Lusitanos
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É bastante curto o número de avistamentos de OVNI em Portugal.
O caso mais famoso deu-se em Fátima, em 1917, quando um grupo de crianças avistou uma luz brilhante a pairar sobre uma oliveira. Este avistamento não foi suficientemente investigado e não pode ser confirmado.

São no entanto diversos os casos relatados, destes dois casos estudados pela CNIFO são dos mais bem documentados.

Montejunto, 2 de Novembro 1982:
Cerca das 11 horas da manhã dois aviões de treino Chipmunk, da base da Ota, com três tripulantes, acompanharam as complexas evoluções de um pequeno objecto em forma de bola de râguebi, com metro e meio de diâmetro (imagem abaixo). Era compacto, metálico e desprovido de quaisquer elementos conhecidos de sustentação e propulsão aeronáuticas. O engenho acabou por afastar-se na direcção sudoeste, ao cabo de 15 minutos.(CNIFO)
Alfena, Valongo, 10 de Setembro 1990:
Mais de três dezenas de residentes naquela freguesia, nos arredores da cidade do Porto, observaram, a partir das 8 e 30 da manhã, e ao longo de mais de meia-hora, um objecto metálico, de forma ligeiramente esférica, achatada no topo e provido de cinco apêndices na vertical. O objecto movia-se ora lentamente ora com acelerações, chegando a descer à altura de um terceiro piso e acabando por subir e desparecer entre as nuvens, não sem que antes o sr. Manuel Gomes tivesse feito quatro fotografias do artefacto voador. Análises feitas no INETI, em Portugal, nos Estados Unidos, por Richard F. Haines, consultor da NASA, por Jean Jacques Velasco no Centro Espacial de Toulouse e pelo astrofísico francês Pierre Guérin não permitiram, até hoje, identificar positivamente o referido objecto.(CNIFO) Uma destas fotos é reproduzida no cabeçalho da página.
Avistamento em Guimarães, Dezembro de 1995:
Em meados de Dezembro de 1995 várias dezenas de testemunhas da região de Guimarães informaram os orgãos de comunicação locais do avistamento de fenómenos luminosos, aparentemente estruturados, deslocando-se a baixa altitude. As observações foram feitas a partir de diferentes locais por um variado leque de testemunhas, incluindo agentes da PSP e um oficial da Força Aérea que se deslocava pela auto-estrada Porto-Braga. Este último negou que o objecto luminoso, observado cerca das 8 horas da manhã, ainda em plena obscuridade, fosse uma aeronave convencional.
Avistamento na Fronteira Portuguesa, Setembro de 1957:
Portugal teve o seu momento de estrelato no panorama OVNI a 4 de Setembro de 1957, durante uma missão de rotina de 4 caças da sua Força Aérea. Liderados pelo capitão José Ferreira, seguiam entre o percurso Granada-Portalegre, de noite, quando avistaram uma estranha luz multicolor. Parecia pairar num ponto baixo do horizonte, pulsando e brilhando fortemente. Então, sem qualquer aviso prévio, sofreu uma metamorfose, aumentando 6 vezes o seu tamanho e passando de seguida a um pequeno ponto luminoso amarelo que seguia as aeronaves. A partir daí, a sua cor foi gradualmente passando a vermelho, mas continuando a sua perseguição com manobras admiráveis. Seguir-se-ia, porém, uma ocorrência ainda mais peculiar dali a pouco. Do objecto vermelho, saíram 4 outros, 15 vezes mais pequenos e amarelos, constituindo de imediato uma formação. Para ainda maior espanto dos aviadores, os 5 OVNIs executaram várias manobras perigosamente junto dos caças, acabando por subirem indefinidamente. Entretanto, José Ferreira, esquecendo o objectivo da missão e o equipamento disponível, tentou abrir fogo, para apenas constatar a falta de armamento.
Perplexos com a experiência sucedida, dirigiram-se nos seus F-84 Thunderjets de volta à base. Perante pedidos de esclarecimento, surgiu uma afirmação curiosa do líder da missão: "Por favor, não venham com a velha explicação de que estávamos a ser perseguidos pelo planeta Vénus, balões meteorológicos, ou condições atmosférica anormais. O que quer que tenhamos visto lá em cima era real, e controlado por algo inteligente."

 
 
 

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