveria vestir, o que fiz submissa, e era um longo muito bonito e formal, sem muitos atrativos e que escondia o meu corpo todo... não gostei muito mas não reclamei, estava contente por poder finalmente ir a uma dessas grandes ocasiões. Chegamos na festa, me senti super mal, porque eu sou na verdade bem perua, adoro me exibir e estava toda tapada... enquanto isso, via todas as mulheres lindamente peruando, com pernocas à mostra, decotes generosos em profusão, algumas com microvestidos tão curtos que sentadas se via a calcinha (isso quando estavam de calcinha...).
Meu marido me ignorou toda hora, fez grande sucesso como sempre, conversando com todos e nem me apresentava, enfim, no final retornei mal-humorada pra casa e prometi nunca mais voltar... Mas o tempo passou e chegou nova festa... só que desta fez o meu marido não poderia passar em casa antes, eu já me encontraria com ele lá na festa e não perdi essa oportunidade maravilhosa!
Eu super me produzi, bem peruérrima como eu sou, vestindo um longo preto brilhante (vestido da minha época de solteira e que o Caio nunca mais deixou eu usar), com enormes fendas dos dois lados das pernas, um vestido sem alças, era com gancho de encaixe nos seios, de forma que estufava os meus peitos e suspendia-os bem, mostrando metade deles! As costas ficavam nuas! Escolhi ainda acessórios de jóias e brilhantes, destacando um colar lindo com uma pedra bem grande que morria quase entre os meus seios! Para completar, saltos altíssimos de metal (minha predileção), que realçavam todo o tesão que minhas pernas provocam...
A festa era na mansão do Cônsul da Alemanha, e quando cheguei lá, fui introduzida ao salão... Caio mal me viu, ficou rubro e veio em minha direção furioso, mas quando ele ia brigar comigo, foi interrompido por um homem, já um senhor de uns 58 anos, alto, fortão, de costas bem largas, desses que o tempo não enverga. Não era bonito, mas tinha um rosto másculo e um nariz bem protuberante. Os cabelos eram grisalhos. Mas o que mais me impressionou foi o seu jeito direto e seu olhar de ferro, penetrante. "Nossa,Caio! Essa beldade é que a sua amada esposa?", brincou galantemente e de forma educada. Caio se desfez todo, e bem sorridente (aquele sorriso de puxa-saco que mostra todos os dentes!) falou que sim e me apresentou.
Era o presidente da multinacional em que o Caio trabalhava como advogado e se chamava Julius. Começamos a conversar animadamente, Caio parece que esqueceu a zanga e eu já estava achando a festa ótima. Fui apresentada a outras pessoas, todas muito importantes. O que Caio achou uma grande distinção, é que o seu chefe Julius nos fez companhia o tempo inteiro da festa. Na verdade, notei que Julius estava quase devorando os meus seios, bem decotados e suspensos.
Confesso que adorei aquele olhar fixo na minha "comissão de frente"! "Que bela jóia você tem aí no pescoço", ele comentou sobre o colar com a pedra entre os meus seios... na verdade, aproveitou para olhar descaradamente para os meus peitões, o que fez os meus bicos espetarem o vestido e quase rasgá- lo de tão duros! Enquanto o bobinho do meu marido discorria sobre a jóia, falando que era um colar muito caro e precioso, Julius só faltava comer os meus peitos... eu, não sei porque, estava adorando, e sorria desenvergonhadamente!
Lá pelas tantas, já depois do jantar oficial, sentamos numa das muitas mesas redondas espalhadas pelo salão, com longas toalhas. Sentou meu marido, Julius e acabei sentando do lado de Julius, sem me dar conta na hora. Julius tinha um papo muito interessante e prendia a atenção do meu marido. Cruzei minhas pernocas formidáveis, que a fenda do vestido mostrava até bem lá em cima, e notei que Julius olhava discretamente, sem que o meu maridinho percebesse. Eu estava adorando, mas não acreditei quando comecei a sentir aquele mãozão bem másculo apertando as minhas coxas debaixo da toalha de mesa! Não sei se propositalmente,
Julius começou a contar pro meu maridinho uma estória de um ex- empregado seu que era um corno mansíssimo, nunca desconfiou que a mulher o traía! Era demais ver o meu marido rindo e zombando do ex- empregado quando estava acontecendo exatamente a mesma coisa com ele! O dedão bem grosso de Julius, que não interrompia a sua narrativa, agora estava entrando por debaixo da minha minúscula calcinha, e se esfregava na minha xaninha molhada... eu suava sem parar, de tanto calor de tesão e me controlava pra não gemer. "O interessante dessas estórias de corno, é que a gente nunca acha que acontece com a gente!", concluiu Julius, e meu maridinho se dobrou de rir e eu não me agüentei e ri demais.
Quando dei por mim, as mãos hábeis de Julius já tinham tirado minha minúscula calcinha e eu o vi colocando-a no bolso de seu paletó. Ele se retirou dali a alguns minutos da mesa, a pretexto de conversar sobre um assunto muito importante com fulano. Parecia que a alegria tinha se retirado da mesa, pq. fiquei com o corninho do meu marido ali calado, sem fazer qualquer comentário senão o de elogiar o seu chefe! Que baba-ovo ridículo! Recebi discretamente um bilhetinho, abri sem Caio perceber, e estava escrito: "se quiser ter a sua calcinha de novo, livre-se do corninho e me encontre na biblioteca da mansão (3ª porta à esquerda do andar superior)".
Aquilo era demais e me deixou superexcitada! Disse ao meu corninho que não estava me sentindo muito bem e ia ao banheiro, e subi. Entrei na biblioteca e lá estava aquele homenzarrão, em pé, com dois drinks na mão, já me esperando. Avancei na direção dele, não sem antes encostar a porta. Ele me despiu do meu longo, o qual deslizou pelo meu corpo até o chão, e fiquei nuazinha em pêlo, já que estava sem sutiã e ele havia tirado a minha calcinha no salão. Nuazinha, só com as jóias e de salto alto. Notei seu rosto de aprovação.
Ele começou a derramar o uísque de seu copo nos meus seios e sugá-los com sofreguidão. Eu já não me aguentava, segurava a cabeçona enorme desse coroa tesudo e puxava-a de encontro aos meus seios pra ele chupar. "Chupa, meu macho, chupa, seu tesão! Me dá o prazer que o corno do meu maridinho não dá". Acho que ele era especialista em seios, porque me fez gozar ali mesmo, em pé! "morde meus seios bicudos, morde , seu velho safado!". Ele me levou pra uma enorme mesa que havia ali na biblioteca, derrubou tudo o que havia sobre ela com uma das mãos, e me colocou ali de deitada de costas, pernas bem abertas, posição de franguinho assado! Vi quando baixou suas calças e surgiu um pau maravilhoso!
O maior que já tinha visto! Devia ter uns 23cm! Grosso como uma árvore e duro como uma rocha! Ele apontou aquele bruto pra minha xaninha e pincelou minha xaninha raspadinha, melando a cabeçorra do seu pau! Enfiou devagar, me rasgando todinha aos poucos, até entrar tudo... parou um pouco, ele esperou eu me acostumar, e começou a me socar com força, me fudendo bem gostoso! Eu gemia como uma puta! "Goza sua safada! Esposa vagabunda! Sua égua! Tá no cio, tá?", ele me provocava.
As mãozonas dele encobriam e apertavam meus seios, torciam meus bicos durinhos, me torturavam deliciosamente. Eu não me controlava e arranhava o seu peito másculo e cabeludo todinho. Em breve, eu já tinha chegado ao orgasmo umas três vezes, e ele nada ainda. Ele sentou na cadeira, e aquele picão dele apontado pro alto... Segurou-me pela cintura e me sentou ali. Nossa, que delícia! Eu fui me enterrando naquela jeba enorme, até ficar quase empalada, não conseguia nem me mexer!
Ele então segurou minha bundinha com as duas mãos e me suspendia, pra cima e pra baixo. Comecei a cavalgar com fúria aquela picona, falava coisas desconexas, gemia , gritava, xingava meu maridinho! Nem percebi que a porta tinha se aberto e meu marido estava ali a poucos passos, completamente perplexo! Tentou falar algo, mas Julius mandou ele calar a boca e falou: "Sua esposa é realmente maravilhosa! Vou te promover pra chefe-geral do escritório de advocacia da empresa! Olha como se deve comer uma gostosa como a sua esposa, seu corno!".
Eu ria, e cavalgava mais ainda, enterrada naquela pica descomunal. "Ai, corninho. Olha como ele me come gostoso! Nunca fui comida assim, seu pau é minúsculo pra minha buceta gulosa! Eu preciso de uma picona assim!". Quando olhei, o Caio estava com o pauzinho dele na mão, se masturbando. Aquilo foi demais, que vingança!!! "Bate uma punhetinha, bate, seu cornudo!", eu o insultava extasiada. Julius finalmente avisou que ia gozar, e eu falei que queria na boquinha. Ele me tirou de cima, me fez ajoelhar em frente dele, e caí de boca naquele pau maravilhoso, ele segurava os meus cabelos e fazia um vai- e-vem com a minha cabeça.
Gozou no meu rostinho, nos meus cabelos cuidadosamente tratados em salão de beleza dos mais chiques, nos meus peitos, no colar de brilhantes, e na minha boquinha!!! Bebi tudo o que podia e ainda fiquei mamando até a última gotinha! Não queria perder nada! Eu já estava esgotada, mas aquele pau insaciável do chefinho do meu marido ainda estava ali, duro, em pé, mesmo após tanto gozo! Julius me jogou de barriga na mesa, pés no chão, de salto altíssimo (o que empinava minha bundinha mais ainda), de quatro. Minha bundinha bem arrebitada esperando aquele pauzão! "Olha, seu cornudo! Vou dar o cuzinho pro seu chefinho! Mas só se você pedir, anda, pede!".
Me espantei de estar zombando assim do Caio, mas meu espanto maior foi quando ele me obedeceu, com uma voz baixinha, de corno manso: "Por favor, dá o rabinho para o chefe...". "Seu corno! Eu dou sim! Mas pede ao seu chefe pra me enrabar gostoso, anda! E pede bem alto pra todo mundo ouvir!", eu queria humilha-lo mesmo. "Come o cuzinho dela, por favor...", Caio implorava, com o pau durinho na mão, se punhetando rapidamente. Julius riu sacanamente e começou a esfregar o cabeção do seu pau na minha xana melada e a pincelar o meu cuzinho.
Isso era bom demais! Meu cuzinho piscava pra ele, implorando pra ser comido. Eu não sabia se agüentaria um pau daqueles no meu rabo mas eu estava disposta a tentar. Aquela pica monstruosa de grande foi entrando devagarzinho, rasgando todas as minhas preguinhas do cu, que delícia! Não agüentei de dor, urrava, lágrimas escorriam pelos meu rosto, até que senti que aquele pauzão chegou até o final, aquele saco grandão e cabeludo roçando minha bunda. Julius começou a embalar e em breve já estava socando forte, e eu berrava de prazer. As mãos de Julius seguravam minha cintura e me puxavam ao encontro de seu pau a cada arremetida. Dava tapinhas na minha bunda e me chamava de potranca, égua, cavala, tesuda, safada , e outros adjetivos deliciosos!
Eu rebolava naquela picona, incontrolável ao ver meu corninho se punhetando. "Me enraba, gostoso, meu macho! Come o meu cuzinho todo! arrebenta até a última preguinha!". Meu orgasmo foi incontrolável e sucessivo, um atrás do outro, num crescente, até o orgasmo final e grandioso, em que me quedei desfalecida. Julius esporrou no meu rabo e ardeu meu cuzinho todo com aquela cachoeira de porra.
Quando ele tirou, meu corninho veio lamber o meu rabinho. Quando me vesti novamente, e fui cambaleando pro salão de braço dado com o meu corninho, estava toda esporrada, com um cheiro enorme de porra por todo o corpo. Pegamos um táxi e fomos pra casa. Hoje, o relacionamento em casa mudou. Eu mando e meu corninho obedece. E ainda por cima, Julius me empregou como sua principal advogada trainee, para "trabalhar" diretamente na sala dele, que delícia! Imaginem que prazer não me dá esse "trabalho

conto 42

Eu pensei bastante no que vc escreveu e resolvi te contar uma coisa que
aconteceu comigo, mas que eu não tive coragem de contar a ninguem ainda...
porque eu morro de vergonha...

Há uns 3 meses eu saí com umas amigas numa boate, sem namorado.
Como eram umas amigas minhas dos tempos de colégio, que eu já tinha até
perdido um pouco o contato, acabamos indo em uma boite onde dificilmente
encontraria alguem conhecido, era longe da minha casa, longe da faculdade e
o pessoal que frequenta era diferente da minha turma normal de amigos.
Eu não sei bem porque mas tive muita vontade de ir bem provocante... com
decotes... apesar de ficar falando pra mim mesma que eu só estava saindo
para dançar e ver minhas amigas...
Coloquei uma saia curtinha, que eu nunca tinha tido coragem de usar, com uma
fenda lateral e coloquei uma blusa super decotada.
Bom, chegamos na boite foi tudo ótimo, neste dia eu fui super paquerada, não
tinha sossego, fingia que estava brava com aquilo, mas estava adorando....
Na hora de pagar a consumação, eu me ofereci para ir pagar a conta de todas.
Elas me deram o dinheiro e foram dançar, enquanto eu esperava na fila.
O lugar estava muito cheio e o homem atrás de mim na fila( parecia ter uns
35 anos, alto, não muito bonito, mas com uma cara de macho... ) começou a me
encoxar descaradamente... dava para sentir o pau dele bem encaixado em
mim... nessa hora eu virei para ele sem pensar e, quando ia xingá-lo, fiquei
paralizada... não consegui olhar aquela cara de macho bravo e xingá-lo...
fiquei olhando para ele por uns 20 segundos olho no olho com cara de espanto
e, sem falar nada voltei a olhar para frente e ainda dei um passo para trás
voltando a deixá-lo me encoxar... nessa hora acho que foi o momento de maior
excitaçao de minha vida... foi muito bom...
Ele começou a passar a mão e dar umas beliscadinhas na minha bunda, eu não
fiz nada.... era como se estivesse gostando de ser uma puta, e bem
obediente... a única coisa que eu não deixava era ele levantar minha saia...
mesmo assim, só faltava eu pedir desculpas por não ficar pelada lá mesmo
para ele...
Então ele puxou bem para cima minha calcinha para ela ficar toda enfiada em
mim. Eu deixei.
Derepente ele sumiu da fila... eu não estava entendendo mais nada, mas daí ,
ainda naquele aperto escuro que estava a área dos caixas da boite, eu sinto
alguem enfiando a mão dentro da minha saia, por cima, e por dentro da minha
calcinha. Eu nem me virei para conferir... sabia que era ele... ele enfiou
um dedo no meu cuzinho ( nunca tinha sentido isso antes...) ele nem tocou na
minha boceta que estava ensopada... foi direto no meu cuzinho.... ardeu e
doeu, mas eu deixei... depois ele fez isso de novo, quando eu tinha acabado
de pagar e estava indo encontrar minhas amigas, só que da segunda vez ele
deixou alguma coisa no meu cuzinho que estava me incomodando, em seguida
tirou o dedo de lá, puxou muito forte minha calcinha para cima, deu um tapa
nada discreto na minha bunda e falou para mim: "só toque nessa bundinha de
putinha quando chegar em casa, sua patricinha vadia, e hoje está proibida de
se masturbar" e foi embora ( nao tenho certeza das palavras, mas acho que
foi exatamente assim que ele disse).
Fiquei toda tonta, encontrei minhas amigas, fomos embora, eu quieta no meu
canto, todas acharam que eu estava bêbada. Chegando em casa descobri que o
que me incomodava no meu cuzinho (que eu não tinha ousado mexer) era um
papelzinho, com um numero de telefone celular.
Não durmi naquela noite.... gozava só de sentir o pijama raspando em minha
buceta e estava doida para me masturbar mas não conseguia contrariar as
ordens dele...
Quando acordei quase morri de remorso...joguei o telefone dele na privada e
toquei a descarga...

bom, eu queria dizer que foi muito legal botar isso para fora... eu estou
muito excitada agora... Estou com medo de ter caído muito no seu conceito...
foi muito pesado isso que e fiz???

Gostei muito de ler seu e-mail falando sobre coisas que vc quer fazer
comigo... me faz descobrir que eu me excito com muitas coisas que eu nao
admitia que me excitavam... fale mais disso para mim...

Eu não sei se isso é normal, mas eu sinto tambem muita vontade de, tipo,
obedecer ordens suas, coisas de verdade, que eu possa fazer de verdade aqui
em casa, na faculdade, sei lá, não sou muito experiente nessas coisas...

Bom, eu echo que já falei de mais, né? desculpa... mas eu tinha que contar
isso...

Um beijo da Carol.

conto 43

Olá. Meu nome não interessa, sou loira, 1,70 de altura, 55 quilos bem distribuídos e com tudo no lugar. Tenho. 34 anos, uma filhinha linda de 4 anos, fui casada por 10 anos, estou separada faz 6 meses. O que vou contar aqui aconteceu realmente, há dois anos atrás. Meu marido me convidou para irmos a uma excursão do time de futebol da sua empresa a uma cidade à duas horas de distância de onde morávamos.

Eu não queria ir, pois não gosto desses programas, ainda mais que ficaríamos dois dias acampados nesta cidade para que eles jogassem um torneio e eu detesto acampar. Como ele queria muito que eu e nossa filha, na época com dois anos, fossemos, dizendo que todos os seus colegas levariam as esposas e filhos, resolvi ir. Tudo correu muito bem enquanto estávamos lá, a não ser pelo acampamento e por meu marido ter machucado o joelho jogando bola.

Quando vínhamos voltando, nosso ônibus estragou, eram 23 horas de domingo. Uma estrada escura e vazia. O motorista chamou outro ônibus que chegaria somente as três da manha. 1 hora depois parou um ônibus da mesma empresa que vinha trazendo outra excursão, depois de muita conversa decidiram que quem quisesse ir de pé, poderia subir. Quase todo mundo quis, eu e meu marido entramos primeiro, eu por ter uma criança no colo e ele por estar machucado. O motorista orientava-nos para que fossemos bem para o fundo do ônibus para que todos pudessem entrar. Quando chegávamos quase no fim do corredor, um homem de uns trinta anos, gentilmente levantou e me ofereceu seu lugar, eu agradeci e ofereci ao meu marido por causa do seu joelho e também porque ao lado tinha um velho dormindo e com cheiro de cachaça.

Meu marido sentou, pegou nossa filha no colo e eu fique em pé com o ursinho dela na mão. O ônibus começou a encher e eu era arrastada para o fundo do ônibus e o motorista gritando para que fossemos bem para trás. Eu fui indo até o fundo e cheguei em um lugar onde tinha de um lado a parede do pequeno banheiro que avançava no corredor, atrás de mim o homem que me cedeu o lugar, de bermuda, sem camisa, era bem forte, da minha altura e muito simpático, e do outro lado um banco onde sentava um casal de velhos. O ônibus enchia e na minha frente duas mulheres gordas, de costas para mim, vieram chegando cada vez mais para trás até que eu encostei minha bunda no pau do homem atrás de mim, que por sua vez estava encostado no fundo do ônibus, fiquei envergonhada, tentei me esquivar, mas não tinha como, pois de um lado a parede do banheiro e do outro o banco dos velhinhos me impediam de fugir. Eu usava um pequeno shorts de lycra branco, uma calcinha também branca e uma blusa bem solta e curtinha, sem sutiã.

O Ônibus começou a andar com a luz interna acesa, e eu toda sem jeito e muito nervosa, me sentia como se todo mundo no ônibus soubesse o que estava acontecendo, mas consegui em um momento de lucidez perceber que os velhinhos poderiam me ver, mas não viam a minha bunda e que já estavam de olhos fechados tentando dormir, a mulher a minha frente e quase colada em mim, reclamava da super lotação com a outra a sua frente e ambas se mantinham de costa para mim. Alguns minutos depois apagaram-se as luzes do ônibus, ficando totalmente escuro, a não ser quando cruzávamos por outros carros e éramos iluminados rapidamente por seus faróis, o que raramente acontecia. Sentindo o volume daquele pau na minha bunda e pensando que tínhamos no mínimo uma hora de viajem, a minha aflição foi transformando-se em exitação.

Apesar de nunca ter traído meu marido, eu sempre curtia quando passavam outros paus se esfregando em mim em metrôs, ônibus e elevadores lotados, mas tudo sempre acontecia muito rápido, mas ali ia demorar e nós estávamos parados e bem encaixados. O Tempo passava e toda a minha atenção se concentrava ma minha bunda e naquele volume. Percebi que o pau dele não estava para o lado, como geralmente os homens deixam, mas sim no meio e para baixo sobre o saco e que apesar do volume estava mole, então pensei que duro deveria ficar imenso, tive um calafrio ao pensar isso, e se endurecesse o que eu ia fazer? Não conseguindo tirar minha atenção daquele pau, minha tesão aumentava, eu já estava toda molhadinha e não conseguia mais controlar minha respiração, tinha medo que ele e a mulher a minha frente percebessem.

Ficamos assim por mais alguns minutos quando aquilo que eu temia começou a acontecer, aquela coisa começou a crescer no meu rabinho, ia engrossando, se esticando e subindo, tomando conta do meio das minhas nádegas, forçando a entrada para o meio das minhas coxas ao mesmo tempo em que empurrava o meu shorts e a minha calcinha para dentro do meu reguinho. Meu corpo amoleceu, perdi o controle da minha respiração, cravava as unhas no ursinho da minha filha e suava por todos os poros sentindo aquele pau enorme e muito duro no meu rabo. Ficamos assim por uns cinco minutos, não conseguia mais me controlar, percebi que já estava instintivamente dando umas reboladinhas no pau dele, não demorou muito e senti as mãos dele na minha cintura me puxando para trás e apertando o pau na minha bunda.

Eu enlouqueci, fechei os olhos, abri levemente as pernas, empinei bem a bunda e me joguei para trás, sentia aquele pau enorme apertando minha bunda e na minha xota, seu peito cabeludo e forte encostar-se às minhas costas, os cabelos da suas pernas nas minhas, comecei a mexer a bunda descaradamente, forçando-a contra o seu caralho. Ele começou a beijar minha nuca, levantou suas mãos, por baixo da minha blusa até os meus seios e eu gozei gemendo bem baixinho. Ele se afastou, senti que abria sua bermuda, desci minha mão e agarrei aquele pau maravilhoso, estava muito duro, era grande e bem mais grosso que o do meu marido, apertei, alisei e acariciava seu saco. Louca de tesão e sem me preocupar mais com as mulheres a minha frente, me virei e comecei a beijar e lamber aquele homem.

Agarrando seu pau fui descendo, lambendo seu peito, sua barriga, me ajoelhei e comecei a chupar e lamber o pau dele, lambia seu saco, sua virilha, seus pentelhos, sentindo seu cheiro de homem e suas mãos na minha cabeça. Demoradamente me deliciei com aquele mastro até que ele gozou enchendo minha boca, fazendo escorrer pelo meu queixo e meu pescoço, eu engolia o que podia e esfregava o resto no meu corpo, no meu rosto e nos meus seios. Subi, me agarrei no pescoço dele, encostei meu rosto no seu ombro e fiquei grudada dando beijinhos no seu pescoço enquanto sentia suas mãos alisando minhas costa e a minha bunda e o seu pau meio mole encostando na minha xota através do meu shorts e da minha calcinha já ensopados.

Ficamos assim por algum tempo. Percebi que a mulher que antes estava à minha frente tinha se afastado um pouco, provavelmente por ter percebido o que estava acontecendo, não a conhecia, sabia que era da nossa excursão, tive medo que ela contasse a alguém o que aconteceu e que mau marido ficasse sabendo, mas eu negaria, pois era só o que eu poderia fazer. Continuamos nos acariciando, ele me beijava e enfiava sua língua na minha boca, senti seu pau endurecendo de novo, me agarrou firme pela cintura e me colocou no seu lugar, de costas para o fundo do ônibus, ficando ele de costas para a mulher gorda.

Achei o máximo, pois assim eu ficaria mais a vontade, voltei a agarra seu pau que já estava duro novamente, ele tentou enfiar a mão dentro do meu shorts por trás, mas não conseguiu, eu desamarrei-o na cintura e voltei a agarrar o seu pau, ele enfiou as duas mãos por dentro do shorts e da minha calcinha, se servindo da minha bundinha, alisava, apertava, chegando até a minha xana toda melada, depois enfiou um dedo no meu cuzinho, doía mas era muito bom, mexia o dedo lá dentro me deixando louca.

Tirou as mãos e baixou meu shorts e minha calcinha até o meio das minhas coxas, me virou de costa e meteu o pau no meio das minhas pernas, eu vibrava sentindo aquele caralho quente, duro e grosso nos lábio da minha buceta e nas minhas coxas totalmente lambuzadas, sentia seus pentelhos espetarem minha bunda. Empinei a bunda, agarrei o pau dele e tentei bota-lo na entrada da minha xota, mas não consegui, fiquei na ponta dos pés, mas também não consegui, então em sussurros pedi a ele que me comesse, ele falou baixinho no meu ouvido que queria comer a minha bunda. Eu estremeci só de pensar em levar aquele pau no rabo.

Não disse nada e tentei novamente coloca-lo na minha bucetinha e mais uma vez não consegui, tentei me virar para ajoelhar e chupar o pau dele de novo, mas ele me segurou firme, então quase chorando agarrei o pau dele, empinei a bunda e posicionei-o na entrada do meu cuzinho. Eu com as duas mãos no fundo do ônibus e segurando o ursinho da minha filha com a boca, comecei a rebolar sentindo aquela cabeça enorme na entrada da minha bunda, ele começou a forçar e eu rebolava lentamente, senti a portinha do meu cuzinho ameaçando se abrir, apesar da tesão tinha medo de ser penetrada por aquele pauzão, ele empurrava e eu instintivamente ia me encostando no fundo do ônibus, quando não tinha mais para onde fugir, fui subindo, subindo, até que fiquei na ponta dos pés, sentindo que meu cu já estava no máximo da sua resistência.

Ele parou, não empurrava mais e nem me dava uma folga, eu suava por todo o corpo sentindo-o com uma mão na minha cintura e a outra segurando seu pau firmemente na entrada do meu cu. Com a cara colada no fundo do ônibus eu mordia o ursinho da minha filha para não gritar de tesão, de dor e de medo de não agüentar um pau tão grosso. Minhas pernas cansadas de ficar na ponta dos pés começaram a tremer, tentei agarrar o pau dele para tirar da entrada do meu rabinho, mas ele segurou minha mão, eu não tendo mais forças para me manter na ponta dos pés, comecei a descer, sentia meu cuzinho se abrindo, fazia mais um esforço, subia, minhas pernas doíam e tremiam até que perdi o controle e desci, senti meu cuzinho se arregaçar e entrar aquela enorme cabeçona, num impulso involuntário, devido à dor daquela invasão, voltei à ponta dos pés, mas não consegui me manter, então desci e levei mais da metade daquele pau enorme no rabo.

Eu via estrelas, meu corpo todo tremia, chorava de dor enquanto mordia o ursinho de pelúcia, sentia meu cu arregaçado demais, parecia que iria estourar, se rasgar, ele voltou a me bolinar os seios, enfiava um, dois, três dedos na minha xana ensopada, me mordia a nuca, mas não meteu mais o pau, esperando que meu cuzinho se acostumasse com aquela grossura. E realmente, aos poucos fui me acostumando com a dor, sentia minha bunda cheia e uma pressão no estomago, parecia que alguma coisa dentro de mim tentava empurrar aquele cacete para fora do meu cuzinho.

A tesão voltou a ser maior que a dor, tirei o ursinho da boca e comecei a rebolar lentamente até sentir seus pentelhos encostando na minha bunda e gozei como uma cadela, enquanto meu cuzinho latejava de dor e de prazer. Ele sentindo minha vibração começou um entra e sai, bem lento, eu quase morria de tesão quando ele tirava aquela coisa grossa e comprida, parando antes de sair a cabeça e voltava lentamente a rechear a minha bundinha, ficamos nessa por uns 20 minutos, às vezes ele parava e me segurava para que parasse de rebolar, talvez para não gozar ainda, meu cu ardia e latejava, mas eu estava adorando ser enrabada, me entreguei totalmente, me esqueci das pessoas em volta, do meu marido, só gemia baixinho de olhos fechados, com o rosto virado beijava e mordia apaixonadamente a boca e os lábios daquele homem gostoso, chupava sua língua, alisando seus braços, queria ficar o resto da minha vida ali com ele, com aquele pauzão grosso e comprido cravado no meu rabinho. Ele começou a me bombear mais rápido e com mais força, continuei a rebolar naquele cacete, apesar de sentir dor.

De repente ele enterrou tudo com muita força, quase tirando meus pés do chão, senti seu pau vibrando, soltando diversos jatos de porra quente dentro da minha bunda enquanto apertava meus seios, gozei como nunca, chorava de tesão e lambia sua cara e beijava-o desesperadamente. Ficamos parados, ele atolado no meu cuzinho por mais um bom tempo. Antes do seu pau amolecer, ele começou a tira-lo lentamente de dentro de mim, tive a sensação de estar aliviando aquela pressão e com medo de que seu líquido saísse de dentro de mim escorrendo pelas minhas coxas, me preparei para levantar minha calcinha e meu shorts logo que seu pau saísse todo, quando eu iria ao banheiro me limpar para que meu marido não desconfiasse de nada.

Senti quando saiu tudo, rapidamente levantei minha calcinha e o shorts, me virei para beijar a boca do meu amante quando senti que tinha alguma coisa dentro da minha calcinha, tomei um choque, passei por ele e entrei no banheiro, quando tentava baixar o shorts e a calcinha para sentar no vaso, me vi no espelho ao lado e quase morri. Eu tinha enchido minhas calcinhas feito uma criança, havia uma grande saliência marrom na minha bunda e cocô mole e porra começavam a escorrer pernas abaixo, continuava a sair coisas de dentro da minha bunda e eu não tinha nenhum controle sobre o meu cu. Tirei minha roupa, sentei no vaso e comecei a chorar desesperadamente, sem saber o que fazer sentia muita vergonha, pensava no meu marido, no homem que havia me comido, nas pessoas do ônibus, no que eu tinha feito.

Sentada no vaso, joguei minha calcinha na cestinha de lixo, meu shorts eu lavei na pequena pia ao lado, limpei o chão e as pernas e quando fui limpar minha bunda e passei o papel higiênico pelo meu cuzinho tive outro choque, estava enorme, era um buraco da grossura do pau que me enrabou. Me apavorei, achei que tinha estourado tudo, continuei limpando e chorando muito, vendo muito esperma e sangue junto com as fezes. Depois de estar tudo limpo continuei sentada, pensando no que eu tinha feito, tinha dado a bunda para um homem que eu nem conhecia, não tinha usado camisinha, estava com o cu arrombado, e a mulher que provavelmente percebeu o que aconteceu? Será que meu marido ficaria sabendo? Algum tempo depois, senti que o ônibus parou, fiquei nervosa, com o cu ardendo muito, vesti meu shorts ainda molhado e esperei mais um pouco.

Abri a porta lentamente, vi o casal de velhos saindo no fim da fila no corredor, não vi meu marido nem o homem que me comeu, não sabia se ficava alegre ou triste por não vê-lo. Sai do ônibus, meu marido e minha filha, ambos com cara de sono, me esperavam sem desconfiar de nada. Olhei para os lados procurando aquele homem, mas não o vi. Peguei minha filha no colo, senti uma fisgada no cu quando fiz força e fomos embora como se nada tivesse acontecido. Passei uma semana com muita dor no cuzinho me automedicando para não ir ao médico. Nunca mais dei o cu e nem trai meu marido. Nunca mais vi aquele homem que me fez perder a cabeça e agir como uma puta.

conto 44

Me chamo Lívia. Sou uma mulher muito cobiçada. Morena jambo, quase mulata (tipo Camila Pitanga), alta (mais ou menos 1,80m/1,81m), cabelos compridos, corpo muito bem definido, malhado, bumbum apetitoso, tenho 27 anos e sou uma verdadeira puta. Sou louca por sexo.

Trepo quantas vezes for necessário num único dia. Adoro dar, adoro trepar, ser fodida, literalmente. Além disso, tenho uma faceta sádica, sou praticante de podolatria e gosto muito de humilhar e judiar de meu parceiro, em especial meu marido.

Por falar em podolatria, tenho pés avantajados (número 41), porém muito bonitos. Pés finos e alongados, dedos compridos e finos, com unhas também compridas, quase sempre pintadas, de vermelho ou branco. Às vezes vario nas cores. Sou casada com um cara bonitão (1,84m), também de corpo definido, pinto considerável (porém insatisfatório para minhas necessidades), mas que é um corno, um frouxo, um bosta. Meu prazer maior é humilhá-lo, dando para outros caras em sua frente. Literalmente, nessas situações, acabo com ele. Reduzo-o a zero. Além disso, ele é meu escravo. Praticamos a podolatria, e ele vira verdadeiro objeto sob meus avantajados pés. Precisam ver quando chego da academia, de tênis, e após umas 2 horas de malhação, eu determino que ele venha me descalçar e passe a cheirar e lamber meus pés.

Sou extremamente vaidosa, asseada, mas qual é o pé que, numa situação dessas, não tem o seu cheiro característico? Nesses casos, sei que o odor exalado por meus pés chega até a superar o normal. Mas, meu maridinho vem e, ignorando tudo isso, até porque eu não permito que ele me desobedeça, e passa a chafurdar sob meus pés como um porco suíno. Chupa, lambe, cheira... Pois bem. A história que vou relatar ocorreu há uns 10 dias atrás. Meu marido e eu resolvemos fazer uma viagem para a cidade de Parati, no Rio de Janeiro. Na Sexta-feira saímos de nossa cidade, sem qualquer pressa. Depois de termos andando bastante, adentramos a Rio-Santos, com Gustavo, meu marido, ao volante. Lá pelas tantas, avistamos um carro parado no acostamento, cujo condutor nos fez sinal para que parássemos. Pudemos verificar que se tratava de um carro da Polícia Rodoviária, o que fez com que Gustavo, imediatamente, parasse o veículo.

Feito isso, o policial se aproximou, determinando a Gustavo que exibisse sua habilitação, bem como os documentos do veículo. Imediatamente, Gustavo retirou do porta-luvas do carro a carteira contendo os referidos documentos, entregando-a ao policial. Este, prontamente, ordenou que Gustavo retirasse os documentos de dentro da carteira, para somente após isso, entregá-lo. Gustavo quis falar algo, mas, imediatamente, fora repreendido pelo soldado, que disse que esse é o método correto. Na hora pude perceber que se tratava de uma pessoa rude. Apesar disso, notei que, embora não muito bonito de rosto, o policial tinha um corpaço, muito forte, e com jeito de másculo. Imediatamente já tratei de olhar o volume dentro daquela calça apertada. Gustavo, então, retirou os documentos da carteira, e entregou-os àquele cidadão. Este, por sua vez, de posse dos documentos, entrou na viatura, ficando ali por um tempo. Então retornou, dizendo a meu marido que sua habilitação continha rasuras, e que aquilo não poderia ocorrer. Gustavo, então, tratou de retrucá-lo, afirmando que não tinha culpa quanto ao fato, pois não era o responsável pela emissão do documento.

Mais que depressa aquele homem rude disse ao meu marido: “Não quero saber de quem é o erro. O fato é que o documento está rasurado, e isso pode implicar na sua apreensão, inclusive na apreensão do veículo”. Imediatamente retornou à viatura, segurando a CNH em suas mãos. Confesso que a forma ríspida do policial, ao se dirigir ao meu marido, me deixou um tanto excitada, principalmente porque se tratava de um cara muito gostoso. Como o policial, nesse momento, não estava próximo, resolvi então botar lenha na fogueira. Foi quando disse a Gustavo: “Olhe, se ele quiser multá-lo por excesso de velocidade, tudo bem. Mas, criar caso por causa da carteira, isso não tem cabimento. Aliás, acho que você não deveria permitir que ele o tratasse de forma tão estúpida”. Literalmente, fiz a cabeça de Gustavo, para que provocasse a ira daquele policial, pois já vislumbrava no que aquilo poderia dar. E não deu outra...Quando vi, Gustavo se dirigiu para perto da viatura, e só pude avistar os dois batendo boca.

Posteriormente, Gustavo voltou para nosso carro, quando o policial, que veio atrás, disse-lhe de forma clara e precisa: “É melhor você calar a sua boca, senão a coisa vai ficar feia para o seu lado. Entre no carro e fique bem quietinho”. Nesse momento fui à loucura. Acho que minha calcinha ensopou, de tão excitada que fiquei, ao ver o policial tratando meu maridinho daquela forma. Aliás, isso é mais forte que eu. A humilhação de Gustavo é motivo de minha excitação; sempre foi assim, mesmo quando não seja eu a responsável por isso. Continuei, sorrateiramente, a fazer a cabeça de Gustavo, provocando-o para que retrucasse as advertências do policial. Não deu outra, diante da insistência de meu marido, logo pude ver aquele homem forte fardado metendo-lhe as algemas, e dizendo: “Eu falei que era para você ficar quieto. Agora você vai ver com quantos paus se faz uma canoa”. Meu marido foi logo enfiado na viatura. Eu estava vibrando, embora não pudesse expressar minhas emoções. Saí de nosso carro e me dirigi até o policial. Naquele momento ouvia meu marido, de dentro da viatura, implorar ao policial que retirasse-lhe as algemas. Pedia desculpas... Mas nada, o homem nem lhe deu ouvidos.

Quando saí do carro, percebi que aquele homem rude olhou-me com um ar sedento. Até porque minhas belas pernas estavam à mostra. Cheguei ao seu ouvido, e disse-lhe: “Gostou de minhas pernas?”. Ele, então, respondeu: “Adorei”. Logo, entramos em nosso carro, com destino já certo, quando interpelei-o, dizendo: “Não, não. Meu marido também vai junto”. O policial quis retrucar, quando eu disse: “Se não for assim não tem acordo”. Ele, então, foi até a viatura, pegou Gustavo pela camisa, que a esta altura, para minha extrema felicidade, chorava feito uma criança. Era muita humilhação! Entramos todos no carro, e rumamos, sem direção, até chegarmos a uma pousada muito simples. Na portaria estava uma velha maltrapilha. Pedimos a ela um quarto, que por sinal era bastante acanhado, e entramos os três. Estava muito excitada, principalmente porque, se não bastasse o que ocorreu com Gustavo, o policial veio me bolinando o caminho inteiro. De nada adiantavam as indagações e advertências feitas por Gustavo. À esta altura ele já tinha dois “inimigos”: um o policial; o outro, eu.

Quando chegamos, ele se recusou a descer do carro. Imediatamente disse e Antonio José (esse era o nome do policial), que o retirasse à força. Meu futuro amante, embora não entendendo muito bem o que estava acontecendo, não se fez de rogado, puxando meu marido pela camisa, arrastando-o até o quarto, e jogando-o ao chão. Fomos logo tirando a roupa (eu estava excitadíssima), e pude perceber o imenso cacete que tinha aquele homem. Como Antonio estava fardado, as primeiras peças que ele tirou foram os coturnos e as meias. Estava muito calor, e pude perceber um cheiro forte vindo daqueles objetos. Peguei as meias que ele tinha acabado de tirar, e arremessei-as contra o rosto de Gustavo, que estava sentado ao chão, olhando-nos com cara de piedade. Ele, logicamente, já sabia o que iria acontecer. Foi quando eu disse para ele: “Tome seu imundo, vá cheirando as meias de meu amante, e chafurde como um porco”. De início ele se negou. Fui até ele, peguei as meias, obriguei-o a abrir a boca, e enfiei uma delas goela abaixo do coitado, dizendo-lhe: “Não se atreva a me desobedecer. Tome, sinta o cheiro de meu amante”.

À esta altura a minha vontade de dar para aquele policial era incomensurável. Mas, ao mesmo tempo, a sede de humilhar meu marido também era grande demais, principalmente porque ele já tinha sido muito humilhado por meu amante. Voltei para perto de Antonio José, peguei firme seu pau, e disse para Gustavo: “Olhe aqui seu bosta; isso é que é pau; não é essa bostica que você tem aí não!” Puxei Antonio José pelo cacete, chegando até perto do rosto de meu marido. Dei uma tremenda bofetada nele com aquela pica enorme, que acho que ele deve ter a marca no rosto até hoje. Enquanto isso eu ria, ria demais. O policial mostrava-se sarcástico. Imediatamente, nos atracamos (Antonio José e eu), e começamos uma deliciosa trepada. Ele, com sua fúria, já foi logo me estocando. Comecei a gemer, gemer alto. Gritava, urrava de prazer. Em meio a isso, gritava para Gustavo: “Olhe corno, olhe como se fode uma mulher de verdade.

Olhe bem para isso, seu frouxo, seu bosta...” Nos poucos intervalos de meus gritos, podia ouvir Gustavo dizer, bem baixinho, com voz de chifrudo: “Não, não faça isso comigo, por favor”. Eu achava que ia explodir, de tão excitada que estava. Dizia, ainda: “Isso cornudo, peça para que sua puta não dê para o amante, peça mais, mais, mais”. Nesse momento, pedi para ficar de quatro, de modo que pudesse olhar para a cara de meu corninho. Meu amante, então, com toda a fúria, colocou-me na posição desejada, e eu fiquei cara a cara com meu marido. Aí, então, a humilhação foi maior. Ria para ele, zombava dele, passava a língua nos lábios, etc. Virei uma louca, uma vadia, depravada, aliás o que já sou normalmente. “Corno, corno, bosta, veado”, eu dizia para ele. “Aprende como se come uma puta, seu imprestável”. Logo gozei. Em seguida, meu amante gozou.

Transamos de camisinha, essa é a verdade. Antonio tirou o preservativo, eu o peguei e arremessei contra o rosto de meu corninho. Espirrou porra para tudo quanto é lado, inclusive na cara dele. Não permiti que Gustavo saísse daquele local. Fomos, Antonio e eu, para o banheiro. Lá, depois de muitas trocas de carícias, nos refizemos, e logo começamos outra fabulosa trepada. Que homem gostoso! Voltamos para o quarto, continuei de quatro, na mesma posição de antes. Estava até com vontade de dar o rabinho, mas nosso tempo era curto. Novamente gozei. Quando percebi que Antonio José iria gozar, disse para que tirasse seu pau, o que ele fez, muito embora a contragosto. Após tirar a outra camisinha, comecei a chupar aquele cacete, e quando vi que ia gozar, fiz com que esporrasse em meu pé direito.

Na sola, no peito do pé, nos dedos, em tudo. Ele literalmente encharcou meu pé de porra. Esfreguei um pé no outro, a sola no peito do pé, sola com sola, até formar uma verdadeira meleca. Sentei-me à beirada da cama, e disse para meu corno: “Venha corninho, venha lamber os pés de sua rainha, que hoje está embebido com a porra do amante dela. Mas venha de quatro, igual a um cachorrinho.” Gustavo hesitou. Eu disse: “Ande logo, não tenho tempo a perder”. Gustavo, então, veio meio que rastejando, e meteu a boca no dedão de meu pé direito. Começou a chupar, chupar e chupar. Eu dizia: “Isso bosta, chupe tudo, limpe meus pés inteiramente, sem deixar uma gotinha de porra. Engula tudo”. Enquanto isso eu ria e me masturbava. Gustavo chupara meus pés desenfreadamente.

Enquanto chupava um eu esfregava o outro em seu rosto, em seu cabelo, em tudo. Estava louca de tesão. Meu marido, então, engoliu todo o esperma de meu amante, e eu gozei bastante, enquanto gritava: “Lamba meus pés seu corno de bosta, e engula toda a porra deste homem gostoso, que tanto te humilhou. Você não cansa de ser um merda, de ser tão humilhado?” Meu gozo não tinha fim. Cai na cama, desfalecida. Como o tempo já tinha passado, e meu amante tinha que voltar para o seu posto, logo nos vestimos e, após termos desocupado o quartinho da pousada em que realizamos nossas aventuras, a conta da estadia nos fora apresentada. E adivinhem quem a pagou? Lógico que meu corninho. Ou seja, pagou para outro me comer.

Rumamos, então, para o local onde nos encontramos com meu amante, ou seja, onde a viatura ficara estacionada. Ele, então, desceu do carro, dando-me um beijo e dizendo até logo. Eu, então, indaguei: “Você não está se esquecendo de nada?” Ele respondeu: “Do que você está dizendo? Não me lembro de nada”. Eu, então, retruquei: “Você não se lembra por qual razão nós paramos aqui?” “Sim”, respondeu ele, “porque eu determinei que vocês parassem, já que o veículo de vocês estava sendo dirigido em alta velocidade”. Eu disse: “Pois é. E o que você ia fazer?” “Ia multar seu marido”, respondeu meu policial. “E não vai multar?”, eu perguntei. Ele respondeu: “Deixa prá lá”. Eu, então, desci do carro, cheguei bem perto daquele homem delicioso, e disse-lhe bem baixinho, ao pé do ouvido: “Multe-o, sem dó. Não se pode ter dó de corno”. Assim, o policial não se fez de rogado.

Entrou na viatura, e logo lavrou a multa. Chegou, e entregou-a ao meu marido. Eu peguei o papel, e logo esfreguei-o na cara de meu corninho, dizendo: “Tome corninho. Isso é para você nunca mais se esquecer desse dia” No dia seguinte, já em casa, dei uma boa trepada com meu maridinho, que mais trato como corninho, ou como cachorrinho de estimação. Enquanto dava para meu corno, humilhava-o bastante, fazendo-o lembrar daquele dia em que mais uma vez fui sua carrasca. Nossa vida é assim, eu dando para outros homens e ele tendo que suportar. Enquanto isso o humilho bastante, e faço dele meu escravo. Ambos temos ciência de minha superioridade em relação ao meu marido. Sei que posso parecer uma louca, vadia, mas isso é mais forte que eu. Beijos.

conto 45

Estava sem namorado e já a algum tempo sem transar estava sentindo muita falta. Sou uma nissei; 26 anos na época; 1,54 m; 50 kg; Engenheira e Professora Universitária.
O Congresso da qual estava fazendo parte como uma das organizadoras estava correndo normalmente. Estava ocupada na minha sala com um texto quando ouvi:

- Por favor! Me disseram que eu poderia conseguir um anais aqui.

Olhei em direção à porta e vi o negro mais lindo que já tinha visto. Tinha entre minhas fantasias transar com um negro e aquele era muito atraente. Devia ter cerca de 1,80m,cerca de trinta anos,corpo de atleta e estava vestido com um terno que ressaltava a sua masculinidade. Abri o meu melhor sorriso e enquanto estendia a mão para pegar um exemplar do anais pedido comecei a fazer perguntas com a intenção de iniciar uma conversa.

Descobri que era professor de um outro departamento da Universidade, chamava-se Marcelo e queria assitir à uma das conferências. Conversamos alguns minutos, elogiei o conferencista e disse que eu mesma não iria perder esta conferência. Ele despediu-se dizendo que nos veríamos lá olhando fundo nos meus olhos. No dia da conferência, dois dias depois, me produzi o melhor possível, mas , sem exageros e fui assistir à uma conferência que me interessava muito pouco.

Quando entrei na sala logo o avistei e os nossos olhos se encontraram. Ele me fez um sinal dizendo que a cadeira ao seu lado estava vazia. Eu sorri e me dirigi à cadeira. Assim que nos cumprimentamos o conferencista entrou na sala e após apresentar-se começou a demonstrar sua matéria. Duas horas depois conversavámos já fora da sala e ele perguntou-me se não poderíamos ir à algum lugar para continuarmos a conversa. Sugeri um bar que é uma espécie de "Pub" que fica relativamente perto do meu apartamento.

Entramos no seu carro e depois de alguns minutos pedi a ele que passasse no meu apartamento para que eu pudesse colocar uma roupa mais quente, pois, a temperatura começava a cair. Assim que entramos no apartamento ele segurou as minhas mãos e delicadamente levou os seus lábios contra os meus, beijou-me suavemente e como eu estava totalmente receptiva, abraçou-me com força e beijou-me com volúpia. Senti a sua língua no céu da boca e eu me entreguei às suas caricias. Fomos ao quarto e enquanto suas mãos percorriam meu corpo já sem o vestido eu tirei a sua camisa. Percorri o seu peito másculo com as mãos, ele, tirou o meu soutien e abraçou-me.

Deitou-me na cama, retirou minha calcinha e começou a chupar os meus seios enquanto suas mãos andavam devagar pelas minhas coxas fazendo-me sentir arrepios de desejo. Marcelo colocou sua cabeça entre as minhas pernas e com a lingua percorreu a minha vulva. Ficou nessa deliciosa tortura alguns segundos e em seguida a lingua dele caiu na minha xaninha me fazendo sentir um prazer muito grande. Logo me entrei ao gozo. Senti o Marcelo deslizar em cima de mim, estava já sem as calças, beijou demoradamente os meus seios me deixando excitada novamente e deitado sobre mim levou o seu braço para baixo. Deduzi que ele ia direcionar o seu pênis para a minha xaninha e esperei a penetração. Senti uma coisa muito grande abrir passagem entre os meus grandes lábios e as paredes do meu canal vaginal se esticarem ao máximo para permitir a entrada daquele membro.

Não era uma sensação gostosa, mas, ele pediu que eu relaxasse que logo ficaria gostoso. Ele entrou devagar e com cuidado, mas mesmo assim a impressão era de que nunca tinha recebido um pau na minha xaninha. Quando entrou tudo senti-me totalmente alargada, cravada e uma pontinha de dor por causa de uma pressão muito forte no útero. Ele ficou parado por varios minutos, então, meu corpo começou a reagir. O desconforto cedeu lugar à excitação e ondas de prazer começaram a percorrer o meu corpo. Marcelo começou a se movimentar num ritmo lento, mas, muito gostoso e eu gozei...gozei...gozei...Quando uma contração e percorreu seu corpo, Marcelo, jorrou seu leite dentro de mim e mais uma vez cheguei ao orgasmo. Ficamos juntos abraçados de olhos fechados para nos recuperarmos. Cochilamos.

Quando senti uma mão acariciar o meu seio direito abri os olhos e quando me movimentei senti o uma coisa dura se encostar no meu umbigo. Deitei o Marcelo de barriga para cima, comecei a beijar o seu peito e fui descendo. Quando cheguei ao seu pau não acreditei! Não acreditei que um pau pudesse ser tão grande e muito menos que uma coisa tão grande pudesse ter estado dentro de mim. Era muito grosso e o comprimento dava quase dois palmos meus!! Quando pensei que ele já tinha estado dentro de mim me tranquilizei e agarrei aquela tora e comecei a masturbá-lo. Com algum esfôrço abri a minha boca, coloquei aquela cabeçorra dentro dela e com a lingua comecei uma caricia que fez o meu negão se contorcer de prazer. Marcelo acariciava a minha xaninha cheia da porra dele , quando estava completamente excitada , fiquei sobre ele, encostei a cabeça na minha xaninha e fui descendo.

O fato de já ter estado com ele dentro, da minha xaninha estar bem lubrificada com os meus liquidos e a porra dele,fizeram a penetração mais facil. Não senti nenhum desconforto, só prazer, prazer e mais prazer. Gozei varias vezes antes que ele derramasse a sua porra novamente dentro de mim. Estava completamente satisfeita. Cochilamos novamente, desta vez, com ele me abraçando por trás com o seu pau na posição de descanso encostado na minha traseira. Abri os olhos quando senti seu pau duro encostado no meu rego e antes que ele tivesse qualquer idéia segurei-o, com a boca comecei a mesma caricia de antes enquanto o masturbava com as mãos. Não o deixei me afastar e continuei até que senti os jatos de porra no fundo da minha boca.Engoli tudo que veio de dentro dele com muito prazer, fiquei lambendo o seu pau até ele ficar totalmente flácido e ter soltado a última gota.

Tomamos um banho e fomos a um restaurante Chinês jantar. Perguntei a ele se a mulher dele não iria estranhar a ausência. Ante a surpresa dele expliquei que embora ele não estivesse de aliança a marca devido aos anos era visível. Contou-me então que era casado com uma professora do mesmo departamento e não me disse nada por que sempre sonhara em transar com uma japonesa. Não podia deixar passar a oportunidade...

conto 47

Dizem que os homens sentem mais necessidade de sexo do que as mulheres e eles traem por instinto selvagem. Não concordo com isto, isto é sim machismo e a própria sociedade machista cobra isto dos homens. É difícil ver um homem casado não trair, nem que seja após dez, quinze anos de casado e da mulher é esperado a fidelidade. Bobagem !

Escrevo isto por experiência própria, a mulher se excita muito no dia a dia, a diferença é que ela é discreta. Meu caso por exemplo, no passado, costumava ser infiel aos meus namorados, porém apenas um desconfiou, os outros eu terminei o namoro sem eles desconfiarem de minhas traições. Porém conheci uma pessoa muito especial, que me completa, somos muito felizes; decidi não desonrar este compromisso sério que assumi e passei a controlar meus impulsos e desejos sexuais.

Foi fácil durante três anos mas como em todo relacionamento sempre aparecem aqueles momentos desgastantes, contornamos e continuamos, mas como é bom aqueles momentos de puro prazer sem compromisso, sem ter que falar sobre trabalho, família ou outras questões, apenas curtir um momento intenso a dois, nem que seja por algumas horas e até um dia destes ...
Agora começo a relatar o que me aconteceu e deixou meu relacionamento mais quente.

Costumo as vezes sair com uma turma de amigos que formaram na faculdade comigo. Todos entre 25-36 anos; e foi em uma destas saídas que sentei-me ao lado do Sérgio. Como de costumo ele sempre brincava comigo que gostava de sentar bem pertinho caso eu tivesse algum desejo e quisesse uma boca para beijar ... Porém neste dia passei a observar o olhar de Sérgio, seus lábios, sua maneira de rir; de levar o copo à boca ... Tudo parecia ser um ritual de sedução, deixei meus pensamentos criarem cenas e mais cenas e eu ali sentada ao lado de um homem casado desejando-o ardentemente.

Sem deixar ninguém perceber comecei a esbarrar em sua perna, e fui mais ousada, pousando minha mão no interior de sua coxa e dando pequenos apertos. Nossos olhares começaram a se cruzar o dele bastante surpreso mais foi entrando no jogo, em um determinado momento subi a mão e pude sentir seu mastro rijo. Mau pude acreditar ele estava realmente entrando no jogo e eu ali toda úmida e sentindo meu sexo pulsar de tesão, alguns homens pensam que somente a excitação deles por muito tempo doem, mas a mulher também, fica doendo por dentro de tanto desejo de sentir um mastro avançando e acalmar o fogo que se forma; é estranho, fica meio dormente de tanto fogo.

Continuando.... Riamos muito e não poderia mais enganar os meus desejos de sentir o prazer que outro homem poderia me proporcionar, tentava fugir de mim mesma, encontrar explicações para as minhas iniciativas, mas agora estava tarde para recuar e eu nem queria, mas é a razão cobrando, neste hora o desejo manda mais. Despedimos ao mesmo tempo e fomos ao estacionamento buscarmos os carros. Quando chegamos eu pedi que ele fosse até o meu carro e entrasse para conversamos mais um pouco. Ele entrou sorriu e disse: Nunca imaginei que isto pudesse acontecer .... e me beijou ardentemente, ao mesmo tempo que sua mão tocou minhas pernas e foi subindo. Interrompemos e eu arranquei o carro sem dizer uma palavra.

Perguntei até que hora o estacionamento ficaria aberto certificando-me que tínhamos três horas para aproveitarmos. Em quinze minutos chegamos a um bom motel e entramos, riamos muito e comentávamos o quanto ele me desejara e agora me tinha ali para seu deleite, “meu deleite”.
Ao chegarmos ao quarto, colocamos uma música ambiente e começamos a nos beijar, ele apertava seu mastro contra meu corpo e eu soltava suspiros de prazer, arrancamos as nossas roupas e eu suguei seu mastro com experiência sentindo-o tocar minha garganta e ao mesmo tempo tocando seu corpo e sentindo o gosto de macho e que gosto diferente, gostoso, viril.

Ele me levantou e pressionou meu corpo contra a parede encaixando o mastro no meio das minhas pernas e eu comecei a esfregá-lo e umedecê-lo. Não agüentando mais fui para a cama fiquei de quatro e ofereci meu sexo sedento daquele mastro delicioso. Ele não excitou e encaixou de uma vez devida a lubrificação, gemia, rebolava e dizia palavras tipo, que gostoso, mete mais .... Como é bom sentir o toque de outro homem, sentir o meu jeito de sugar e acariciar os seios, seu jeito de expressar prazer, sua fúria e sua dedicação ....

Mudamos de posição e ele sempre se preocupando em me dar o máximo de prazer, afagando meus seios de um jeito que me excito só de lembrar ... Trocamos várias vezes de posição e adorei uma em que ele ficou por cima, mas em vez de entrar e sair ele deslizava e fazia movimentos circulares com o mastro no profundo do meu ventre, não aguentei e explodi em um orgasmo interminável, ao sentir que estava tento um orgasmo ele começou também a gozar, que homem !!!

Ao terminarmos, relaxamos um pouco lado a lado nos acariciando, depois tomamos um banho e voltamos ao estacionamento, apesar do tempo não ter se esgotado, era melhor não abusar dos nossos companheiros. Da próxima vez, porque terá em breve uma próxima vez, vou confidenciar algumas fantasias e vou me entregar com mais intensidade porque da primeira vez temos sempre um pouco de receio de comportarmos como costumamos comportar com pessoas que já temos mais intimidade.

conto 48

Sou loira original descendente de alemães de uma família bem constituída, tive uma formação excelente sempre freqüentando os melhores colégios e rodas sociais.
Desde pequena sempre despertei a atenção das pessoas pois sou muito alegre e comunicativa, mas era os homens que sempre me davam mais atenção pois sempre tive um corpo maravilhoso.

Perdi minha virgindade aos 14, meio que acidentalmente para um menino da minha idade, sabe como é...brincadeira aqui...brincadeira alí...quando percebi já estava dentro, não foi como eu imaginava e desejava mas abriu caminho para minhas várias experiências e aventuras que e não foram poucas. Depois desse menino que nunca mais vi , tive relação com mais 3 garotos, todos namorados, que eu praticamente transava de farra mas...nenhum deles conseguiu me dar o prazer que eu tanto desejava, um orgasmo propriamente dito.

Aos 20 anos achando que estava apaixonada me casei contra a vontade de meus pais, meu marido era professor universitário, tinha 33 anos na época.
Vivemos muito bem até os meus 22 anos quando nos mudamos de cidade, na época morávamos em Porto Alegre (sou gaúcha) e fomos para Florianópolis pois ele foi transferido de universidade, deixara de ser professor e tinha recebido um convite para um cargo de diretor irrecusável, a mudança foi boa para mim pois eu resolvi voltar a estudar novamente, terminei o 2º grau que eu havia interrompido quando me casei e entrei na faculdade no curso de adm. de empresas, já no 2º ano de faculdade e comecei a sentir vontade de trabalhar, ganhar meu dinheiro ser um pouco mais independente em relação ao meu marido, ele entendeu e me deu a maior força.


O 1º relato que vou lhes contar começou nessa época, eu já estava com 23 anos, meu corpo tomou formas esculturais em relação quando eu tinha casado estava com 1,72 de altura, seios médios para grandes com bicos apontando para o céu, coxas roliças e bem torneadas e bunda empinada, apesar de estar morando no litoral eu continuava branquinha pois não gostava de me expor muito tempo ao sol, era apenas temperada, meus cabelos permaneceram lisos e longos com comprimento até o ombro, meu marido adora e tem um ciúme moderado mas gostoso de sua esposinha, vivia me exibindo em seu meio social. Consegui emprego numa empresa de importação e exportação, comecei como assistente da secretária do diretor de Marketing, a empresa não era muito grande mas tinha clientes em várias partes do mundo o que me incentivou a começar a fazer inglês. Os primeiros 6 meses correram normalmente, já estava familiarizada com o serviço e todos gostavam de mim.

O relacionamento com meu marido é que deu uma esfriada, não por culpa dele mas minha, eu saia de manhã e só voltava a noite após a faculdade, quando transávamos eu já não sentia o mesmo prazer do começo, fazia mecanicamente apenas para satisfazê-lo, talvez motivada pela minha recém independência eu sentia vontade de inovar me sentir uma puta na cama para ele mas não tinha coragem de falar sobre o assunto com ele e os dias foram passando.... certo dia fui chamada pelo diretor para uma reunião junto de minha chefe, o assunto era eu, ele queria que eu substituísse uma mulher que estava saindo de licença maternidade, ela era encarregada de elaborar os eventos promocionais da empresa e também da recepção dos clientes do exterior dando-lhes total acessória na chegada, desde o translado, reservas de hotéis, eventos e passeios.

No inicio vacilei dizendo não ter experiência e não dominava o idioma inglês, ele me tranqüilizou dizendo que experiência a gente adquire e eu era no entender dele a pessoa certa pois era bonita alegre e comunicativa, o que a empresa necessitava pois esse cargo era a porta de entrada da empresa, eu tinha apenas que causar boa impressão nos clientes e não deixar faltar-lhes nada, quanto ao idioma os clientes de fora do continente geralmente traziam tradutores e quando não sabiam ao menos o espanhol. Me convenceu, era uma oportunidade de crescer na empresa, eu não podia desperdiçar , aceitei ! Logo em seguida ao meu aceitei ele disse que precisava que eu iniciasse imediatamente, o parto da funcionária titular havia pego eles de surpresa, não esperavam para aquele momento e já estava previsto a vinda de uma comitiva chinesa naquela semana, os hotéis e a programação já estava reservada, eles chegariam daqui a 2 dias e ficariam apenas 3 dias, dois a negócio e o terceiro a turismo (todos faziam isso).


Tremi mas não o decepcionei, falei que iria me interar da programação, dar um jeito de não perder as matérias na faculdade e que em 2 dois dias estaria pronta. Corri para cumprir o prometido, confirmei os hotéis as visitas e os passeios, vi que viriam 3 homens e uma mulher (provavelmente a tradutora), todos com idade acima de 40 anos, sendo o mais novo com 43 e o mais velho com 54, ia ser um porre. Feito isso corri para buscar informação sobre a cultura chinesa, não deu para ver muita coisa a respeito, tive que improvisar. Por intuição resolvi não falar nada para meu marido sobre essa nova função, afinal era provisória, e ele não iria perceber pois eu saia cedo e voltava tarde, não ia alterar em nada em nossa rotina. No dia da chegada fui recepcioná-los no aeroporto, chegaram perto das 9:00 hs, aguardei os desembaraços alfandegários ,e finalmente fui conhecê-los, foram rápido e informais e após os cumprimentos nos dirigimos para o hotel onde eles se hospedaram para tomarem um banho e trocarem de roupa pois o dia ainda era longo, subiram para os quartos e fiquei aguardando na recepção analisando-os, os três homens eram de altura mediana, mais baixos que eu, eram bem feios, quando digo feio é feio mesmo, cara de sapo, feições fechadas e bastante formais, a mulher devia ter seus 35 anos era simpática e falava um "portunhol" que dava para eu entender, o bom é que ela me entendia legal, ia facilitar minha vida, aguardei por exatos 30 minutos, eram pontuais ao extremo e seguimos para a sede da empresa.....o primeiro dia foi todo no escritório e não tive muito contato com eles, jantei com eles no hotel pois não queriam sair, estavam cansados, serviu para quebrar a geleira, no segundo dia acompanhada dos diretores da empresa levamos eles para conhecer nosso depósito.

Passamos o dia lá e a noite voltei a jantar com eles no hotel, agora acompanhada de mais pessoas da empresa, serviu como uma despedida da visita oficial já que eles iriam permanecer mais um dia para aproveitar e fazer um pouco de turismo, para mim ainda não tinha terminado o serviço, eu teria que acompanhá-los nos passeios e parece que eles faziam questão disso pois me elogiaram muito para meus chefes, a surpresa é que eles tinham planejado sem nos comunicar previamente visitas fora de SC, exatamente em Curitiba no Paraná pois ouviram falar da cidade e queriam conhecê-la de qualquer forma, eu principalmente, fui pega de surpresa quando me falaram pois isso envolveria em uma viagem onde eu teria que me ausentar por um dia e uma noite, depois de casada só tinha viajado com meu marido, mas como não podíamos decepcioná-los eram bons clientes e a visita iria trazer vantagens para nossa empresa, meu diretor me pediu quase de joelhos para acompanhá-los, não tive como não concordar. Naquela noite mesmo corri para providenciar passagens, translado, roteiros de visita e hotel inclusive para mim, foi uma correria danada, mas o mais complicado foi informar meu marido sobre a viagem, informei-o parcialmente sobre o motivo, não disse que da empresa iria apenas eu, ele contrariando minhas expectativas disse que ficara contente pois mostrava que eu já estava conquistando a confiança de meus patrões, que achava importante eu conhecer outras cidades e por meio da empresa melhor ainda, confesso Ter ficado decepcionada, esperava que ele ficasse me questionando sobre quem iria o que iriamos fazer lá mas nada...simplesmente deixou sem perguntar nada, fiquei irada e de pirraça resolvi aproveitar antes de ir dormir reservei para a noite do dia seguinte uma visita no melhor bar dançante da cidade (não vou citar o nome pois é muito conhecido), com musica ao vivo e tudo. Feito isso fui dormi para aproveitar o "passeio".


No dia seguinte peguei-os no hotel e embarcamos rumo a Curitiba, lá chegando já tinha um veículo que eu havia alugado nos aguardando e seguimos direto para o hotel, nos trocamos e fomos ao passeio, confesso que achei o máximo, eles pareciam crianças, riam alto, ficavam apontando tudo e a cada momento surgia uma novidade para eles se deliciarem, um dia é pouco para visitar todas as maravilhas de Curitiba, mas o roteiro foi satisfatório para eles. Por volta de umas 19:00 hs voltamos para o hotel e fomos descansar e nos preparar para a noite dançante , marcamos de nos encontrar lá por volta de umas 21:00 hs, eu iria antes para ver as reservas e se tudo estava de acordo para nossa diversão. A noite estava deliciosa me vesti com um vestidinho preto acima do joelho que deixavam a mostra minhas belas pernas e quando sentava coxas com decote bem discreto , instigando a imaginação dos homens, eu iria sem sutiã, queria ficar bem a vontade para dançar, por baixo coloquei apenas meia-calça cor de pele, sem nada, eu me depilava constantemente por causa da praia nas partes intimas, me sinto mais a vontade.

Pronta eu segui para o bar de táxi, eram umas 20:30 quando cheguei e fui recepcionada pelo gerente, um senhor simpático que me mostrou a mesa reservada e me serviu um drink, gostei da mesa era uma meia lua e ficava de canto, dando uma visão boa do palco onde ficariam os músicos e próximo da pista de dança, era um local discreto, geralmente reservado a casais, dava para ver tudo, e ao contrário não dava para perceber o que faziam lá ( não que eu estivesse com intenção de fazer algo lá, isso nem me passava pela cabeça), satisfeita tratei de relaxar e aguardar a chegada dos meus convidados, estava no 2º drink quando chegaram, no hotel falei para eles que era um local informal, para eles virem vestidos mais a vontade e assim fizeram, deixaram as roupas carrancudas e adotaram calças jeans e camisas de mangas curtas (fizeram compras lá) a mulher estava de vestido bem discreto, recepcionei-os com a ajuda do gerente com mais um drink (3º) e fomos para mesa , percebendo a timidez dos china, o gerente ofereceu uma bebida típica do país, a famosa caipirinha, acharam graça no nome e eu expliquei a fórmula do bendito, ficaram curiosos e resolveram experimentar, alertei-os que tinham que tomar com moderação pois subia muito rápido e assim fizeram, como eu já tinha tomado 3 drinks antes e já estava meio alegre resolvi não acompanhar, passei a tomar chopp....no local já havia muita gente, a maioria já estava dançando ao som dos músicos, o local era freqüentado por pessoas de meia idade (fiz questão de me informar pois não queria levá-los onde houvesse muita molecada), estava bem dividido entre homens e mulheres, tinha para todos, acho que eu era a mais nova no local e isso me excitou, toda vez que eu levantava via os homens me despindo com os olhos, cheguei a levar um beliscão não sei de quem uma hora que passei perto do bar para ir ao toalete, como estava meio alta, não fiz escândalo e no fundo gostei, no toalete ainda cometi a ousadia de tirar a aliança, queria me sentir solteira, o álcool ajudou nesse detalhe, não iria fazer nada de mais mesmo.

Na mesa os chinas bebiam, agora estavam no chopp e ficavam observando o ambiente e conversando entre eles, estavam tocando MPB e eu explicava através da mulher o que queriam dizer, já estava ficando cheia quando começaram a tocar samba, não resisti e me levantei (sou loira mas sei sambar e como sei )a principio fiquei dançando próximo a mesa, eles davam risada e acompanhavam meus movimentos com curiosidade, o bar já estava no seu clímax, totalmente cheio e a maioria das pessoas estava dançando descontraidamente, de pé dava para ver apenas os ombros e a cabeça dos chinas e dava para perceber que eles já estavam bem descontraídos pois procuravam acompanhar as musicas sentados com movimentos sem muito ritmo, procurei não me afastar apesar de estar louca de vontade de me aprofundar no meio da pista e dançar, dançar mas eu não podia deixar meus convidados, por isso voltei para a mesa e tentei arrastá-los para a pista mas eles riam e faziam gestos com as mãos dizendo não, era bem engraçado, tentei a mulher e ela disse educadamente que ela e o homem mais velho estavam cansados e queriam apenas ficar observando, quanto aos outros dois ela me confidenciou que ficaram impressionados com minha desenvoltura na pista e que queriam, mas eram tímidos, aprender a dançar o ritmo, aproveitei a confidência e literalmente arrastei um dos china para a pista, fez que não queria mas não ofereceu muita resistência e levei-o (era o mais novo), nisso começou a tocar um pagode mais suave e dei as mãos para ele se aproximar mais, já descontraído não se fez de rogado e praticamente dançamos uma valsa ao som de pagode, deixei-o na pista e fui buscar o outro, foi mais fácil, talvez motivado pela desenvoltura do compatriota e veio se juntar a nós, foi divertido, eu ficava ensinando os passos para eles e eles tentavam me acompanhar, felizmente o local era de pessoas educadas, todos queriam apenas se divertir e ninguém ficava gozando o jeito desengonçado dos chinas, já estavam climatizados, os homens que ficaram me secando perceberam que eu estava com eles e pararam de ficar dando em cima, foi um alívio, já tinha alguns sendo inconvenientes, levei umas mãos nas nádegas quando estava dançando, nada grave.

Procurávamos não deixar os dois que não quiseram dançar só, as vezes íamos para a mesa e aproveitávamos para tomar chopp, perdi a conta eu já estava um pouco alta, mas não bêbada, apenas alegre ,quando eles começaram a tocar axé eu não resisti e cai na farra de vez, conheço todas as coreografias, me preocupava apenas em não me distanciar deles e ficava de frente para a mesa, como as dançar do axé são muito sensuais eu estava ficando excitada meus movimentos acompanhavam minha excitação...na musica da bundinha eu extrapolei em um dado momento fiquei de costa para a mesa abaixei a cintura levantei a bundinha e rebolei deliciosamente só que esse movimento acabou levantando meu vestido que já não era tão comprido assim e mostrou para os chinas minhas belas formas ocultas, percebi a gafe e me recompus, parei de dançar olhei para trás eles estavam de boca aberta (modo de falar) mas demonstravam uma certa satisfação nos olhares, vi que tinha feito merda e disse que iria até o toalete, a mulher disse que vinha junto e lá ela me disse que a "festa" estava muito boa mas o homem mais velho queria ir para o hotel descansar, eu disse que iria com eles mas ela insistiu para que eu ficasse com os outros dois que estavam se divertindo muito e não queriam ir embora agora, ela me disse para não me preocupar com eles e me divertir também, não tive como falar não e eles foram para o hotel mesmo me deixando com os dois, o problema do idioma já não interferia mais, e eu me comunicava com eles por gestos.

Num momento eu me cansei de dançar e fui me sentar, assim que cheguei na mesa eles falaram alguma coisa entre eles e o mais novo fez sinal que iria para o toalete, eram umas 11:00 hs e o local ainda estava cheio, o que ficou na mesa fez um sinal para que eu me aproximasse pois queria falar ou gesticular algo, fui mais para o meio e ele gesticulou dando a entender que queria mais bebida, chamei o garçom e pedi mais chopp para os três, nisso veio o outro e sento do meu lado me deixando entre os dois, fiz menção de levantar pois imaginava que eles queriam ficar próximos para conversar mas gesticularam para que eu ficasse onde estava, estranhei um pouco mas não associei a nada de mal e lá permaneci, a bebida veio e ficamos tomando e curtindo as pessoas que estavam de pé na pista dançando, na frente da mesa tinha muitas pessoas de costa dançando e conversando raramente alguém olhava para trás em nossa direção...de repente senti uma mão nas minhas coxas, tremi e vi que era do homem mais velho que estava a minha direita, discretamente ele passou a alisar minhas coxas me dando arrepios, procurei não olhar mais e ver até onde ele iria e foi...com movimentos cadenciados as vezes apertando ele foi me deixando excitada (ele era o mais feio de todos, semi calvo meio gordinho, rosto bastante enrugado mas sua mão era extremamente competente, parecia massagista, estava tão gostoso que eliminou qualquer sentimento de repulsa ou indignação, o mais novo vendo que eu não havia esboçado qualquer tipo de reação também colocou a mão em minha coxa, agora eu estava com uma em cada perna e estava gostando demais, o mais novo não era tão delicado, tinha as unhas um pouco compridas e ficava arranhando do joelho até a coxa as vezes com movimentos suaves outras bem agressivamente e apertava tanto que deixava a coxa avermelhada, uma hora ele arranhou tão forte que abriu um buraco em minha meia, estava escuro e senti apenas arder não deu para ver se saiu sangue, rapidamente ele colocou dois dedos na brecha e num movimento brusco forçou para baixo abrindo uma brecha enorme entre a coxa e o joelho, apesar da pequena dor e da agressividade do movimento eu me arrepiei toda, já estava com a buceta totalmente encharcada de tesão, dei um gritinho abafado peguei o copo de chopp que estava na metade e tomei num gole só, era o que faltava para eu entrar conscientemente na brincadeira, vi o garçom passando e pedi mais uma rodada para todos, eles não tiravam a mão e não sei como a meia do outro lado também estava rasgada permitindo que eu sentisse as mãos ásperas e hábeis me levando a um delírio incontrolável minhas carne estava a mercê de meus algozes....

Para contribuir me abaixei um pouco na poltrona, abri as pernas dando sinal para eles avançarem até minha gruta sedenta de sexo selvagem, com uma habilidade incrível o mais velho rasgou de ponta a ponta a meia calça, único obstáculo para chegar até a gruta, agora eu estava apenas de vestido sem nada mais e não me importava, as sensações que eles estavam me proporcionando era algo indescritível, esqueci que era casada, que estava ali profissionalmente, todo e qualquer sentimento de culpa foi rasgado junto de minha meia-calça com habilidade para aqueles horríveis chinas (acho que isso me excitou também, o fato de serem velhos e feios.) eu estava a disposição dos dois, seria a 1º vez que dois homens me alisavam ao mesmo tempo e que eu me dava para outro homem que não fosse meu marido, o local , com movimento também mexeu com meu tesão, seria uma experiência incrível, eles já estavam em minha buceta as vezes um as vezes os dois eu gemia de prazer e rebolava sentada entre as mãos deles, como ninguém havia percebido o mais novo se abaixou por baixo da mesa num movimento rápido, quando percebi ele estava coma cara entra minhas pernas e passou a chupar minha buceta, sugando com habilidade meus líquidos vaginais, era uma enxurrada, eu me acabei na boca do filho da puta, o outro foi mais ousado e aproveitando o generoso decote tirou meu seio direito para fora e passou a chupá-lo com energia fazendo movimentos com a língua no bico que de tão pontudo não sei como ele não se furou, nesse momento abri os olhos e apesar do tesão que estava sentindo me preocupei pois em ver se não estávamos sendo observados.

Felizmente a casa estava tão cheia e a iluminação tão escura que ninguém deve ter percebido nada, e outra pelo horário devia estar todo mundo bêbado...eu estava seminua sendo acariciada por dois homens muito experientes, eles não emitiam som algum apenas agiam, por baixo da mesa o mais novo me fazia pular cada vez que enfiava a ponta de língua dentro de minha gruta, ele estava se lambuzando e deve ter recebido um jato de meu líquido pois gozei como uma puta, coisa que não acontecia a muito tempo, eu estava com meus dois pés sobre seus ombros o que facilitava seus movimentos sincronizados, com uma das mãos ele acariciava minhas nádegas e com o dedo cutucava meu cúzinho, até então virgem...percebendo que eu havia gozado o mais novo voltou a se sentar enquanto o outro depois da deliciosa chupada em meu seio pegou em minha cintura e me virou mesmo sentada deixando minhas nádegas e minha xana voltada para ele, não acreditei quando comecei a sentir um pedaço de carne roçando a entrada de minha buceta, com uma das mãos fiz questão de apalpá-lo para ver o calibre e fiquei impressionada, era grosso e comprido, estava super duro, não deu para ver a forma mas não ofereci resistência apesar de saber onde ele queria enfiá-lo, me ajeitei melhor na poltrona e ele numa estocada só facilitado pelo meu gozo que deixou a entrada lubrificada enterrou até as bolas arrancando um gemido mais de prazer misturado com um pouco de dor, era sem dúvida o cacete mais grosso que tinha me penetrado.

Se eu estivesse em minha sã consciência acho que vacilaria, mas foi demais, ele ia e via com seu mastro me arregaçando toda, era um fenômeno de pica me preenchia totalmente e eu sentia sua veias latejantes roçando na parede vaginal, gozei mais uma vez e dessa vez não economizei no gemido, sorte do som estar tão alto, enquanto isso o mais novo estava completando o serviço no meu seio que tinha ficado de fora da ,brincadeira adoro quando chupam meus seios, eles são médios para grande e é meu ponto fraco, sempre faço exercícios para mantê-los em forma, é sem dúvida junto de meu bumbum meu cartão postal....o mais novo depois de dar um trato no seio tirou sua ferramenta para fora, era grande não tão grande como do que estava alojado deliciosamente em minha buceta, porém também era maior que a de meu marido, imaginei o que ele queria e abocanhei sem vergonha, estava louca para chupar um cacete, meu marido nunca gostou e eu sempre fiquei na vontade, conseqüentemente ele também não chupava minha xana, isso só ocorreu uma vez quando eu tinha uns 14 anos, um moleque me deu seu pinto e chupou meio desajeitado minha bucetinha, o que estava acontecendo naquele momento era o que eu tinha desejado todo esse tempo, o mais velho me dava estocadas violentas enquanto eu chupava aquele cacete amarelo meio enrugado, mal cabia em minha boca e eu fazia movimentos arrancando suspiros do puto, de repente senti um jato abundante e quente invadindo minha buceta o que me levou a tirar o cacete da boca e gemer de prazer gozando mais uma vez, ele gozou abundantemente e continuou bombando por uns minutos, quando tirou senti o estrago (nem me passou pela cabeça em usar camisinha), jorrava litros de porra para fora, uma delicia fazia tempo que eu não sentia a esporra me invadindo, sempre usei camisinha com meu marido apesar de tomar anticoncepcional, ele fazia questão, para completar a foda voltei a chupar o mastro do outro que já estava a ponto de explodir....não demorou muito e o besta deu um jato tão forte e abundante que cheguei a engolir metade, não foi minha 1ª vez, mas não fazia isso para meu marido, o que restou na minha boca, não era pouco e vazava entre meus lábios eu limpei com a toalha...eles se recompuseram rapidamente, a vaca aqui teve que se agachar para recompor o vestido e dar um sumiço no trapo que ficou de minha meia calça, dei um tempo me levantei e senti a xana ardendo, o mastro do velho fez um estraguinho, nada que não se arrumasse, fui até o toalete e praticamente tomei um banho, voltei para a mesa, pedimos mais uma bebida e fomos embora para o hotel.

No caminho eles voltaram a ficar sérios e carrancudos, conversavam apenas entre eles, não dei importância estava cansada e satisfeita e não entendia nada mesmo, lá chegando eles se despediram e foram para seus quartos, o voo de volta para a China estava previsto para as 12:00 do outro dia, e imaginei que eu os levaria para o aeroporto para me despedir, era 1:00 da madrugada, ainda sob o efeito do álcool tomei um banho e capotei na cama, estava tão cansada que me esqueci até de pedir para me acordarem antes deles, resultado...acordei por volta das 11:00, levei um susto e nem fiquei pensando no que tinha ocorrido ontem, liguei para a recepção e fui informada que eles já haviam ido embora...gelei, não fui capaz sequer de terminar meu serviço, nisso a recepcionista me disse que eles deixaram uma encomenda e que o serviço de quarto já estava levando para meu quarto, agradeci e fiquei aguardando, o que poderia ser ?

Que loucura eu fiz ontem a noite, estranhamente eu não estava arrependida, fui fodida maravilhosamente por dois machos horríveis mas bastante competente, pensei em meu marido mas achei que eu merecia esse prazer, sou jovem e desejada e tenho muito o que aproveitar ainda, ele não está sabendo como me satisfazer eu tenho que procurar fazê-lo, e afinal de contas se eu não contar ele nunca vai saber( conscientemente nascia em mim uma verdadeira puta em busca do prazer ) essa transa era praticamente o inicio de muitas outras que eu não iria me privar com certeza, nisso toca a campanhia era o serviço de quarto, quando abri levei um susto, era um buquê de rosas e junto um cartão onde estava escrito que todos agradeciam a forma como eu os tratei, que eu havia proporcionado momentos mágicos de alegria, descontração e prazer, eles nunca iriam se esquecer de mim (eu também não) e iriam me elogiar para meus superiores.....e como elogiaram....recebi um aumento salarial por bons serviços prestados e continuei ocupando a vaga a qual eu havia me identificado .....o relato é grande mas não dava para resumir, esse foi o começo de minhas aventuras e tinha que relatá-lo de forma original. Os próximos e teve próximos, mais curiosos e excitantes ainda eu contarei na próxima

conto 49

Passaram-se exatamente 2 meses de minha 1ª e inesquecível experiência com os chineses e continuei ocupando o lugar da garota que estava de licença maternidade só que mais internamente, foi bom porque eu precisava me concentrar nos estudos e no meu casamento também, é claro.

Meu marido nem sequer desconfiou de minha experiência, apenas me disse que eu estava mais vibrante e alegre depois que fiz a viagem até Curitiba...bobinho, nem imaginava o porque.... No serviço fui muito elogiada pelo desempenho com os chineses, os negócios com eles fluíram melhor e estavam dando bons retornos para a empresa depois que eles estiveram por aqui..., meu diretor sempre dizia que eu tinha tido uma boa parcela de méritos nisso pois fui competente e profissional dando assessoria para eles , isso foi fundamental....(mal ele sabia que tinha dado muito mais....), isso me rendeu um razoável aumento e a minha efetivação no cargo, a garota já havia voltado de licença e diante da expansão dos negócios era necessário 2 pessoas para recepcionar bem os nossos clientes, afinal estávamos em fase de expansão e com certeza uma só não daria conta, era um ano bom para exportações e a agenda estava repleta de eventos e visitas de convidados a nossa empresa, era o marketing usado para consolidar os negócios as quais eu iria ter participação. Encarei o ocorrido com os chineses como acidente de percurso e pensando mais friamente, senti uma ponta de remorso para com meu marido e medo de que o caso viesse a tona no escritório o que causaria minha demissão, ainda bem que os chinas eram sérios e não comentaram com ninguém nossas aventuras eróticas, acho que eles também queriam sigilo o que para mim foi ótimo.


Prometi para mim mesma que isso nunca mais iria acontecer, foi uma experiência inesquecível, me deu mais experiência mas eu arrisquei meu casamento, trabalho e reputação, minha formação não era essa e afinal de contas eu estava muito satisfeita com meu marido, tinha que ser mais séria e assim passei a agir... Com a volta da titular as recepções e atendimento ao cliente foram dividas entre nós duas, ela por ter mais experiência e dominar o idioma inglês ficou com os europeus, exceto do leste e Rússia, Japão , Austrália, EUA e Canadá, para mim ficou toda a América latina, países asiáticos, exceto Japão, África, Oriente Médio, Rússia e o leste europeu todinho! Parecia muito mas não era, o grosso dos negócios estava nos países de língua inglesa, para mim estava ótimo eu ainda não dominava o inglês mesmo.

Feito a divisão, ganhei uma sala só para mim, e passei a fazer meu trabalho, naquela semana eu estava organizando uma visita de uma comitiva de Nigéria, viriam mais de 10 pessoas entre homens e mulheres, era a maior comitiva que eu teria que recepcionar, era uma grande responsabilidade. Organizei tudo do melhor para agrada-los , era importante para a empresa darmos uma boa impressão eles estavam interessados em nossos produtos e queríamos fechar um bom contrato, o melhor hotel, visitas e eventos oficiais mas sem serem maçantes e uma dose de diversão para descontrai-los. Pronto agora era só aguarda-los.

Um dia antes da chegada deles tive uma discussão com meu marido começou bobamente, transamos mas como vinha acontecendo a algum tempo ele gozou e virou de lado para dormir disse-lhe que ele parecia não gostar mais de mim, que no sexo só se preocupava com ele, que não estava mais sentindo atração por mim, que eu devia estar horrível....! Ele levantou-se um pouco assustado com a minha reação e me disse que não era nada disso, ele me amava, que eu era um tesão de mulher um presente dos céus para um homem feio e velho como ele, que seus amigos sempre me elogiavam e até mesmo me cobiçavam, e isso era motivo de orgulho para ele, o que acontecia é que ele estava muito cansado atualmente suas novas funções eram mais maçantes e cansativas, ele estava habituado a dar aulas e não a coordenar professores, mas era uma questão de tempo e ele voltaria a ser como antes.

Um pouco contrariada virei-me do lado para dormir...seguiu-se um minuto de silêncio e ele voltou a falar, disse-me que eu não tinha com o que me preocupar mas....ele...ele sim , eu era bonita, tinha um corpo maravilhoso era jovem, provavelmente sempre tinha algum homem me cortejando, me cobiçando e ele não sabia o que fazer para evitar, sabia que não era mais jovem e sexo é um combustível que não pode falhar ou faltar e parece que já estava faltando para mim.....virei- me para ele, não falei nada ( não tinha o que falar, no fundo eu concordei pois estava faminta por força e sexo), abracei ele carinhosamente e assim ficamos até dormirmos. De manhã acordei e ele já não estava mais lá, olhei o relógio e vi que estava atrasada ( em virtude da conversa que tivemos ontem me esqueci de pedir para meu marido me acordar antes de sair, geralmente eu levanto um pouco mais tarde), os Nigerianos já deviam estar desembarcando, fiquei desesperada e liguei para a empresa pedindo que alguém fosse recepciona-los no aeroporto, dei uma desculpa dizendo tinha sofrido um pequeno acidente, que havia torcido de leve o tornozelo, iria dar um jeito e encontraria eles no hotel, colou! Corri para me trocar e diante da mentira que eu havia inventado tive que enfaixar o tornozelo, ensaiei umas mancadas e segui para o hotel.

Eles chegaram lá na maior balbúrdia, falavam alto e gesticulavam muito, pareciam ser bem alegres e descontraidos, eram 6 homens e 4 mulheres, estavam com umas roupas típicas e bastante coloridas adorei! Ia ser um trabalho muito interessante para mim. Todos eram bem negros, mas negros mesmo, por ser do sul eu nunca tinha visto nada parecido...me aproximei do grupo (mancando) e me apresentei, eles imediatamente pararam de falar e ficaram me observando, me olharam da cabeça aos pés , uma das mulheres pegou uma mecha de meus cabelos, alisou e cheirou, não entendi nada e voltei a sauda-los, como num passe de mágica eles parecem Ter saído do transe e uma mulher, talvez a mais velha do grupo, quebrou o gelo inicial e me cumprimentou, o que os outros copiaram de imediato em seguida ela se desculpou dizendo que eles não estavam habituados a verem pessoas tão claras, com cabelos lisos dourados e brilhantes, disse-me que ficaram muito contente ao ver que eu era jovem, geralmente eram recepcionados por homens e mais velhos, eu respondi dizendo que eles logo iriam se acostumar pois a cidade era cheia de pessoas como eu, eles riram e seguiram para seus quartos para desarrumar as malas e se preparar para as visitas. Disse-lhes que aguardaria-os na recepção e se foram.

Fiquei sentada pensando e analisando os meus convidados, as mulheres eram bastante interessantes, tinha uma que era muito bonita e jovem devia ter a minha idade, no mais eram já um tanto velhas e provavelmente eram esposas de algum dos homens, os homens eram curiosos...tinha 2 que eram muito altos ( deviam Ter mais de 1,90) e magros nada bonitos os outros eram mais ou menos da minha altura, com certeza não tinha nenhum deles com menos de 35 anos, como eram alegres ia ser fácil acompanha-los...., como demoraram um pouco fiquei pensando no que meu marido havia me falado, e fiquei um pouco chateada. Enfim eles desceram, trocaram as roupas coloridas por outras coloridas, quase dei risada, era parecido com vestido e fiquei curiosa para saber o que mais eles usavam por baixo, apenas curiosa. No caminho, já dentro do veículo que iria nos transportar ( um mini ônibus, alugado pela empresa) a mulher, era sempre a mais velha que se dirigia primeiro para mim, perguntou o que eu tinha feito no tornozelo, pois estava enfaixado, expliquei-lhe e ela disse que mais tarde fariam uma massagem no local para melhorar logo, tentei dizer que não era necessário pois não havia nem inchado mas não adiantou e fomos para o escritório.

O dia passou rápido, estava bem divertido acompanha-los, voltamos para o hotel por volta de umas 17:00 hs eu os acompanhei, já nesse primeiro dia percebi que a mulher mais velha é quem mandava , era uma espécie de rainha e os outros a obedeciam religiosamente, quase não falei com os homens, eles permaneciam a uma certa distância de mim, sinal de respeito. No caminho de volta perguntei para a mulher se ela era casada e ela me disse que sim e que o marido dela era um dos grandões, me espantei mas não demonstrei, achei ela muito velha para ele, acho que ela percebeu e passou a me contar um pouco mais sobre todos do grupo...todos eram da mesma tribo, ela era a pessoa mais velha e culta da aldeia por isso era considerada a líder, ela havia vivido alguns anos na Europa e trouxe dela muitos conhecimentos técnicos para ajudar seu povo que vivia praticamente da agricultura de subsistência, eram nômades, viviam mudando de aldeia a procura de terras mais férteis e água porém seu país sempre foi muito assolado por guerras entre a várias tribos.

Com os conhecimentos adquiridos ela começou a ajudar sua tribo, hoje eles conhecem as técnicas da irrigação, plantam e colhem vários tipos de alimentos e não precisam mais ficar mudando, estão fixos e fortes, conseguiriam muito dinheiro expandindo seus conhecimentos entre as tribos e boa parte também já conseguia produzir seu próprio alimento mas eles ainda tinham muito o que aprender, os nossos equipamentos, que eles vieram conhecer seria interessante para a expansão de seus negócios. Mas ela deixou bem claro que a cultura deles era inabalável, eles mantiam todas as tradições milenares de seus antepassados, os quais não deu tempo para me contar, disse-me apenas que a garota mais jovem era filha dela com seu 1º marido, além dela tinha ainda mais 5, três homens e 2 mulheres que ficaram cuidando da tribo, a que estava com ela era a mais nova...nesse momento chegamos ao hotel, me despedi deles pois tinha que ir para a faculdade de qualquer maneira, a mulher pediu para que eu ficasse um pouco com eles, queriam que eu ficasse para jantar com eles, não tive como dizer não, disse que iria para casa me trocar e logo voltaria ela disse não precisar, queria aproveitar o tempo para me fazer a prometida massagem (eu já tinha até esquecido) e que eu poderia me banhar lá que ela me emprestaria algumas roupas, fiquei curiosa e topei, não me preocupei em avisar meu marido pois durante a semana não jantávamos juntos mesmo e logo depois do jantar eu já estaria em casa....fui.

Ela me colocou no quarto junto com sua filha, disse-me para ficar a vontade em seguida disse algo em seu dialeto para a filha e se foi. A sós no quarto tentei puxar conversa, mas a garota era um tanto quieta, apontou para o banheiro e entendi que era para eu ir tomar banho, não vascilei, estava um tanto cansada e nada melhor que um bom banho para relaxar, vi que ela se dirigiu para a mala e passou a procurar algo, achei ser a roupa que me emprestaria e fui para o banho...devo ter demorado uns 15 minutos, tomei cuidado para não molhar o cabelo pois não estava com meu shampoo favorito, sai do boxe e me enrolei na toalha e fui ver a roupa que ela tinha me separado, nada...olhei em todo canto e nada, olhei para a garota que estava me aguardando de pé e sem roupa nenhuma, ela tinha um corpo maravilhoso, seios médios e firmes, cintura fina e uma bunda de dar inveja, era totalmente depilada, lisinha, lisinha, não havia vestígio de pêlo algum ( a não ser seu cabelo, que era bem curtinho) em seu corpo, ela fez sinal para eu sentar na cama e foi tomar banho, não entendi nada mas aproveitei para deitar e relaxar, acho que ela queria que eu escolhesse a roupa junto dela e fiquei aguardando.....acabei cochilando... despertei logo em seguida pois alguma coisa tinha tocado de leve meus pés, as luzes estavam apagadas, a única claridade vinha do banheiro e dava uma tom de boate ao quarto, levantei a cabeça e vi que quem tinha tocado meu pé era a garota, ela estava sentada no pé da cama ainda totalmente nua, apesar da claridade vi que ela estava com a pele brilhante, ela era em escura, fiz menção de levantar e ela fez sinal para eu permanecer onde estava em seguida pegou um pote e passou a aplicar um líquido, parecia óleo, em meu tornozelo, percebi que era ela quem iria fazer a bendita massagem e consenti voltando a me deitar...ela esparramou uma grande quantidade do tal líquido em volta de meu pé e tornozelo e passou a massagear com muita habilidade, suas mãos eram delicadas e ágeis, fazia movimentos precisos, as vezes dava uns apertões e eu fingia me contorcer, o líquido facilitava os toques e conforme ela ia massageando ia esquentando o local, olhei para ela e vi que estava recitando alguma coisa bem baixinho, não entendi nadinha e nem me preocupei pois a massagem estava deliciosa, de repente ela tirou as mãos, se abaixou e passou a chupar o local da falsa torção, arrepiei todinha, os bicos de meu seio ficaram pontudos indicando que eu estava ficando com tesão, tentei não demonstrar, travei a língua e abafei os gemidos que fatalmente eu iria dar ,nunca tinha transado com uma mulher, e até aquele momento isso nem me passava pela cabeça, mas o fato dela estar me tocando, ainda mais com a boca, num local nunca dantes explorado fez que eu a desejasse, o fato é que estava carente de sexo e qualquer toque me levava para a lua.

Ela continuou a chupar meu tornozelo, e num dado momento passou a chupar os dedos de meu pé...não resisti e deixei escapar um gemido, era uma delicia sentir aquela boca carnuda e sua língua hábil contornando um a um os meus dedos, queria que não terminasse nunca! Fiquei com tanto tesão que acabei tirando a toalha deixando a mostra meu corpo clarinho como leite coloquei a mão em minha xana e percebi que estava totalmente molhada, louca para ser possuída, penetrada, arrombada, ela estava me deixando louca, levantei a cabeça e fiquei observando aquela garota negra quase devorando meu pé, o contraste das peles me excitou ainda mais, já estava quase pedindo para toca-la mas não foi necessário ela saiu da posição e foi pegar o pote com o líquido milagroso, voltou para perto de mim e despejou uma grande quantidade sobre meus seios ( meus seios eram maiores que o dela) e passou a toca-los, eu já não queria nem saber se era massagem ou transa, o fato que ela estava me proporcionado um grande prazer, do toque passou a sugar meus seios (meu ponto fraco) com a mesma eficiência que fizera com meu pé, aproveitei a proximidade e toquei seu corpo, ela estava totalmente banhada com algo parecido a óleo, ela não impediu e passei a alisar sua pele negra até chegar em seus seios, eram durinhos e os bicos também estavam pontudos e empinados, ela continuo a sugar meus seios me levando a loucura, eu já estava querendo mais quando de repente a mãe dela entrou no quarto, a garota não parou de me chupar e eu vendo isso também não fiz menção de levantar, a mãe dela se aproximou de nós e falou no meu ouvido que sabia o que eu estava precisando, em seguida colocou a mão em minha xana encharcada, lambuzou a mão em meu líquido vaginal , levou a mão até o nariz e cheirou, depois olhou para mim e deu um sorriso, falou algo no ouvido da filha e saiu, a garota continuou brincando com meus seios e eu continuei a alisa-la, estava novamente submissa pela carência sexual.

De repente alguém entra o quarto, a claridade não me permitiu ver quem era de imediato, vi que tinha fechado a porta com a chave e se aproximou ai percebi que era o marido da mulher, era um homem alto, mais de 1,90, nem gordo, nem magro, não era exatamente um atleta, e era feio demais pelo menos eu achei, estava com uma manta do pescoço até os pés, chegou perto de nós duas e ficou olhando fixamente meu corpo desnudo e carente estirado e vulnerável na cama, permaneceu de pé me olhando, eu já estava sem força de vontade nenhuma de sair dali, nisso a garota saiu de cima de mim, se aproximou dele e uma dança sensual dando voltas nele (ela era anão, como eu perto dele), com as mãos o acariciava, fazia menção de beija-lo e tirava o rosto, ele permaneceu estático de pé olhando fixamente para meu corpo, antes que meu tesão sumisse a garota num movimento rápido pegou a manta do homem e tirou- a de seu corpo em seguida se abaixou e passou a acariciar seu enorme caralho negro, me assustei ao ver o tamanho, já estava ereto devia tinha uns 20cm, não era muito grosso mas era novidade para mim! A garota das caricias passou a chupa-lo, mal cabia em sua boca, e ela chupava com gosto, de repente eu percebi que não estava vendo nenhum filme, era real e eu estava fazendo parte, ele tirou a garota de seu mastro e se dirigiu para perto de mim, sentou-se na cama e sem que eu pudesse esboçar qualquer reaçao me abraçou e passou e chupar meu corpo como um animal, me apertava forte e dava mordidas em meu ombro, seios, ele era muito forte mas não estava me machucando, pelo contrário eu estava adorando ser subjugada daquela forma, num movimento rápido ele me virou de bruços e passou a dar mordidas leves em minha nuca, costa e nádegas, nas nádegas ele mordeu com mais força arrancando lágrimas de prazer de mim, lambeu meu cuzinho e se enfiou por entre minhas pernas em busca de minha xaninha rosada e virgem de rola preta.

Já dominada eu comecei a participar, peguei a vara dele na mão (como era grande!) fiquei alisando e imaginado ela toda dentro de mim, que loucura, ele saiu de minha xana lambuzada me puxou para o canto da cama, afastou minha pernas e numa estocada só enfiou todo seu enorme caralho, soltou um urro ao ouvir meu grito de dor misturado com tesão e começou a fazer movimentos rápidos tirando tudo e colocando, ele me arreganhou, era uma delicia sentir aquele mastro negro entrando e saindo de mim, com as mãos ele apertava os bicos dos meus seios e falava algo incompreensível em seu dialeto tribal, eu gritava de tesão e arranhava suas costas com minhas unhas o caralho dele era fenomenal, me senti uma virgem sendo arrombada...não satisfeito ele tirou o caralho, me virou de bruços e voltou a enterrar em minha buceta, agora com mais força e fundo, estava , maneira de falar, quase saindo por minha boca, eu rebolava feito uma cadela não queria que aquele momento acabasse nunca...devo ter gozado várias vezes enquanto que meu guerreiro africano enterra bem fundo sua lança afiada, as estocadas estavam cada vez mais forte quando ele enfiou tudinho me agarrou e deu um urro fenomenal, senti um jato de porra batendo em meu útero me levando a mais um gozo estrondoso ele não parou de dar estocadas até sentir que não iria sair mais nenhum litro de porra, o esperma era abundante e quente e dado a quantidade já escorria entre meus lábios vaginais e o maravilhoso caralho do guerreiro, ele tirou os mais de 20cm de dentro de mim lentamente, me virei e abocanhei aquela maravilha toda lambuzada, não estava nem ai, limpei o cacete na boca com prazer, depois me desfaleci na cama completamente encharcada de porra.

Ele se levantou sem dizer uma só palavra se vestiu e saiu ai eu reparei que a garota não estava mais por com a gente...descansei um pouco e voltei a tomar uma merecida ducha, ao terminar, sobre a cama estava uma manta linda a qual eu orgulhosamente vesti, logo depois a mulher veio me buscar para jantarmos, no caminho perguntou se eu estava melhor, disse-lhe que foi a melhor massagem que eu havia recebido e agradeci com um sorriso maroto, ela também sorriu e disse-me que enquanto eles estivessem aqui no Brasil eu seria a mulher de seu homem, que fazia parte de cultura deles repartir o ser amado com pessoas amigas, ela me disse também que ele nunca havia transado com uma mulher branca ela ficou muito agradecida a mim e eu a ela, disse-lhe que nunca tinha tido um homem negro e que ela era feliz pois seu homem era um grande guerreiro sexual, disse-lhe que se ela realmente não se importava eu aceitaria essa condição enquanto eles estivessem por aqui. Foram 4 dias de foda, fui a putinha loira do negrão todas as noites enquanto estiveram por aqui, me comeu de todas as formas, foram tantas trepadas que eu acabei relaxando e engravidei, (eles não ficaram sabendo) não pensei duas vezes e abortei, não teria com me justificar com meu marido e não seria justo com ele também, pode parecer estranho para vocês mas realmente amo meu marido, pena que ele não pode me satisfazer na cama e tenho que me satisfazer por fora .

conto 50

Por um momento, pensei não continuar, pensei parar com aquela estranha brincadeira. Até que ponto seria aceitável levar aquele “jogo” adiante?
Meu marido parecia estranhamente excitado, pouco comum para seus hábitos. Marco, que mal nos conhecia, inspirava confiança com seu jeito calmo e tranqüilo, ao nos oferecer uma xícara de chá de jasmim. Sentados os três no sofá, eu permanecia calada, entre eles.

A conversa tinha se transformado, deixara de ser informal e geral para se concentrar em frases sensuais e insinuações eróticas. Um estranho jogo de libidinagem, onde o objetivo final era a minha posse.


Se dependesse da discreta investida de Marco, talvez nada fosse acontecer. Meu marido, com a voz trêmula, abriu então nossas reservas, propondo, oferecendo, entregando:
- Fica com ele, amor... fica com ele...
- Agora? Quer agora? Aqui?
- É o que mais quero... agora, em minha frente... Fica?
- Por favor... Melhor não...
Ao lado, Marco, sem dizer uma palavra, deslizou a mão por minha coxa, sobre o vestido. Eu me arrepiei toda!
- Ele também quer... ele também quer...
- Você me quer, Marco... na frente dele... agora?


Em silêncio, inclinado para o meu lado, tocou meus lábios com os seus. Sua língua forçou passagem entre meus dentes travados. Relaxei. Recebi o beijo daquele homem que até a pouco era um desconhecido. Aceitei que me tocasse por baixo da roupa. Facilitei que erguesse e tirasse o meu vestido.
- Olha como ela é linda... linda... e vai ser sua... Toda sua...
- Por favor... Melhor não... assim não...
- Deita com ele, amor... deita... deixa ele fazer em você... deixa...
- Você quer mesmo que eu seja dele? Quer mesmo? - Por um segundo, não houve resposta. Me pareceu uma eternidade, eu estava incrivelmente excitada.
A voz de meu marido custou a sair:
- Quero... quero... fica com ele, com seu amante... dá pra ele... dá...


Agora, livre, apenas de calcinha, ajudei Marcos a se despir. Um pouco assustada e envergonhada, acariciei o pau duro por sobre a cueca. O volume dava a idéia do pênis bem dotado daquele homem que me envolvia com sua sensualidade. Juntos, escorregamos para o tapete, entre beijos e carícias. Meu amante se colocou sobre mim, entreabrindo minhas coxas com o joelho. Eu pude ver meu marido bem ao lado, abaixando a calça, descobrindo o membro, acariciando para cima e para baixo.
Pela primeira vez, Marco falou em meu ouvido, misturando o som com a língua, malicioso, viril:
- Seu marido está vendo você embaixo de mim... abra mais as pernas... Mostre tudo... Mostre...
- Assim?... assim?... - Ele não respondeu. Moveu-se o suficiente para apanhar a camisinha sobre o aparador ao lado.
Ouvi meu marido:
- Abra mais... quero ver ele entrando... quero ver... Marco, põe na boca dela antes... põe... ela gosta... ela gosta...
Arranquei a cueca com um puxão, o pau saltou duro, grande e grosso, quase o dobro do meu marido. Não contive a exclamação de luxuria:
- Coloca na minha boca, vai... anda... na minha boca...
Mal coube a cabeça. Suguei forte. Chupei e lambi. Mamei como uma gata no cio. Se quisesse, poderia terminar assim, eu deixaria que esporrasse, tanto era meu tesão.
Mas, mais forte foi o apelo de meu marido...
- Põe a camisinha nele, amor... põe... com as mãos e com a boca... põe...


Foi o que fiz, desenrolando com os dedos e depois ajudando com os lábios ao redor, empurrando para baixo. Marco escorregou o corpo sobre o meu. Frente a frente, nos beijamos de língua. Sua mão puxou minha calcinha para baixo, eu ergui os quadris para que ela saísse. Assim, erguida, ajudei que colocasse uma almofada debaixo de minhas nádegas. Meu monte de Vênus se elevou, em oferecimento ao amante... dentro de minha boca, sussurrou:
- Me ajuda a entrar... Putinha... ajuda com a mão, abre...
Peguei o caralho, esfreguei na vagina, coloquei a cabeça, movendo os quadris, gemendo e suspirando, sentindo arder, sentindo entrar...
- Está me machucando... é grande... Muito grosso...
- Você se acostuma, está gostando, está querendo...
Não resisti mais, entre soluços e gritos, me entreguei aquele macho.
- Assim, amor, dá pra ele... dá pra ele... Tô vendo tudo... Tudo!!!
Alucinadamente, me ofereci como mulher. Marco, experiente e descarado, mudou de posição. Fiquei de lado, com ele por trás. Depois, de bruços, sentindo seu peso sobre as costas. Também fui colocada em seu colo. A cada momento, uma nova sensação, um prazer intenso. Até que, de volta ao tapete, o recebi inteiro pela frente, abrindo as coxas para que a penetração fosse inteira e para que meu marido tivesse toda a visão de minha vagina penetrada por aquele pau. Gritei muito enquanto gozava. Marco lambia minha boca e gemia palavrões. Meu marido se esporrava todo, em uma punheta.
- Goza em mim, meu macho... goza em mim... fode sua puta... fode... Me faz gozar... agora... agora...
- Estou enchendo sua boceta de porra, cadela... Vadia... fodendo na frente do marido... corneando... Traindo... cadela... cadela...
- Fode ela, Marco... fode ela... forte... soca fundo... com força... com força......
O aroma de jasmim, na sala, foi substituído pelo cheiro de porra e de sexo.


Calmos e saciados, fomos nos ajeitando. Meu marido no sofá, parecia desmaiado. Eu tremia, tomada pelos múltiplos orgasmos. Marco, ao meu lado, acariciava meu corpo, me tocava. Olhei para seu pênis, ainda estava semi duro. A camisinha continha uma abundante quantidade de esperma. Meu amante notou para onde eu olhava. Colou a boca na minha. Murmurou:
- Tira o preservativo... sinta minha porra... é sua... quer?
- Quero... quero sim...
Puxei com cuidado. O depósito estava cheio. Retirei e a trouxe para perto de mim. Meu marido, como que acordando, balbuciou:
- Que vai fazer?... que está fazendo?...
- Você não quer ver tudo?... Então, olha... olha...


Devagar, despejei todo o esperma entre os seios. Depois, para baixo, pela barriga, até os pentelhos. Aí, já melada, esparramei por toda a pele... Nunca me sentira tão tesuda, tão excitada, com tanta vontade. O mesmo se dava com meu marido. Seu cacete tomou forma, endureceu. Ele recomeçou a punheta.
Tive que interromper:
- Punheta agora não... Mais tarde... agora, vem me foder... vem gozar em mim... vem... depressa...
Mal terminei a frase, e já havia sido penetrada por ele. Dilatada pelo pau mais grosso do meu amante, foi fácil a entrada. E, como era de se esperar, o gozo de meu marido veio aos montes, seu corpo se esfregando contra o meu, melando-se também com o esperma despejado da camisinha.
Quando terminou, caiu inerte sobre mim, arfando e gemendo.
- Gozou gostoso, amorzão? Gostoso na xoxota de sua mulherzinha?
- Sim... sim... - Misturei a minha porra com a dele... Misturei...
- Que delicia... que delicia... Sabe o que quero agora, amor? Sabe?
- O que quiser... o que quiser...
- Quero ficar sozinha com ele... no quarto... você deixa? Deixa?
- Pra que? Me fala, pra quê?
- Quero fazer tudo... ser chupada... chupar... quero dar atrás... deixar entrar, sentir arrebentar minhas preguinhas... deixa?... deixa?...
- Vai... vai... fica com ele...
Assim, ajudado por mim, se limpou e se vestiu. Nós o acompanhamos, despidos, até a porta. Marcos me abraçou por traz, colando-se em minha bunda. Meu marido se despediu, beijando-me na boca, demoradamente.
- Ela é sua... faça com carinho o que ela pediu...
- Te amo... Te amo muito...
- Eu também te amo... demais...
- Te espero em casa... amanhã cedo...
- Amanhã cedo, então... amanhã cedo...


Fechamos a porta e Marco me ergueu no colo, levando-me para seu quarto. Na cama, deitada com as pernas e braços abertos, eu o recebi. Usamos nossas bocas e nossas línguas, incansáveis. Dando e recebendo prazer. Ele me tomou toda, completamente. Por fim, fez minha vontade me possuindo entre as nádegas, como eu queria e precisava, surdo aos meus gritos de dor e soluços de prazer, como um cão engatado em sua cadela... depois, por seguidas vezes naquela noite, me possuiu por todos os orifícios de meu corpo, por toda minha pele... até o dia clarear... ao aroma de jasmim...

conto 51

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele... Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’... Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente. Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava. Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar. Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava. Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora. Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido! Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta. Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total. Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus. Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo. Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia... Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme.